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1ª Feira Online Agrofy aponta alternativa para atrair empresários do agronegócio

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Evento virtual registra aumento de 60% no número de visitantes na plataforma e indica uma transformação no consumo digital

O ambiente online tem passado por uma transformação digital e fortalecimento da economia virtual nos últimos meses. Muito dessas mudanças podem ser associadas com o momento de distanciamento social, adotado como forma de prevenção a pandemia do novo coronavírus, que impôs novas maneiras de interação. São diversos setores da economia que vem se reinventando e criando o ambiente propicio para um desenvolvimento consciente. E o setor agrícola faz parte desse grupo.

Mostrando que os produtores rurais estão mais do que prontos para o processo de digitalização e de compras pela Internet, a Agrofy, primeiro marketplace para o agronegócio na América Latina, realizou uma feira totalmente online. O resultado? Sucesso absoluto. Com um aumento de 60% no número de visitantes na plataforma, foram registrados quase 3,5 milhões de acessos na América Latina.

Vale destacar que o evento digital também mostrou a grande procura por ofertas. Aliás, os quase mil produtos em promoção tiveram as buscas aumentadas em 173%. De acordo com Nadege Saad, gerente de marketing da Agrofy, a 1ª Feira Online do site mostrou novos padrões de comportamento de compra dos produtores rurais. “Mesmo com o cancelamento das feiras do agronegócio, eles buscaram formas de se preparar para as próximas safras, mas sem abrir mão da pesquisa e da busca por ofertas”, comenta.

De modo geral, as buscas são focadas, principalmente, em maquinários agrícolas. Ou seja, as categorias “Agrofy Tratores” e Agrofy pulverizadores” são as queridinhas do público, seguida pelo setor de retroescavadeiras. Além disso, outro equipamento que chama atenção dos compradores digitais são as balanças mecânicas, que servem para realizar a pesagem de gado. Isso pode ser entendido como uma resposta aos bons resultados de exportação de gado vivo registrado no primeiro semestre.

O Business Manager da Agrofy Brasil, Rafael Sant’Anna, entende que o agronegócio não se deixou abater pelo momento vivido no país. “Percebemos que mesmo com a pandemia, o agronegócio manteve-se forte e atuante, atuando em diversas frentes. Além disso, também percebemos a preocupação com a continuidade operacional de seus negócios, uma vez que com os produtores buscados eram em sua grande maioria novos”, analisa.

Quando feito um recorte por Estados, em relação às pesquisas realizadas na plataforma, é possível observar que o líder na busca por produtos é São Paulo, com 25%; seguido por Paraná e Minas Gerais, ambos com 14%; Rio Grande do Sul aparece em quarto, com 12%; e Santa Catarina, com 6%. Os Estados do Centro-Oeste aparecem na sequência, com Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com uma diferença percentual de apenas 1,7% entre eles.

Para Sant’Anna, “os produtores do Sul e Sudeste são, em sua maioria, pequenos e médios. Por isso, eles procuraram aproveitar mais as oportunidades, se comparados com os do Centro-Oeste, que já têm estruturas maiores e que aproveitaram uma ou outra oferta”. No entanto, apesar disso, a Bahia entrou para a lista de um dos estados que mais efetuou busca por produtos. “É importante destacar que a entrada de um Estado do Nordeste entre os Top 10 revela que o agronegócio está ganhando cada vez mais força, sendo um aliado importante na retomada”, conclui Sant’Anna.

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Cotidiano

Centro de Línguas convoca alunos a informarem interesse na volta às aulas

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O Centro de Estudo de Línguas (CEL) está convocando os alunos matriculados a manifestarem interesse no retorno às atividades escolares.

O edital de convocação foi publicado esta semana no Diário Oficial.

Devido à pandemia da Covid-19, as aulas presenciais foram suspensas em março de 2020. De acordo com a coordenadora geral do CEL, Kellen Duarte, a convocação visa atender os alunos matriculados no primeiro semestre de 2020, em um dos oito módulos de um dos cursos de línguas, na sede no CEL ou nos Núcleos de Estudo de Línguas (NELs) de Rio Branco. “Sabemos que alguns podem optar por não retornar, daí a necessidade de remanejamentos ou junções de turmas após a manifestação de retorno confirmada”.

Para manifestar interesse no retorno às aulas, o aluno deverá, entre 8 de fevereiro e 3 de março, acessar o link https://sistemas2.ufac.br/cel_academico/cadastro/manifestacao_interesse/1/, informar o número de CPF cadastrado na matrícula e confirmar outras informações.

O aluno poderá, ainda, fazer o processo presencialmente, na secretaria do CEL, localizado na Avenida Getúlio Vargas, 3030, bairro Bosque. Ao confirmar o desejo no retorno, ele estará concordando em participar das aulas na forma presencial, mas isso não elimina a possibilidade das aulas virtuais. Isso dependerá das orientações da Secretaria de Educação, baseadas nos decretos do Governo do Estado, conforme o andamento da pandemia.

Não haverá oferta de novas vagas neste primeiro semestre de 2021, pois, segundo a coordenadora geral, o compromisso é atender ao aluno matriculado em 2020 e que deseja continuar seus estudos. Por isso, os alunos devem dar bastante atenção às datas e ler atentamente o edital, pois a perda dos prazos pode acarretar na não continuidade do curso neste semestre.

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Notícias

Encceja: Inep prorroga inscrições para até 25 de janeiro

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Quem não justificou ausência da última edição ou teve o pedido reprovado deve pagar taxa

As inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2020 que encerrariam hoje (22) foram prorrogadas, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), e seguem abertas até as 23h59 do dia 25 de janeiro.

A inscrição deve ser feita no sistema do exame. A participação é voluntária, gratuita (para quem não faltou à última edição) e o resultado viabiliza o acesso à certificação da educação básica.  As provas do Encceja Nacional 2020 serão aplicadas no dia 25 de abril, em todos os estados e no Distrito Federal. 

As provas são destinadas a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada. Para participar do ensino fundamental é preciso ter, no mínimo, 15 anos completos e, para o ensino médio, 18 anos completos. 

Candidatos maiores de 18 anos podem tentar diretamente o ensino médio, mesmo que não tenham o ensino fundamental completo, atingindo as pontuações necessárias, conseguem a certificação para as duas etapas de formação.

Quem não justificou ausência da edição de 2019 ou teve a solicitação reprovada deverá pagar uma taxa de R$ 40 até o dia 27 de janeiro, em qualquer banco, casa lotérica ou agência dos Correios, obedecendo aos critérios estabelecidos. Nesses casos, a inscrição no Encceja 2020 será confirmada somente após o pagamento da taxa. 

Cronograma Encceja 2020

Inscrição: 11 a 25 de janeiro de 2021

Ressarcimento: 11 a 27 de janeiro de 2021

Solicitação de atendimento especializado: 11 a 22 de janeiro de 2021

Resultado: 1º de fevereiro de 2021

Recurso: 1º a 5 de fevereiro de 2021

Resultado do Recurso: 12 de fevereiro de 2021

Solicitação de tratamento pelo Nome Social: 11 a 22 de janeiro de 2021

Resultado: 1º de fevereiro de 2021

Recurso: 1º a 5 de fevereiro de 2021

Resultado do Recurso: 12 de fevereiro de 2021

Aplicação ensino fundamental e médio: 25 de abril de 2021

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Extra Total

Toque de recolher vai proibir aglomeração em estabelecimentos e permitir circulação na rua

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

O toque de recolher que será decretado pelo governador Gladson Cameli a partir da próxima segunda-feira, dia 25, em todas as regiões do Acre irá proibir aglomerações em estabelecimentos comerciais como bares e restaurantes. Contudo, a circulação de pessoas na rua não será proibida, conforme informou o Procurador-geral do Estado, João Paulo Setti, durante a coletiva do Pacto Acre sem Covid na manhã desta sexta-feira (22).

De acordo com o procurador-geral, as fiscalizações serão realizadas por órgãos de Vigilância Sanitária com apoio da força policial. “Terá restrição de aglomeração. Haverá certa facilidade de fiscalizar. A partir de 22 horas não poderá haver aglomeração em bares ou restaurantes, que deverão ficar fechados”, explicou Setti.

O toque de recolher vai independer da bandeira de classificação de risco da região. “A restrição de aglomeração vai imperar em todas as regiões. Antes das 22 horas, os estabelecimentos irão funcionar conforme a bandeira de sua região”. A região do Alto Acre, por exemplo, que regrediu para a Bandeira Vermelha, não poderá ter bares ou restaurantes funcionando neste período.

A partir de segunda, todas as atividades deverão ser encerradas das 22h às 6h da manhã. “Vamos trabalhar com cautela. Vamos tomar essa atitude unicamente para salvar vidas. Peço paciência a todos. É o momento de todos nós nos unirmos”, disse o governador Gladson Cameli.

A justificativa do governo é o crescimento do número de contaminados por covid-19. De acordo com o boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), nesta quinta-feira, 21, o Estado registrou 300 novos casos de infecção por coronavírus. O número de infectados subiu de 45.429 para 45.729 nas últimas 24 horas e mais 4 notificações de óbitos foram registrados, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 844 em todo o estado.

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Cotidiano

Vacina ‘não está comprovada cientificamente’, diz Bolsonaro contrariando a Anvisa

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O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta sexta-feira (22), que “não há nada comprovado cientificamente sobre essa vacina aí”. A única vacina aplicada no Brasil até o momento é a CoronaVac, que teve uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no dia 17. A aprovação da Anvisa significa que a vacina tem a eficácia e a segurança necessárias para ser aplicada emergencialmente.

A afirmação do presidente Jair Bolsonaro não é verdadeira. A eficácia e a segurança da CoronaVac foram comprovadas em ensaios clínicos conduzidos no Brasil. No país, a vacina é fabricada pelo Instituto Butantan, em São Paulo, instituição pública de pesquisa ligada ao governo do estado.

Bolsonaro deu a declaração a jornalistas na porta do Palácio da Alvorada. Ele repetiu, como tem feito nas últimas semanas, que a vacinação não será obrigatória.

“Eu não posso obrigar ninguém a tomar vacina, como um governador um tempo atrás falou que ia obrigar. Eu não sou inconsequente a esse ponto. Ela tem que ser voluntária, afinal de contas, não está nada comprovado cientificamente com essa vacina aí”, afirmou o presidente.

“O pessoal dizia que eu era contra a vacina. Eu era contra a vacina sem passar pela Anvisa. Passou pela Anvisa, eu não tenho mais o que discutir, eu tenho que distribuir a vacina”, completou Bolsonaro.

A Anvisa aprovou tanto o uso emergencial da CoronaVac quanto o da vacina da Universidade de Oxford e da farmacêutica AstraZeneca por unanimidade dos votos da diretoria.

Na ocasião, a diretora Meiruze Freitas, relatora do pedido de uso emergencial, declarou que ambas as vacinas atendiam “aos critérios de qualidade e segurança para uso emergencial”.

Eficácia

A eficácia de uma vacina mostra como ela funciona sob condições ideais. Se ela tem eficácia de 50%, por exemplo, isso significa que ela conseguiu reduzir em 50% o número de casos de doença que ocorreriam se ela não tivesse sido aplicada.

A CoronaVac, por exemplo, teve eficácia geral de 50,38%. (Entenda melhor neste link). Esse percentual está acima do mínimo estabelecido pela Anvisa para aprovação de uma vacina, que era de 50%.Veja o infográfico abaixo.

Já a vacina de Oxford mostrou eficácia média de 70,4%. Para chegar a esse número, os cientistas consideraram os dados de dois ensaios clínicos: em um deles, os voluntários tomaram meia dose da vacina seguida de uma dose completa. Nesses testes, a eficácia chegou a 90%. No segundo ensaio clínico considerado, os voluntários tomaram as duas doses completas da vacina. Nesses testes, a vacina teve eficácia de 62%.

Atraso

Até o início de 2021, o governo federal tinha garantido somente a compra de doses da vacina de Oxford, que será produzida em parceria com a Fiocruz. O governo também faz parte de um consórcio coordenado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que prevê entregar doses de vacinas, ainda sem prazo definido.

As doses da vacina de Oxford ainda não chegaram ao país. Com isso, o governo federal decidiu na semana passada comprar doses da CoronaVac, vacina que Bolsonaro havia dito em outubro que não compraria. As doses compradas foram distribuídas aos estados, que já começaram a imunizar os grupos prioritários.

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