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Centro que vai abrigar 400 camelôs é criado por lei e passa a se chamar Aquiri Shopping

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O tão esperado shopping popular de Rio Branco, em obras desde 2014, foi criado oficialmente por meio de publicação de lei complementar no Diário Oficial desta quinta-feira, 30.

O espaço que conta com três andares e uma área de 7 mil metros quadrados vai abrigar mais de 400 camelôs da capital acreana. O shopping vai ter ainda uma praça de alimentação.

Como já era previsto, o centro comercial foi batizado de Aquiri Shopping. De acordo com a lei, será destinado aos vendedores ambulantes, agora chamados de comerciantes populares, cadastrados e listados pelo Município de Rio Branco, que exerçam atividades de comércio e serviços.

O empreendimento terá sua administração terceirizada para a iniciativa privada por meio de uma empresa ou consórcio de empresas, mediante licitação pelo prazo de 6 (seis) anos.

Dentre as determinações de sua criação, existe a proibição de comercialização no Aquiri Shopping de mercadorias ilegais de qualquer natureza, com risco de cancelamento do contrato de locação pelo comerciante.

Os valores à serem pagos pelo aluguel das lojas será definido pela prefeitura e pela empresa administradora durante a formulação do contrato de concessão de uso.

O município ainda não divulgou quando deve concluir o processo licitatório para a escolha de quem vai administrar o primeiro shopping popular do Acre.

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Cotidiano

Mega-Sena sai para apostador do Rio de Janeiro, que ganha mais de R$ 49 milhões

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A Mega-Sena sai para um apostador do estado do Rio de Janeiro que ganhou prêmio de R$ 49.341.885,20 milhões. O sorteio foi realizado neste sábado (27) em São Paulo. As dezenas sorteadas foram: 02 – 03- 07 – 48 – 51 – 54.

A Quina teve 107 apostas e cada ganhador teve prêmio de R$ 38.652,61. A Quadra teve 6.601 apostas e cada ganhador levou prêmio de R$ 895,06.

 

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Cotidiano

Infectados com a variante identificada em Manaus têm 10 vezes mais vírus

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Foto: Michael Dantas/AFP

Um estudo feito por pesquisadores da Fiocruz aponta que adultos infectados pela variante brasileira P.1 do coronavírus, identificada primeiro no Amazonas, têm uma carga viral – quantidade de vírus no corpo – dez vezes maior do que adultos infectados por outras “versões” do vírus. Uma maior carga viral contribui para que a variante se espalhe mais rápido.

A pesquisa ainda não foi revisada por outros cientistas nem publicada em revista, mas está disponível on-line.

“[Se] a pessoa tem mais carga viral nas vias aéreas superiores, a tendência é que ela vai estar expelindo mais vírus – e, se ela está expelindo mais vírus, a chance de uma pessoa se infectar próxima a ela é maior”, explica Felipe Naveca, pesquisador da Fiocruz Amazonas e líder do estudo.

Os pesquisadores analisaram 250 códigos genéticos do coronavírus durante quase um ano. A amostragem cobriu o primeiro pico da doença, em abril, e o segundo, no final do ano passado e início de 2021.

Eles perceberam que essa maior quantidade de vírus não acontecia, entretanto, nos homens idosos (acima de 59 anos). Uma possível explicação para isso é que a resposta imune de homens idosos tende a não ser tão eficiente de forma geral.

“Em homens mais velhos, a resposta imune já não consegue responder tão eficientemente, e aí não teve diferença sendo P.1 ou o outro [vírus]”, aponta Felipe Naveca.

Também é possível que isso tenha acontecido nesse grupo porque a quantidade de pessoas analisadas nessa faixa etária foi menor, explicou o pesquisador Tiago Gräf, também autor do estudo, em uma publicação na rede social Twitter.

Na imagem abaixo, retirada do estudo, quanto menor a altura das das bolinhas no eixo vertical, maior é a carga viral dos pacientes:

Felipe Naveca afirma, entretanto, que não há relação entre quantidade de vírus no corpo e gravidade da doença ou, até mesmo, presença deles.

“Carga viral não está relacionada com gravidade – a gente tem pacientes com alta carga viral e sintomas muito leves ou até sem sintomas”, diz o pesquisador.
A P.1 já vinha sendo apontada por vários pesquisadores ao redor do mundo como mais transmissível, por causa de mutações que ela sofre na região que o vírus usa para infectar as células humanas.

Apesar de ter surgido no Amazonas, ao menos outros 18 estados já detectaram infecções pela variante: os mais recentes foram Mato Grosso e Maranhão.

Os pesquisadores também apontaram que o espalhamento da P.1 se deu por uma combinação de fatores relacionados ao próprio vírus e ao relaxamento do distanciamento social no Amazonas.

Os cientistas apontam que as chamadas intervenções não farmacêuticas – como uso de máscaras e distanciamento social – em abril do ano passado foram “suficientemente eficazes” em reduzir a velocidade de transmissão do vírus no estado, mas não em colocar a epidemia sob controle.

Isso permitiu ao vírus sofrer mutações e contribuiu para o surgimento, em novembro, da P.1 – que logo se tornou dominante.

“A falta de distanciamento social eficiente e outras medidas de mitigação provavelmente aceleraram a transmissão precoce da variante de preocupação [VOC, na sigla em inglês] P.1, enquanto a alta transmissibilidade desta variante alimentou ainda mais o rápido aumento de casos de SARS-CoV-2 e hospitalizações observados em Manaus após seu surgimento”, dizem os pesquisadores brasileiros.

Eles reforçam, ainda, que “a fraca adoção de intervenções não farmacêuticas, como ocorreu no Amazonas e em outros estados brasileiros, representa um risco significativo para o contínuo surgimento e disseminação de novas variantes”.

Na quinta-feira (25), o Brasil bateu o recorde, desde o início da pandemia, do número de pessoas mortas em apenas um dia pela Covid-19: 1.582 vítimas.

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Cotidiano

Fundação Banco do Brasil doa R$ 1 milhão em apoio ao Acre e a Minas Gerais

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A Fundação Banco do Brasil disponibilizou R$ 1 milhão para duas campanhas de doações voluntárias em ajuda às populações do Acre e de Minas Gerais atingidas pelas chuvas e enchentes nos dois estados.

Acompanhe as doações nesse link: Ajude o Acre e Ajude Minas Gerais

Os recursos serão destinados às entidades sem fins lucrativos dos municípios mais afetados para atendimento de necessidades básicas da população, como alimentação, abrigo, saúde, vestuário e demais situações emergenciais.

No Acre, os municípios que receberão auxílio são: Rio Branco, Sena Madureira, Santa Rosa dos Purus, Feijó, Tarauacá, Jordão, Cruzeiro do Sul, Porto Walter, Rodrigues Alves e Mâncio Lima.

Em Minas Gerais, as cidades atendidas serão: Matipó, Carangola, Orizânia, Divino, Santa Maria do Itabira, Santa Margarida, Luisburgo, Porciúncula, Espera Feliz e Manhuaçu.

Toda doação tem acompanhamento das agências do Banco do Brasil e conta com a participação de funcionários e cidadãos voluntários. Após o recebimento dos valores, as instituições realizam a prestação de contas apresentando notas fiscais, fotos e comprovantes da efetiva aplicação dos recursos.

Doações

As contribuições podem ser feitas por PIX ou transferência bancária. As doações provenientes de pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real podem obter incentivo fiscal no âmbito na Lei 9.249/95 (Art. 13°,§2°, III).

Chave Pix para ajudar Minas Gerais: pix.ajudemg@fbb.org.br

Chave Pix para ajudar o Acre: pix.ajudeacre@fbb.org.br

Conta bancária Ajude o Acre

Fundação Banco do Brasil

Banco do Brasil 001

Agência 1607-1

Conta 68.000-1

CNPJ 01.641.000/0001-33

Conta bancária Ajude Minas Gerais

Fundação  Banco do Brasil

Banco do Brasil 001

Agência 1607-1

Conta 80.000-7

CNPJ 01.641.000/0001-33

*Com informações da Assessoria de Imprensa da Fundação Banco do Brasil.

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Cotidiano

MPF nega retirada de migrantes da ponte de Assis Brasil: “direito à manifestação”

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O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se pelo indeferimento de pedido liminar formulado em ação de reintegração de posse com interdito proibitório ajuizada pela União Federal contra os estrangeiros que estão acampados na ponte Ponte da Integração Assis Brasil (AC) – Brasil x Iñapari – Peru, situada na BR-317, a cerca de 320 km de Rio Branco.

O procurador da República Lucas Costa Almeida Dias fundamentou sua manifestação no direito de livre manifestação que deve atender aos imigrantes nesse caso, afirmando que tal direito tem posição de preferência sobre outros direitos, de acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.

No parecer, o MPF ressalta que a liberdade de manifestação e reunião inclui o direito de os cidadãos, inclusive estrangeiros, de agruparam-se com a finalidade de buscar a expressão ou realização comum de um fim lícito.

Diferentemente do que afirma a União Federal, o grupo que ocupa a ponte, que já chegou a cerca de 500 pessoas, não oferece risco à segurança nacional, tampouco se compõe de pessoas que tenham envolvimentos com tráfico de drogas ou pessoas, não sendo justificada, sequer, a presença da Força Nacional de Segurança Pública no local, pois tratam-se, em sua grande maioria, de pessoas idosas, crianças, mulheres e cidadãos em outras condições de vulnerabilidade que apenas desejam seguir caminho, saindo do Brasil.

O MPF também reforça o pedido a partir de documentos que foram trazidos pela própria União, pois a área técnica do Ministério das Relações Exteriores afirmou que o Acordo de Complementação Econômica nº. 58 e o Acordo sobre Transporte Internacional Terrestre não são aplicáveis ao caso e que há outras alternativas para o escoamento da produção além da ponte ocupada.

Os dados colhidos pelo MPF demonstram que, desde o início da pandemia, o trânsito no local já era bastante reduzido, tendo a travessia sido proibida por questões sanitárias em outras ocasiões neste período. E mesmo nestas ocasiões, houve entendimento para que grupos de imigrantes pudessem fazer a travessia e seguir aos seus destinos.

O parecer também aponta incoerências da União no tratamento do caso, pois após deslocar representantes de vários ministérios ao local, não houve apresentação de nenhuma solução diplomática ou de destinação de verbas para que fosse prestado o devido tratamento humanitário às pessoas, tendo sido o ajuizamento de uma ação de reintegração de posse o único movimento concreto conhecido, como se os imigrantes desejassem tomar posse da ponte para seu uso exclusivo, e não manifestar seu desejo e necessidade de seguir viagem.

Além de opinar pela improcedência do pedido, o MPF também pediu que seja realizada inspeção judicial no local.

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