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Projeto do Acre que monitora qualidade do ar é finalista no Prêmio Innovare

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Foto: Reprodução Rede Amazônica

O projeto de monitoramento da qualidade do ar, iniciativa coordenada pelo Ministério Público do Estado do Acre, foi indicado entre os dois finalistas da 17ª edição do Prêmio Innovare.

Com a primeira unidade instalada em maio de 2019, na sede do MPAC em Rio Branco, o sistema, apresentado à instituição pelo pesquisador da Ufac Irving Foster Brown, tem como principal instrumento tecnológico um aparelho medidor de fumaça.

O sensor monitora em tempo real a poluição atmosférica e fornece aos órgãos ambientais informações precisas sobre as queimadas, disponibilizando também os dados via internet aos cidadãos.

Atualmente, além da capital, todos os municípios do interior do estado possuem medidores instalados. Os equipamentos foram adquiridos graças a um termo de Cooperação assinado entre o MP acreano e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), ligada à Ufac. A aquisição dos equipamentos teve a colaboração do Poder Judiciário acreano, por meio de recursos oriundos das penas pecuniárias.

Em parceria com o Centro de Pesquisa Woods Hole, o MPAC recebeu, em agosto deste ano, mais 30 sensores, dos quais 8 foram doados para os Ministérios Públicos da Amazônia Legal, ampliando o sistema de monitoramento para coletar dados de toda a região. A doação foi formalizada pela procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, durante encontro de Procuradores-gerais de Justiça da Amazônia Legal, ocorrido dia 12 de agosto em Belém, quando também foi assinado o Acordo de Resultados em Defesa da Amazônia.

“Essa é uma iniciativa muito importante para o MPAC e o meio ambiente. Essa doação consolidou a nossa parceria com o instituto global do Ministério Público para o ambiente, na defesa e proteção dos recursos naturais. Foi com extrema alegria que o MP do Acre levou esse projeto aos demais MPs da região amazônica, o que representa o início de uma verdadeira força-tarefa do Ministério Público brasileiro no combate às queimadas na Amazônia”, disse a PGJ.

Criado em 2004, o prêmio visa estimular e disseminar práticas que colaboram para aprimorar a Justiça. A premiação é mantida pelo Instituto Innovare, uma associação sem fins lucrativos, em parceria com entidades públicas, de classes empresariais.

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