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Gladson nomeia esposa de Flaviano Melo com cargo de diretora após Bolsonaro demiti-la

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O governador Gladson Cameli resolveu sinalizar que deverá ter o MDB mais próximo de sua gestão, numa forma de recomposição política visando as eleições de 2022. Ele nomeou nesta quarta-feira, 3, Luciana Videl de Moura, esposa do deputado federal Flaviano Melo (MDB), que recentemente foi demitida pelo presidente Jair Bolsonaro da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), cargo que ocupava desde o governo Michel Temer.

Luciana ocupará o cargo de diretora na Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio com salário de R$ 16 mil.

A esposa do deputado emedebista foi demitida na reta final da campanha para a presidência da Câmara, onde governo federal deu início a retaliações e retirou cargos de deputados aliados a Baleia Rossi (MDB-SP), candidato com discurso de independência do Planalto. A ideia era pressionar para que parlamentares votassem em Arthur Lira (PP-AL), aliado do presidente Jair Bolsonaro, eleito na última segunda-feira, dia 1.

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Com reforma e ampliação, nova Santa Casa vai realizar exames de alta complexidade no Acre

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A Santa Casa da Amazônia, em Rio Branco, está recebendo R$ 126 milhões de uma emenda parlamentar do senador Márcio Bittar (MDB), cujo recurso vai proporcionar a ampliação, reforma e aquisição de equipamentos hospitalares para a unidade de saúde, que promete se tornar uma referência na região norte.

Além dos atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), todos os procedimentos na Santa Casa adotarão um modelo de atendimento onde o paciente será atendido com uma consulta, e em caso de necessidade já vai ter disponível exames laboratoriais, ultrassonografia, endoscopia, Raio-X, mamografia, tomografia e ressonância magnética, dando ao paciente condições de agilidade e aos profissionais médicos a rapidez para fechamento de um diagnóstico preciso.

A intenção é que o paciente passe por todos esses procedimentos o mais rápido possível e em caso de cirurgia o paciente já seja encaminhado imediatamente para internação e cirurgia nas áreas de cirurgias gerais. A unidade será a primeira, após a Fundação Hospital do Acre, a realizar transplantes de fígado e rins e será a primeira instituição de saúde do Acre a realizar transplante de coração.

Um outro ponto de destaque da Santa Casa de Misericórdia da Amazônia após a reforma e ampliação será o atendimento aos pacientes em tratamento contra o câncer. O tratamento contra o câncer ainda obriga muitos pacientes a terem que deixar o Acre em busca de mais condições de tratamento. O setor de oncologia da unidade de saúde vai diminuir a quantidade de pacientes que precisam sair do Estado do Acre para fazer seu tratamento em outro estado. A compra de equipamentos e a capacitação de uma equipe fará o atendimento de quimioterapia e radioterapia acontecer na própria Santa Casa, com o paciente podendo dispor do apoio familiar.

O hospital vai contar ainda com espaço para hemodiálise e espaço exclusivo para o atendimento à população indígena.
Uma última etapa, que é o envio da documentação pela Sesacre ao Ministério da Saúde deve ser vencida ao longo desta semana, o que vai tornar apta a Santa Casa a receber os recursos públicos.

A estimativa é que toda a reforma e ampliação dure três anos. “Depois da liberação dos recursos, nossa estimativa é que o trabalho dure 36 meses. Mas ao longo desse tempo, serão liberadas etapas que entrarão já em funcionamento”, explica a engenheira mecatrônica Aleksandra da Silva, uma das responsáveis pela obra.

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Eleição para escolha da lista tríplice para o cargo de PGJ do Acre terá quatro candidatos

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A sucessão de Kátia Rejane como Procuradora-Geral de Justiça do Ministério Público do Acre (MPAC) terá uma disputa bem acirrada entre dois promotores e dois procuradores para o próximo mandato referente ao biênio 2022/2024. O pleito acontece no próximo dia 26 de novembro, na sala das Sessões dos Órgãos Colegiados do MPAC, no período das 08h às 17h.

Os postulantes à sucessão de Kátia Rejane são os promotores Carlos Roberto da Silva Maia, Rodrigo Curti e os procuradores Danilo Lovisaro do Nascimento e Cosmo Lima de Souza.

Em 2019, Cosmo Lima ficou em segundo lugar após obter 50 votos e a terceira colocação ficou com Carlos Maia que registrou 32. Na época, Kátia Rejane que buscava a recondução para o cargo obteve 57 votos, ficando em primeiro lugar na lista tríplice.

Em seguida, Cameli reconduziu Kátia Rejane para mais um cargo à frente da Procuradoria Geral de Justiça do Ministério Público do Acre (MPAC).

Na eleição deste ano, a comissão eleitoral é formada pelos promotores Gilcely Evangelista de Araújo Souza (presidente), Adenilson de Souza (membro), Francisco José Maia Guedes (secretário), Sammy Barbosa Lopes (suplente), Carlos Augusto da Costa Pescador (suplente) e Vanessa de Macedo Muniz (suplente).

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Flaviano e Mara estão na lista do envio de verbas de máquinas com suspeita de superfaturamento

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Os deputados Flaviano Melo (MDB) e Mara Rocha (PSDB) aparecem na lista de pelo menos 30 parlamentares que destinaram verbas públicas para compras de tratores e máquinas agrícolas sob suspeita de superfaturamento. A informação é do jornal O Estado de S.Paulo. Conforme uma planilha interna do Ministério do Desenvolvimento Regional e um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), os parlamentares pediram dinheiro para prefeituras, aprovados em dezembro passado, com recursos de emendas do relator-geral, artifício do orçamento secreto.

O ministério celebrou 74 convênios classificados pela CGU, em relatório de auditoria recentemente divulgado, como tendo “risco alto ou extremo” de sobrepreço. Os valores mais identificados nos convênios ligados a esses políticos passam de R$ 6 milhões. Trata-se, porém, de apenas uma parte dos R$ 142 milhões em sobrepreços identificados pela CGU em licitações e convênios do Desenvolvimento Regional, com dinheiro do orçamento secreto.

Além de Flaviano e Mara, constam ainda: Bozzella (PSL-SP); Bosco Saraiva (Solidariedade-AM); Darci de Matos (PSD-SC); Davi Alcolumbre (DEM-AP); Delegado Antônio Furtado (PSL-RJ); Delegado Waldir (PSL-GO); Domingos Neto (PSD-CE); Edna Henrique (PSDB-PB); Eduardo Costa (PTB-PA); Expedito Netto (PSD-RO); Fabio Schiochet (PSL-SC); Felicio Laterça (PSL-RJ); Francisco Jr. (PSD-GO); Giovani Cherini (PL-RS); Juarez Costa (MDB-MT); Lucas Redecker (PSDB-RS); Leo Moraes (PODEMOS-RO); Luciano Ducci (PSB-PR); Lúcio Mosquini (MDB-RO); Luiz Carlos (PSDB-AP); Marlon Santos (PDT-RS); Maurício Dziedricki (PTB-RS); Ottaci Nascimento (Solidariedade-RR); Sargento Fahur (PSD-PR); Soraya Manato (PSL-ES); Vitor Hugo (PSL-GO); Zé Silva (Solidariedade-MG) e Zequinha Marinho (PSC-PA).

A maioria dos deputados afirmou que garantiu os recursos para os municípios, mas a seleção das máquinas e a pesquisa de preços são definidas em processos das prefeituras. A deputada Mara Rocha (PSDB-AC) afirmou que apenas conseguiu R$ 275 mil para a compra de máquinas pelo município de Capixaba e acredita que o valor é insuficiente para as aquisições que a prefeitura cadastrou.

Não se posicionaram os seguintes parlamentares: Flaviano Melo (MDB-AC); senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), a deputada Edna Henrique (PSDB-PB) e os deputados Domingos Neto (PSD-CE), Lucas Redecker (PSDB-RS), Marlon Santos (PDT-RS), , Ottaci Nascimento (Solidariedade-RR), Delegado Antonio Furtado (PSL-RJ) e Zé Silva (Solidariedade-MG).

Fonte: O Estado de São Paulo

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Calçados vendidos por casal de indígenas denunciados à PF custam R$ 300

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Custa R$ 300 o par de calçados feito de látex pelas mulheres da etnia Shawãndawa- Arara,  e que são vendidas em São Paulo e outros estados por Txãdá Shawã e Daosha, o casal que apareceu em rede nacional e que acabou sendo denunciado à Polícia Federal,  Ministério Público Federal e Funai nessa quinta-feira (21).

LEIA MAIS: >>>Índios do Acre denunciam que dinheiro ganho em programa da Globo nunca chegou na aldeia

Segundo lideranças Arara que fizeram a denúncia,  o dinheiro da sandália não retorna para as indígenas. José Maria, o cacique geral dos Arara, e Anchieta, outra liderança, denunciaram também que os R$ 102 mil ganhos pelo casal em abril deste ano no Programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo de televisão, não foi empregado em benefício das mulheres da etnia e do projeto de calçados ecológicos, como o casal assegurou no programa global.

A vereadora de Porto Walter, Cleide Silva, conta que conheceu Daosha no início deste ano, na Aldeia Ararinha Encantada, que fica localizada próximo da cidade. É a segunda aldeia “fundada” por Daosha e o marido nas proximidades da sede do município.

“Eles fizeram um encontro onde tinha muitos estrangeiros e era tudo pago. Eu gostei de uma sandália, mas achei muito cara e não comprei, mas muita gente comprou”, relata a vereadora.

Pedido de bloqueio da patente com o nome Shawandawa

Além do casal, as lideranças indígenas da etnia Shawãndawa também denunciaram o caso de uma empresa do Estado do Rio de Janeiro que  tenta junto ao Instituto Nacional de Patentes Indústrias – INPI,  o registro de marca com o nome da nação indígena Shawãdawa. Os indígenas  pedem  providências jurídicas e administrativas para contestar e bloquear a referido registro junto ao INPI.

A empresa Pagner Comercio LTDA,  localizada  na cidade  Nova Friburgo,  busca registrar, para fins comerciais, a marca Shawãdawa Spiritual, na categoria Tabaco.

“Importa destacar que esse registro é uma tentativa de se apropriar e de se beneficiar de signo distintivo da nossa etnia para fins comerciais, sem nenhum conhecimento de suas legítimas lideranças. Este fato representa um desrespeito as nossas tradições culturais, uma vez que transforma o nome dessa nação em marca de tabaco, cuja produção, se é que existe, não tem vínculo com nossas aldeias nem nossa autorização para nenhum fim”.

Eles consideram essa situação gravíssima, pois trata-se do uso indevido do nome do povo Shawãdawa, que compromete a imagem e credibilidade. As lideranças,  que prosseguem reafirmando que permitir o registro de marca sem qualquer vínculo com a etnia, são chamadas de uma verdadeira fraude aos futuros consumidores desses produtos, já que serão atraídos acreditando tratar-se de produto cuja origem é de uma nação indígena localizada no Estado do Acre, na Amazônia brasileira.

“De mais a mais, o nome é o que distingue um povo de outros idênticos ou semelhantes. É um bem imaterial valioso que deve ser protegido pelo poder público para evitar o proveito econômico parasitário”, alertam,

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