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Presidente da Acisa fala sobre desafios e investimentos em visita a Granja Carijó

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O presidente da Associação Comercial (Acisa), Marcello Moura, visitou no último sábado, 23, a Granja Carijó, que atende mais de 60% do mercado acreano com o fornecimento de ovos. Durante a visita, o representante da empresa, Diogo Figueiredo, apresentou todo processo de funcionamento do empreendimento que gera mais de 100 empregos diretos.

“Queremos visitar nossos empreendimentos, aproximando cada vez mais a Acisa dos empresários. É fundamental conhecer as realidades, conversando sobre as dificuldades e os projetos de cada empresa. A Granja Carijó é um exemplo de determinação, organização e vontade. Um empreendimento que merece todo apoio para continuar crescendo”, explicou.

O empresário Diogo Figueiredo, agradeceu a visita, destacando a importância do apoio da Acisa às empresas acreanas. Para ele, muitas dificuldades e problemas podem ser superados com diálogo e união.

“Para nós é uma alegria especial receber o presidente da nossa Acisa. Empreender no Acre é um grande desafio, mas com coragem e muito trabalho conseguimos superar as dificuldades. A vinda do Marcello Moura representa um reforço importante para que, juntos, possamos seguir oferecendo produtos de qualidade, gerando emprego e renda, contribuindo assim, com o desenvolvimento do nosso Estado”, disse.

Todo processo da Granja Carijó é automatizado e rigorosamente acompanhado pelos órgãos fiscalizadores, garantindo assim, mas eficiência na produção e qualidade dos produtos comercializados. Atualmente mais de 160 mil galinhas poedeiras produzem diariamente mais de 120 mil ovos.

“Nós temos uma preocupação especial com a qualidade dos nossos produtos. Nosso objetivo é crescer nossa produção e ser a empresa mais organizada do ramo. Muitas vezes enfrentamos dificuldades para investir, mas acreditamos que, com o reforço da Acisa, vamos avançar”, destacou.

Marcello Moura fez questão de parabenizar Diogo Figueiredo pela ousadia e coragem de empreender. Para ele, a Granja Carijó é um exemplo que o Acre tem capacidade e condições de produzir com qualidade.

“Aqui temos um exemplo de coragem e ousadia. Além de uma granja organizada e com um processo moderno, garantindo qualidade, eles investiram na fabricação de ração e na frota própria de transporte. Sem contar que também comercializam as galinhas que já estão na fase final de produção. Um verdadeiro modelo para quem deseja empreender”, afirmou.

Também participaram da visita o diretor da Acisa, Hernandes Negreiros e o advogado Gilliard Nobre.

Marcello Moura destaca importância do empreendedorismo e do associativismo

Para o presidente da Acisa, Marcello Moura, é preciso um olhar especial do Poder Público para os empreendedores do Estado, fortalecendo o setor privado e possibilitando a ampliação dos investimentos.

“Fortalecer os empreendimentos, criando um ambiente competitivo, é uma forma de aquecer nossa economia, com a geração de emprego e renda. O governo não tem como absolver toda mão de obra. Por isso, é fundamental a nossa união para que o setor primário possa atender a demanda por empregos e, assim, desenvolver sua autossuficiência”, destacou.

Ele comentou ainda que investir no setor primário é garantir o crescimento do PIB do Estado.

“Isso só será possível se todos estivermos unidos, numa verdadeira visão convergente de desenvolvimento”, concluiu.

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Em Brasília, Gonzaga participa de mais uma agenda sobre exportação de carne para o Peru

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Acre, deputado Luiz Gonzaga (PSDB), junto com comitiva de empresários e políticos do Acre participou de uma agenda com o embaixador do Peru, Javier Yépez, em Brasília, nesta terça-feira, 2;

A reunião contou com a presença de Nenê Junqueira, diretor do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados (Sindicarnes), Victor Hugo, representantes da SEICT, e Francimar Cavalcante, coordenador do Grupo de Integração Regional.

O encontro teve pautas a exportação de carne bovina e suína utilizando a estrada interoceânica, o início dos voos entre os dois países através do aeroporto de Cruzeiro do Sul e da situação dos imigrantes haitianos e africanos que se encontram em Assis Brasil à espera da permissão para trânsito no país vizinho.

Exportação de carne

De acordo com as informações do governo do Estado, o Acre atualmente exporta para o Peru produtos como castanha e milho. A abertura comercial para exportação de carne suína e bovina significa crescimento para a cadeia produtiva no Acre, sobretudo, no cenário pós-pandemia.

Está prevista para a próxima semana a fixação de datas para inspeção nos frigoríficos acreanos e avaliar as condições sanitárias exigidas. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil, e SENASA (Servicio Nacional de Sanidad Agrária), do Peru, são os órgãos responsáveis pelas tratativas.

O deputado Luiz Gonzaga afirmou que o Acre está pronto para exportar carnes bovina e suína para o Peru.

“O Acre está pronto pra exportar carne bovina e de porco através da Dom Porquito”, disse o deputado. Estamos lutando para que o nosso estado se desenvolva através do comércio com países andinos e outros comércio mundiais”, disse.

Voos internacionais

Já em relação ao início dos voos entre Brasil e Peru através do aeroporto de Cruzeiro do Sul, a medida deve aquecer o mercado acreano e facilitar o turismo entre os dois países. O primeiro voo está previsto para o próximo dia 22 de março.

“A Assembleia Legislativa tem grande interesse no desenvolvimento de todo estado e observamos nessa integração a capacidade de iniciar essa integração através de Cruzeiro do Sul e do vale do Juruá. O Peru tem produtos que nos interessam e nós temos produtos que podemos enviar para o país vizinho”, declarou o parlamentar.

Em relação a situação dos imigrantes, o embaixador se comprometeu a encaminhar a situação para debate em seu país e buscar uma solução pacífica para que o transporte de produtos volte a ser realizado tanto para exportação quanto para importação na fronteira do Acre.

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Petecão se reúne com ministro e comandantes das Forças Armadas para debater orçamento

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A reunião contou ainda com a presença de Marcelo Kanitz Damasceno, comandante da Aeronáutica; Ilques Barbosa Junior, comandante da Marinha, e Edson Leal Pujol, comandante do Exército.

O senador Sérgio Petecão (PSD-AC) se reuniu nesta terça-feira (2) com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e os comandantes das três forças armadas: Exército, Marinha e Aeronáutica, para tratar do relatório setorial do Orçamento da Defesa para 2021. O relatório será elaborado pelo parlamentar acreano e prevê investimento da ordem de R$ 110,8 bilhões entre despesas obrigatórias e discricionárias.

Durante a reunião, foi apresentado ao senador um amplo panorama que abrange toda a estrutura e projetos da Defesa de 2014 até hoje. Sérgio Petecão evidenciou que o setor sofreu significante corte no orçamento neste período, fazendo com que as Forças deixassem de investir em iniciativas e tecnologias que asseguram a defesa nacional.

Segundo o senador, no que depender dele, não haverá corte no orçamento da Defesa neste ano, uma vez que Exército, Marinha e Aeronáutica desempenham um papel importante em todo o país, sobretudo, na região Amazônica.

“Tenho evidenciado que as Forças Armadas, com destaque ao Exército Brasileiro, sempre estiveram intensamente presentes na região Amazônica”, disse o senador, destacando os Pelotões de fronteira nos municípios isolados e próximos à fronteira. “Em situações de calamidade, desastres naturais e garantia da Lei e da Ordem, a presença das Forças Armadas é fundamental”, disse Petecão.

Na oportunidade, o senador solicitou que o ministro, juntamente com os comandantes das respectivas Forças, inicie estudos de viabilidade para que seja instalado no município de Jordão uma unidade de Pelotão de fronteira.

“Sempre que vou a Jordão, recebo este pedido. Atualmente, contamos com o apoio dos Pelotões em Santa Rosa do Purus, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil e Epitaciolândia. Certamente, incrementamos muito a segurança de nossa fronteira e o desenvolvimento da região quando incluirmos Jordão nesta lista”, comentou Petecão.

O orçamento da Defesa inclui projetos que vão desde a proteção da fronteira brasileira, incluindo o Acre, a Amazônia Azul, que representa 3,5 milhões de quilômetros quadrados de espaço marítimo.

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MP recomenda a Bocalom e Cameli que dinheiro da União seja usado para socorro às famílias

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A promotora de justiça Myrna Mendoza, do Ministério Público do Acre (MPAC), expediu recomendação ao governador Gladson Cameli e o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, ambos do Progressistas, nesta quinta-feira, 02, quanto à aplicação de recursos do Governo Federal para atender os atingidos pelas cheias dos rios e igarapés.

De acordo com a promotora, o recurso deve ser aplicado estritamente para esta finalidade, qual seja, o socorro às famílias e a recuperação das cidades.

“Utilizar os recursos financeiros repassados e/ ou a serem repassados, em dispêndios, exclusivos, e restritos, às ações inerentes à obras, e/ou empreendimentos, auxílio à população, no desiderato de efetuar resposta, e recuperação, das áreas atingidas pelas enchentes; publicar, nos portais de transparência do estado, todo, e qualquer, dispêndio efetuado com os recursos financeiros repassados pela união; e prestar contas, aos órgãos de controle competentes, de todo, e qualquer, desembolso dos recursos financeiros recebidos para resposta e recuperação das áreas atingidas pelas enchentes”, escreveu.

A promotora alertou que caso Cameli e Bocalom não adote a recomendação, poderá responder às medidas judiciais à defesa dos Princípios e Normas Constitucionais, e legislação infraconstitucional, principalmente referente à propositura de ações civis públicas e à apuração de responsabilidade nas esferas cível, administrativa e penal.

Por fim, a promotora pede que seja encaminhada a ela a documentação comprobatória, de publicações nos Portais de Transparência, e todo e qualquer documento, referente à prestação de contas, dos dispêndios efetuados, com os recursos financeiros repassados pela União, às ações de resposta, e recuperação, das áreas atingidas pelas enchentes.

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Infectologista afasta possibilidade de vacina ter causado mortes em idosos do Lar Vicentino

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O médico infectologista Jenilson Leite, em entrevista ao Sistema Público de Comunicação nesta terça-feira (2), afastou a possibilidade de a vacina contra a Covid-19, aplicada nos idosos do Lar Vicentino, ter provocado a doença dos idosos. Dois dos idosos foram a óbito. A Vigilância Sanitária Estadual confirmou a infecção de 23 dos 55 internados na instituição.

“Não podemos iniciar a análise achando que a vacina causou a doença das pessoas, mas, os aspectos que estão dentro dos estudos. O mundo mostrou que a proteção não é 100% mesmo após a segunda dose, esse é um ponto de partida”, disse o especialista que também é deputado estadual pelo PSB.

Para Jenilson, somente após um relatório da Vigilância Sanitária é que pode se fazer uma análise mais profunda. Ele aguarda a nota técnica explicando, inclusive, qual vacina foi aplicada nos idosos do Lar Vicentinos.

O infectologista esclareceu que a população idosa imunologicamente é mais frágil, tem um sistema com resposta mais lenta do que uma pessoa jovem, o que dificulta a chamada defesa competente contra o vírus. “O idoso que tem suas comorbidades, as doenças associadas, pode ter tomado as duas doses e ainda assim, o seu sistema imunológico não ter conseguido a tempo desenvolver anticorpos igual a uma pessoa com melhor condição”, esclareceu.

Diante desse estudo é que a organização mundial de saúde priorizou os idosos como primeiro grupo a ser vacinado. “Os idosos precisam de mais tempo para se imunizar”, acrescentou.

Leite chama atenção para outros aspectos que devem estar associados na prevenção e no combate à pandemia. Para ele, o uso da máscara é fundamental durante o desenvolvimento dos anticorpos.

“Esse idoso pode ter tomado a primeira dose e no intervalo entre a segunda, ter contraído o vírus. Isso pode explicar, entre outras variáveis, a contaminação que ocorreu nos idosos do Lar dos Vicentinos”, disse.

Segundo informações, os dois idosos que foram à óbito só tinham tomado a primeira dose da vacina. Jenilson não descarta que outras variantes com DNA acreano podem estar circulando no Acre.

“No momento que nós estamos não podemos descartar a possibilidade de o vírus também ter sofrido mutações no Acre e nós temos uma variante nova e acreana. O vírus se replica em alta escala, encontra dificuldades até o momento de mutar-se e continuar o ciclo de desenvolvimento”, analisou.

Ele cita a aceleração dos novos casos de covid-19 em todo o estado e diz que a cepa do amazonas, por exemplo, “infecta as pessoas mais rápido e uma facilidade maior de causar inflamação”, chamou atenção.

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