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Solidariedade fica com Gladson e Milani diz que “Rocha é o cara que mais persegue”

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Um áudio vazado de uma reunião do Solidariedade mostra como os acordos políticos são feitos e refeitos pelos partidos políticos do Acre. A reunião da equipe do Solidariedade fala sobre a retirada da candidatura de Luziel Carvalho da prefeitura de Rio Branco.

No primeiro momento, a fala é de Edimilson Ripardo Maia, presidente da executiva municipal do partido em Rio Branco. Ele diz que o grande motivo da desistência da candidatura própria foi a manutenção dos mais de 100 cargos comissionados no governo estadual.

“Como é que essa nossa turma iria vestir a camisa do nosso pré-candidato desempregada? A maioria da executiva do partido tem cargo comissionado. Imagina essa turma sem qualificação se ver desempregada. Não foi por acaso essa decisão, estamos há um ano e meio na sombra e de repente ter que largar essa sombra e ir para o sol de novo, não dá”, justificou o dirigente sobre a permanência do partido ao lado do governador Gladson Cameli nas próximas eleições.

O presidente da executiva municipal fala ainda que não há nada que desabone a conduta de Luziel e diz ainda que Israel Milani, presidente estadual do partido e secretário de meio ambiente, afirmou a Luziel que deixaria o cargo se fosse pressionado por Gladson. “Naquele momento de empolgação o Israel teria dito que sim, mas não cumpriu com prometido”, se desculpou.

Na sequência, o áudio é do próprio Israel Milani afirmando que Gladson precisa dar um passo atrás, abandonar a reeleição de Socorro Neri para ter sua base de volta. Milani diz ainda que não comunga com o vice-governador, Major Rocha. “É o cara que mais persegue e o que mais me dá trabalho na secretaria”, denunciou aos presentes.

Milani pondera que se o partido vai para eleição com candidato próprio e perde, sai esfacelado da disputa e diz apostar no racha do governo com o PSDB e o MDB para o crescimento de seu partido. “Tu achas que o governador vai manter a aliança com o PSDB, com o MDB, que tá batendo nele todo dia? não vai… Então, o tamanho do Solidariedade no pós-eleição é que vai definir 2021 e 2022. Vai ser o tamanho que a gente vai ter no governo. Vamos abrir espaço no governo, gente”, disse Milani.

O mais curioso é o pedido de Israel no final do áudio. “O partido tem que sair grande e só peço que não vaze isso aqui”. Mas, vazou!

Veja o vídeo:

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Justiça suspende realização do show de João Bosco e Vinicius no Festival do Açaí, em Feijó

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A Vara Cível da Comarca de Feijó suspendeu na última segunda-feira, 8, a realização do show da dupla sertaneja João Bosco e Vinicius que estava programado para ocorrer no Festival do Açaí, em Feijó, no próximo dia 14 de agosto.

De acordo com o juiz Marcos Rafael Maciel de Souza, a prefeitura deveria acatar a decisão em até 24 horas acerca da da realização do show nacional e que, além disso, teria que abster de efetuar o pagamento do cachê dos artistas. “Abstenha de efetuar quaisquer pagamentos/transferências financeiras decorrentes do contrato estabelecido para a contratação dos artistas mencionados, sob pena de incidência de uma multa única no valor do dobro do contrato celebrado”, diz trecho da decisão.

O magistrado destaca ainda que, em caso de descumprimento, será efetuada multa ao Prefeito Municipal de Feijó, Kieffer Cavalcante (Progressistas). “Determinar que o Município de Feijó adote todas providências necessárias para que, no prazo de 24h (vinte e quatro horas), a contar da intimação do Prefeito, divulgue na página principal do seu sítio eletrônico, comunicando o cancelamento do show da dupla da dupla “João Bosco e Vinícius”, sob pena de multa no valor de R$10.000,00, em caso de descumprimento, por cada hora de atraso, a incidir diretamente sobre a pessoa do Prefeito Municipal”, alertou a justiça.

A justiça ressalta que o valor do show da dupla, estimado em R$319.000,00, deve ser ofertado em ações públicas a população do município. “A imposição à Administração Pública do dever gerir o dinheiro público visando ao interesse público e ao bem comum, servindo-se, o gestor público, dos princípios da moralidade e da eficiência, como guias da sua atuação. Tendo por base tais princípios, fica evidenciado que, na escassez der recursos, deve-se, primeiramente, buscar o atendimento dos interesses prioritários, dispensando-se recursos aos direitos secundários (como é o caso, por exemplo da promoção de lazer, que está em patamar inferior, por exemplo, se confrontado com os direitos à saúde, educação, alimentação e moradia)”, justificou o magistrado.

Após a decisão judicial, a prefeitura informou que o show, por hora, segue cancelado, contudo, avisou que deverá recorrer da decisão.

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Jorge e Marcus registram candidaturas e declaram que ficaram “mais pobres”

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O Partido dos Trabalhadores registrou nesta quarta-feira, 10, as candidaturas de Jorge Viana ao governo e Marcus Alexandre como vice. Os dados constam no Portal Divulgacand, plataforma do Tribunal Superior Eleitoral para acompanhamento de candidaturas e contas eleitorais.

Os candidatos divulgaram ainda a sua lista de bens declarados para a justiça eleitoral, que demonstra que os petistas “ficaram mais pobres” nos últimos 4 anos, em relação aos seus adversários Gladson Cameli (PP) que registrou aumento de patrimônio de 76% e Sérgio Petecão (PSD) de 300%.

De acordo com os bens declarados, Jorge Viana afirmou ter em 2022 um patrimônio de R$ 3,6 milhões (R$ 3.663.896,66), R$ 55 mil a menos do que os dados declarados em 2018, quando se candidatou ao senado e perdeu a disputa. Em 2018, Viana declarou ter R$ 3.719.188,00.

Entre os principais bens do petista que já foi governador e senador pelo Acre, um terreno de R$ 566 mil, um apartamento de R$ 1,4 milhão e uma casa no valor de R$ 330 mil.

Da mesma forma de Viana, Marcus Alexandre registrou perda de patrimônio nos últimos anos. Neste ano, o ex-prefeito de Rio Branco declarou ter R$ 637.485,63 em bens, R$ 16 mil ao menos que em 2018, quando disputou o governo e perdeu. Naquela época, o petista registrou R$ 653.761,00. Entre os principais bens de Alexandre, estão uma casa avaliada em R$ 350 mil e um veículo no valor de R$ 96 mil.

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Bocalom se diz triste por Mailza ser vice de Gladson e confirma apoio a Márcia Bittar

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), deverá apoiar a candidata ao senado Márcia Bittar (PL) nas eleições de 2022. A confirmação foi dada pelo gestor ao ac24horas após a senadora Maiza Gomes desistir de disputar a reeleição e decidir ser a vice da chapa de Gladson Cameli ao governo.

“O senador Márcio Bittar já havia me procurado anteriormente para uma conversa e eu disse para ele que eu tinha um compromisso com a Mailza, que era minha candidata, mas que se houvesse algum problema, alguma mudança no decorrer eu daria meu apoio à Márcia e como as pessoas já me conhecem, minha palavra dada é cumprida”, disse Bocalom.

Apesar de Mailza ter sido oficializada como a vice de Gladson, Bocalon afirmou que não ficou satisfeito com o desfecho da situação, já que acredita que a senadora poderia vencer a eleição. “Confesso que fiquei triste com a situação. Na minha opinião, com esse desfecho, com Jorge Viana não sendo candidato ao Senado, a Mailza teria uma grande chance de conquistar o mandato, mas foi uma decisão dela aceitar ser vice, eu respeito e torço para que tudo aconteça do maior sucesso possível”, afirmou Bocalom.

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Em 4 anos como governador, patrimônio de Gladson cresce 76%

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O patrimônio do governador Gladson Cameli (PP), que busca a reeleição nas eleições deste ano, cresceu cerca de 76% nos últimos quatro anos. A informação consta no Portal DivulgaCand do Tribunal Superior Eleitoral, que mostra os registros oficiais e contas eleitorais das eleições de 2022. A candidatura de Cameli e e da sendora Mailza como vice foi registrada nesta terça-feira, 9, no sistema eleitoral. O Progressista não realizou nenhum ato sobre o registro no Tribunal Regional Eleitoral.

De acordo com a lista de bens disponibilizada pelo candidato progressista, seu patrimônio totalizado em 2022 é de R$ 5,1 milhões (R$5.161.383,44). Nas eleições de 2018, quando concorreu pela cadeira de governador pela primeira vez, Cameli registrou R$ 2,9 milhões em bens e quando disputou o senado federal em 2014, seus bens eram avaliados em apenas R$ 514 mil.

De acordo com a lista de bens atualizados disponibilizadas pelo governador ao TSE, consta uma aeronave de R$ 1,5 milhões, dois carros de R$ 600 mil e R$ 449 mil, respectivamente, um terreno avaliado em R$ 600 mil e quota de empresas no valor de R$ 1 milhão. Esses são os itens mais caros declarados por Cameli.

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