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Mais de 20 entidades e 2 mil pessoas recebem doações de projeto em Rio Branco

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Entidades sociais receberam no início desta semana, cerca de 2.340 kg de arroz doados pelo projeto Fome de Música, idealizado pelo Sesc Distrito Federal e que realizou lives com artistas da música brasileira em todo o país pelo Programa Mesa Brasil do Sesc.

Foram beneficiadas 21 Instituições e mais de 2.000 pessoas, contribuindo para a promoção da cidadania e a melhoria da qualidade de vida daqueles em situação de pobreza, em uma perspectiva de inclusão social.

Para a coordenadora no Mesa Brasil do Sesc no Acre, Marizete Melo, o trabalho do Mesa Brasil é o ano inteiro. “Este trabalho Social ocorre sistematicamente, durante todo o ano, e se intensifica em momentos como o este estamos vivendo como a pandemia por exemplo”, disse.

O projeto objetiva acabar com a fome no Brasil, por meio de uma tecnologia social que une artistas, produtoras, shows, festas e festivais e principalmente vocês, o público, para arrecadar e destinar alimentos para quem precisa.

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Cotidiano

Bujari terá de melhorar transporte intermunicipal após denúncias ao MPAC

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A prefeitura do município de Bujari terá de promover melhoras no serviço de transporte intermunicipal após reunião entre autoridades municipais e o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). A empresa que presta o serviço também participou do encontro que tratou sobre procedimento de inquérito civil que averigua as condições de funcionamento do transporte intermunicipal.

O promotor de Justiça Antônio Alceste Callil de Castro, disse que o objetivo é chamar as partes envolvidas para selar compromissos na solução das reclamações constantes que chegam ao MP quanto à segurança, demora, superlotação e alterações no itinerário da linha que leva e traz da capital.

A prefeitura garantiu que vai construir ainda neste semestre paradas de ônibus para dar conforto aos usuários. Já a Petroacre se comprometeu a realizar estudo que abranja a economicidade e o impacto na alteração das rotas, que será apresentado no prazo de 30 dias.

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Cotidiano

Com dez mortos, vigilantes do Acre pedem prioridade na vacina contra Covid-19

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O Sindicato dos Vigilantes do Acre quer incluir a categoria entre os prioritários para a vacinação da Covid-19. Segundo o sindicato, 10 profissionais de diferentes faixas etárias já morreram com a doença nesta pandemia.

O presidente do sindicato, Nonato Santos, disse ao ac24horas na manhã desta quinta-feira (28) que ao menos 1,2 mil vigilantes tem de ser imunizados em todo o Estado porque estão na linha de frente do contato interpessoal nas instituições.

“Somos os primeiros que as pessoas procuram nos bancos, nos hospitais. Dez trabalhadores faleceram com a doença e por isso a prioridade”, disse Nonato.

Ele estará encaminhado à Secretaria de Saúde ainda nesta quinta-feira o pedido para inclusão da categoria nos primeiros a receber o imunizante.

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Cotidiano

Seringal Bier nega que tenha antecipado horário de abertura para tentar driblar decreto

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O jornalista Altino Machado usou as redes sociais nesta quarta-feira, 27, para criticar a forma como o Seringal Bier, famoso bar de Rio Branco, anunciou abertura do seu horário de funcionamento.

No card da empresa, a frase: “Não tem lero-lero! 17h – Barracão abre/22h Barracão Fecha”, suscitou críticas do jornalista. Para Altino, a frase significa “nós vamos fazer a festa”, salientou.

Ao ac24horas, a Seringal Bier negou que tenha antecipado horário de abertura e salientou que sempre funcionou com esse horário.

“Não estamos abrindo mais cedo. Este sempre foi nosso horário normal de funcionamento. Desde a inauguração em 11/2019 abrimos às 17h nas quartas, quintas, sextas e domingos, e nos sábados abrimos às 11h com feijoada. A diferença agora é que fechamos mais cedo. Isso você pode constatar em todas as nossas postagens de meses atrás e ver que nosso horário de abertura não mudou. Adotamos desde o início da pandemia todos os protocolos de seguranças, oferecemos gratuitamente máscaras e álcool gel para todos os clientes, as mesas estão com distanciamento de 2,5m, priorizamos o nosso espaçoso ambiente ao ar livre, não permitimos cia ilação dentro do ambiente sem máscaras, nossa equipe está treinada e atenta para higienização frequente dos espaços”, afirmou.

Mesmo sem citá-lo, a empresa dispara críticas ao post do jornalista Altino Machado. “Não estamos promovendo nenhuma festa nem aglomeração, estamos com nossas atividades normais. O que um pseudo jornalista tem feito é distorcer totalmente os fatos e usar nossas fotos sem autorização para nos denegrir, mas isso já foi passado para o nosso jurídico que está tomando as medidas cabíveis. Temos 30 famílias que dependem diretamente da nossa empresa, não demitimos absolutamente ninguém durante toda a pandemia e os salários estão em dia”, destacou.

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Cotidiano

Quanto tempo depois de tomar a vacina contra a Covid-19 estaremos imunizados?

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A chegada das primeiras doses das vacinas contra a Covid-19 para o público prioritário é o primeiro passo para o fim da pandemia, mas não significa proteção imediata aos vacinados. Segundo especialistas ouvidos pelo G1, a proteção começa, em média, duas semanas após a aplicação da segunda dose no paciente.

Este também foi o intervalo de tempo usado nos testes clínicos das duas vacinas disponíveis no Brasil, a Coronavac e a vacina de Oxford, para medição da resposta imune dos vacinados, segundo Renato Kfouri, presidente do departamento de imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria. Por isso, os dados de eficácia das duas vacinas foram medidos nesse período.

“Se uma pessoa que tomou a vacina se infectar antes desse tempo, não quer dizer que a vacina falhou, mas que não deu tempo do sistema imunológico criar a resposta imune”, explica Kfouri.

Nesta semana, um secretário municipal de Manaus foi diagnosticado com a Covid-19 seis dias depois de ter se vacinado. Por este motivo, os médicos recomendam que todos os cuidados para evitar a disseminação do vírus sejam mantidos mesmo após a vacinação, como o uso de máscara e a higienização das mãos.

Como funciona a resposta imune

Para ficar protegido da doença, o sistema imunológico precisa criar a imunidade protetora, composta por anticorpos neutralizantes, que impedem a entrada do vírus na célula.

“Com duas semanas, já se detecta a proteção, mas a maior quantidade de anticorpos é registrada um mês após o término da vacinação, com variações individuais”, explica Mônica Levi, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Este tempo de resposta pode variar de pessoa para pessoa de acordo com faixa etária e o sistema imunológico, segundo Levi, e também por aleatoridade, segundo Luiz Vicente Rizzo, diretor superintendente de pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein. “Tem uma parte da nossa resposta imune que é determinada por aleatoriedade (chance)”, diz o médico.

Além dos anticorpos, o nosso corpo também produz resposta imune celular. No caso da Covid-19, essa resposta depende das células T (ou linfócitos T), explica Rizzo. Essas células produzem ação antiviral por meio da produção de citocinas ou da eliminação de células infectadas. Segundo o médico, a resposta celular pode demorar um pouco mais para aparecer do que a criação de anticorpos, mas este tempo não foi medido nos testes clínicos.

A resposta celular é a principal diferença entre as cinco principais vacinas contra a Covid-19, segundo Carlos R. Zárate-Bladés, pesquisador do Laboratório de Imunorregulação da Universidade Federal de Santa Catarina. De acordo com o pesquisador, é possível separá-las em dois grupos: em um deles, a Coronavac, que tem uma resposta celular mais fraca; no outro, as vacinas de Oxford, Pfizer, Moderna e Sputnik, com forte resposta imune celular.

Efeito da primeira dose

Entre as vacinas disponíveis no Brasil, a de Oxford foi a única que mediu a proteção adquirida depois da primeira dose. De acordo com os dados publicados, a eficácia da vacina é bem semelhante para quem tomou apenas uma dose e para tomou as duas: cerca de 70%. O que muda é a duração da proteção.

Os resultados dos testes da vacina, publicados na revista científica “The Lancet”, mostraram que a eficácia foi medida 21 dias depois da aplicação da primeira dose da vacina, o que significa que há “uma proteção de curta duração após a primeira dose”.

Segundo os especialistas, a segunda dose da vacina garante uma maior duração da proteção, embora estudos ainda não tenham descoberto quanto tempo ela pode durar.

Já a Coronavac não mediu eficácia com uma dose nos testes clínicos realizados no Brasil. Por isso, não é possível saber se a vacina é capaz de oferecer proteção, mesmo que de curta duração. Mas o intervalo mínimo entre as doses (14 dias) é praticamente o mesmo tempo que o corpo leva para criar a resposta imune.

Adiar a segunda dose pode ser uma boa estratégia de imunização?

Alguns países analisam esperar o prazo máximo de intervalo para aplicar a segunda dose para garantir que mais pessoas se vacinem. Segundo Zárate-Bladés, está é uma estratégia válida desde que se respeite o prazo máximo.

“Quando recebemos a primeira dose, já começamos a gerar uma resposta. Mas se terminamos em situação em que damos a primeira pra todo mundo, mas falta a segunda, as pessoas vão ficar expostas e isso pode gerar um problema maior.”

O intervalo de aplicação entre as doses das duas vacinas é de 2 a 4 semanas para a Coronavac e de 4 a 12 semanas para a vacina de Oxford.

Caso a segunda dose atrase, uma parte das pessoas pode perder a imunização primária, diz Rizzo. “O sistema imunológico está o tempo inteiro respondendo desafios. Ele tem tendência a ignorar coisas que não são tão importantes. Uma vacina não é a mesma coisa que uma infecção, o vírus está inativado, a gente precisa enganar o sistema para ele pensar que é uma infecção de verdade. Se não der o reforço na hora certa, corre-se o risco de que o sistema imunológico se esqueça da primeira dose”, explica.

No caso do Brasil, o que preocupa é a pouca quantidade de doses da vacina e a falta do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) para a produção de novas doses, diz Levi. “Uma temeridade é fazer isso no momento que o Butantan está sem IFA e a fabricação está parada”, avalia.

Para a imunologista, esta estratégia é mais eficaz para conter a infecção em comunidades restritas. “Se vacinar muita gente dentro de uma comunidade, ou um local com alta transmissibilidade, vai haver um controle mais rápido. Com a população indígena, priorizaram fazer de uma vez porque a vacinação fracionada pode gerar mais risco de disseminação uma vez que tem mais profissionais da saúde indo e voltando”, explica. Para grandes cidades, o impacto é menor uma vez que as doses disponíveis são insuficientes para se criar imunidade de rebanho.

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