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Prouni 2021 abre inscrições para mais de 162 mil bolsas de estudo

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Nesta primeira deste ano serão consideradas apenas notas do Enem 2019

O Programa Universidade para Todos (Prouni) abriu processo seletivo com 162.022 bolsas de estudo, parciais e integrais. As vagas são referentes ao primeiro semestre de 2021. As inscrições poderão ser realizadas até as 23h59 da sexta-feira, 15 de janeiro, no site do programa. O resultado da primeira chamada do Prouni será divulgado no dia 19 deste mês.

Do total de vagas, 76.855 são destinadas para bolsas integrais, que cobrem os valores totais das mensalidades durante todo o curso, e 85.167 para as bolsas parciais, que correspondem a metade dos valores das mensalidades. O Prouni é um programa do governo federal que possibilita o acesso a cursos de graduação em faculdades particulares de todo o país. 

Para se candidatar às vagas do Prouni 2021.1, é necessário inserir os dados do cadastro (login e senha) realizado no portal de serviços do governo federal (acesso.gov.br). Caso ainda não tenha feito o cadastro ou não lembra a senha cadastrada, já é possível providenciar o cadastro ou a recuperação da senha. 

Quem pode participar do Prouni 2021.1 

A classificação do Prouni é feita com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) mais atual, mas devido à pandemia do coronavírus, apenas para o processo seletivo do Prouni 2021.1 serão utilizadas, excepcionalmente, as notas do Enem de 2019. O candidato precisa ter alcançado, no mínimo, 450 pontos na parte objetiva e não ter zerado a redação.

Além disso, é necessário atender a pelo menos uma das seguintes condições:

– ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou;

– ter cursado o ensino médio em escola da rede privada, desde que na condição de bolsista integral da instituição;

– ser pessoa com deficiência;

– ser professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica e integrar o quadro de pessoal permanente de instituição pública.

*com informações do Ministério da Educação.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

 

Cotidiano

Salários de servidora cedida vão ser pagos pela prefeitura de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro

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O governador do Acre, Gladson Cameli, publicou na edição desta terça-feira, 19, do Diário Oficial do Estado, uma portaria que cede a servidora Adilene de Oliveira Pereira da Rocha para prestar serviços na prefeitura de Nova Iguaçu, município do Rio de Janeiro.

A servidora, ao contrário do que foi publicado anteriormente, não vai receber pelo estado do Acre. Na verdade, o pagamento será realizado pelo órgão cessionário, ou seja quem está recebendo a servidora, que no caso é a prefeitura de Nova Iguaçu.

A cessão da servidora com ônus para a prefeitura está de acordo com a portaria do governo, a decisão está baseada no art. 78, inciso VI, da Constituição Estadual, c/c o dispositivo no art. 141, inciso I, da Lei Complementar nº 39/1993.

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Extra Total

De R$ 1,7 bilhão de empréstimos autorizados, governo do Acre não executou nenhum contrato

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A reunião da Comissão de Orçamento e Finanças (COF) da Assembleia Legislativa do Acre nesta terça-feira, 19, que trata do pedido de empréstimo de R$ U$$ 41 milhões, pouco mais de R$ 227 milhões, junto ao Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata – FONPLATA, com sede em Cochabamba, na Bolívia, segue com o secretário de Planejamento e Gestão (Seplag), coronel Ricardo Brandão, sendo questionado por deputados. A participação de Brandão ocorre após o presidente do Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre, economista Orlando Sabino, falar da capacidade de endividamento do Estado e também da solidez do Fundo Financeiro.

O secretário abriu a sua fala revelando que a gestão de Gladson Cameli realizou 5 operações de crédito desde 2019 e que nenhuma foi executada pelo Estado do Acre. De acordo com Brandão, quatro operações foram levantadas junto a Caixa Econômica Federal, sendo a primeira de R$ 392 milhões, que foi alterada e substituída por R$ 560 milhões, que acabou sendo alterada novamente para R$ 510 milhões, e depois alterada novamente para mais R$ 268 milhões, totalizando R$ 1,7 bilhão, Outro empréstimo não executado pelo governo foi a operação junto ao Branco do Brasil Rural cujo R$ 1 bilhão foi negociado para pagar empréstimos com a União visando ter apenas uma dívida com juros menores. Todas essas operações foram aprovadas pela Assembleia Legislativa.

Ao revelar os números, Brandão afirmou que existe uma falta de comunicação entre o Estado e o parlamento em relação aos deputados não serem informados sobre o andamento das operações. “Eu peço desculpa com relação a essa falta de comunicação”, disse o secretário, enfatizando que o recurso do Fonplata seria a única operação de crédito a ser executada nesta gestão.

A fala do secretário despertou a indignação dos parlamentares que aprovaram os empréstimos. O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), levantou a questão de que a ponte da Sibéria, em Xapuri, cujo o edital de licitação foi lançado essa semana pelo governador Gladson Cameli, consta na lista de obras em que o dinheiro do Fonplata, caso seja aprovada na casa legislativa, será usado. “Como é que se lança um edital de licitação sem dinheiro? Se nem o empréstimo foi votado ainda?”, questionou.

Brandão respondeu Magalhães afirmando que a proposta da operação de crédito é ampla e afirmou que caso o governo não conseguisse o investimento via financiamento, usaria recursos próprios. O deputado comunista pediu então que a obra da ponte fosse retirada da ementa do PL já que tem dinheiro para isso e que fosse inserido para investimento na produção rural.

Em aparte, o líder do governo na Aleac, deputado Pedro Longo (PV), questionou o secretário se a sugestão de Magalhães de inserir recursos para a produção rural possa ser adicionado no planejamento da operação de crédito do Fonplata. Brandão respondeu que todas as operações de crédito são contratadas dentro de eixos e que no Fonplata o foco é infraestrutura e saneamento básico, o que impossibilita a ação. O secretário enfatizou que o orçamento para a produção rural pode ser destacado no orçamento geral da União e de emendas parlamentares.

O deputado Roberto Duarte (MDB) afirmou que apresentará emenda pedindo que os empréstimos tidos como não executados em que as lei foram aprovadas pelo parlmento, sejam revogados. “Quero revogar essas leis para não ficar um cheque em branco. Eu voto a favor do empréstimo se revogarem os demais empréstimos que não serviu para nada”, disse.

 

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Acre 01

Vítima de descarga elétrica morreu enquanto furtava fios de subestação, diz polícia

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O homem ainda não identificado que morreu carbonizado após receber uma descarga elétrica na manhã desta terça-feira, 19, dentro da fábrica de Açaí Vitória Fruity, localizado na Via Verde, no bairro Floresta Sul, em Rio Branco, estava furtando fios da subestação do local.

Segundo informações da polícia militar, a vítima entrou na fábrica que está desativada há 4 meses para furtar os fios de energia elétrica na subestação. Durante a ação, o homem puxou um barramento de cobre, recebeu a descarga e acabou morrendo.

De acordo com os eletricistas da Energisa, a vítima recebeu uma descarga elétrica de 13,8 mil volts de média tensão.

A Polícia Militar foi acionada e quando chegou ao local, encontrou o homem carbonizado. A área foi isolada para os trabalhos do Perito em criminalística.

O corpo foi removido encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos e identificação. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Cotidiano

Vereador pede reflexão de Bocalom após situação do Saerb

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O vereador Fábio Araújo (PDT) usou a Tribuna da Câmara de Rio Branco nesta terça-feira, 19, para cobrar do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, propostas mais exequíveis em relação a sua gestão.

A cobrança ocorreu em referência a fala do prefeito de Rio Branco em criar uma empresa municipal de transporte coletivo de Rio Branco e a situação envolvendo a reversão do sistema de Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb).

“O prefeito tem muita boa vontade, mas falta gestão e uma equipe boa ao seu lado. Temos quatro secretárias descobertas, sem secretários à frente, na qual outros secretários ficam à frente, mas que sequer conseguem dar conta das suas. É uma sobrecarga que finda não cuidando nem de A e nem de B”, afirmou o parlamentar.

“Essa preocupação do Saerb não é só nossa, mas de toda a população e quem acompanha o jornal tem matéria todo dia que falta água, esgoto ou drenagem estourada. Em breve, o sistema será do município e não tem um plano do executivo. Não temos tempo, já se passaram dez meses e em dois meses não vai ter como fazer, precisamos de uma solução e resposta do Executivo. Trago essa reflexão porque o prefeito pensa em criar uma empresa municipal de ônibus, se a gente não se dar conta nem de uma empresa municipal de saneamento. Temos que refletir e pensar e trazer propostas viáveis para o nosso município. Já se passaram dez meses e a gestão tem que apresentar soluções para os problemas imediatos”, acrescentou.

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Bombando

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