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Após domingo tomado pela fumaça, prefeitura diz que está intensificando a fiscalização

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FOTO: SÉRGIO VALE - AC24HORAS.COM

Segundo o Corpo de Bombeiros foram registrados em Rio Branco, somente no final de semana, mais 100 ocorrências com focos de queimada.

A prefeitura de Rio Branco, por meio da secretaria de meio ambiente (Semeia) destacou que a fumaça que invadiu o 2º Distrito da cidade veio de um incêndio de grandes proporções entre a Estrada Transacreana e o bairro Calafate, onde o fogo consumiu, aproximadamente, 100 hectares de terra, teve início no sábado, 18, e no domingo, 19, quando os fiscais retornaram ao local, ainda continuava queimando.

“Estamos trabalhando com duas equipes, mantendo o atendimento nos três turnos: manhã, tarde e noite. Além da busca ativa, que é quando nossas equipes averiguam as regiões com maior incidência, estamos acompanhando também via satélite, áreas grandes que foram queimadas, para tentar identificar o autor ou o proprietário para aplicar a notificação”, disse Aberson Carvalho, secretário da Semeia.

De acordo com as Leis Municipais N° 1.330/99 e N° 1.459/2002, tanto o proprietário da área, quanto quem praticou a queima ou quem se beneficiou com ela, podem ser autuados. As multas variam de R$ 400 a R$ 4 mil, por hectare ou fração.

Segundo dados da Universidade Federal do Acre (Ufac), somente no perímetro urbano, foram queimados mais de 700 hectares, no último final de semana.
A região da Cidade do Povo também é uma das mais críticas em relação ao número de focos de queimadas.

O secretário Aberson explica que a Prefeitura está atuando com ações educativas nos bairros que estão próximos e que compõem o Cinturão Verde, entre eles Belo Jardim, Calafate e Tancredo Neves. “Nós intensificamos o trabalho de atuação dos fiscais e estamos colocando equipes para orientar a população, nesses bairros onde há maiores registros, seguindo todas as orientações do Ministério da Saúde e tomando os devidos cuidados para nos proteger e manter a população em segurança também”, declarou.

Ele alerta ainda para conscientização da população neste período de pandemia. “Não podemos colapsar o sistema de saúde, que já está operando no enfrentamento ao coronavírus. Além disso, as queimadas provocam problemas respiratórios muito semelhantes aos da Covid19, o que dificulta o diagnóstico preciso da doença. É um momento delicado que precisamos da colaboração da população”, ressaltou.

As denúncias podem ser feitas pelos números 190 ou 193, da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, além dos contatos da Semeia: 3228-5765 ou 9 9227-1126.

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Ramal do Panorama tem grande queimada e Acre registra mais de 200 incêndios em 7 meses

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Focos de incêndio foram registrados na manhã desta quinta-feira, 22, no ramal do Panorama, na zona rural de Rio Branco. Uma guarnição do Corpo de Bombeiros do Acre foi acionada para combater as chamas. Ainda não se sabe quantos homens foram deslocados ao local.

Em algumas imagens do fotojornalista do ac24horas, Sérgio Vale, é possível constatar moradores da região tentando combater o incêndio. Segundo números do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que foram registrados 205 focos ativos de incêndios de janeiro até a última quinta-feira, 15, de julho no Acre .

Em comparação aos anos anteriores, esse é o maior número de focos dos últimos três anos. Em 2018, foram registrados 208 focos ativos no Acre no mesmo período. Ainda segundo os dados, o número de focos de queimadas este ano cresceu 5%, comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 195 focos.

Os dados apontam que os municípios de Brasiléia e Tarauacá foram os que apresentaram o maior número de focos acumulados desde o início deste ano, com 16 focos cada um.

O acumulado mensal de focos de queimadas no estado do Acre, entre o início do mês de julho e quarta (14), é de 110 focos de queimadas, levando em consideração dados do satélite de referência.

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Pesquisa revela que 42% dos empresários acreanos possuem dívidas ou empréstimos

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A 11ª edição da pesquisa “O impacto da pandemia de coronavírus nos Pequenos Negócios”, realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), traçou o perfil do empreendedor diante das mudanças impostas pela pandemia de Covid-19. O levantamento foi realizado por meio de formulário online, no período de 27 de maio a 1 de junho de 2021.

De acordo com os resultados, metade do quantitativo total de empresas corresponde aos Microempreendedores Individuais (MEI), seguido das Microempresas (ME). Dessas, 47% estão funcionando com mudanças, por causa da crise econômica ocasionada pela pandemia, e 33% estão atuando da mesma forma que antes da crise.

O diretor técnico do Sebrae no Acre, Lauro Santos, destaca a importância de se readequar diante de novas situações. “Quando a empresa se adequa a uma nova realidade, adotando as medidas de prevenção, fazendo entregas, trabalhando com recursos digitais, ela minimiza a redução no faturamento, que aqui no Acre foi de grande impacto, mais de 60%”, disse.

Entre os dados levantados, foi revelado que 42% dos empresários acreanos possuem dívidas ou empréstimos ativos, e que conseguem manter os pagamentos em dias. Com maior parte dos empréstimos solicitados em 2020, 77% das empresas que buscaram crédito conseguiram efetivá-los. “Esse crédito foi muito importante, e aqui no Acre a gente teve um maior alcance na capilaridade do acesso ao crédito”, reforça Santos.

Cerca de 51% das empresas participantes da pesquisa afirmaram que estão presentes em redes sociais como Instagram, WhatsApp e Facebook. O diretor técnico ressalta, ainda, o trabalho do Sebrae para auxiliar empresários a driblarem os efeitos da crise, “aqueles que souberam se adequar a essa nova realidade tiveram bastante proveito, muitas tiveram aumento no faturamento, outras não, porque não souberam usar a ferramenta tecnológica como meio de driblar a crise e ampliar seus negócios”.

Mais da metade dos empreendedores atuam no setor de serviços, seguido de comércio, com 40%. Entre o total de entrevistados, 84% afirmou que a renda do negócio é a principal fonte de renda familiar, além disso, 42% consideram que a pior fase já passou, e apenas 9% se manifestaram animados com novas oportunidades.

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Prestes a extinguir, Igesac prepara licitação para contratar empresa de lavar roupa hospitalar

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Foto: Ilustrativa

O Instituto de Gestão em Saúde do Acre (Igesac), criado para substituir o Pró-Saúde, vive um dilema. De um lado, não recebe do governo do estado um posicionamento oficial se vai realmente administrar as Unidades de Pronto Atendimento Via Verde, no Segundo Distrito, e a Franco Silva, localizada na região da Sobral. O ac24horas mostrou dias atrás que o governador Gladson Cameli, após ser pressionado por sindicalistas, teria voltado atrás em relação a passar a administração das unidades para o instituto. Na ocasião, a direção do Igesac preferiu não comentar o imbróglio, e o governo, por sua vez, afirmou apenas que não tinha uma decisão final sobre o assunto.

Do outro lado, mesmo sem uma definição, a direção do Igesac continua com esperanças de assumir as UPAs. Prova disso é a abertura de um processo licitatório para  a contratação de uma empresa especializada em lavação de roupas hospitalares como lençóis, cobertores, aventais, campos cirúrgicos e que promova a lavagem, higienização e desinfecção.

O grande gargalo é como incorporar os mais de 900 servidores do Igesac à Sesacre de forma legal. O problema vivido pelo Pró-Saúde foi exatamente o entendimento da justiça de que ele não poderia apenas ser um instrumento de fornecimento de mão de obra. Não passa pela cabeça do governo, com pouco mais de um ano para as eleições do ano que vem, enfrentar o desgaste político de demitir centenas de servidores.

O ac24horas voltou a procurar o governo do estado para saber se já existe alguma decisão sobre o Igesac. A Secretária de Saúde Paula Mariano, informou que não existe uma definição sobre o assunto.

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Diretor da Santa Casa é denunciado por assédio ao pedir “massagem” em entrevista de emprego

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O pastor e diretor da Santa Casa de Rio Branco, José Ildson Viana, foi denunciado por uma candidata a vaga de emprego na Unidade de Saúde por supostamente praticar assédio sexual no ambiente do trabalho. Um Boletim de Ocorrência foi registrado nesta terça-feira, 20, na Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (DEAM).

LEIA MAIS: >>>Chefão da Santa Casa desconfia de denúncia e descarta sindicância contra diretor acusado de assédio

O ac24horas teve acesso ao teor das mensagens de WhatsApp e também a um áudio com duração de pouco mais de uma hora, onde a profissional de saúde e o diretor conversam no escritório dele. No conteúdo, é possível perceber uma abordagem fora do comum em relação a entrevista de emprego, como por exemplo, o fato do diretor pedir uma massagem nas costas e a candidata se negar. Todo o material está sob análise da Polícia Civil que decidirá se o diretor será indiciado ou não.

A reportagem apurou que recentemente a Santa Casa de Rio Branco ofertou nas redes sociais 150 vagas de empregos para biomédicos, enfermeiros e técnicos em laboratórios. O processo seletivo não exigia experiência e o diretor de Relacionamento Institucional da Unidade de Saúde, José Ildson Viana era o responsável pela triagem dos profissionais.

O diretor da Santa Casa foi procurado pelo ac24horas nas primeiras horas desta quarta-feira, 21. Ildson, que também é advogado, afirmou não ter conhecimento da denúncia e que pedir massagem durante entrevista de emprego não faz parte da sua conduta. Ele informou que não foi intimado e ainda questionou a reportagem sobre o nome da candidata que o denuncia, mas o ac24horas resguardou o nome da suposta vítima.

Ildson deverá prestar esclarecimentos nos próximos dias na Delegacia da Mulher.

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