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Secretário é acusado de “copiar e colar” Plano Nacional de Imunização em Rio Branco

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O vereador Emerson Jarude, do MDB, em sessão online desta terça-feira, 23, disparou críticas ao secretário municipal de saúde Frank Lima, em relação ao plano de vacinação contra à Covid-19 em Rio Branco.

Em sua fala, o parlamentar afirmou que o secretário fez um “copia e cola” do Plano Nacional de Imunização (PNI). Em outro trecho, Jarude disse que Frank não cumpre nem o que foi enviado pela própria pasta à Câmara de Vereadores em relação à vacinação na capital acreana.

Jarude citou que, de acordo com o plano enviado pelo secretário, no momento, estariam abertas doze Unidades de Referência da Atenção Primária (URAP) e a Policlínica do Barral y Barral e dois drive-thru para vacinação contra à Covid-19, mas que no momento, só o drive-thru do 7º BEC estaria funcionando.

“Eu acredito que o senhor nem chegou a ler esse plano. Aí a irresponsabilidade é sua, secretário, pela incompetência e a negligência na vacinação em Rio Branco. Eu acredito que o senhor nem chegou a ler o plano, porque é um copia e cola do Plano Nacional de Imunização, foi isso que ele fez. Ele só colocou algumas informações adicionais, mas na verdade, ele deveria detalhar e especificar o plano nacional de vacinação adaptado a nossa realidade e digo que ele não chegou a ler, porque ele não está cumprindo o plano que foi enviado para nós. O senhor tem que falar menos e trabalhar mais secretário. Está na hora de agir com responsabilidade e seriedade”, disse o vereador.

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Infectologista afasta possibilidade de vacina ter causado mortes em idosos do Lar Vicentino

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O médico infectologista Jenilson Leite, em entrevista ao Sistema Público de Comunicação nesta terça-feira (2), afastou a possibilidade de a vacina contra a Covid-19, aplicada nos idosos do Lar Vicentino, ter provocado a doença dos idosos. Dois dos idosos foram a óbito. A Vigilância Sanitária Estadual confirmou a infecção de 23 dos 55 internados na instituição.

“Não podemos iniciar a análise achando que a vacina causou a doença das pessoas, mas, os aspectos que estão dentro dos estudos. O mundo mostrou que a proteção não é 100% mesmo após a segunda dose, esse é um ponto de partida”, disse o especialista que também é deputado estadual pelo PSB.

Para Jenilson, somente após um relatório da Vigilância Sanitária é que pode se fazer uma análise mais profunda. Ele aguarda a nota técnica explicando, inclusive, qual vacina foi aplicada nos idosos do Lar Vicentinos.

O infectologista esclareceu que a população idosa imunologicamente é mais frágil, tem um sistema com resposta mais lenta do que uma pessoa jovem, o que dificulta a chamada defesa competente contra o vírus. “O idoso que tem suas comorbidades, as doenças associadas, pode ter tomado as duas doses e ainda assim, o seu sistema imunológico não ter conseguido a tempo desenvolver anticorpos igual a uma pessoa com melhor condição”, esclareceu.

Diante desse estudo é que a organização mundial de saúde priorizou os idosos como primeiro grupo a ser vacinado. “Os idosos precisam de mais tempo para se imunizar”, acrescentou.

Leite chama atenção para outros aspectos que devem estar associados na prevenção e no combate à pandemia. Para ele, o uso da máscara é fundamental durante o desenvolvimento dos anticorpos.

“Esse idoso pode ter tomado a primeira dose e no intervalo entre a segunda, ter contraído o vírus. Isso pode explicar, entre outras variáveis, a contaminação que ocorreu nos idosos do Lar dos Vicentinos”, disse.

Segundo informações, os dois idosos que foram à óbito só tinham tomado a primeira dose da vacina. Jenilson não descarta que outras variantes com DNA acreano podem estar circulando no Acre.

“No momento que nós estamos não podemos descartar a possibilidade de o vírus também ter sofrido mutações no Acre e nós temos uma variante nova e acreana. O vírus se replica em alta escala, encontra dificuldades até o momento de mutar-se e continuar o ciclo de desenvolvimento”, analisou.

Ele cita a aceleração dos novos casos de covid-19 em todo o estado e diz que a cepa do amazonas, por exemplo, “infecta as pessoas mais rápido e uma facilidade maior de causar inflamação”, chamou atenção.

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Vanda Milani destina R$ 1 milhão para o Estado comprar vacinas contra a Covid-19

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A deputada federal Vanda Milani (SD-AC) destinou R$ 1 milhão de sua emenda de bancada para o governo do Acre comprar vacina contra a covid-19. O projeto de lei 534/2021 que autoriza os estados, os municípios e o setor privado a adquirirem vacinas contra a covid-19 foi aprovado no Senado e fará parte da pauta na Câmara dos Deputados essa semana.

“Esse é um dos debates mais importantes porque o Brasil vive um dos momentos mais críticos da pandemia. O Acre tem situação semelhante, mais de mil pessoas perderam suas vidas, hospitais estão lotados e sem vagas nas UTIs e leitos. O combate mais eficaz é a vacina”, comentou a deputada.

Vanda ressaltou a presença de secretários nacionais do Ministério da Saúde no estado do Acre ajudando a definir com equipes da Secretaria de Saúde do Estado, novas estratégias no combate à pandemia para evitar o colapso no sistema público.

“O presidente Jair Bolsonaro através do ministério da saúde tem dado uma atenção especial ao Acre, isso precisa ser publicamente reconhecido, assim como o esforço do governador Gladson Cameli no enfrentamento da Covid-19. O Acre terá leitos ampliados nas próximas horas e a garantia de mais médicos nas regiões de difícil acesso”, disse Vanda Milani.

Ao manifestar voto favorável ao projeto de lei que permite a aquisição de vacinas por estados e municípios, a parlamentar destacou ainda, que o setor privado também estará autorizado a comprar vacinas, obrigado a doar todas as doses para SUS enquanto estiver em curso a vacinação dos grupos prioritários.

“Após essa etapa as empresas poderão ficar com metade das vacinas que comprarem e elas deverão ser aplicadas gratuitamente. A outra metade vai para a campanha nacional de imunização. Somente com a união de todos é que vamos tirar o país dessa crise sanitária”, frisou.

Vanda Milani define durante toda essa semana outros investimentos na área de saúde pública ampliando suas ações para os 22 municípios do Acre.

“O frio é grande, o cobertor é pequeno, mas, a nossa vontade de ajudar e o nosso esforço em conseguir recursos é enorme. Vamos continuar batendo de porta em porta nos ministérios para ajudar quem mais precisa”, conclui.

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CAPS de Rio Branco está sem médico e servidores alegam abandono por parte da prefeitura

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A equipe do Centro de Atenção Psicossocial Nível 2 (CAPS) Samaúma, que funciona no bairro Tropical em Rio Branco, denunciou ao ac24horas o suposto abandono por parte da secretaria Municipal de Saúde (Semsa). Os profissionais que temem represália e pedem sigilo revelam que a unidade está sem gestor assistencial e administrativo.

O único médico psiquiatra que atende no local entra de férias nesta segunda-feira, 1° de março. O outro médico, que é idoso, está afastado do trabalho por causa da pandemia de coronavírus e também não pode atender via online porque no Caps não há internet.
Sem médico que prescreva as receitas, não há como, por exemplo, os pacientes terem acesso à medicação controlada, por falta de receitas. “A equipe está super reduzida e os atendimentos em ascensão como reflexo da Covid-19. Além da falta de médico, só temos um psicólogo no período da tarde”, conta uma das servidoras do Caps, que reclama ainda que, partir desta segunda feira, 1°, não haverá água para beber por falta de licitação.

O CAPS é um serviço de saúde aberto e comunitário do Sistema Único de Saúde (SUS), de referência e tratamento para pessoas que sofrem com transtornos mentais, psicoses, neuroses graves e persistentes e demais quadros que justifiquem sua permanência num dispositivo de atenção diária, personalizado e promotor da vida.

No Caps Samaúma, a média atual de 50 atendimento por dia. Além da consulta psiquiátrica e atendimento psicológico, o Centro conta com intervenção em crise, acolhimentos, 1ª escuta medicamentos e terapias como o reiki, auriculoterapia, barras de access. Os grupos estão suspensos por causa da pandemia.

O local não atende usuários de álcool e outras drogas, como o do Manoel Julião, que é da Sesacre. O Samaúma é de responsabilidade da prefeitura de Rio Branco, por meio da secretaria Municipal de Saúde.

O secretário Frank Lima reconhece as dificuldades com relação ao Centro de Atenção Psicossocial, mas nega algumas afirmações dos servidores e cita que o Centro é prioridade e que o gestor administrativo será nomeado esta semana.

“Inclusive já estamos em processo avançado para promove-lo a CAPS III junto ao Ministério da Saúde. Realmente o contrato da Psicóloga do CAPS Samaúma é de 30h e nossa e intenção é contratar mais uma. Quanto ao médico, acabei de passar a informação pra diretoria de assistência. Mas essa informação que vai faltar água não é verdade, pois nosso contrato com a empresa que fornece água está em dias”, explica.

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Após Sesacre negar falta de oxigênio em hospital, médicos mostram print: “verdade”

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Mesmo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) negando a falta de oxigênio no Hospital Dr. Sansão Gomes, em Tarauacá, o Sindicato dos Médicos do Acre (SindMed) divulgou um printou na noite deste domingo, 28, confirmando entre a categoria que a falta do insumo ocorreu.

O governo do Acre havia dito mais cedo que era inverídica a informação de que falta oxigênio na unidade de saúde. Entretanto, o print de uma conversa entre médicos relata que a situação de fato teria ocorrido: “Verdade, Dr. Já foram feitas as transferências dos pacientes que estavam usando oxigênio”, diz um trecho da conversa.

Segundo o Sindmed, um cilindro foi enviado de Feijó para Tarauacá na tarde deste domingo, 28, mas a situação era de atenção e urgência, pois existiam pacientes com Covid-19 internados.

Em nota de esclarecimento, a Sesacre afirma que em nenhum momento a direção do hospital foi procurada pelo Sindicato dos Médicos do Acre

“De fato, a unidade não possui usina de oxigênio, mas recebe carga suficiente a cada semana, conforme cronograma de distribuição da Sesacre para os municípios”, diz a nota.

Nos últimos 4 dias, Tarauacá recebeu um volume significativo de pacientes com Covid-19, os quais ocuparam 100% de dos leitos hospitalares e passaram a fazer uso do oxigênio em alta escala.

“O hospital de Tarauacá possui controle de uso de oxigênio, sendo possível estimar a quantidade necessária para realização de pedido antecipado à Sesacre, sem qualquer prejuízo no atendimento”, garante a Sesacre.

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