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Apesar das friagens, 2020 será o ano mais quente desde 2010

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Apesar dos dias frios, meteorologistas do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) afirmam que este ano o “verão amazônico” será o mais quente desde 2010.

A estação seca, que vai de junho a outubro, é marcada por temperaturas mais elevadas devido à redução da nebulosidade na região.

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De acordo com o meteorologista do Centro Regional do Censipam em Manaus, Ricardo Dallarosa, menos nuvens significa mais radiação solar na superfície e, por consequência, temperaturas mais elevadas. “Neste ano, há a expectativa de temperaturas relativamente mais elevadas devido à possibilidade de grande redução na formação de nuvens”, disse.

“A expectativa é de que teremos registros das temperaturas mais elevadas desde 2010, quando tivemos a maior seca deste século. Mas essas temperaturas muito elevadas ocorrerão apenas em dias específicos e não serão constantes”, completou o meteorologista do Censipam.

O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos prevê uma temporada de furacões (entre junho a novembro) similar a 2005, quando ocorreu a segunda maior seca desse século e temperaturas máximas mais elevadas. Segundo Dallarosa, a ocorrência de furacões no mar do Caribe e Atlântico tropical norte pode atrair grandes massas de ar de regiões distantes do seu entorno.

É o caso da Amazônia, em especial a Amazônia Ocidental, que nesse período recebe menor contribuição da umidade do oceano do que as áreas costeiras adjacentes.

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