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Semeia diz que não houve crime ambiental em árvore da Gameleira

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A denúncia divulgada por meio de vídeo no final desta semana alertando para um possível crime ambiental contra uma árvore centenária na região da Gameleira, Centro de Rio Branco, não procede. Segundo a prefeitura de Rio Branco, o que se pode constatar após fiscalização e relatório da secretaria municipal de Meio Ambiente (Semeia), é que a árvore sofreu um rompimento da fibra e um dos galhos caiu.

“Ela estava ocada e cometeu um dano ao patrimônio que tem ao lado”, disse o secretário Aberson Souza, durante coletiva concedida na manhã deste sábado (12). Populares informaram que o vendaval que ocorreu na madrugada da última quinta-feira teria ocasionado a queda e atingido o telhado de um bar na região.

“O Corpo de Bombeiros veio, retirou os pedaços garantindo a proteção de todos, e rolou [o galho] em pequenos pedaços para fazer o manejamento do resíduo”, afirma Souza. A prefeitura garante que, neste momento, não houve crime ambiental. “A própria árvore, por si só, pelo seu tempo de vida, rompeu suas fibras por conta de que estava ocada”.

O município assegura que sabe da importância das árvores centenárias para a história da cidade. “Fazemos acompanhamento e poda de árvores históricas. Quando elas criam proporção desregular, fazemos poda com um trabalho coordenado com o Corpo de Bombeiros”.

Por fim, a secretaria afirma que quando não dá para perceber que a planta está ocada por dentro, a mesma pode ocasionar possíveis problemas aos transeuntes. “Corria risco de causar acidente na passagem da Gameleira. Constatamos que não houve crime ambiental praticado neste momento”.

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Acre

Bittar critica presidente francês por fala sobre soja na Amazônia

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O senador do Acre Márcio Bittar afirmou nesta sexta-feira (15), que o “Brasil deve proteger seus interesses” e não se preocupar com as declarações do presidente da França, Emmanuel Macron, sobre boicotar a soja brasileira por conta de desmatamento na Amazônia. Para ele, o Brasil é “exemplo de política ambiental” e quem diz o contrário quer, na verdade, “encobrir a incapacidade de competir com o campo brasileiro”.

Nesta semana, Macron, afirmou que “continuar dependendo da soja brasileira é endossar o desmatamento da Amazônia”.

“Quando importamos a soja produzida a um ritmo rápido, a partir da floresta destruída no Brasil, nós não somos coerentes. (….) Nós precisamos da soja brasileira para viver? Então nós vamos produzir soja europeia ou equivalente”, completou.

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Acre

Xapuri tem recorde de casos diários de Covid-19 na pandemia

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O município de Xapuri registrou nesta sexta-feira, 15, o maior número de casos diários de covid-19 desde a chegada da pandemia, em 27 de abril do ano passado.

Foram 50 novas confirmações, levando o total para 2.127 casos positivos, de acordo com o último Boletim da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).

Esses novos números ainda não foram carregados no banco de dados da Secretaria de Estado de Saúde (Boletim Sesacre), que mostra Xapuri com 1.967 casos confirmados e 14 óbitos.

Os dados do Boletim Municipal já indicam que 16 pessoas morreram no município em decorrência de complicações da covid-19 desde o começo da pandemia.

A média diária de casos confirmados nos últimos 5 dias também é a maior desde o início da crise sanitária do novo coronavírus. Foram 32 casos por dia entre a última segunda, 11, e esta sexta-feira, 15, totalizando 160 no período.

O município de Xapuri ainda possui 35 casos em análise no Laboratório Central de Rio Branco (Lacen), 111 pessoas sendo monitoradas pela equipe municipal de saúde como casos suspeitos.

O boletim municipal ainda registra a ocorrência de 2 internações hospitalares e 1.729 altas médicas. Seguem em tratamento e isolamento domiciliar 398 pacientes.

Pelos dados do Boletim Sesacre, Assis Brasil e Xapuri apresentam as maiores incidências de covid-19 no Acre, com 10.233,6 e 10.037,8/100.000 habitantes, respectivamente.

Com a atualização pela Sesacre dos novos números registrados em Xapuri, o município deverá assumir a primeira colocação em incidência da doença no estado.

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Acre

Gladson mostra estoque de seringas e diz que só falta a vacina

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No depósito da Sesacre, o governador Gladson Cameli (Progressistas) garantiu na tarde desta sexta-feira, 15, que todos os procedimentos de logística para a distribuição da vacina estão prontos, restando apenas a chegada do imunizante e o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de qual será usado na população.

No Instagram, Cameli mostrou o estoque de seringas do Estado e as câmaras frias que serão utilizadas para o armazenamento do imunizante. Ele voltou a ressaltar que o Acre está preparado para a vacinação contra à covid-19 e colocou como meta vacinar em torno de 20% da população acreana até a primeira quinzena do próximo mês de fevereiro de 2021.

“Nós estamos preparados, tá aqui as seringas. Por qual, e eu não sei o motivo de alguém dizer a nível nacional, que a gente não teria a quantidade de seringas para poder receber a vacina para imunizar a população, estão aqui elas. Quero agradecer a equipe da saúde do Acre por todo o empenho. Esperamos o anúncio oficial para receber o imunizante. Não vou poder dizer que dia a vacina chega aqui, mas digo que o Acre está pronto e preparado. E a prova está aqui com as seringas que já podemos imunizar a população, falta só a vacina”, afirmou.

Ao contrário de Manaus, Cameli afirmou que o Acre não possui risco de desabastecimento de oxigênio. Ele ressaltou que foi feito todo um planejamento e que as principais unidades de Saúde do Estado, que fazem atendimento de pacientes acometidos pela Covid-19, contam com sistemas de geradores de gases autônomos, ou seja, o oxigênio é gerado na própria unidade.

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Acre

Gefron fará escolta da vacina contra Covid-19 no Acre

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A escolta da vacina contra Covid-19 será realizada pelos policiais do Grupo Especial de Fronteiras (Gefron) quando o imunizante chegar ao Acre

O secretário de Justiça e Segurança Pública, Paulo Cézar Santos vê que diante da expectativa da sociedade de se vacinar há a necessidade de um envolvimento direto da segurança pública.

“Isso haja vista não o valor pecuniário da vacina e da simples possibilidade de ela ser desviada, mas no sentido de garantir a ordem, de garantir efetivamente que esse insumo chegará àqueles que mais necessitam neste momento”, disse Santos.

Ele e outros gestores debateram a questão nesta sexta-feira (15).

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