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Fiscalização resulta em interdição de bombas em postos de combustíveis nas cidades do Acre

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Postos de combustíveis de Acrelândia, Plácido de Castro, Porto Acre, Senador Guiomard, Sena Madureira e Rio Branco foram alvos de uma fiscalização conjunta do Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon/AC) e Ministério Público do Acre (MPAC).

A ação contou com a participação de agentes da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Acre (Ipem).

Na ação, 37 postos de abastecimento receberam as vistorias das equipes fiscais, onde foram efetuadas diversas perícias, de acordo com a especialidade de cada instituição pública, como exemplo, a análise da qualidade dos produtos, combate a preços abusivos e a inspeção da operacionalidade das bombas.

Segundo o fiscal da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Leonídio Araújo, a ação resultou na interdição de quatro bombas e dois tanques por apresentarem combustíveis fora da especialização e duas bombas foram lacradas por problemas de vazão

“Detectarmos infrações pontuais, tal qual a venda de diesel comum como se fosse aditivado, além de repassar medidas que melhoraram a segurança de funcionários e consumidores”, relatou.

O coordenador do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Acre (Ipem), Alisson Cárceres, afirmou que foram encontrados mangueiras deformadas e inapropriadas para o uso.

“Observamos alguns casos de falhas na vazão do combustível, o que estava prejudicando os próprios fornecedores, com perdas graduais do produto”, pontuou.

Após essa operação o Procon/AC elaborará relatórios que auxiliarão os órgãos de defesa do consumidor, na aplicação de sanções aos estabelecimentos que apresentaram irregulares.

Cotidiano

Bittar e Duarte criticam operação do Mapa na fazenda do pecuarista Jorge Moura

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O senador Márcio Bittar e o deputado estadual Roberto Duarte, ambos do MDB, usaram as redes sociais nesta terça-feira, 15, para comentar o episódio envolvendo funcionários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf/AC) na fazenda Campo Esperança, no município de Capixaba, de propriedade do pecuarista Jorge Moura, que resultou em desentendimento entre o produtor e os servidores.

Nas redes, Bittar afirmou que ficou indignado com a ação e ressaltou o papel do agronegócio em meio à pandemia da covid-19.

“O produtor não pode ser tratado como bandido. O Agronegócio está salvando o país: os homens e mulheres que produzem nunca ficaram em casa, não pararam de trabalhar, mesmo com a pandemia. Não podemos deixar que as famílias de trabalhadores sejam tratadas como criminosas, penalizadas por leis que travam a economia acreana há décadas! Contem com a minha gratidão e o meu apoio sempre!”, afirmou.

Já Roberto Duarte afirmou que a ação causou um constrangimento desnecessário a Jorge Moura e aos seus colaboradores. “No local, chegaram tropas do exército, que mais parecia uma operação de guerra, causando intimidação desnecessária para seus familiares e trabalhadores que lá estavam. Receber informações como esta no dia em que comemoramos o aniversário do nosso estado é desanimador, pois queremos um Acre conduzido por Governo que apoie e defenda quem produz e gera emprego e renda. Mais respeito, por favor!”, escreveu.

De acordo com as informações apuradas pelo ac24horas, o trabalho dos órgãos federal e estadual se referia a uma fiscalização, aparentemente de rotina, do uso de agrotóxicos e destinação das embalagens, que é de responsabilidade do Ministério e do órgão de defesa estadual, além do controle da comercialização e do transporte de defensivos agrícolas.

O que causou a revolta do pecuarista e agricultor Jorge Moura foi a presença do Exército durante a fiscalização, situação que ele considerou desnecessária, desrespeitosa e como uma demonstração de intimidação. Em um vídeo gravado no ato da chegada das equipes à fazenda, Moura confronta um funcionário do Mapa pela presença dos militares.

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Cotidiano

Nicolau Júnior participa de solenidade da troca de bandeiras nos 59 anos do Acre

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O estado do Acre completa 59 anos de emancipação política nesta terça-feira (15). A data é celebrada pelo governo do estado com uma troca de bandeiras no mastro que fica no Calçadão da Gameleira, localizado no Segundo Distrito de Rio Branco.

O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Nicolau Júnior (Progressistas), participou da cerimônia ao lado do governador Gladson Cameli e de outras autoridades.

No início da solenidade o governador soltou balões verdes e amarelos em memória às vítimas da Covid-19 deste ano e também como homenagem aos sobreviventes da pandemia.

Em seu pronunciamento, o presidente da Aleac homenageou o povo acreano. O parlamentar destacou ainda as dificuldades enfrentadas pela população neste momento de pandemia.

“Estamos aqui para prestar reverência a esta data alusiva ao aniversário do nosso estado querido e, nesta data especial, eu não poderia deixar de saudar o povo acreano pelas lutas travadas até aqui. Foram muitas batalhas e vitórias memoráveis. Eu, como filho do Juruá e presidente do Poder Legislativo do Acre, tenho muito orgulho de ser acreano e de tudo que construímos até aqui”, enfatizou.

O progressista frisou ainda a união dos Poderes e o esforço do governador Gladson Cameli no combate à Covid-19. “Esses dois últimos anos serviram para nos mostrar o quanto a união faz a diferença. E é dessa forma que pretendemos seguir. Unidos. Gostaria de agradecer ao nosso governador, ele se mantém forte diante dos obstáculos, enfrentando os problemas de frente e isso tem feito toda a diferença. Eu sigo na Aleac para ajudar no que for preciso para garantir o bem-estar do nosso povo e o desenvolvimento do Estado. Dias melhores virão. Eu creio”, disse.

Em sua fala, o governador Gladson Cameli enfatizou que o Acre tem uma das mais belas histórias entre os entes da Federação. “O dia de hoje é uma das datas mais celebradas pelo povo do Acre. São muitas conquistas e grandes batalhas. Uma das mais belas histórias de garra, brasilidade e determinação que o país tem. Agradeço a Deus por ser governador neste momento. Agradeço a Deus por esse momento que ele e o povo do Acre me concederam. Ser governador do Acre é uma honra”, disse.

Ao falar sobre a pandemia de Covid-19, o governador se solidarizou com as vítimas da pandemia. “Há um ano nós inauguramos o primeiro hospital de campanha. Não imaginávamos que o caminho a seguir seria longo, me passa um filme na cabeça. Mas, graças à união de todos, conseguimos dar a mão para quem precisava. Conseguimos, nesta pandemia, unir as pessoas e isso não tem preço. Eu sigo com esperança, tenho fé que não haverá uma terceira onda do vírus”, disse.

O Acre foi elevado à categoria de Estado em 1962, quando o então presidente do Brasil, João Goulart, assinou em Brasília (DF) a lei que elevou o território federal do Acre a estado. A lei foi criada pelo deputado federal José Guiomard dos Santos.
A bandeira do Acre foi feita durante o período da Revolução Acreana, durante o governo de Luís Galvez Rodriguez de Arias, de 1899 a 1900.

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Cotidiano

Foragido da justiça acusado de agredir e estuprar a própria esposa é preso em Feijó

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A Policia Civil de Feijó capturou na tarde desta terça-feira, 15, um homem de 36 anos, suspeito de estuprar e ameaçar a companheira no km 48 da BR-364, Seringal Santa Cruz, entre as cidades de Feijó e Manoel Urbano, interior do Acre.

A denúncia foi feita pela própria vítima à Polícia Civil que representou e pediu a prisão do suspeito, que estava foragido da justiça pelo crime de porte de arma de fogo e álcool zero.

De acordo com delegado Railson Ferreira, o individuo deverá ser ouvido pela polícia na próxima quarta-feira (16) e ser encaminhado para o presídio de Tarauacá posteriormente.

A vítima foi abusada e ameaçada pelo marido ainda na sexta-feira (11). De acordo com a autoridade policial a mulher revelou que sempre sofreu agressões, ameaças e insultos do marido, mas decidiu denunciá-lo após a pratica de abuso sexual contra ela. Ele já era foragido do sistema prisional.

A vitima, sua própria esposa, relatou que sofria várias agressões e depois do estupro, saiu da zona rural e veio denunciar o autor.

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Cotidiano

Violência psicológica e financeira são as mais comuns contra idosos em Rio Branco

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Segundo o Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, no Acre, em 2020, foram recebidas 246 denúncias de violência contra a pessoa idosa, totalizando 973 violações de direitos.

De janeiro a junho deste ano já são 71 denúncias, sendo identificados 291 direitos violados. 81,69% das denúncias recebidas eram relacionadas ao sexo feminino, sendo que em 47,89% das denúncias o suspeito de agressão era do sexo masculino.

As violências contra a pessoa idosa podem ser visíveis ou invisíveis. As visíveis são as mortes e lesões. As invisíveis são aquelas que ocorrem sem machucar o corpo, mas provocam sofrimento, falta de esperança, depressão e medo. A violência contra a pessoa idosa pode assumir várias formas e ocorrer em diferentes situações.

Um estudo feito com 290 idosos, acompanhados na atenção primária à saúde de Rio Branco, no período 2016-2017, a violência psicológica foi mais prevalente na amostra (30,6%), seguida da violência financeira (25%) e física (17,2%). As variáveis de segurança de bairro, renda familiar, síndrome de fragilidade, depressão, câncer, acidente vascular cerebral, raça ou cor e excesso de bebida alcoólica foram os fatores associados à prevalência de violência geral.

“Evidenciou-se uma alta prevalência de violência geral nos idosos estudados, com percentual de 52,6% e os fatores associados foram, majoritariamente, relacionados a uma saúde fragilizada. Defende-se que estratégias de promoção do envelhecimento saudável possam também auxiliar no enfrentamento da violência contra a população idosa”, diz Polyana Bezerra, autora da pesquisa, docente da Universidade Federal do Acre, em entrevista à Agência de Notícias do Acre.

Os abusos físicos constituem a forma de violência mais perceptível aos olhos dos familiares, nem sempre o agressor irá cometer agressões que sejam tão perceptíveis como situações de espancamento que promovam lesões ou traumas que possam chamar a atenção das pessoas. Em algumas situações, os abusos são realizados na forma de beliscões, empurrões, tapas ou agressões que não evoluem com sinais físicos.

A violência psicológica é quando os atos praticados são agressões verbais, tratamento com menosprezo ou qualquer ação que traga sofrimento emocional como humilhação, afastamento do convívio familiar ou restrição à liberdade de expressão.

Para enfrentar essa dura realidade, o Acre aderiu ao Junho Violeta, campanha de combate à violência contra a pessoa idosa.

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