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No Acre, pandemia fechou 130 estabelecimentos comerciais

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Pelo menos 130 estabelecimentos comerciais encerraram suas atividades no Acre nos últimos meses. Bares, restaurantes e hotéis são os três setores que mais sofreram com a restrição da mobilidade por conta da pandemia do novo coronavírus.

“Alguns negócios que se adaptaram logo à uma nova realidade, viram seus resultados crescerem, porém não de forma intensa, mas com alguma representação, observou Egídio Garó, assessor da Federação do Comércio do Estado do Acre (Fecomércio), em entrevista ao jornal A Tribuna.

As empresas de prestações de serviços que atuaram no sistema de delivery também tiveram um acréscimo das suas receitas. Por outro lado, prejuízos com matérias-primas ou estoque não podem ser considerados, haja vista que os mesmos estavam armazenados nas empresas. Ocorreu a utilização do capital de giro destinado aos investimentos, que foi consumido no pagamento de fornecedores e funcionários. “A retomada ainda não apresentou tendências de crescimento, mas sim de recuperação”.

(CN)

 

 

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Famílias pobres foram as mais atingidas pela inflação em 2020

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Rio Branco foi ao longo do ano de 2020, a segunda capital do país com maior índice de inflamação no Brasil ao alcançar taxa de 6,12%. A capital acreana só ficou atrás de apenas de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul (MS), que registrou 6,85%.

Um outro dado divulgado pela pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou sobre a inflação no ano passado é que os pobres foram os que mais sofreram com o aumento da taxa. A inflação para as famílias cujo rendimento total, por mês, é menor que R$ 1.650,50 (o que no Brasil é considerada uma família com baixa renda) foi de 1,58% em dezembro. Na faixa que representa as famílias de renda mais alta, ou seja, com rendimento domiciliar superior a R$ 16.509,66, a variação foi de 1,05%.

Essa diferença de 0,53 ponto percentual, entre os dois grupos, revela um abismo muito maior entre a qualidade de vida dos mais ricos e dos mais pobres do que esse pequeno número nos deixa transparecer. Isso porque a inflação é o nome que se dá para o aumento de preços durante um determinado período. Quando se tem uma alta de preços de bens e serviços, seja de um mês para o outro ou de um ano para outro, esse efeito é o que chamamos de inflação. Da mesma forma, quando temos a queda nos preços de bens ou serviços, conhecemos esse fenômeno por deflação.

Quando uma pesquisa é realizada para saber como está a inflação destes serviços ou bens, é feita uma avaliação de acordo com o tipo de consumo de determinada população. Desta forma, os produtos que as pessoas mais ricas compram é diferente do que é consumido pelos brasileiros com menor renda, logo, uma avaliação dos impactos da inflação deve levar em conta o que cada uma dessas parcelas da sociedade está comprando.

É por isso que a análise de consumo é diferente entre ricos e pobres, explica a pesquisadora do Ipea, Maria Andreia Lameiras. Segundo ela, uma alta na inflação é mais prejudicial para as famílias mais pobres do País.

“Proporcionalmente a perda do poder de compra e da qualidade de vida que a inflação traz para as famílias mais pobres é muito maior. As mais ricas têm uma reserva monetária que pode ajudar essa família em um momento de alta generalizada dos preços. Já os mais pobres não. Quando você tem uma alta muito grande da inflação para os mais pobres, eles simplesmente deixam de consumir alguns serviços e itens de mercado”, detalhou a pesquisadora.

De acordo com Maria Lameiras, enquanto as pessoas com menor poder aquisitivo gastam recursos com alimentos, energia e transporte público, as famílias com maior fonte de renda empregam seus recursos com serviços como escolas particulares, plano de saúde e lazer.

De acordo com o resultado do Ipea, ao longo do ano, a forte aceleração de preços de alimentos e energia, além de uma alta menos intensa nos preços dos serviços e dos combustíveis, geraram uma significativa diferença de inflação entre as faixas de renda mais baixa e mais alta. Mas esses são pontos que devem ter queda gradativa dentro de alguns meses com a normalização da vida na pós-pandemia.

A partir do momento em que a atividade econômica começa a voltar à sua normalidade após o período da pandemia, haverá a recolocação natural e a recomposição da empregabilidade. Assim, aquelas pessoas que estão procurando emprego, assumem posição e começam a ter renda e aumenta-se o consumo.

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Preço do litro da gasolina se aproxima de R$ 8 no Acre

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Em Rio Branco, capital do Acre, o litro da gasolina ainda pode ser encontrado a R$ 4,90. Em Cruzeiro do Sul, a segunda maior cidade do Estado, o valor é de R$ 5,95.

No entanto, nas 4 cidades mais isoladas do Acre: Jordão, Santa Rosa, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo, onde só é possível chegar de barco ou avião, os moradores pagam quase R$ 8 pelo litro da gasolina.

O valor mais alto é praticado em Jordão, por R$ 7,50 o litro. Em Marechal Thaumaturgo, o litro custa R$ 6,90. Em Porto Walter, chega a R$ 6,50 e em Santa Rosa do Purus são R$ 6,30 pelo litro da gasolina.

Sem o Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor, os moradores desses municípios não têm a quem reclamar.

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Motorista acreano que fará carregamento de vacinas perdeu familiar e amigos para Covid-19

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Foto: Whidy Melo/ac24horas.com

Vladmir de Oliveira tem 45 anos e trabalha atualmente como motorista no Setor de Divisão Estadual de Imunização de Rede de Frios da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre). É ele quem vai fazer o carregamento das vacinas vindas de São Paulo que irão imunizar a população contra os efeitos da Covid-19.

A viatura 13 [caminhão] da Sesacre já está a postos desde as 6h30 desta segunda-feira, 18, a espera dos lotes que vão chegar ainda hoje e ser distribuídos entre os 22 municípios acreanos.

Para Vladmir, o trabalho desta segunda tem uma função ainda mais especial e simbólica. A pandemia do novo coronavírus tem sido difícil para ele, que perdeu familiar e muitos colegas de trabalho para o vírus.

“A pandemia foi difícil. Trabalhei todos os dias e vi muitos colegas irem embora”, disse ao ac24horas. Entre as perdas, estão uma tia e um colega de trabalho que atuava com ele na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Rio Branco.

O motorista considera fundamental a chegada dos insumos. “Eu também estou aguardando a vacina. Tenho sobrepeso, isso é uma comorbidade. Não estou indo para canto nenhum, só em casa e para o trabalho”, salienta.

O profissional acredita que se a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) certificou o imunizante, é sinal de que a vacina de fato é boa. “O Butantan é reconhecido no Brasil todo, um instituto com respaldo e a Fiocruz também é fantástica. A vacina que a gente receber será bem vinda”, diz.

Ele conta que na hora que recebeu a ligação de seu chefe e soube da notícia de que iria fazer o carregamento, ficou contente. Um momento especial”, finalizou.

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Senadora Mailza Gomes comemora aprovação das vacinas pela Anvisa: “É um dia histórico para o Brasil”

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A senadora Mailza Gomes (Progressistas) destacou neste domingo, 17, nas redes sociais, a aprovação emergencial das vacinas Coronavac e Oxford contra a Covid-19 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

“Dia histórico para o nosso Brasil! A Anvisa acaba de aprovar, de forma unânime, o uso emergencial das vacinas da Coronavac e Oxford. E a primeira pessoa já foi vacinada em SP, a enfermeira Mônica Calazans. A vacina é a esperança e a garantia de salvar vidas!”, publicou a parlamentar nas redes sociais.

A senadora, que estava no Acre em agenda até quarta-feira passada, 12, está em Brasília para buscar nos ministérios a liberação dos recursos de emendas que foram indicados por ela.

Confira as ações da senadora Mailza Gomes

Mailza garante mais de R$ 98 milhões para o Acre

Em 2020, a senadora Mailza viabilizou mais de R$ 98 milhões (noventa e oito milhões de reais) em recursos para serem aplicados na área da saúde, social, infraestrutura, educação e segurança para o estado do Acre.

Desse valor, R$ 38,4 milhões (trinta e oito milhões e quatrocentos mil reais) de emendas extraparlamentares de sua autoria foram liberados para os munícipios investirem em hospitais, combate ao coronavírus e compra de medicamentos. A senadora também liberou R$ 350 mil para a Universidade Federal do Acre (Ufac) fabricar máscaras e EPIs e R$ 800 mil para o Hospital de Amor do Acre usar no custeio de serviços de assistência ambulatorial da unidade.

A parlamentar garantiu ainda R$ 5,3 milhões (cinco milhões e trezentos mil) para humanização dos hospitais e maternidades em todo o estado, reforma de unidades de saúde em Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves e Xapuri, além de compra de ambulâncias.

Mailza consegue doações para combate ao Covid-19

A parlamentar se articulou junto a Fundação Itaú Unibanco por meio do projeto Todos Pela Saúde, uma parceria público-privada do Banco Itaú e Hospital Sírio-Libanês e conseguiu nove respiradores e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para o estado.

Por intermédio da senadora, a Vivo doou R$ 1 milhão de reais para ajudar o Governo do Acre no combate ao Covid-19. Em outra articulação novamente com a Vivo e o Banco Santander, Mailza conseguiu mais cinco respiradores e com a Coca-Cola do Brasil, 5 mil frascos de álcool em gel. O Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), após pedido da senadora, doou R$ 650 mil para o Hospital Santa Juliana.

Mailza e Davi se mobilizam para o envio de oxigênio doado por artistas a Manaus

O transporte de 50 cilindros de oxigênio doados por artistas ao estado do Amazonas, cuja saúde pública está em colapso em razão da pandemia de covid-19, foi viabilizado pela senadora Mailza Gomes (PP-AC), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o governador do Acre, Gladson Cameli que se mobilizaram junto ao governo. Os equipamentos serão usados para a oxigenação de pacientes internados para tratamento da covid-19. O material foi doado por Bruno Gagliasso, Otaviano Costa, Thelma Assis, Fabiula Nascimento, Felipe Neto e Maria Gadu.

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