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Mesmo com pandemia, balança comercial do Acre cresce 0,7%

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Os dados publicados na quinta-feira passada (5), pelo Ministério da Economia, mostram que em dezembro de 2020 o Acre exportou US$ 2,485 milhões e importou US$ 346 mil, o que resultou num saldo na Balança Comercial de US$ 2,139 milhões.

Em 2020, o saldo foi de US$ 31,101 milhões, um crescimento de 0,7% em relação ao ano de 2019. As informações foram compiladas pela equipe técnica do Observatório do Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre.

O crescimento do Acre mesmo em meio à pandemia da Covid-19 é uma tendência nacional, já que a balança comercial brasileira fechou o ano de 2020 com superávit de US$ 50,99 bilhões, um crescimento de 7% em relação ao ano passado.

As exportações somaram US$ 209,92 bilhões, recuando 6,1%, enquanto as importações totalizaram US$ 158,93 bilhões, diminuindo 9,7%, na mesma comparação. Com isso, a corrente de comércio brasileira atingiu US$ 368,85 bilhões, em queda de 7,7%.

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Aleac deve aprovar PL que remaneja aprovados na PM do Acre para o Corpo de Bombeiros

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O deputado estadual Cadmiel Bonfim (PSDB) se posicionou a favor de um possível remanejamento dos aprovados no Cadastro de Reserva da Polícia Militar do Acre (PMAC) para o Corpo de Bombeiros. A afirmação veio após os aprovados se manifestarem contra a proposta do governador Gladson Cameli (PP).

O parlamentar se disse muito feliz em saber que o governo deve chamar os cadastros de reserva para preencherem as vagas no Bombeiros Militar. “Lutamos bastante para que os aprovados fossem chamados, haja vista que sempre destacamos a falta de efetivo tanto na PMAC como no CBMAC durante todo o nosso mandato e sempre defendi que os cadastros de reserva ajudariam e muito a minimizar a falta de efetivo que assola os militares do Acre”, afirma.

De acordo com Bonfim, o Corpo de Bombeiros Militar está bastante defasado e a possível convocação vem em boa hora. Ele também não vê problema no remanejamento, uma vez que, segundo ele, “o Estatuto que rege as duas entidades militares é o mesmo”.

O deputado tem certeza absoluta de que esse projeto pode ser aprovado na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). “Faço questão de ser o Relator”, conclui.

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TSE abre inquérito para apurar denúncias de fraudes na urna

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O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, nesta terça-feira (2), a proposta do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão, de converter em inquérito administrativo o procedimento aberto para que autoridades públicas do país pudessem apresentar provas que comprovassem ocorrências de fraudes no sistema eletrônico votação nas Eleições de 2018, em particular nas urnas eletrônicas. A proposição foi aprovada por unanimidade.

Com a medida, o corregedor-geral ampliou o objeto de apuração dos fatos que possam configurar abuso de poder econômico e político, uso indevido dos meios de comunicação social, corrupção, fraude, condutas vedadas a gentes públicos e propaganda extemporânea (antecipada), em relação aos ataques contra o sistema eletrônico de votação e à legitimidade das Eleições Gerais de 2022.

Segundo a Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral, o inquérito abrangerá ampla “dilação probatória”, promovendo medidas cautelares para a colheita de provas, com depoimentos de pessoas e autoridades, juntada de documentos, realização de perícias e outras providências que se fizerem necessária para o adequado esclarecimento dos fatos,

O ministro Luis Felipe Salomão determinou que o inquérito administrativo tramite em caráter sigiloso, ressalvando-se os elementos de prova que, já documentados, digam respeito ao direito de defesa.

Entre as justificativas para a conversão do procedimento em inquérito administrativo, o ministro assinalou que cumpre ao corregedor-geral velar pela fiel execução das leis, tomar providências cabíveis para sanar e evitar abusos e irregularidades e, ainda, requisitar a qualquer autoridade civil ou militar a colaboração necessária ao bom desempenho de sua missão.

Também mencionou como motivação os relatos e declarações, sem comprovação, de fraudes no sistema eletrônico de votação, com potenciais ataques à democracia e à legitimidade das eleições.

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TSE pede ao STF que Bolsonaro seja investigado por disseminação de fake news contra urnas

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira (2), por unanimidade, a abertura de um inquérito administrativo sobre ataques à legitimidade das eleições.

O inquérito irá investigar crimes de corrupção, fraude, condutas vedadas, propaganda extemporânea, abuso de poder político e econômico na realização desses ataques.

O plenário do TSE também aprovou, com votação unânime, um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado no inquérito que apura a disseminação de fake news.

O pedido de apuração é baseado nos constantes ataques, sem provas, feitos pelo presidente da República às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral do país.

Bolsonaro passou os últimos dois anos e meio afirmando que houve fraudes nas eleições de 2018. Nunca apresentou provas. Na semana passada, chegou a convocar uma transmissão ao vivo para apresentar o que seriam as supostas provas, mas na ocasião admitiu não ter provas e disseminou fake news.

As medidas foram aprovadas na sessão que marcou a retomada dos trabalhos do Tribunal Superior Eleitoral após o recesso de julho. Presidente da Corte, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que ameaçar a realização de eleições é uma “conduta antidemocrática”.

Ao apresentar seu apoio à proposta de inquérito administrativo, o ministro Alexandre de Moraes ressaltou que “com a democracia não se brinca, não se joga”.

O G1 pediu posicionamento da Secretaria de Comunicação do governo federal e da Advocacia-Geral da União e aguarda retorno.

Ataques e reações

Nas últimas semanas, Bolsonaro passou a atacar também o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, e a afirmar que, sem o voto impresso, pode não haver eleições em 2022.

O voto impresso já foi julgado inconstitucional pelo STF, e a tese de Bolsonaro de que pode não haver eleição no ano que vem já foi rechaçada pelos chefes dos demais poderes.

Mais cedo, nesta segunda, o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, fez um discurso no qual afirmou que a independência entre os poderes não significa impunidade para atos contra as instituições.

“Harmonia e independência entre os poderes não implicam impunidade de atos que exorbitem o necessário respeito às instituições”, disse o presidente do STF.

Ele afirmou ainda que a população não aceita que crises sejam resolvidas de formas contrárias ao que determina a Constituição.

“O povo brasileiro jamais aceitaria que qualquer crise, por mais severa, fosse solucionada mediante mecanismos fora da Constituição”, completou.

Inquérito das fake news

O inquérito das fake news foi aberto em março de 2019, por decisão do então presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para investigar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal. O ministro Alexandre de Moraes é o relator da investigação.

Análise

Ouça o episódio do podcast O Assunto sobre “A ofensiva pela impressão do voto”:

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PL sobre regulamentação do IGESAC está em análise na Casa Civil e deve ser enviado a Aleac

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O Projeto de Lei (PL) que prevê o gerenciamento das UPAS da Sobral e da Via Verde pelo Instituto de Gestão de Saúde do Acre (IGESAC), autarquia criada para substituir o antigo Pró-Saúde, instituído nos governos da Frente Popular do Acre (FPA), está sob os últimos ajustes e deverá ser encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) nos próximos dias.

O secretário da Casa Civil, Flávio Silva, disse que o projeto não foi enviado para a Aleac devido está sendo analisado pelo setor jurídico. “Ainda não foi, estamos concluindo ainda. Como a Assembleia está de recesso não temos pressa para enviar”, declarou.

Inicialmente, o PL previa a incorporação dos servidores do antigo Pró-Saúde à Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) e a extinção do Instituto de Gestão de Saúde do Acre (IGESAC), porém, o governador Gladson Cameli mudou de ideia para evitar desgastes nas eleições do ano que vem.

O Instituto foi aprovado pelo Poder Legislativo em 2020 e visava auxiliar a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) em até 40% de suas unidades, a prestar serviços de assistência à saúde de forma gratuita, em todos os níveis, e desenvolver atividades educacionais e de pesquisa no campo da saúde, em cooperação com o poder público.

Os trabalhos na Assembleia Legislativa reiniciam nesta terça-feira, 3, após 15 dias de recesso.

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