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Sindmed recebe denúncia de atrasos de salários no INTO

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A falta de condições de trabalho volta a ser motivo de denúncia por parte de profissionais que prestam serviços ao Hospital de Campanha, montado no INTO.

A denúncia agora é atraso de salários e foi feita ao Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed). O vice-presidente da instituição, o médico Guilherme Pulici, conta que há relatos de médicos informando até dois meses de salários atrasados. “Alguns colegas nos relataram falta de pagamento entre 30 a 60 dias. Vamos apurar, já que fico preocupado pela dificuldade dos colegas não terem a quem recorrer, já que prestam serviço por meio de uma pessoa jurídica”, afirma.

Pulici afirma que há um receio dos médicos que trabalham no INTO em denunciar. “É aquela situação que a gente já sabe. O contrato dos médicos com a Mediall é um contrato precário, por meio de pessoa jurídica, sem nenhuma estabilidade. O profissional que adoece, por exemplo, tem que se afastar sem ter direito absolutamente a nada”, diz o vice-presidente do Sindmed.

O ac24horas procurou a Mediall Brasil, empresa que administra o INTO. A resposta veio por meio de uma nota encaminhada por um dos diretores da empresa. Na nota, a empresa admite que houve um atraso apenas de 10 dias, mas que todos os salários já foram pagos.

“Informo que nossos profissionais Médicos receberam ontem (sexta) todos os seus plantões, temos como data o vigésimo quinto dia do mês subsequente para efetuarmos esses soldos. Justificamos o pequeno atraso de 10 dias, pois, dependemos do repasse da Secretaria de Saúde para essa quitação. Informamos ainda que 70% de nosso custo é com Rh e hoje não existe nenhum atraso salarial. Gostaria ainda de ressaltar que conforme noticiado que não há e nem houve falta de Medicamentos e Correlatos em nossa operação aqui no Acre, tendo em vista que temos medicamentos substitutos a serem administrados”.

Antônio Carlos, diretor da Mediall Brasil.

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Índia libera exportação de vacinas para o Brasil, diz secretário indiano

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O governo da Índia liberou as exportações comerciais de vacinas contra a covid-19, com a previsão de enviar amanhã as primeiras remessas para o Brasil e Marrocos. A informação foi dada hoje pelo secretário das Relações Exteriores do país, Harsh Vardhan Shringla, à agência de notícias Reuters.

O Brasil espera o envio de 2 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford encomendadas pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Elas foram fabricadas pelo laboratório indiano Serum e eram aguardadas para o último fim de semana, mas uma resolução do governo local barrou a remessa devido ao início da campanha de vacinação no país.

Segundo informações da GloboNews, o consulado da Índia confirmou que o avião com os imunizantes embarca amanhã, com previsão de chegada no sábado (23). O UOL procurou o consulado e aguarda resposta.

Segundo o secretário, o fornecimento comercial da vacina começará a partir de amanhã, de acordo com o compromisso do primeiro-ministro, Narendra Modi, de que as capacidades de produção da Índia sejam utilizadas por toda a humanidade para combater a pandemia.

“Seguindo essa visão, respondemos positivamente aos pedidos de fornecimento de vacinas manufaturadas indianas de países de todo o mundo, começando pelos nossos vizinhos”, disse Vardhan Shringla, referindo-se aos suprimentos gratuitos.
“O fornecimento das quantidades comercialmente contratadas também começará a partir de amanhã, começando pelo Brasil e Marrocos, seguidos pela África do Sul e Arábia Saudita”, acrescentou.

Brasil ficou fora de lista inicial

O governo indiano suspendeu a exportação de doses até iniciar seu próprio programa de imunização no último fim de semana. No início desta semana, a Índia enviou suprimentos gratuitos para países vizinhos, incluindo Butão, Maldivas, Bangladesh e Nepal.

A medida causou apreensão no Brasil, uma vez que o Ministério da Saúde esperava que as 2 milhões de doses fossem incorporadas ao início da vacinação no Brasil. Um avião chegou a ser preparado para buscar o lote na última sexta-feira (15), mas o governo indiano barrou a liberação.

No domingo (17), a Anvisa aprovou a vacina de Oxford para uso emergencial. Assim, a aplicação deste lote já está liberada ao chegar ao Brasil, dependendo apenas de trâmites na Fiocruz e da distribuição do Ministério da Saúde para ser aplicado. Com o atraso, a Fiocruz afirmou na terça-feira que espera a previsão de entrega das primeiras doses foi mudada de fevereiro para março.

Até o momento, o Brasil iniciou seu Plano Nacional de Imunização (PNI) com a aplicação de doses da CoronaVac, outra vacina liberada pela Anvisa. A primeira vacinada foi a enfermeira Monica Calazans, em São Paulo.

*Com informações da agência Reuters.

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Governo assina contrato de R$ 800 mil para reformar a Tentamen

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O governo do Acre assinou nessa quarta-feira, 20, o contrato de repasse junto à União para reforma, adequação de acessibilidade e reestruturação da Sociedade Recreativa Tentamen, num valor superior a R$ 835 mil. O extrato de contrato foi publicado no Diário Oficial da União de terça, com intermédio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, representado pela Caixa Econômica Federal.

A promessa é de que Rio Branco terá mais um espaço cultural revitalizado, reestruturado e entregue para a população. Agora, dever ser iniciado o processo licitatório para reforma do prédio histórico, localizado no segundo distrito da capital. Em janeiro de 2020, o governador Gladson Cameli assinou o decreto governamental nº 5071, que realizou o tombamento provisório da Sociedade Recreativa Tentamen.

O processo de tombamento foi iniciado no ano de 2010, com a aprovação do conselho, que é a instância maior, levando em consideração a lei estadual nº 1.294, de 8 de setembro de 1999, que institui a criação do conselho, o fundo de patrimônio e a proteção e preservação de todo bem histórico, arqueológico, arquitetônico e paisagístico do Estado do Acre, sob a responsabilidade da Fundação Elias Mansour.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

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Incêndio atinge Instituto Serum, que produz vacinas na Índia

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Um incêndio ocorrido na manhã de hoje atingiu o Instituto Serum, que produz a vacina contra a covid-19 desenvolvida pela parceria entre AstraZeneca e Universidade de Oxford, em Pune, na Índia. Apesar da destruição de alguns andares e da grande quantidade de fumaça, não houve vítimas nem prejuízos para os estoques de imunizantes.

Adar Poonawalla, diretor-executivo do Instituto, informou que “o mais importante é que não houve vidas perdidas e nem grandes lesões por causa do fogo, apesar de alguns andares terem sido destruídos”.

Adar também afirmou que as vacinas não foram atingidas. “Quero tranquilizar todos os governos e a população de que não haverá perda de produção da Covishield [nome da vacina], devido a vários edifícios de produção que mantive em reserva para lidar com tais contingências”.

O incêndio atingiu dois andares do Terminal 1, onde está sendo construída uma nova fábrica. Bombeiros foram até o local com dez caminhões para o controlar o fogo e evitaram que o fogo se espalhasse.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já aprovou o uso emergencial da Covishield no Brasil, mas ainda não há doses da vacina por aqui.

O Brasil está tentando importar 2 milhões de doses que viriam do Instituto Serum. Na semana passada, o governo federal preparou um avião para buscar esses imunizantes, mas o governo indiano não liberou a exportação, e o avião, que tinha partido de São Paulo e estava em escala no Recife, voltou para a capital paulista.

Nesta semana, a Índia começou a exportação de vacinas, mas não colocou o Brasil entre as prioridades.

A Índia é o segundo país com mais casos de covid-19 registrados, atrás apenas dos Estados Unidos: 10 milhões de infectados. O país lançou, no sábado, uma das campanhas de vacinação mais ambiciosas do mundo, com o objetivo de imunizar 300 milhões de pessoas até julho.

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Gladson garante 120 mil doses de vacina da Covid-19 até fevereiro

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O governador Gladson Cameli confirmou ao ac24horas, que o Acre receberá mais 120 mil doses da vacina CoronaVac na primeira semana de fevereiro. A boa noticia veio depois de um telefonema da direção do Instituto Butantan ao governo do Acre na manhã desta quinta-feira, 21.

Esta remessa faz parte do novo pedido de liberação de 4 milhões de doses feito pelo Butantan à Anvisa e governo de São Paulo.

O governador não adiantou mais detalhes. Até o final do dia deverá ser feito um pronunciamento sobre o assunto.

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