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Proporção de candidatas a deputada federal no Acre foi a 2ª maior do País

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Um indicador para o monitoramento da meta de inclusão das mulheres no sistema político brasileiro meta é o percentual de mulheres candidatas a deputada federal. A estimativa é do IBGE.

No Acre, esse indicador passou de 12,5%, em dezembro de 2017, para 50,0%, em setembro de 2020. Em 2018, 34,5% das candidaturas para o cargo de deputado federal foram de mulheres, em comparação a 33,8%, em 2014, ainda próximo ao piso previsto em lei.

Com isso, o Acre é proporcionalmente o segundo Estado com maior presença feminina nas candidaturas ao parlamento federal. Atualmente, são três deputadas federais eleitas e em exercício no ano da pesquisa, 2020. O Distrito Federal lidera e o Amazonas é o último.

Se, por um lado, as mulheres são mais escolarizadas, por outro, têm menor inserção no mercado de trabalho e na vida pública em geral. Assegurar às mulheres igualdade de oportunidades nos processos de tomada de decisão é uma meta da Agenda 2030. Segundo esses parâmetros, as mulheres devem participar efetivamente da vida pública, em seus campos cívicos, econômicos e políticos, assumindo posições de liderança tanto no setor público, quanto no setor privado.

Como as mulheres são maioria na população acreana, há, portanto, um expressivo quadro de sub-representação. A sub-representação também se materializa no nível de governo local. Em 2020, somente 20,0% dos vereadores eleitos eram mulheres. Houve aumento de menos de 5 pontos percentuais em relação a 2016.

O Estado com o menor percentual de vereadoras eleitas em 2020, foi o Rio de Janeiro, com 9,8%, e o que apresentou o maior percentual o Rio Grande do Norte, com 21,8%. No Acre, segundo as informações da Estadic 2019, as mulheres representavam 14,2% do efetivo ativo das polícias militares e civis das Unidades da Federação, em 31 de dezembro de 2018. A

Unidade da Federação com a menor participação de mulheres no somatório do efetivo policial militar e policial civil era o Rio Grande do Norte, com 5,3%, e a que tinha a maior participação era o Amapá, com 24,3%. No Acre, 54,0% dos cargos gerenciais, tanto no setor privado quanto no público, eram ocupados por homens e 46,0% pelas mulheres, em 2019. A desigualdade entre 4 de março de 2021 Unidade Estadual do IBGE no Acre mulheres brancas e os homens brancos era maior do que entre as mulheres pretas ou pardas e os homens de mesma cor ou raça, em 2019.

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