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Remando contra a vida

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O MÊS de março bateu recorde de contaminações e mortes no estado pela Covid. Ontem, foram 11 óbitos. Faltam leitos e UTIs, há um colapso no sistema de saúde, e com a disponibilidade de oxigênio no seu limite. 

Por tudo isso, é descabido o projeto apresentado na Câmara Municipal de Rio Branco pelo vereador Samir Bestene (PP), de viés negacionista da ciência, ignorando este quadro e mantendo o comércio aberto em qualquer circunstância.

 Ainda é tempo, do vereador Samir rever a sua posição, que rema contra a vida. A aprovação desta PL vai colaborar para que a tragédia que vivemos se agrave. O que se espera dos demais vereadores de Rio Branco é que, em nome da ciência, da preservação de vidas; se for para a pauta, que este PL seja rejeitado, porque o Legislativo tem que também dar a sua contribuição para o combate à pandemia. 

Economia se recupera, vidas não se recuperam, senhores vereadores de Rio Branco. O bom senso aponta para a rejeição do PL.

CONHECE POR DENTRO

NÃO DEU PARA ENTENDER, a posição favorável do vereador Adailton Cruz (PSB), que conhece o sistema de saúde por dentro, e sabe do colapso que o setor atravessa.

NÃO SÃO PARA CURAR

AS MEDIDAS DE PROTEÇÃO adotadas não são para curar os contaminados pela Covid, mas para evitar o aumento da contaminação, e que se chegue a um momento em que pessoas morram nos corredores pela falta de leitos.

NÃO SÃO MEDIDAS GRACIOSAS

AS MEDIDAS tomadas até aqui pelo governo do estado não são graciosas, são fundamentadas em dados científicos e cujos objetivos são o de salvar vidas.

TUDO É CONCILIÁVEL

NÃO ESTRANHO a recente conversa amigável do governador Gladson com o prefeito Mazinho, na política não existe o inconciliável, tudo é conciliável.

EXPERIÊNCIA ENSINOU

AS MAIS DE QUATRO DÉCADAS de jornalismo me ensinaram que, não se deve tomar partido em briga de político, mais cedo ou mais tarde acabam se entendendo.

PERDENDO CAPITAL

BASTA IR PARA AS REDES SOCIAIS, sentir o humor dos vereadores, para se notar que, o prefeito Tião Bocalom perdeu boa parte do capital conquistado na eleição.

NÃO SE GOVERNA SÓ

NÃO É UM BOM CAMINHO, o seguido pelo prefeito Bocalom de governar afastado da classe política, de ignorar o papel dos vereadores, isso pode lhe ser fatal.

NÃO ESTÁ MORTO

MAS, ninguém pode prever como chegará a imagem do prefeito Bocalom ao fim do ano, não pode ser considerado “morto,” quem ainda está no começo da sua gestão.

VOLTOU AO NORMAL

QUANDO SE PENSAVA QUE, o presidente Bolsonaro estava tomando uma posição de combate firme à pandemia, eis que volta ao normal e passa a atacar os governadores que tomam medidas para conter a Covid.

PODE PAGAR UM PREÇO

O TRUMP pagou um preço no EUA, por ser um negacionista da ciência. Os institutos de pesquisas já mostram o Bolsonaro sendo derrotado em vários cenários num eventual segundo turno, na eleição do próximo ano.

SITUAÇÃO CRÍTICA

A PREVISÃO de médicos que estão na linha de frente do combate à Covid é a de que o estado pode chegar na próxima semana sem leitos e nem vagas em UTIs, para atender aos contaminados. A situação é crítica.

SIMPLESMENTE DEPLORÁVEL

MAS, QUEM DEVIA dar a sua maior colaboração no combate ao Covid, não dá na sua plenitude, que é boa parte da população, que ainda anda sem máscara.

NÃO HÁ CLIMA

NÃO SEI NO PRÓXIMO ANO, mas não há clima no momento para uma conversa aberta sobre uma aliança em 2022, entre o PT e o PSD, as conversas até aqui foram frugais, sem nada que possa amarrar uma aliança.

SONHO DO PT

NÃO SE SABE nem se o senador Sérgio Petecão (PSD) vai ser candidato ao governo no próximo ano, mas o sonho do PT, é o de ver o Jorge Viana (PT) disputando a vaga do Senado, numa chapa ao governo puxada pelo Petecão.

VAI UNIR A ESQUERDA

A ESQUERDA ACREANA, que quase entra desunida na eleição para a PMRB, não tivesse o PCdoB sido barrado no seu apoio à candidatura da ex-prefeita Socorro; com o Lula candidato a presidente, PT e PCdoB estarão juntos na sucessão estadual.

FUGINDO DOS EXTREMOS

O IDEAL NA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL é que, o eleitor tenha como opção aos extremos de Lula e Bolsonaro, num eventual segundo turno, um candidato não radical.

ELEIÇÃO DESCOLADA

ESTÁ PROVADO SER uma tolice se colar um candidato ao governo do estado a uma candidatura presidencial. Todas estas tentativas fracassaram nas últimas eleições.

ELEIÇÃO PAROQUIAL

A ELEIÇÃO do próximo ano para o governo do estado será como foram as demais, paroquiais, em que vai continuar prevalecendo a empatia entre o eleitor e o eleitorado.

NUNCA VI IGUAL

OLHE QUE SOU RODADO no jornalismo político! Não me lembro de uma manifestação popular maior do que a chegada do Bolsonaro na capital na sua campanha, e com o candidato a governador, Coronel Ulysses Araújo, grudado nele durante toda sua permanência na capital. As urnas abriram, e deu Gladson governador disparado.

TAMBÉM NÃO FUNCIONA AO CONTRÁRIO

A EQUAÇÃO também se aplica no caso de querer se colar o adversário a um presidente desgastado. Lembro que, o ex-senador Jorge Viana (PT) apostou as suas fichas que o desgaste do Temer colaria no Gladson, favorecendo a candidatura do Marcus Alexandre. E, não aconteceu.

NADA DE IDEOLÓGICA

A ELEIÇÃO de governador, no Acre, não é ideológica.

SEGUNDA ALAGAÇÃO

SER prefeito de Tarauacá é um suplício no inverno, onde já se chegou a ter três alagações uma atrás da outra. A cidade já está na segunda grande alagação neste ano.

FRASE MARCANTE

“O homem superior atribui a culpa a si próprio; o homem comum, aos outros.” Confúcio.

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