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Acusada de atuar como farmacêutica sem diploma se defende: “cargo era de apoio técnico”

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Quase um mês depois de ser detida pela Polícia Civil sob a acusação de atuar como farmacêutica na Fundação Hospitalar do Acre
(Fundhacre) sem o referido diploma de nível superior, Poliana Araújo se pronunciou por meio das redes sociais nessa semana. Segundo ela, a primeira e única vez que comentaria sobre o caso publicamente. Ela diz que nem chegou a ser presa, apenas foi até a delegacia para prestar esclarecimentos.


“O meu cargo lá na Nefrologia era de apoio técnico, nunca foi de farmacêutica, meu ponto era de apoio técnico, minha função era pra operar um sistema onde várias outras pessoas que não são farmacêuticos operam também”, declarou. Poliana garante que não era responsável pela Nefrologia da unidade de saúde.

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A jovem ressalta que não atuava como farmacêutica porque, mesmo tendo concluído o curso e apresentado o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), não conseguiu o registro profissional. “Por um problema com a faculdade ainda não consegui a documentação pra tirar o CRF e exatamente por conta disso que não tinha um cargo de farmacêutica e nem ganhava como farmacêutica”, afirma.


No ato de sua contratação, Poliana diz ter levado toda a documentação solicitada pelo o RH. “Se minha contratação fosse de farmacêutica, precisaria ter apresentado o registro, eu não era responsável pela logística de medicamentos, até pq [sic] na nefrologia nunca existiu uma farmácia”, salienta.


Nas redes sociais, ela finalizou o desabafo afirmando que não vai “parar” sua vida. “Só desejo para todos que me perseguem falando de mim sem ao menos conhecer minha história, que nunca tenham a infelicidade de cair no crivo das redes, pois não é nada fácil! Mas a vida segue, e eu vou continuar seguindo de cabeça erguida, sem fazer mal para ninguém, como sempre foi”.


Entenda

Poliana estava na Fundação Hospitalar, em Rio Branco, no momento em que a polícia chegou a sua procura ao ser acusada de atuar como farmacêutica na unidade. A operação foi coordenada pelo delegado Pedro Resende e teve acompanhamento da fiscalização do Conselho Regional de Farmácia do Acre (CRF).


Ela era nomeada no setor de Nefrologia com salário de pouco mais de R$ 3 mil. À época, o presidente do CRF no Acre, João Vitor Italiano Braz, contou que o Conselho constatou junto à faculdade que Poliana não concluiu o curso, nem tinha registro profissional expedido pela autarquia.


 


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