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Pós-Enem: como entrar no ensino superior com a nota da avaliação

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Programas do governo ou privados facilitam o acesso a cursos de graduação

Passado o período das provas impressas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, aplicadas nos dias 17 e 24 desse mês – a versão digital ainda vai ocorrer nos dois próximos domingos –, a atenção se volta para os principais processos seletivos que utilizam a nota do Enem para o ingresso de alunos no ensino superior. 

A tradição é que os processos seletivos usem a nota do Enem da edição passada no ano vigente. Como o Enem 2020 teve que ser adiado para 2021 por conta da pandemia, para não prejudicar o calendário das instituições de ensino o Programa Universidade para Todos (Prouni) só aceitou as notas do Enem 2019.

A primeira chamada do processo seletivo foi divulgada na última semana. Já as informações sobre o Prouni 2021.2 ainda não foram divulgadas. 

O Prouni é um programa do governo federal e seleciona estudantes para bolsas de estudo parciais ou integrais em instituições privadas. Para conquistar uma bolsa de 100%, o candidato precisa comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. 

Já para as parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. Para participar em ambas as modalidades é preciso também não ter zerado a redação do Enem e ter obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas das provas. 

Também do governo federal, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) disponibiliza vagas para instituições públicas – universidades estaduais e federais. Assim como o Prouni, a seleção costuma ocorrer duas vezes no ano, no primeiro e no segundo semestre. O Ministério da Educação ainda não divulgou a data de realização do processo seletivo.

Há, ainda, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) também voltado para instituições particulares. Nesse caso, o estudante precisa arcar com o valor que foi financiado após a conclusão dos estudos. Essa seleção costuma aceitar as notas do Enem tanto do ano vigente, como de anteriores. 

As inscrições do Fies começam nesta terça-feira, 26 de janeiro. Os interessados devem acessar o site do programa até as 23h59 do dia 29 de janeiro para fazer o cadastro de forma gratuita.

Não quer usar as notas do Enem? Saiba como garantir uma vaga

Caso não tenha feito o Enem ou fez, mas não quer atrasar o planejamento de começar uma graduação, há programas privados, como o programa Educa Mais Brasil, que oferecem bolsas de estudo em diversas faculdades espalhadas por todo o país. 

No Educa, por exemplo, os descontos chegam a 70% e o processo de adesão é sem burocracias. Basta acessar o site do programa no endereço https://www.educamaisbrasil.com.br/ e pesquisar as opções disponíveis por região, faculdade ou curso. A inscrição pode ser feita durante todo o ano. 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Acre

Isolado, Gladson grava vídeo para pedir que população mantenha cuidados contra Covid-19

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O governador Gladso Cameli publicou um vídeo em suas redes sociais no início da tarde desta quarta-feira, 3, para avisar à população acreana que, mesmo com resultado positivo para Covid-19, está se sentindo bem.

Cameli está isolado em casa, mas alertou que segue cumprindo com todos os cuidados necessários e também trabalhando da forma que consegue, à distância.

“Quero tranquilizar a população dizendo que estou bem e já já vou sair dessa”, comentou. Ele aproveitou para pedir à sociedade que continuem mantendo os cuidados necessários para que o estado consiga realmente “virar essa página”.

Gladson fez novos exames nesta quarta e está aguardando os resultados, que devem sair no final da tarde. Até agora, nenhum exame apresentou alterações pulmonares. “Logo, logo estou na ativa, mas isso não quer dizer que os trabalhos do estado não estejam sendo acompanhados, ate porque não sei ficar quieto”.

Veja o vídeo:

 

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Acre 01

A 11 dias de completar 52 anos, pastor Rodson Souza morre vítima da Covid-19 no Acre

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O pastor evangélico Rodson Souza não resistiu e morreu na manhã desta quarta-feira, 3, em uma das Unidades de Terapia Intensivas (UTIs) do hospital de campanha montado no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into), em Rio Branco.

Rodson estava internado há duas semanas na unidade de saúde lutando contra a Covid-19. Além de pastor, Rodson foi diretor do Pronto-Socorro de Rio Branco e também responsável pela Ouvidoria da Secretaria Estadual de Saúde no governo passado.

O anúncio da morte foi feito pela própria filha, Tallita Craveiro, que afirmou que o pai teve uma parada cardíaca. Ela agradeceu as mensagens de carinho recebidas pelo pai. Rodson Souza iria completar 52 anos no próximo dia 14 de março.

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Acre 01

Momento difícil do Acre faz deputado chorar e alertar que agenda prioritária de todos é a vacina

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Em sessão virtual da Assembleia Legislativa do Acre, o deputado Jonas Lima (PT) disse nesta quarta-feira (3) que é muita dor e tristeza para os acreanos ultimamente devido as seguidas mortes por Covid-19. “Quero ser solidário a todas as famílias que perderam seus entes”, disse, pedindo ajuda e compreensão do governo estadual, alertando que não há nada mais urgente na agenda oficial que a vacinação dos moradores.

“Temos que agir. É Covid que está matando as pessoas”, pediu Jonas Lima, que se emocionou e chegou a chorar devido ao momento atual do Acre, colapsado em seu sistema de saúde. “Não se combaterá a pandemia se não tiver um conversas, mas estão fazendo as coisas para ganhar voto”, criticou.

“Você é uma pessoa extremamente sensível. A gente vê no seu semblante a veracidade de suas palavras, de seu sentimento”, consolou, em aparte, a deputada Antônia Sales.

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Cotidiano

MEC diz a universidades federais que manifestação política é ‘imoralidade’

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Foto: Natinho Rodrigues/SVM

O Ministério da Educação, por meio da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), encaminhou no último dia 7 de fevereiro um ofício em que pede a tomada de providências com objetivo de “prevenir e punir atos político-partidários nas instituições públicas federais de ensino”.

A orientação aos dirigentes das universidades é baseada numa recomendação de 2019 do procurador-chefe da República em Goiás, Ailton Benedito de Souza. Recentemente, o procurador questionou judicialmente a Sociedade Brasileira de Infectologia por ter desaconselhado o uso de medicamentos sem comprovação científica contra a Covid.

No ofício de 2019, Ailton Benedito diz que uma manifestação política contrária ou favorável ao governo representa malferir “o princípio da impessoalidade”.

Segundo a citação do MEC ao texto do procurador, caberia punição a comentário ou ato político ocorrido “no espaço físico onde funcionam os serviços públicos; bem assim, ao se utilizarem páginas eletrônicas oficiais, redes de comunicações e outros meios institucionais para promover atos dessa natureza”.

Em maio do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que são inconstitucionais atos que vão contra a liberdade de expressão de alunos e professores e tentativas de impedir a propagação de ideologias ou pensamento dentro das universidades.

O caso foi analisado pela corte porque, em outubro de 2018, universidades públicas de ao menos nove estados brasileiros foram alvos de operações policiais autorizadas por juízes eleitorais.

As ações aconteceram para averiguar denúncias de campanhas político-partidárias que estariam acontecendo dentro das universidades.

‘Imoralidade administrativa’

Em outra passagem com referência ao ofício do Ministério Público Federal, é dito que “a promoção de eventos, protestos, manifestações etc. de natureza político-partidária, contrários ou favoráveis ao governo, caracteriza imoralidade administrativa”.

Ministro da Educação depõe à PF sobre acusação de homofobia em fala

O documento é assinado por Eduardo Gomes Salgado, diretor de Desenvolvimento da Rede de Ifes. Ele diz que “entendeu pela necessidade de envio do documento do MPF às IFES, visando à observância aos parâmetros estabelecidos para a utilização do espaço e bens públicos”.

A recomendação original de 2019 do MPF ainda dizia que “no plano do direito brasileiro, a liberdade de expressão encontra limites, expressos e implícitos, não sendo, pois, assim como qualquer direito, considerado valor absoluto, imune a controle”.

Há também o pedido para que haja canais de denúncia sobre atividades político-partidárias: “O Estado tem o dever-poder de disponibilizar canais físicos e eletrônicos para receber denúncias de atos de natureza político-partidária ocorridos nas instituições públicas de ensino”.

O G1 entrou em contato na noite de terça com o Ministério da Educação para obter mais esclarecimentos sobre o envio do ofício com as recomendações aos dirigentes de universidades federais e aguarda resposta.

Ajustamento de conduta

Na última terça (3), foi publicado no Diário Oficial da União um termo de ajustamento de conduta do ex-reitor da Federal de Pelotas (RS) Pedro Hallal.

Foi considerado que Hallal proferiu “manifestação desrespeitosa e de desapreço direcionada ao Presidente da República, quando se pronunciava como Reitor da Universidade Federal de Pelotas – UFPel, durante transmissão ao vivo de Live nos canais oficiais do Youtube e do Facebook da Instituição, no dia 07/01/2021, que se configura como ‘local de trabalho’ por ser um meio digital de comunicação online disponibilizado pela Universidade”.

Em janeiro, Hallal publicou uma carta na revista científica britânica “The Lancet” em que criticou o presidente Jair Bolsonaro pela gestão dos problemas causados pela pandemia de coronavírus no Brasil.

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Bombando

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