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Grupo de venezuelanos no Acre está ameaçado de deportação

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Um novo grupo de migrantes cruzou a fronteira do Peru com o Acre e entrou no Brasil no sábado passado, 8 de agosto, e demandou mais uma ação judicial da Defensoria Pública da União contra sua deportação.

Pelo menos 8 venezuelanos, sendo 6 crianças e adolescentes com idades entre 3 e 17 anos, entrou em solo brasileiro atravessando a ponte de Assis Brasil após trilhar vários quilômetros por 15 dias em alguns momentos conseguindo carona desde Lima, Peru.

Em suas declarações à Polícia Federal os migrantes contaram que quando ingressaram pela ponte não foram abordados ou parados por qualquer membro do Exército ou força policial. Pegaram, então, um táxi em Assis Brasil e pagaram R$70 por pessoa até Rio Branco.

“À PF disseram que não foram informadas de nenhum impedimento de entrar no Brasil em decorrência de fechamento das fronteiras, tanto que compareceram hoje, 10/08/2020, na Delegacia de Imigração da Polícia Federal em Rio Branco para regularizar sua situação migratória e, somente nesse momento, souberam do fechamento das fronteiras e de que teriam de ser deportados imediatamente. O grupo, composto por uma mulher com seus dois filhos crianças e outra mulher, com dois filhos, nora e neta, tem por destino final a cidade de Porto Velho”, diz a peça da DPU.

Os defensores Matheus Alves do Nascimento, Gustavo Zortéa da Silva, João Freitas de Castro Chaves e Ana Luisa Zago de Moraes pedem que a Justiça suste a possibilidade de deportação e que o poder público os acolha até que tenham documentação para seguir viagem.

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