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Qual o tamanho ideal do pênis? Especialistas esclarecem dúvidas

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No universo masculino o pênis é considerado um dos órgãos mais importante do corpo humano. Quando se trata do tamanho do membro reprodutor é inevitável que os homens associem o comprimento com a masculinidade. Para muitos, é por meio do tamanho do membro que os homens podem ocasionar mais prazer para as mulheres na hora do ato sexual. Especialista e estudos explicam a relação dos homens com o pênis.

Em quase todas as sociedades patriarcais o tamanho do pênis está associado a forma e a potência deferida ao homem, na cultura ocidental o homem é quem assume a liderança da vida e da sexualidade. Na antiguidade, os homens eram respeitados pelo tamanho de seu membro, por isso criou-se a cultura masculina de que o tamanho do órgão reprodutor é uma das temáticas mais importantes quando se trata se sua sexualidade e também sua relação externa com as mulheres.

Embora a temática seja recorrente na vida masculina, o médico urologista Dr. Eugênio Rocha, destacou que o tamanho do pênis não está ligado a um bom desempenho sexual como muitos acreditam.

“Essa associação é um equívoco cultural, no entanto não há estudos que comprovem que homem com pênis maiores proporcionam mais prazer para as mulheres. O desempenho sexual só será comprometido se o homem estiver inseguro quanto ao ato o que provoca nervosismo e complexos que podem a pessoa a não concluir o sexo, o tamanho do pênis não é um desses fatores”, revela Rocha.

Comprovação científica

De acordo com estudos, muitos homens sofrem do distúrbio dismórfico corporal, em que muitos acreditam que não importa o tamanho do membro ele sempre será pequeno e insuficiente para suas companheiras. Em 2014, uma revisão de 20 pesquisas analisou os pênis de mais de 15 mil homens e concluiu que as médias de tamanho dos membros flácidos eram de 9,16 cm, esticado de 13,24 cm, ereto de 13,12 cm.

Já os estudos mais recentes publicados em 2018, um grupo de urologistas fez uma revisão de 17 estudos sobre o assunto e concluiu que existem poucos dados sobre a melhor técnica para medir o comprimento do pênis e por esse motivo há uma variação significativa nas dimensões dos pênis. Os resultados mostraram que comprimentos médios dos pênis flácidos em alguns estudos variavam de 8,21 cm a 8,8 cm, esticado era de 10,88 cm a 12,4 cm, e ereto era de 12,9 cm a 13,01 cm.

“Normalmente o pênis varia de 5 a 10 cm quando está totalmente flácido, com cerca de 2 cm de diâmetro. Durante a ereção o tamanho pode chegar a 12 cm e 3 cm de diâmetro. A orientação para os homens que se sentem inseguros quanto ao tamanho do seu membro podem procurar um urologista que esclareça as dúvidas e inseguranças sobre a temática”, esclarece o especialista.

O urologista destacou ainda que as brincadeiras, crenças e preconceitos voltados ao tamanho do pênis podem ser prejudiciais aos homens, criando insegurança na hora da relação sexual durante a vida adulta e pode ser confundido como uma anomalia do pênis.

“O que existe são situações de micro pênis, no entanto a patologia é identificada ainda na fase infantil do homem, em que o membro passa a se desenvolver. Questões como essas devem ser anuladas, pois cada indivíduo se desenvolve de uma maneira particular e existem outras situações que podem resultar em uma boa relação sexual”, explica o médico.

Para as mulheres o tamanho importa?

Em 2012, um outro estudo britânico reuniu 300 mulheres identificou que 60% afirmaram que o tamanho do pênis não faz diferença, no entanto ressaltaram a preferência por pênis mais longos.

Já para outras mulheres, como a acadêmica de enfermagem, que não se identificar, o que realmente importa é o desenvolvimento do parceiro na hora do sexo.

“O sexo não se resume a pênis grande, o orgasmo da mulher está diretamente ligado aos toques, movimentos e até mesmo o sexo oral, que para mim é mais prazeroso que a penetração. Acredito que os homens podiam deixar o tamanho do pênis de lado e se aprofundarem em outras orientações sexuais”, analisou.

Tamanho do pênis de Jason Derulo em fantasia viraliza nas redes sociais

O rapper Jason Derulo viralizou no TikTok, em maio deste ano, ao postar um vídeo fantasiado de Homem-Aranha. Apesar dos efeitos especiais impecáveis, o que chamou a atenção dos internautas foi o volume destacado pela calça apertada do personagem.

O resultado do desafio feito por Derulo foi visto mais de 2,6 milhões de vezes e recebeu nada menos que 7 mil comentários no aplicativo. Desde que entrou no TikTok, ele já conquistou 20 milhões de seguidores e 300 milhões de curtidas, entre vídeos de dancinhas sensuais e pegadinhas.

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Acre segue com tendência de crescimento de síndromes respiratórias

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Mantendo o previsto nas duas últimas edições, o novo boletim da Fiocruz divulgado nesta quinta-feira (2) indica que o Acre segue tendência de crescimento nas síndromes respiratórias agudas graves pelas próximas semanas.

A mais nova edição do Boletim InfoGripe é referente à Semana Epidemiológica 47 (de 21 a 27 de novembro), e mostra que 13 das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): Além do Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo mostram tendência de crescimento das SRAGs.

Destes, os que mais chamam a atenção são Pará, Ceará e Rio de Janeiro. No dado nacional, embora se mostre como um crescimento leve, podendo ser compatível com cenário de oscilação em torno de valor estável, a análise por faixa etária indica se tratar de aumento em todas as faixas etárias abaixo de 60 anos. A análise foi feita tendo como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até 22 de novembro.

De acordo com o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, ”na população com 30 anos ou mais o crescimento é relativamente pequeno, sendo mais expressivo e presente desde novembro em crianças, adolescentes e jovens adultos (20-29 anos)”. No caso das crianças (0-9 anos), os resultados laboratoriais associados a esses casos seguem apontando predomínio de vírus sincicial respiratório (VSR), que acompanha a tendência de aumento de SRAG nessa faixa etária. No caso dos adolescentes (10-19 anos) e jovens adultos (20-29 anos), se mantém majoritariamente associados à Covid-19.

Embora mais da metade das 27 unidades federativas apresentem sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a semana 47, em parte delas o cenário de crescimento recente ainda é compatível com oscilação em torno de um valor estável.

Rio Branco está fora da lista de capitais com tendência de aumento das SRAGs nas próximas semanas.

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Bolsonaro comemorou quando Lula foi solto, diz Moro

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O ex-juiz Sergio Moro (Podemos) disse nesta quinta-feira (2) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) comemorou quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi solto da prisão, em 2019. Em entrevista à Jovem Pan Paraná, o ex-ministro da Justiça afirmou que Bolsonaro não tentou reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, por 6 votos a 5, pôs fim à prisão de condenados em segunda instância.

No dia seguinte à decisão da Corte, o petista foi solto na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Curitiba, após determinação da Justiça Federal.

“O que a gente sabia é que o Planalto, o presidente comemorou quando o Lula foi solto em 2019 porque ele entendia que aquilo beneficiava ele literalmente. Então, ele não trabalhou para manter a execução em segunda instância”, disse Moro.

Ainda conforme o ex-juiz, Bolsonaro começou a sabotar todas as suas ações no ministério. O presidente também não teria cumprido com a palavra de que ninguém, mesmo membros do governo, seriam poupados de quaisquer investigações.

“Ele não fez nada disso. Ao contrário, começou a sabotar o que eu fazia. Até que chegou em um momento que eu simplesmente saio [do ministério]”, afirmou.

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PIB do Brasil cai 0,1% e país entra em recessão econômica

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No terceiro trimestre de 2021, o PIB variou -0,1% frente ao trimestre anterior, na série com ajuste sazonal. A Agropecuária caiu 8,0%, a Indústria ficou estável (0,0%) e os Serviços subiram 1,1%.

Entre as atividades industriais, houve quedas de 1,1% em Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, de 1,0% nas Indústrias de transformação e de 0,4% nas Indústrias extrativas. Apenas a Construção (3,9%) apresentou crescimento.

Os números foram divulgados nesta quinta-feira (2) pelo IBGE.

Nos Serviços, registraram alta: Outras atividades de serviços (4,4%), Informação e comunicação (2,4%), Transporte, armazenagem e correio (1,2%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,8%). As Atividades imobiliárias (0,0%) ficaram estáveis, ao passo que houve variações negativas em Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,5%) e Comércio (-0,4%).

Pela ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo teve variação negativa de 0,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior. A Despesa de Consumo das Famílias teve expansão de 0,9% e a Despesa de Consumo do Governo cresceu 0,8%.

No setor externo, tanto as exportações de Bens e Serviços (-9,8%) quanto as Importações de Bens e Serviços (-8,3%) tiveram quedas em relação ao segundo trimestre de 2021.

Em relação a igual período do ano anterior, o PIB cresceu 4,0% no terceiro trimestre de 2021. O Valor Adicionado a preços básicos teve alta de 3,7% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios subiram 6,2%.

Entre as atividades, a Agropecuária caiu 9,0% em relação a igual período de 2020. Esse resultado explica-se, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e apresentaram retração na estimativa de produção anual e perda de produtividade: café (-22,4%), algodão (-17,5%), milho (-16,0%), laranja (-13,8%) e cana de açúcar (-7,6%). Além disso, as estimativas para Pecuária também apontaram um fraco desempenho dessa atividade no trimestre analisado.

A Indústria cresceu 1,3%. Entre suas atividades, a Construção apresentou o melhor resultado no volume do valor adicionado (10,9%), corroborada pelo aumento da ocupação nessa atividade. As Indústrias extrativas também cresceram (3,5%) em relação ao terceiro trimestre de 2020, puxadas pela alta na extração de minério de ferro.

A atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, por sua vez, caiu 4,6%, com a piora nas bandeiras tarifárias, devido à escassez hídrica nacional. Da mesma forma, as Indústrias de transformação caíram 0,7%, influenciadas, principalmente, pelas quedas na fabricação de produtos alimentícios, móveis, bebidas, material elétrico e equipamentos de informática.

O valor adicionado de Serviços avançou 5,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque para a alta de Informação e comunicação (14,8%), Outras atividades de serviços (13,5%) e Transporte, armazenagem e correio (13,1%).

Cresceram também: Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (2,9%), Comércio (2,8%) e Atividades imobiliárias (1,7%). Apenas as Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-1,3%) caíram, afetadas pelo aumento dos sinistros, em especial, no caso dos planos de saúde.

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Fronteira com o Acre, Pando já enfrenta 4ª onda de Covid-19

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O médico Danny Hugo Mendoza Ojopi, diretor técnico do Serviço Departamental de Saúde (Sedes) vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social do Governo de Pando, na Bolívia, informou recentemente que o departamento vizinho ao Acre está na terceira semana da quarta onda de Covid-19.

No município de Porvenir, cuja sede fica a 35 quilômetros de Cobija, foi registrada uma morte nos últimos dias de um paciente positivado para o coronavírus. Desde agosto passado não eram registrados óbitos em Pando. A vítima, um jovem de 17 anos, não tinha tomado nenhuma dose da vacina contra a Covid-19.

Pando tem um acumulado de 7.087 casos de Covid-19 desde o começo da pandemia, com 325 mortes. A esmagadora maioria desses casos, 5.354, se concentra em Cobija, a capital do departamento, que faz fronteira com as cidades acreanas de Brasiléia e Epitaciolândia.

O diretor Danny Hugo Mendoza também afirmou que as atividades de testagem em massa para a população em geral e vacinação são realizadas em todas as unidades de saúde do departamento como parte do plano de contenção da comunidade para quarta onda do Covid-19.

A informação da saúde boliviana preocupa no lado acreano por conta do trânsito livre entre os dois países, especialmente depois da confirmação da chegada da nova cepa batizada de ômicron. Com uma situação de aparente tranquilidade, várias cidades acreanas programam realizar eventos populares na virada do ano.

O governo do Acre, depois de confirmar que realizaria a festa de réveillon em Rio Branco, após um ano sem a comemoração, voltou atrás e afirmou, nesta segunda-feira (29), que analisa se o evento vai realmente acontecer. O pedido de prudência com o assunto foi feito pelo governador Gladson Cameli à sua equipe.

No começo de novembro, o secretário de Empreendedorismo e Turismo (SEET) do Acre, Jhon Douglas da Costa Silva, afirmou que a festa seria realizada em parceria com a prefeitura da capital, por meio da Fundação Garibaldi Brasil, que estudava fazer a festa de réveillon em dois locais: na Gameleira e no Mercado Velho.

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