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Ranking aponta as melhores universidades do mundo; confira lista

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A USP, instituição brasileira, foi considerada a melhor da América Latina

Nesta quarta-feira, 02, o Times Higher Education (THE) divulgou os nomes das melhores universidades do mundo. Para elaborar um dos principais rankings universitários do mundo, a instituição utiliza critérios como ensino, pesquisa, citações, visão internacional e transferência de conhecimento para a indústria como indicadores de desempenho das universidades.

Na lista foram citadas instituições brasileiras. A Universidade de São Paulo (USP) foi considerada a melhor da América Latina, mas só aparece depois das 200 melhores. Os Estados Unidos dominam o ranking, com oito universidades entre as 10 melhores do mundo. Entre elas, estão a Universidade Harvard (3º) e o Instituto de Tecnologia da Califórnia (4º). 

Veja, a seguir, quais são as 20 melhores universidades do mundo, segundo o THE:

  1. Universidade de Oxford – Reino Unido
  2. Universidade Stanford – EUA
  3. Universidade Harvard – EUA
  4. Instituto de Tecnologia da Califórnia – EUA
  5. Instituto de Tecnologia de Massachussets – EUA
  6. Universidade de Cambridge – Reino Unido
  7. Universidade da Califórnia, Berkeley – EUA
  8. Universidade Yale – EUA
  9. Universidade Princeton – EUA
  10. Universidade de Chicago – EUA
  11. Imperial College London – Reino Unido
  12. Universidade Johns Hopkins – EUA
  13. Universidade da Pensilvânia – EUA
  14. Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH Zurich) – Suíça
  15. Universidade da Califórnia, Los Angeles – EUA
  16. University College London – Reino Unido
  17. Universidade Columbia – Estados Unidos
  18. Universidade de Toronto – Canadá
  19. Universidade Cornell – Estados Unidos
  20. Universidade Tsinghua – China

Veja aqui o ranking completo Times Higher Education 2021

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Destaque 3

Pesquisa do UNICEF afirma que insegurança alimentar atinge 23% das famílias na região Norte

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A insegurança alimentar é quando uma família não tem certeza se terá comida suficiente na mesa para garantir a alimentação de todos que compõem aquele núcleo familiar. Muitas famílias brasileiras passaram por maiores dificuldades financeiras em 2020, principalmente por conta das consequências que envolvem a pandemia do novo coronavírus.

A situação no Norte do País é a mais grave. Uma pesquisa do UNICEF revela que, desde o início da crise provocada pela Covid-19, 23% das famílias que vivem na região deixaram de comer porque não havia dinheiro para comprar alimento.

Atualmente desempregada, Francicleide Moura de Andrade, de 39 anos, moradora de Rio Branco, conta que em alguns momentos teve dificuldades de comprar alimentos para ela, o marido, – que é ajudante de pedreiro – e os quatro filhos. Isso porque a renda da família, que normalmente vem por meio de “bicos”, nem sempre é suficiente para a aquisição da comida. Apesar de contar com R$ 170 por mês referente ao Bolsa Família, ela relata que a pandemia se tornou um obstáculo para que a renda seja melhor.

“Nós não temos a segurança de saber se, ao fechar o mês, cada um terá o seu salário. Tivemos dificuldade pela falta do emprego. Justamente na pandemia, diárias, faxinas ou algo relacionado ficou mais difícil, porque as pessoas se fecharam com medo da doença”, pontua.

Em todo o Brasil, de acordo com o levantamento, 30% dos entrevistados disseram que não estavam trabalhando antes da pandemia e continuam sem ocupação, e 14% estavam com emprego, mas atualmente estão desempregados. Entre as pessoas que residem com crianças ou adolescentes e tiveram diminuição da renda, 64% informaram que o motivo foi a redução do salário de alguém da família.

Nesse sentido, a oficial de Saúde do UNICEF no Brasil, Stephanie Amaral, destaca que esse contexto chama a atenção para o desenvolvimento de políticas públicas capazes de melhorar as condições alimentares das famílias mais pobres do País.

“Uma pergunta que tem sido feita há muito tempo é: como melhorar a alimentação das populações, principalmente as mais vulneráveis? Entre os exemplos de políticas públicas que podemos pensar estão subsídios para alimentos mais saudáveis, para que se tornem mais baratos; melhorar o acesso para que esses alimentos se façam presentes nesses locais. É trazer informação de qualidade para que as pessoas saibam o que estão consumindo e o que deveriam consumir”, orienta.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, mais de 20,7 milhões de brasileiros deixaram de comer por falta de dinheiro. Esse é o drama vivido por famílias que sofrem com a insegurança alimentar. Os dados constam na pesquisa do UNICEF “Impactos Primários e Secundários da Covid-19 em Crianças e Adolescentes”, realizada pelo Ibope. Ainda de acordo com o levantamento, 5,5 milhões de brasileiros que moram com crianças ou adolescentes deixaram de comer por dificuldade financeira.

Outra pesquisa feita pelo IBGE aponta que, entre 2017 e 2018, a insegurança alimentar grave esteve presente no lar de 10,3 milhões de pessoas ao menos em alguns momentos. Dos 68,9 milhões de domicílios do País, 36,7% estavam com algum nível de insegurança alimentar, atingindo, ao todo, 84,9 milhões de pessoas.

Fonte: Brasil 61

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Destaque 6

Gabaritos do Enem serão divulgados nesta quarta-feira

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Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 poderão conferir nessa quarta-feira, 27, os gabaritos oficiais das provas objetivas do exame. O Enem impresso foi aplicado nos dias 17 e 24 de janeiro. Os participantes resolveram questões objetivas de matemática, ciências da natureza, ciências humanas e linguagens. Fizeram também a prova de redação, a única subjetiva do exame.
A previsão para a divulgação dos resultados finais é dia 29 de março. Nessa data, os participantes saberão também quanto tiraram na redação. No entanto, somente depois da divulgação do resultado, em data ainda a ser definida, os candidatos terão acesso à correção detalhada da prova de redação, apenas para fins pedagógicos.

O Enem 2020 terá ainda uma versão digital, que será aplicada nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. As notas poderão ser usadas para acessar o ensino superior e participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) – que oferece vagas em instituições públicas – Programa Universidade para Todos (ProUni) – que oferece bolsas de estudo em instituições privadas – e, Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que oferece financiamento em condições mais vantajosas que as de merca

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Cotidiano

Vendedor, assistente administrativo e cozinheiro: veja as 37 vagas do SINE

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Foto: Mauro Pimentel

Nesta terça-feira feira, 26, o Sistema Nacional de Emprego do Acre (Sine) está disponibilizando 37 vagas de emprego em diversas áreas para a capital Rio Branco. Os candidatos podem verificar se a vaga ainda está disponível através do telefone 0800 647 8182 ou 68 3224-5094.

Para se candidatar a uma das vagas, é necessário estar com o cadastro no Sine atualizado. Lembrando que, os interessados devem entrar no portal Emprega Brasil, do Ministério do Trabalho, através do link https://empregabrasil.mte.gov.br/ e clicar em cadastrar. Lá você cria sua conta e consegue acessar todos os serviços digitais do governo, inclusive o Sine.

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Acre 01

Governo do Acre pede a União fechamento das fronteiras do Estado com a Bolívia e Peru

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O governo do Acre encaminhou um ofício nesta segunda-feira, 26, solicitando que a União feche a fronteira do Estado com a Bolívia e o Peru devido a alta demanda de doentes por causa do covid-19 desses países que estão sobrecarregando o sistema de saúde dos hospitais da região do Alto Acre, motivo que a região se encontra na faixa vermelha, na classificação de risco da pandemia do novo coronavírus.

Uma reunião entre o governador Gladson Cameli e o Ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, ocorrerá na tarde de hoje virtualmente. Na oportunidade, o chefe do Palácio Rio Branco pedirá sensibilidade da União com relação a situação que vem colapsando o atendimento de saúde na região.

O ac24horas apurou que diariamente centenas de bolivianos e peruanos estão atravessando a fronteira em busca de atendimento na rede pública de saúde no Acre nas cidades de Assis Brasil, Brasiléia e Epitaciolândia, em tratamento da covid-19. Como os hospitais da região estão lotando, os estrangeiros estão sendo enviando para a capital Rio Branco sobrecarregando ainda mais o sistema.

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