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Morador tenta defender vizinhos de assalto e acaba morto tiro na cabeça

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Onézemo Magno Ribeiro, 34 anos, foi morto a tiros na noite desta quarta-feira, 28, após tentar defender uma família de criminosos que queriam roubar uma residência localizada na Travessa Maçã, situada no bairro Belo Jardim I, região do Segundo Distrito de Rio Branco.

De acordo com a polícia, quatro homens não identificados que estavam armados chegaram em uma residência, adentraram, anunciaram o assalto e renderam uma família.

Ao perceber a situação, a vítima, que morava na região, avisou outros vizinhos, pegou um terçado e entrou na residência onde estava acontecendo o roubo para ajudar a família.

Onézemo partiu para cima de um dos criminosos e conseguiu desferir um golpe no bandido. No entanto, foi ferido com dois tiros que atingiram seu pescoço e cabeça.

Após a ação, os criminosos fugiram do local sem roubar nada da casa. A ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, mas quando os paramédicos chegaram ao local, Onézemo que já se encontrava morto.

A área foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos do Perito em criminalística. O corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavérico.

O caso segue sob investigação dos Agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Cotidiano

Nicolau Júnior participa de solenidade da troca de bandeiras nos 59 anos do Acre

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O estado do Acre completa 59 anos de emancipação política nesta terça-feira (15). A data é celebrada pelo governo do estado com uma troca de bandeiras no mastro que fica no Calçadão da Gameleira, localizado no Segundo Distrito de Rio Branco.

O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Nicolau Júnior (Progressistas), participou da cerimônia ao lado do governador Gladson Cameli e de outras autoridades.

No início da solenidade o governador soltou balões verdes e amarelos em memória às vítimas da Covid-19 deste ano e também como homenagem aos sobreviventes da pandemia.

Em seu pronunciamento, o presidente da Aleac homenageou o povo acreano. O parlamentar destacou ainda as dificuldades enfrentadas pela população neste momento de pandemia.

“Estamos aqui para prestar reverência a esta data alusiva ao aniversário do nosso estado querido e, nesta data especial, eu não poderia deixar de saudar o povo acreano pelas lutas travadas até aqui. Foram muitas batalhas e vitórias memoráveis. Eu, como filho do Juruá e presidente do Poder Legislativo do Acre, tenho muito orgulho de ser acreano e de tudo que construímos até aqui”, enfatizou.

O progressista frisou ainda a união dos Poderes e o esforço do governador Gladson Cameli no combate à Covid-19. “Esses dois últimos anos serviram para nos mostrar o quanto a união faz a diferença. E é dessa forma que pretendemos seguir. Unidos. Gostaria de agradecer ao nosso governador, ele se mantém forte diante dos obstáculos, enfrentando os problemas de frente e isso tem feito toda a diferença. Eu sigo na Aleac para ajudar no que for preciso para garantir o bem-estar do nosso povo e o desenvolvimento do Estado. Dias melhores virão. Eu creio”, disse.

Em sua fala, o governador Gladson Cameli enfatizou que o Acre tem uma das mais belas histórias entre os entes da Federação. “O dia de hoje é uma das datas mais celebradas pelo povo do Acre. São muitas conquistas e grandes batalhas. Uma das mais belas histórias de garra, brasilidade e determinação que o país tem. Agradeço a Deus por ser governador neste momento. Agradeço a Deus por esse momento que ele e o povo do Acre me concederam. Ser governador do Acre é uma honra”, disse.

Ao falar sobre a pandemia de Covid-19, o governador se solidarizou com as vítimas da pandemia. “Há um ano nós inauguramos o primeiro hospital de campanha. Não imaginávamos que o caminho a seguir seria longo, me passa um filme na cabeça. Mas, graças à união de todos, conseguimos dar a mão para quem precisava. Conseguimos, nesta pandemia, unir as pessoas e isso não tem preço. Eu sigo com esperança, tenho fé que não haverá uma terceira onda do vírus”, disse.

O Acre foi elevado à categoria de Estado em 1962, quando o então presidente do Brasil, João Goulart, assinou em Brasília (DF) a lei que elevou o território federal do Acre a estado. A lei foi criada pelo deputado federal José Guiomard dos Santos.
A bandeira do Acre foi feita durante o período da Revolução Acreana, durante o governo de Luís Galvez Rodriguez de Arias, de 1899 a 1900.

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Cotidiano

Foragido da justiça acusado de agredir e estuprar a própria esposa é preso em Feijó

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A Policia Civil de Feijó capturou na tarde desta terça-feira, 15, um homem de 36 anos, suspeito de estuprar e ameaçar a companheira no km 48 da BR-364, Seringal Santa Cruz, entre as cidades de Feijó e Manoel Urbano, interior do Acre.

A denúncia foi feita pela própria vítima à Polícia Civil que representou e pediu a prisão do suspeito, que estava foragido da justiça pelo crime de porte de arma de fogo e álcool zero.

De acordo com delegado Railson Ferreira, o individuo deverá ser ouvido pela polícia na próxima quarta-feira (16) e ser encaminhado para o presídio de Tarauacá posteriormente.

A vítima foi abusada e ameaçada pelo marido ainda na sexta-feira (11). De acordo com a autoridade policial a mulher revelou que sempre sofreu agressões, ameaças e insultos do marido, mas decidiu denunciá-lo após a pratica de abuso sexual contra ela. Ele já era foragido do sistema prisional.

A vitima, sua própria esposa, relatou que sofria várias agressões e depois do estupro, saiu da zona rural e veio denunciar o autor.

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Cotidiano

Violência psicológica e financeira são as mais comuns contra idosos em Rio Branco

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Segundo o Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, no Acre, em 2020, foram recebidas 246 denúncias de violência contra a pessoa idosa, totalizando 973 violações de direitos.

De janeiro a junho deste ano já são 71 denúncias, sendo identificados 291 direitos violados. 81,69% das denúncias recebidas eram relacionadas ao sexo feminino, sendo que em 47,89% das denúncias o suspeito de agressão era do sexo masculino.

As violências contra a pessoa idosa podem ser visíveis ou invisíveis. As visíveis são as mortes e lesões. As invisíveis são aquelas que ocorrem sem machucar o corpo, mas provocam sofrimento, falta de esperança, depressão e medo. A violência contra a pessoa idosa pode assumir várias formas e ocorrer em diferentes situações.

Um estudo feito com 290 idosos, acompanhados na atenção primária à saúde de Rio Branco, no período 2016-2017, a violência psicológica foi mais prevalente na amostra (30,6%), seguida da violência financeira (25%) e física (17,2%). As variáveis de segurança de bairro, renda familiar, síndrome de fragilidade, depressão, câncer, acidente vascular cerebral, raça ou cor e excesso de bebida alcoólica foram os fatores associados à prevalência de violência geral.

“Evidenciou-se uma alta prevalência de violência geral nos idosos estudados, com percentual de 52,6% e os fatores associados foram, majoritariamente, relacionados a uma saúde fragilizada. Defende-se que estratégias de promoção do envelhecimento saudável possam também auxiliar no enfrentamento da violência contra a população idosa”, diz Polyana Bezerra, autora da pesquisa, docente da Universidade Federal do Acre, em entrevista à Agência de Notícias do Acre.

Os abusos físicos constituem a forma de violência mais perceptível aos olhos dos familiares, nem sempre o agressor irá cometer agressões que sejam tão perceptíveis como situações de espancamento que promovam lesões ou traumas que possam chamar a atenção das pessoas. Em algumas situações, os abusos são realizados na forma de beliscões, empurrões, tapas ou agressões que não evoluem com sinais físicos.

A violência psicológica é quando os atos praticados são agressões verbais, tratamento com menosprezo ou qualquer ação que traga sofrimento emocional como humilhação, afastamento do convívio familiar ou restrição à liberdade de expressão.

Para enfrentar essa dura realidade, o Acre aderiu ao Junho Violeta, campanha de combate à violência contra a pessoa idosa.

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Cotidiano

Governo realiza cerimônia de exposição “Um voo pela história da Aviação do Acre”

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No fim da tarde desta terça-feira (15) ocorreu o lançamento da reposição 1936: ‘A trajetória, um voo pela história da aviação do Acre’, no Memorial dos Autonomistas, em Rio Branco.

A exposição fotográfica tem como objetivo resgatar fragmentos históricos, através de fotografias de um período ao qual para o desenvolvimento eram necessárias “asas”. A mostra conta com uma réplica da aeronave Douglas C-47B Skytrain, de propriedade da Força Aérea Brasileira (FAB), feita pelo artista plástico Darci Sales. O aeroplano estará localizado na Praça dos Seringueiros, entre o Memorial e o Palácio Rio Branco. A exposição ficará disponível do dia 15 a 27 de junho.

De acordo com o governador Gladson Cameli é uma honra o Acre ser o primeiro estado da região norte a receber a réplica do JAS F39 Gripen. “Fico muito feliz. Quero agradecer a equipe que ajudou a fazer esse evento. Sou grato a Deus por tudo”, declarou.

Já o brigadeiro do Acre, Luiz Guilherme Magalhães, parabenizou o governo do Estado pela realização da exposição de aeronaves. Segundo ele, a iniciativa engrandece o Acre.

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Segundo informações do governo, a exposição segue de maneira cronológica, desde o governo de Martiniano até o ano de 2021.

O presidente da FEM, Manoel Pedro (Correinha), conta que a curadoria da exposição foi um trabalho desafiador, porém extremamente gratificante.

“Esse é um grande momento para a história e para a cultura do Acre. A gente espera que a população possa voar ao passado junto com a gente”, ressalta.

História

Guiomard Santos trouxe o avião como transporte oficial. Em 1940 o primeiro aeroporto é construído. O primeiro campo de aviação do estado foi uma decisão de progresso tomada pelo atual governador da época, Martiniano Prado, que sentiu a necessidade de progresso na aviação do estado.

O governador convocou a população para construir a primeira pista do estado em 1936. O hidroavião Junker – W-34 chegou em solo acreano como o primeiro avião monomotor, batizado de Taquary por pousar no estirão do Bagé, área onde hoje está situado o bairro Taquari. Isso só foi possível pelos esforços do interventor Manoel Martiniano Prado, que negociou com empresas que possuíam hidroaviões para pousar no rio. Neste período o Acre não fazia parte do estado brasileiro: era apenas um território.

1936: A trajetória – um voo pela história da aviação no Acre

O brigadeiro do ar Luiz Guilherme da Silva Magarão participa da abertura da exposição “1936: A trajetória – um voo pela história da aviação no Acre”, que trouxe, pela primeira vez à Região Norte, a réplica da aeronave Caça F-39, de propriedade da Força Aérea Brasileira (FAB), em alusão a comemoração dos 59 anos de elevação do Acre à categoria de Estado, celebrado neste 15 de junho. A cerimônia de abertura da exposição ocorreu às16 horas.

A réplica do novo avião-caça da Força Aérea Brasileira (FAB), o F-39 Gripen, vai ficar estacionado ao lado do Memorial dos Autonomistas, no centro de Rio Branco, até domingo, dia 27. Ele é considerado um dos modelos mais modernos no campo da aviação militar.

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