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Médico orienta que acreanos se restrinjam ao núcleo familiar em festividades do final de ano

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A chegada do mês de dezembro traz uma nova preocupação para as autoridades do estado e profissionais de saúde que estão enfrentando a Covid-19 desde que a pandemia chegou ao Acre. Isso porque as festividades de final de ano podem comprometer ainda mais o sistema público e privado de saúde, que já está em processo de saturação em meio ao novo pico de contaminação do coronavírus.

Reuniões, festas com aglomeração de pessoas, jantares e confraternizações tem sido mais frequentes nos últimos meses, por isso membros do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 no Acre defendem a permanência de cuidados sanitários, principalmente neste período.

De acordo com o médico Oswaldo Leal, que integra o Comitê, destaca que no momento o Acre se encontra numa fase em que o número de novos casos da doença, apesar de terem aumentado significativamente nas últimas semanas, está em situação de estabilidade, nem aumentando nem diminuído. “Mas temos muitos casos decorrentes de reuniões familiares, casos de famílias inteiras contaminadas porque uma pessoa da família levou [o vírus]”, disse em entrevista à Rede Amazônica.

Sobre as festividades de final de ano, Leal argumenta que “esse é outro aspecto importante, que a gente vem trabalhando em conjunto com os setores. Fazendo esforço entre poder público, com a economia e a sociedade”.

Ainda sobre o assunto, o médico afirma: “se relaxarmos muito nesse período teremos problemas sim no final do ano e não queremos isso, queremos que essas festividades aconteçam, de preferência no núcleo familiar”.

Leal sugere que os moradores devem evitar aglomeração e celebrações que envolvam muitas pessoas. “Que seja mais restrito e deixar as grandes celebrações para o momento que a gente consiga sair dessa pandemia”, conclui.

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Avião da FAB que traria vacina nesta segunda não decola de Manaus devido ao mau tempo

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O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que iria desembarcar por volta das 23 horas desta segunda-feira, 18, em Rio Branco (AC) com as 41 mil doses da CoronaVac irá se atrasar devido ao mau tempo no Acre.

Segundo o Governo do Acre, o voo que chegaria com as vacinas não decolou de Manaus (Amazonas), como previsto.

Em Nota, o Governo informou que tão logo tenha informações precisas, o novo horário de pouso da aeronave será divulgado.

A coletiva de imprensa que estava marcada para às 8h desta terça-feira, 19, também foi adiada.

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Acre recebe vacinas contra Covid-19 e já deve enviar ao interior nesta segunda-feira

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O governador Gladson Cameli recebeu no início da manhã desta segunda-feira, 18, em São Paulo, as doses da vacina Coronavac contra a Covid-19 no centro de logística e distribuição do Aeroporto de Guarulhos.

O Acre recebeu doses proporcionais à população. Serão vacinados já nesta semana aqueles que compõem a Fase I do Plano Nacional de Imunização. Nesta primeira leva, o Acre recebe 41 mil doses da vacina.

O secretário estadual de saúde, Alysson Bestene, garante que toda a logística já está toda montada e os profissionais estão aguardando. “Dependendo da hora que chegar em Rio Branco, nós vamos começar a fazer a distribuição para o interior do Acre, onde todos os municípios serão atendidos, em parceria com as prefeituras, para a imunização do povo acreano”.

Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, todas as seis milhões de doses adquiridas pelo governo federal por meio do Instituto Butantan serão distribuídas ainda nesta segunda para todos os estados e a vacinação dos grupos que compreendem a primeira fase está autorizada já a partir das 17 horas, no horário de Brasília.

Já estão aptos a receber a vacina no estado 244 pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas, 12.815 indígenas e 6.343 profissionais da saúde, totalizando 19.402 pessoas na primeira fase.

O governo do Acre deixou claro que possui seringas em estoque, locais para armazenamento das doses e plano de imunização prontos, esperando apenas o envio das vacinas pelo governo federal. Com a Coronavac, o plano é adquirir 700 mil doses da vacina e imunizar 350 mil pessoas. Já com a vacina da Oxford, a aquisição será de 500 mil doses e o plano é imunizar 230 mil pessoas.

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Inep anuncia abstenção acima de 50% e diz que vai averiguar casos de alunos barrados no Enem

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O ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou neste domingo (17) que a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 em meio à pandemia foi “algo vitorioso”. O índice de abstenção ficou em 51,5%.

Embora seja preliminar, o número já indica o maior percentual de abstenção em toda a história do Enem. O maior índice havia sido registrado em 2009, com 37,7%. Em 2019, o índice do primeiro dia ficou próximo a 23%, segundo o ministro.

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, ressaltou que a aplicação foi “tranquila do ponto de vista da saúde sanitária.”

Questionado sobre os candidatos barrados nas salas de prova porque estavam com lotação acima de 50%, o presidente do Inep afirmou que os casos ocorreram em 11 dos mais de 14.447 locais de prova.

Ele citou cidades que tiveram visitas de agentes da vigilância e do Ministério Público, e afirmou que em nenhum caso houve interdição por motivos de saúde.

“Tivemos 11 locais de prova com aparentemente alguma dificuldade de os alunos poderem realizar a prova”, afirmou Lopes.

Ele afirmou que os casos serão averiguados, e que há divergências entre o que foi noticiado e o que está registrado na ata das salas de prova.

“Qualquer participante que se sentiu prejudicado, a partir de 25 de janeiro, como está previsto no edital, poderá pedir a reaplicação nos dias 23 e 24 de fevereiro”, afirmou Lopes. Ele ressaltou que a reaplicação é uma característica do Enem que prevê casos de problemas de logística e, neste ano, doenças infectocontagiosas.

“Não teve nenhum local de prova interditado. Reafirmamos aqui nosso compromisso de uma realização de uma prova com segurança do ponto de vista sanitário. As normas e procedimentos de segurança estabelecidos pelo Inep foram cumpridos durante a execução da prova”, afirmou Alexandre Lopes.

O estado do Amazonas e duas cidades de Rondônia suspenderam a prova devido à pandemia. O índice de abstenção já exclui os dados de participantes destes locais.

Para o ministro da Educação, o alto índice de abstenção ocorreu “em parte pela dureza e questão do medo da contaminação”, mas também devido a “um trabalho de mídia contrário ao Enem muito grande, isso é fato.”

“No meio de uma crise, mobilizar milhões de pessoas, para mim foi um sucesso”, afirmou Milton Ribeiro. “Eventualmente, se nós disséssemos que não teria Enem neste ano, para mim, seria um insucesso, uma derrota da educação brasileira”, afirmou.
O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apresentaram um balanço do primeiro dia de provas do Enem 2020 em uma entrevista coletiva à imprensa realizada em Brasília na noite deste domingo.

O Exame Nacional do Ensino Médio teve 5,78 milhões de candidatos inscritos. Destes, 5,6 milhões eram esperados para a prova impressa; e 96 mil farão o exame digital em outras datas (31 de janeiro e 7 de fevereiro).

Números do Enem 2020

Enem suspenso: 58 cidades terão reaplicação da prova: 56 no Amazonas e duas em Rondônia

Doenças infectocontagiosas: Nesta edição, 10.171 pessoas pediram para participar da reaplicação por terem sintomas de doenças infectocontagiosas. Foram aceitas 8.180 e negadas 1.991.

Cidades, locais, salas: o 1º domingo de Enem teve 1.689 municípios, 14.447 locais de prova e 201.380 salas de aplicação.

Inscritos no 1º dia: 5.523.029 inscritos (o número exclui participante do AM e de duas cidades de RO que suspenderam as provas)

Presentes no 1º dia: 2.680.697 (48,5%)

Ausentes/abstenção: 2.842.332 (51,5%)

Eliminados: 2.967 participantes foram eliminados por portar equipamentos eletrônicos, saírem da sala antes do horário permitido, entre outros.

Logística: 69 foram afastados por “ocorrências logísticas”, como emergências médicas ou interrupção de energia elétrica.

Falta de luz: Três escolas em São Sebastião do Passe tiveram problemas de fornecimento na energia elétrica e os candidatos terão reaplicação. Menos de 1 mil candidatos estavam inscritos.

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Redação do Enem 2020 é ‘O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira’

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O tema da redação do Enem 2020 é ‘O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira’. A informação foi divulgada pelo ministro Milton Ribeiro em suas redes sociais.

Para Thiago Braga, professor de redação e autor do Sistema PH, o tema é atual e relevante.

“Entre 2015 e 2018, os casos de depressão relatados aumentaram 52% entre brasileiros de 15 a 29 anos. Isso me chamou a atenção e trabalhei o tema em sala”, afirma. “Isso indica que mais pessoas buscaram ajuda e que houve mais dispêndio de investimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas isso não diminuiu o estigma social. É neste ponto que o aluno deve tocar: a gente tem aumento de casos, mas a percepção do mercado de trabalho ainda é preconceituosa de muitas vezes demitir ou deixar a pessoa estigmatizada”, completa.

As redações do Enem são avaliadas de acordo com cinco competências, segundo o Inep. A nota pode chegar a 1.000 pontos, mas há critérios que conferem nota zero, como fuga ao tema, extensão total de até sete linhas, trecho deliberadamente desconectado do tema proposto, não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa e desrespeito ao exame.

Em 2019, o tema foi ‘Democratização do acesso ao cinema no Brasil’.

Enem da pandemia

As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 começaram às 13h30 desde domingo (17). Elas serão aplicadas em 1.689 cidades, de acordo com números do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia do Ministério da Educação (MEC), responsável pela prova.

O Enem 2020 estava previsto para ocorrer em novembro, mas foi adiado devido à pandemia e ocorre agora em meio ao pior momento de transmissão de casos.

Em 58 cidades, as provas não vão acontecer. As suspensões foram determinadas pela Justiça em todo o estado do Amazonas (56 cidades) e em duas cidades de Rondônia (Espigão D’Oeste e Rolim de Moura).

Dos 5.687.397 inscritos na versão impressa do Enem 2020, 159.338 deixam de fazer o exame no Amazonas, 2.863 em Rolim de Moura (RO) e 969 em Espigão D’Oeste (RO).

Veja perguntas e respostas sobre as questões judiciais que envolvem a realização do Enem 2020

O exame terá ainda a versão digital, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. São esperados 96 mil candidatos para esta modalidade, que acontecerá pela primeira vez nesta edição.

Até as 20h deste sábado (16), treze estados registravam alta nas mortes: AL, AM, GO, MG, MT, PE, PI, RJ, RN, RR, SE, SP e TO. Eles somam 3,1 milhões de inscritos no exame (54,25% do total).

Leia mais: Risco do candidato do Enem pegar Covid é maior no transporte público do que na sala de prova, dizem infectologistas

Proteja-se: Qual máscara é melhor? Veja comparativo, segundo estudo publicado na ‘Science’

O Enem é considerado o maior vestibular do país, e a nota serve para disputar vagas em universidades e ter acesso a programas de bolsas (Prouni) ou financiamento de mensalidade (Fies). Candidatos ouvidos pelo G1 dizem estar pressionados entre o sonho de ter uma graduação e o risco de se contaminar.

A aplicação do Enem tem sido alvo de disputas judiciais, devido à pandemia. A prova, prevista originalmente para novembro de 2020, foi adiada para janeiro deste ano – mesmo após enquete com participantes indicar o mês de maio de 2021 como a opção mais votada pelos estudantes. Segundo o governo, a prova em maio atrasaria o cronograma de outros programas de ingresso no ensino superior.

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