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Mourão diz que Anvisa fez ‘excelente trabalho’ e prevê 70% dos brasileiros vacinados em 2021

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O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira (18) que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) “fez um excelente trabalho” na análise do pedido e aprovação do uso emergencial das vacinas CoronaVac e de Oxford, contra a Covid-19.

Logo após a aprovação do uso emergencial pela Anvisa, na tarde de domingo (17), o governo de São Paulo começou a vacinação de profissionais da saúde. A CoronaVac foi desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, que fechou parceria com o Instituto Butantan, ligado ao governo paulista, para a produção das doses no Brasil.

Também no domingo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou que doses da CoronaVac começariam a ser distribuídas na manhã desta segunda e, a vacinação, seria iniciada na quarta. Entretanto, após pressão de governadores, Pazuello antecipou o início da vacinação para esta segunda.

“A Anvisa fez excelente o trabalho dela. Tem aí duas vacinas aprovadas, tem vacina contratada para até o final do ano vacinar 70% da população brasileira, e, consequentemente, a gente chegaria numa situação, ao fim desse ano, com liberdade de manobra em relação a essa pandemia”, afirmou o vice-presidente.

Medidas de prevenção

Mourão declarou ainda que, apesar do início da vacinação, a população precisa manter as medidas de prevenção contra o novo coronavírus, como lavar as mãos, não realizar aglomerações e utilizar máscaras.

“Faço minha as palavras do Almirante Barra Torres (diretor-presidente da Anvisa) ontem, quando ele disse que não é porque a pessoa tomou uma vacina hoje que amanhã pode estar na rua sem as medidas de proteção. O próprio ministro Pazuello falou isso na semana passada. Leva um tempo para que a vacina faça seus efeitos”, declarou Mourão.

O vice afirmou também que o país precisará se dedicar à recuperação da economia assim que consiga neutralizar a pandemia por meio da imunização.

“De modo que a gente consiga retornar a uma situação melhor de emprego para nosso povo e o país entre em um ciclo de crescimento. É isso que a gente está esperando”, disse Mourão.

Mourão também declarou que os envolvidos na vacinação agora devem seguir as regras estabelecidas e a ordem dos diferentes grupos sem furar a fila. O vice-presidente já teve Covid-19 e já afirmou que irá tomar a vacina quando chegar sua fez.

Vacinação em São Paulo

O vice-presidente foi questionado sobre a troca de acusações entre o governador de São Paulo, João Doria, e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no domingo.

Em entrevista, Pazuello afirmou que a aplicação da primeira dose pelo governo de São Paulo foi “em desacordo com a lei” por acontecer antes do previsto pelo Plano Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde.

Dória respondeu dizendo que o ministro da Saúde “deveria estar grato à Anvisa e a São Paulo” pela vacina.

“Eu não vou entrar nesse detalhe. Isso aí tudo é politicagem. Eu não entro na politicagem. O meu caso aqui, você sabe que eu lido com as coisas de forma objetiva. Isso aí eu deixo de lado”, afirmou o vice presidente.

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Impasse em natureza jurídica do Igesac pode demitir 450 pessoas em setembro

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O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e vereador de Rio Branco, Adailton Cruz, afirmou ao Gazeta Entrevista nesta quarta-feira, 28, que até o final de setembro, 450 servidores dos 900 que existem atualmente do antigo Pró-Saúde que virou Instituto de Gestão de Saúde do Acre (IGESAC), devem ser demitidos em razão de acordo judicial do Governo feito com a Justiça.

Segundo Adailton, o único modo de evitar a demissão desses servidores é o Governo do Acre realizar a troca da natureza jurídica do IGESAC de privada para público. Segundo o sindicalista, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado entre o Governo do Acre e a Justiça prevê a demissão de todos os trabalhadores do antigo “Pró-Saúde” em duas etapas, mas que o único modo de impedir a demissão seria a mudança da natureza jurídica do instituto.

“Existe um acordo, um TAC, onde o Governo se comprometeu em realizar essa dispensa de trabalhadores em duas etapas, caso não ocorra essa mudança jurídica do Igesac. A primeira etapa seria até 30 de setembro, eles têm que demitir 450 dos trabalhadores e até 30 de abril do ano que vem, os outros 450 trabalhadores. Como esses avisos prévios precisam de uma data x de antecipação para serem levados aos trabalhadores, o Governo tem que começar a notificar em agosto caso essa situação não esteja resolvido para que de fato até o final de setembro eles sejam demitidos e a mesma coisa com os outros 450”, afirmou.

O vereador e presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Saúde afirmou que nas conversas entre as entidades e o Governo, a própria Procuradoria Geral do Estado (PGE) sinaliza um entendimento que a saída para esse imbróglio é a mudança natureza jurídica, mas faz críticas à instituição.

“A PGE demonstra nas negociações e nos debates que há um entendimento de que a única saída é mudar a natureza jurídica do Igesac de privada para pública. No entanto, existe um jogo de egos que está se colocando à frente do interesse público e a PGE se recusa a aceitar que essa saída é mais viável tanto para o Estado e para os trabalhadores, e se nega a apoiar essa proposta que de acordo com o nosso jurídico é constitucional. A PGE é um órgão de assessoria, mas parece quem gere e governa hoje é a PGE. Vamos repensar os espaços de cada um”, alertou.

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Campanha da Fieac consolida avanços para a indústria na Capital

Demandas da FIEAC e de sindicatos industriais têm sido atendidas e resultado em benefícios
à iniciativa privada e à população

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A campanha ‘Reage, Indústria’, liderada pela FIEAC e apoiada pelos sindicatos industriais, tem avançado em ações e pautas importantes em prol do setor em Rio Branco, com iniciativas que resultam diretamente na melhoria do ambiente de negócios na capital. Entre as conquistas mais recentes, destacam-se a implementação do refinanciamento (Refis) de dívidas para pessoas físicas e jurídicas, a isenção de 100% do IPTU 2021 para empresas instaladas no Parque e Distrito Industrial, bem como as obras de revitalização desses espaços.

“Temos tido um diálogo permanente com a gestão do prefeito Tião Bocalom, como também com a Câmara Municipal, em especial com os vereadores Samir Bestene e N. Lima, que têm sido sensíveis a pautas importantes do setor industrial. E essa relação republicana e de alto grau de maturidade, visando ao desenvolvimento do município, contribui para que possamos superar diversos obstáculos que prejudicam a iniciativa privada e, consequentemente, toda a população”, salienta o presidente da FIEAC, José Adriano.

O empresário também enaltece as obras de revitalização do Parque Industrial, que atende a uma antiga reivindicação do ‘Reage, Indústria’. O espaço recebe um investimento de aproximadamente R$ 4 milhões para a construção de cercamento em todo seu entorno, guarita, portal de identificação e recuperação viária. As intervenções devem ser concluídas neste mês de julho.

“O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (SEICT), com grande empenho do titular da pasta, Anderson Abreu, atendeu a mais essa pauta essencial e estratégica. Nossos empresários enfrentam grandes desafios e precisavam desse apoio. A revitalização do espaço já motivou a implantação de novas indústrias no local, que hoje encontra-se totalmente ocupado, comprovando a nossa expectativa. Pretendemos também consolidar melhorias como essa nos parques do interior”, ressalta Adriano.

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Educadores de Rio Branco decidem fazer paralisação de advertência

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A manifestação dos servidores da Educação do município de Rio Branco não surtiu efeito esperado e durante uma assembleia geral realizada pela categoria na terça-feira, 27, a categoria optou por realizar uma paralisação de advertência até a próxima semana.

De acordo com a presidente do sindicato dos trabalhadores em educação, Rosana Nascimento, na próxima segunda-feira, 2, a Procuradoria Jurídica do Município (Projur) apresentará o parecer jurídico sobre a reposição das perdas inflacionárias. Porém, caso o pleito da categoria não seja atendido, não está descartada a hipótese de uma greve por tempo indeterminado nas escolas municipais.

Segundo o sindicato, os trabalhadores em educação reivindicam a correção das perdas inflacionárias, garantia do pagamento da insalubridade dos funcionários de escola, correção do PCCR e revisão das tabelas de progressão funcional.

Rosana lamentou o descaso da Projur em querer empurrar o problema com a barriga, para ela, o prefeito Tião Bocalom (Progressistas) tinha em mãos o pedido da categoria desde a semana passada, quando deliberaram o prazo de uma semana para entrega do parecer jurídico.

A sindicalista destacou que a diretoria do sindicato começou a discutir a reformulação do PCCR Municipal e revisão das tabelas que impedem a progressão funcional porque a proposta encaminhada pela prefeitura estimula o teto de um reajuste de até 25% de quem tenha mestrado ou doutorado. “Vamos discutir ponto a ponto com a nossa categoria”, destacou Rosana.

Além disso, os servidores em educação reivindicam a correção das perdas inflacionárias e o pagamento da insalubridade dos funcionários de escolas. “Há cinco anos que os servidores municipais não têm reajuste salarial, inclusive muitos funcionários de escola que recebem um piso base abaixo do salário mínimo”, encerrou a sindicalista.

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Gladson nomeia ex-diretora de saúde no governo do PT

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A Secretária de Saúde e médica Paula Mariano, vem aos poucos montando sua equipe após assumir a pasta. No Diário Oficial desta quarta-feira, 28, o governador Gladson Cameli faz importantes mudanças em cargos estratégicos dentro da Sesacre.

Como o ac24horas já havia antecipado com exclusividade, há mudanças na direção do pronto-socorro. O maior hospital de urgência e emergência do Acre vai ter como diretora geral a partir de agora a médica Carolina Pinho de Assis. O enfermeiro Areski Peniche deixa o cargo após quase dois anos.

Outro setor vital para o bom funcionamento da saúde que passa a ter nova gestão é o Complexo Regulador. Apesar de pouco conhecido da população, é por lá que são organizadas a demanda de atendimento, organizando o fluxo de atendimento e regulando as demandas como emergências, consultas, exames e cirurgias. Lívia Gabriele Amorim foi nomeada gerente administrativa no lugar de Fábio Salomão Silva, que foi exonerado do cargo.

Quem também volta à Sesacre, nomeada como diretora, é a enfermeira Jiza Lopes, que já foi gerente geral da Maternidade Bárbara Heliodora e também Diretora de Atenção à Saúde na gestão do governo passado, da era petista.

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