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Governo do Acre alerta para medidas contra Covid-19 na reabertura de bares e restaurantes

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Com a nova classificação de risco em bandeira amarela definida pelo Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 e o Grupo de Apoio ao Pacto Acre sem Covid, entre os setores da economia que poderão reabrir suas portas estão bares, restaurantes, pizzarias, lanchonetes, sorveterias e similares, com capacidade de 50% do número de mesas, além da proibição de música ao vivo. Já os restaurantes self-service deverão ter protocolo e autorização específicos.

No Guia de Orientações Sanitárias disponível no Portal de Informações sobre o Combate à Covid-19 estão todas as medidas que devem ser adotadas para que o retorno seja seguro tanto para os colaboradores dos estabelecimentos, quanto seus clientes. Além das orientações gerais como o uso de máscaras, distanciamento social e distribuição do álcool em gel, outras medidas importantes a serem adotadas estão:

– O estabelecimento que possuir um espaço para recreação de crianças, deve mantê-lo fechado.

– Caso utilize uniforme da empresa, o funcionário não deve retornar para casa diariamente vestindo o uniforme.

– Eliminar galheteiros, saleiros, açucareiros, ou qualquer outro alimento ou tempero que seja acondicionado dessa forma, provendo sachês para uso individual.

– Evitar o uso de ar condicionado, na impossibilidade seguir rigorosamente os procedimentos de manutenção e limpeza dos equipamentos segundo as normas vigentes e orientações do fabricante.

– Fornecer equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados para a atividade exercida e em quantidade suficiente, e exigir a sua utilização correta.

– Higienizar, ao início das atividades e após cada uso, durante o período de funcionamento, as superfícies de toque, com álcool a 70%, solução de hipoclorito de sódio ou outro produto adequado.

– Intensificar a higienização de todos os ambientes, como sanitários e áreas de circulação de clientes, além da higienização frequente de maçanetas, corrimãos, mesas, cadeiras, teclados, computadores, botões de elevadores, telefones, máquinas de cartão e todas as superfícies metálicas constantemente com álcool a 70%.

– Manter as mesas dispostas de forma a haver dois metros de distância entre os clientes, orientando a sentar à mesma mesa apenas pessoas de convívio próximo.

– Não utilizar ou compartilhar itens de uso pessoal com os colegas de trabalho, como EPIs, fones, aparelhos de telefone e outros, fornecendo esses materiais individualmente para cada trabalhador caso sejam imprescindíveis à execução do seu trabalho.

– Orientar funcionários para servirem a comida e bebidas aos clientes de forma individual, respeitando a distância mínima de 2 metros.

– Só permitir a entrada de clientes se estiverem utilizando máscaras, retirando-as somente se forem alimentar-se no local, no momento da refeição.

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A 11 dias de completar 52 anos, pastor Rodson Souza morre vítima da Covid-19 no Acre

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O pastor evangélico Rodson Souza não resistiu e morreu na manhã desta quarta-feira, 3, em uma das Unidades de Terapia Intensivas (UTIs) do hospital de campanha montado no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into), em Rio Branco.

Rodson estava internado há duas semanas na unidade de saúde lutando contra a Covid-19. Além de pastor, Rodson foi diretor do Pronto-Socorro de Rio Branco e também responsável pela Ouvidoria da Secretaria Estadual de Saúde no governo passado.

O anúncio da morte foi feito pela própria filha, Tallita Craveiro, que afirmou que o pai teve uma parada cardíaca. Ela agradeceu as mensagens de carinho recebidas pelo pai. Rodson Souza iria completar 52 anos no próximo dia 14 de março.

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Gonzaga participa de mais uma agenda sobre exportação de carne para o Peru

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Acre, deputado Luiz Gonzaga (PSDB), junto com comitiva de empresários e políticos do Acre participou de uma agenda com o embaixador do Peru, Javier Yépez, em Brasília, nesta terça-feira, 2;

A reunião contou com a presença de Nenê Junqueira, diretor do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados (Sindicarnes), Victor Hugo, representantes da SEICT, e Francimar Cavalcante, coordenador do Grupo de Integração Regional.

O encontro teve pautas a exportação de carne bovina e suína utilizando a estrada interoceânica, o início dos voos entre os dois países através do aeroporto de Cruzeiro do Sul e da situação dos imigrantes haitianos e africanos que se encontram em Assis Brasil à espera da permissão para trânsito no país vizinho.

Exportação de carne

De acordo com as informações do governo do Estado, o Acre atualmente exporta para o Peru produtos como castanha e milho. A abertura comercial para exportação de carne suína e bovina significa crescimento para a cadeia produtiva no Acre, sobretudo, no cenário pós-pandemia.

Está prevista para a próxima semana a fixação de datas para inspeção nos frigoríficos acreanos e avaliar as condições sanitárias exigidas. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil, e SENASA (Servicio Nacional de Sanidad Agrária), do Peru, são os órgãos responsáveis pelas tratativas.

O deputado Luiz Gonzaga afirmou que o Acre está pronto para exportar carnes bovina e suína para o Peru.

“O Acre está pronto pra exportar carne bovina e de porco através da Dom Porquito”, disse o deputado. Estamos lutando para que o nosso estado se desenvolva através do comércio com países andinos e outros comércio mundiais”, disse.

Voos internacionais

Já em relação ao início dos voos entre Brasil e Peru através do aeroporto de Cruzeiro do Sul, a medida deve aquecer o mercado acreano e facilitar o turismo entre os dois países. O primeiro voo está previsto para o próximo dia 22 de março.

“A Assembleia Legislativa tem grande interesse no desenvolvimento de todo estado e observamos nessa integração a capacidade de iniciar essa integração através de Cruzeiro do Sul e do vale do Juruá. O Peru tem produtos que nos interessam e nós temos produtos que podemos enviar para o país vizinho”, declarou o parlamentar.

Em relação a situação dos imigrantes, o embaixador se comprometeu a encaminhar a situação para debate em seu país e buscar uma solução pacífica para que o transporte de produtos volte a ser realizado tanto para exportação quanto para importação na fronteira do Acre.

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MP recomenda a Bocalom e Cameli que dinheiro da União seja usado para socorro às famílias

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A promotora de justiça Myrna Mendoza, do Ministério Público do Acre (MPAC), expediu recomendação ao governador Gladson Cameli e o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, ambos do Progressistas, nesta quinta-feira, 02, quanto à aplicação de recursos do Governo Federal para atender os atingidos pelas cheias dos rios e igarapés.

De acordo com a promotora, o recurso deve ser aplicado estritamente para esta finalidade, qual seja, o socorro às famílias e a recuperação das cidades.

“Utilizar os recursos financeiros repassados e/ ou a serem repassados, em dispêndios, exclusivos, e restritos, às ações inerentes à obras, e/ou empreendimentos, auxílio à população, no desiderato de efetuar resposta, e recuperação, das áreas atingidas pelas enchentes; publicar, nos portais de transparência do estado, todo, e qualquer, dispêndio efetuado com os recursos financeiros repassados pela união; e prestar contas, aos órgãos de controle competentes, de todo, e qualquer, desembolso dos recursos financeiros recebidos para resposta e recuperação das áreas atingidas pelas enchentes”, escreveu.

A promotora alertou que caso Cameli e Bocalom não adote a recomendação, poderá responder às medidas judiciais à defesa dos Princípios e Normas Constitucionais, e legislação infraconstitucional, principalmente referente à propositura de ações civis públicas e à apuração de responsabilidade nas esferas cível, administrativa e penal.

Por fim, a promotora pede que seja encaminhada a ela a documentação comprobatória, de publicações nos Portais de Transparência, e todo e qualquer documento, referente à prestação de contas, dos dispêndios efetuados, com os recursos financeiros repassados pela União, às ações de resposta, e recuperação, das áreas atingidas pelas enchentes.

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Infectologista afasta possibilidade de vacina ter causado mortes em idosos do Lar Vicentino

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O médico infectologista Jenilson Leite, em entrevista ao Sistema Público de Comunicação nesta terça-feira (2), afastou a possibilidade de a vacina contra a Covid-19, aplicada nos idosos do Lar Vicentino, ter provocado a doença dos idosos. Dois dos idosos foram a óbito. A Vigilância Sanitária Estadual confirmou a infecção de 23 dos 55 internados na instituição.

“Não podemos iniciar a análise achando que a vacina causou a doença das pessoas, mas, os aspectos que estão dentro dos estudos. O mundo mostrou que a proteção não é 100% mesmo após a segunda dose, esse é um ponto de partida”, disse o especialista que também é deputado estadual pelo PSB.

Para Jenilson, somente após um relatório da Vigilância Sanitária é que pode se fazer uma análise mais profunda. Ele aguarda a nota técnica explicando, inclusive, qual vacina foi aplicada nos idosos do Lar Vicentinos.

O infectologista esclareceu que a população idosa imunologicamente é mais frágil, tem um sistema com resposta mais lenta do que uma pessoa jovem, o que dificulta a chamada defesa competente contra o vírus. “O idoso que tem suas comorbidades, as doenças associadas, pode ter tomado as duas doses e ainda assim, o seu sistema imunológico não ter conseguido a tempo desenvolver anticorpos igual a uma pessoa com melhor condição”, esclareceu.

Diante desse estudo é que a organização mundial de saúde priorizou os idosos como primeiro grupo a ser vacinado. “Os idosos precisam de mais tempo para se imunizar”, acrescentou.

Leite chama atenção para outros aspectos que devem estar associados na prevenção e no combate à pandemia. Para ele, o uso da máscara é fundamental durante o desenvolvimento dos anticorpos.

“Esse idoso pode ter tomado a primeira dose e no intervalo entre a segunda, ter contraído o vírus. Isso pode explicar, entre outras variáveis, a contaminação que ocorreu nos idosos do Lar dos Vicentinos”, disse.

Segundo informações, os dois idosos que foram à óbito só tinham tomado a primeira dose da vacina. Jenilson não descarta que outras variantes com DNA acreano podem estar circulando no Acre.

“No momento que nós estamos não podemos descartar a possibilidade de o vírus também ter sofrido mutações no Acre e nós temos uma variante nova e acreana. O vírus se replica em alta escala, encontra dificuldades até o momento de mutar-se e continuar o ciclo de desenvolvimento”, analisou.

Ele cita a aceleração dos novos casos de covid-19 em todo o estado e diz que a cepa do amazonas, por exemplo, “infecta as pessoas mais rápido e uma facilidade maior de causar inflamação”, chamou atenção.

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