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Acre recebe mais de R$ 1,3 milhão para fortalecer estrutura da rede de frio para armazenar vacina contra a Covid-19

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O Ministério da Saúde está investindo mais de R$ 59 milhões para fortalecer o Programa Nacional de Vacinação (PNI) do Sistema Único de Saúde (SUS) no enfrentamento da Covid-19. Os recursos reforçam a qualidade da estrutura da Rede de Frio – que compõe o processo de armazenamento, conservação, manipulação, distribuição e transporte dos imunobiológicos do PNI – e a Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal, proporcionando condições para o aprimoramento da detecção, análise e avaliação de síndromes respiratórias aguda, incluindo a Covid-19, visando à prevenção e controle da influenza e outros vírus respiratórios para respostas qualificadas e oportunas à emergência de saúde pública. Os recursos foram instituídos em caráter excepcional e temporário, por meio de uma portaria, publicada, nesta segunda-feira (7), no Diário Oficial da União (DOU).

A Rede de Frio foi contemplada com o montante de R$ 59,4 milhões e a Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal com R$ 2,8 milhões. Os recursos serão repassados aos estados em parcela única, pelo Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde dos Estados e do Distrito Federal e serão utilizados para a aquisição de equipamentos pelos Estados e o DF. O objetivo é atender com excelência a todos os objetivos propostos no plano de vacinação contra a Covid-19.

O Acre vai receber, de acordo com a portaria do MS, a quantia de R$ 1.365.900,00 e já anunciou a construção da primeira câmara fria para o armazenamento da vacina.

As pactuações nas Comissões lntergestores Bipartite (CIB) – entre estado e município – e no Colegiado de Gestão da Saúde do Distrito Federal definirão as unidades a serem beneficiadas, dentre elas salas de vacinas dos municípios com mais de 100 mil habitantes, centrais de rede de frio das instâncias municipais, regionais e estadual, Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais e Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal composta pelas Vigilância Epidemiológica Estadual de Síndrome Gripal, Vigilância Epidemiológica Municipal de Síndrome Gripal e Unidade de Saúde Sentinela de Síndrome Gripal.

A entrega dos equipamentos será feita diretamente pelos Estados e o Distrito Federal aos Municípios onde estão localizadas as unidades beneficiadas, de acordo com a definição delas na CIB.

O monitoramento da utilização dos recursos será realizado por meio do Formulário de Monitoramento do Programa Nacional de Imunizações, da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS). Cada ente federativo deverá apresentar todas as informações e documentos exigidos e comprovar a aplicação dos recursos financeiros recebidos por meio do Relatório Anual de Gestão.

O Fundo Nacional de Saúde adotará as medidas necessárias para a transferência dos recursos aos respectivos Fundos de Saúde, em conformidade com os processos de pagamento instruídos na Portaria.

A REDE DE FRIO

A Rede de Frio ou Cadeia de Frio é o processo de armazenamento, conservação, manipulação, distribuição e transporte dos imunobiológicos do Programa Nacional de Imunizações (PNI), e deve ter as condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que a vacina é administrada.

O objetivo final da Rede de Frio é assegurar que todos os imunobiológicos administrados mantenham suas características iniciais, a fim de conferir imunidade, haja vista que são produtos que se deterioram depois de determinado tempo quando expostos a variações de temperaturas inadequadas à sua conservação.

O calor acelera a inativação dos componentes imunogênicos. É necessário, portanto, mantê-los constantemente refrigerados, utilizando instalações e equipamentos adequados em todas as instâncias: nacional, estadual, regional ou distrital e municipal/local.

Um manuseio inadequado, um equipamento com defeito, ou falta de energia elétrica podem interromper o processo de refrigeração, comprometendo a potência e eficácia da vacina.

A Rede de Frio é composta basicamente dos seguintes elementos: equipe técnica; equipamentos; instâncias de armazenamento; transporte; controle de temperatura e financiamento.

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Mutação presente na variante brasileira já está na maioria dos casos em 6 estados

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Uma mutação do novo coronavírus que é apontada como responsável por aumentar a transmissão já está presente na versão do Sars-Cov-2 que infectou a maioria dos pacientes em seis de oito estados, segundo análise da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgada nesta quinta-feira (4).

A mutação é a E484K, uma das alterações do vírus que os cientistas identificaram na P.1, a variante brasileira do Sars-Cov-2. Ela também está presente em outras duas variantes que causam preocupação pelo mundo: a B.1.1.7, identificada no Reino Unido, e B.1.351, na África do Sul.

Há suspeita de que ele ajude o Sars-Cov-2 a se tornar mais transmissível e ainda seja responsável pelo possível enfraquecimento da ação dos anticorpos humanos contra o vírus. Apesar das evidências, os cientistas ainda conduzem estudos sobre o impacto das novas variantes na pandemia.

Estados mais afetados

Em dois estados, Paraná e Ceará, o índice de prevalência da mutação E484K superou os 70% das amostras (veja mapa abaixo).

“Dos oito estados avaliados neste recorte apenas dois não tiveram prevalência da mutação associada às variantes de preocupação superior a 50 %: caso de Minas Gerais, com 30,3% das amostras testadas como positivo para a mutação e, Alagoas, com 42,6%. Nos demais estados, mais de 50% das amostras foram identificadas com a mutação associada às ‘variantes de preocupação’.” – Observatório Covid-19 Fiocruz.

Variante P.1 é predominante

A Fiocruz aponta que, embora o teste seja capaz de detectar uma mutação comum a três variantes, “há indicações de que a prevalência que está sendo observada nos estados esteja associada à P.1, uma vez que as outras duas variantes não têm sido detectadas de forma expressiva no território brasileiro”.

Novo protocolo de análise

A Fiocruz Amazonas desenvolveu a base técnica que permitiu esta análise. Ela é baseada em um novo protocolo do teste RT-PCR, capaz de identificar uma mudança no código do vírus que é comum às três variantes que mais geram preocupação entre os especialistas ao redor do mundo.

“O novo protocolo de RT-PCR já havia sido testado em janeiro, em 500 amostras do Amazonas, onde a taxa de prevalência da variante foi de 71%.”

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Com quatro viagens, Bocalom receberá R$ 15 mil em diárias

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

Os dados do Portal da Transparência da prefeitura de Rio Branco mostram que o prefeito Tião Bocalom (Progressistas) receberá R$ 15 mil de diárias, em virtude das quatro viagens à Brasília feitas nos últimos 30 dias. Atualmente, o prefeito recebe de salário R$ 17 mil com os descontos fica em torno de R$ 13 mil.

Nas redes, o prefeito vem sendo questionado pela população e pelos vereadores da Câmara de Rio Branco por se ausentar constantemente da cidade em razão das suas idas à Brasília (DF).

Na primeira viagem, no início de fevereiro, que ocorreu entre o dia 02 até o dia 10, Bocalom recebeu R$ 6.8 mil apenas em diárias. Essa viagem ocorreu em meio aos transbordamentos dos igarapés São Francisco e Dias Martins, que deixaram diversas famílias desabrigadas na capital.

Na segunda, que ocorreu entre os dias 07 e 12 de fevereiro, o prefeito recebeu mais R$ 4.4 mil em diárias. Segundo o prefeito, a ida à Brasília se tratou de buscar recursos junto à bancada federal.

Na terceira viagem, na vinda do presidente Jair Bolsonaro ao Acre, Bocalom foi à Brasília na segunda e voltou na quarta no avião presidencial. Nessa ocasião, o prefeito recebeu R$ 1, 6 mil de diárias.

A quarta viagem ocorreu nesta terça-feira (3) e o prefeito retornará no sábado (06). Por essa viagem, o prefeito receberá mais R$ 2,4 mil em diárias. Segundo a assessoria do prefeito, a viagem será para reunião com o Ministério do Desenvolvimento Regional para o projeto de construção popular aos desabrigados das enchentes.

O líder do MDB na Câmara, o vereador Emerson Jarude (MDB) usou as redes sociais para criticar as constantes idas do prefeito à Brasília (DF) e cobrou mais responsabilidade do gestor com o erário público.

“Não me recordo o último prefeito de Rio Branco que tenha recebido tanta diária em tão pouco tempo. Os gastos públicos devem ser uma preocupação de todos os políticos, ainda mais em situação de calamidade. Temos outras prioridades. Não faz sentido pedir dinheiro ao Governo Federal, mas é ao mesmo tempo não fazermos a nossa parte utilizando bem cada centavo”, afirmou.

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WhatsApp libera chamadas de voz e vídeo pelo computador

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O WhatsApp liberou nesta quinta-feira (4) chamadas de voz e vídeo pelo computador, por meio dos aplicativos para Windows e Mac.

A ferramenta, no entanto, não funciona no WhatsApp Web, que é aberto pelo navegador do computador. É preciso baixar o aplicativo para o computador.

WhatsApp vai limitar recursos para quem não aceitar nova política de privacidade
Além disso, só é possível fazer ligações individuais – o recurso de chamadas em grupo de até 8 pessoas ainda não está liberado.

A janela das chamadas de vídeo funciona nos modos paisagem e retrato, pode ser redimensionada, e está configurada para ficar sempre em primeiro plano em relação às outras janelas.

A liberação das chamadas no computador será feita de forma gradual, então é possível que a opção não apareça imediatamente para todas as pessoas. O WhatsApp, porém, está liberando a atualização no mundo todo.

Como fazer ligações pelo WhatsApp?
Baixe o aplicativo do WhatsApp para Windows ou Mac;
Faça o login com o seu WhatsApp. No Android, toque no ícone de três pontinhos localizado na parte de cia da tela e aperte em “WhatsApp Web”. No iPhone, clique no ícone da engrenagem (Ajustes) que fica na parte de baixo e toque em “WhatsApp Web/Computador”.
Em seguida escaneie o QR Code;
Abra uma conversa e ao lado da foto e do nome do seu contato, clique no ícone de ligação por voz ou vídeo.

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Próximas etapas de vacinação acelera imunização no Acre

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O Acre recebeu até essa quarta-feira, 3, total de 79.360 doses de vacinas de vacinas contra os efeitos da infecção pelo novo coronavírus. A informação foi dada pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

A vacinação foi iniciada em 19 de janeiro de 2021, e, das 79.360 mil doses de vacinas recebidas, 49.180 foram distribuídas na primeira fase, enquanto que na segunda foram 30.180. A diferença se dá por haver um intervalo de 90 dias entre as duas doses do imunizante da Fiocruz, permitindo ao Ministério da Saúde o envio da segunda rodada em momento posterior.

Até agora, já foram contemplados 82% dos trabalhadores da Saúde, 100% dos idosos acima de 75 anos de idade, e 33% dos idosos de 70 a 74 anos de idade. Os idosos acima de 60 institucionalizados foram 100% atendidos.

Os indígenas foram comtemplados com 100% das primeira e segunda doses, porém a cobertura vacinal está em torno de 30%. Os deficientes institucionalizados também foram 100% atendidos.

Segundo a chefe do Setor de Imunização, Renata Quiles, as primeiras remessas estavam sendo distribuídas de forma mais lenta devido à individualidade e característica de cada grupo: “Agora temos mais possibilidade de dar celeridade ao processo, pois o público é mais dinâmico e permite distribuir as vacinas para as unidades. Lógico que cada município que vai referenciar quais são as unidades a realizar o procedimento”.

Os próximos públicos são os idosos não acamados, domiciliados, os que podem se deslocar até as unidades de saúde ou drive-thru e os trabalhadores da Saúde.

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