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Homem é executado com tiro na cabeça no Segundo Distrito de Rio Branco

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Um homem não identificado pela polícia foi encontrado morto com dois tiros na noite desta quarta-feira (8), na rua Praia do Yaco, no loteamento Praia do Amapá, Segundo Distrito de Rio Branco.

De acordo com informações da polícia ao ac24horas, a vítima estava caminhando em via pública quando foi abordado por dois homens não identificados, supostos membros de uma facção. Um dos criminosos, em posse de uma uma arma de fogo, efetuou dois tiros que atingiram o homem na cabeça e nas costas.

A ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou a ser acionada, mas o homem já se encontrava morto.

O corpo do homem foi removido do local e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), para os exames cadavéricos e identificação. O caso já está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A polícia acredita que a morte do homem pode ter sido um acerto de contas.

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Cotidiano

MPAC vai fiscalizar e cobrar transparência na vacinação de grupos prioritários no Acre

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A procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, convocou nesta sexta-feira, 22, mais uma reunião com o Gabinete de Crise para o combate à Covid-19 no estado, a fim de tratar sobre a expedição de uma nova Recomendação, para que gestores e secretários estaduais e municipais obedeçam o plano de vacinação nacional e local, com relação à observância dos critérios de prioridade. 

A medida do MPAC, segundo a chefe da instituição, é para evitar privilégios no momento da execução da vacinação, a fim de garantir que sejam imunizadas, somente as pessoas evidentemente colocadas como prioridades neste momento. 

Além de membros do MPAC com atuação nas cinco regionais do estado, também participou da reunião, o representante do Ministério Público Federal (MPF), procurador da República Lucas Costa Almeida Dias.  

“O Ministério Público está acompanhando e fiscalizando a execução do cronograma de vacinação contra a Covid-19 no estado do Acre e não vamos admitir privilégios e nem “fura-filas”. Conclamei toda a classe de membros do MP acreano e me coloquei à disposição para dar todo o apoio às regionais e colocar o Ministério Público a serviço da população e, assim, cumprir com o seu dever constitucional”, disse a PGJ.  

 

O representante do MPAC no Comitê Estadual e Municipal para o combate à Covid-19 no Acre, promotor de Justiça Glaucio Shiroma Oshiro, disse que o Ministério Público vai solicitar nessa Recomendação, a alimentação dos sistemas, para que a questão seja tratada com bastante transparência. 

“A população, inclusive, também pode nos auxiliar nesse trabalho, entrando em contato com o MPAC assim que souber de qualquer notícia acerca de eventuais privilégios por parte de quaisquer pessoas que não estão acomodadas nos grupos prioritários”, ressaltou.

A aplicação da vacina em qualquer pessoa que não se enquadre nos critérios estabelecidos, nesse momento, é irregular e deve ser denunciada aos órgãos de fiscalização e controle. O Ministério Público brasileiro atua neste momento numa força-tarefa para que sejam respeitados os critérios definidos pelas autoridades de saúde em relação à priorização da vacina. 

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Cotidiano

Inscrições para oficina de cenas teatrais estão abertas à comunidade de Tarauacá

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A oficina ‘Produção de Cenas em Cenários Amazônicos’ está com inscrições abertas até o meio-dia do próximo dia 3. Para participar, os candidatos devem acessar o formulário online que está disponível no perfil @cenasteatrais, no Instagram, para manifestar interesse por uma das 15 vagas gratuitas.

As aulas são presenciais e ocorrem nos dias 8, 9 e 10 de fevereiro, das 14h às 18h, no auditório do Sinteac de Tarauacá. Formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Acre (Ufac), a atriz Melânia Brasil é a responsável pela execução do projeto.

A proposta é democratizar o acesso à cultura e investir na formação técnica de artistas experientes e iniciantes, a partir do estudo de interpretação, figurino, criação de cenários, objetos cênicos, sonoplastia e aspectos representativos do teatro acreano.

“Pretendia realizar a oficina no Teatro José Potyguara, que foi construído em 1933 e é o mais antigo do estado. Porém, o prédio está fechado”, lamenta a artista que nasceu em Sena Madureira, mas mora em Rio Branco há oito anos.

“Decidi focar em Tarauacá para estimular a comunidade a valorizar e ocupar o patrimônio cultural dedicado à memória e à arte. Sou fascinada pela ideia de usar esses espaços públicos para fazer teatro e contar a história do nosso povo. Fazer do nosso jeito”, explica a artista.

O projeto é financiado pelo edital da Lei Emergencial de Cultura Aldir Blanc, que é gerido pelo governo por meio da Fundação Elias Mansour (FEM).

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Cotidiano

Novo prazo: municípios têm até 31 de janeiro para aderir ao Programa Tempo de Aprender

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As Secretarias de Educação de todo o país interessadas em aderir ao Programa Tempo de Aprender do Ministério da Educação (MEC) têm novo prazo para preencher o termo de adesão. Em caso de interesse, o gestor municipal tem até o dia 31 de janeiro para preencher o formulário de adesão na página do programa.

Esta não é a primeira vez que o MEC prorroga o prazo de adesão. Os municípios enxergam como positiva a flexibilidade e dilatação de prazos estabelecidos para os programas federais de educação, principalmente, em razão das particularidades que os gestores municipais estão tendo de enfrentar em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19). Além disso, a entidade reforça que é uma oportunidade para os novos secretários de educação tomarem conhecimento da iniciativa e, se tiverem interesse, realizarem a adesão do Município.

De acordo com informações do MEC, cerca de 80% das secretarias municipais e estaduais, ou seja, 4.437, já aderiram ao programa. Entretanto, a CNM alerta que antes de realizar o preenchimento de formulário eletrônico, o secretário de educação precisa atualizar as informações no sistema PDDE Interativo, plataforma do MEC utilizada para o repasse de recursos e apoio à gestão escolar. A entidade lembra que sem esse procedimento a adesão não será concluída.

Realizado virtualmente e com foco na alfabetização – da pré-escola ao 1º e 2º ano do ensino fundamental das redes públicas de ensino – o Tempo de Aprender é destinado a professores, coordenadores pedagógicos e diretores escolares. Trata-se de uma Política de Estado voltada à alfabetização que se estrutura nos eixos de apoio pedagógico; aprimoramento das avaliações; formação continuada; e valorização de profissionais da alfabetização.

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Cotidiano

Mapa mostra maior parte do Acre sem serviço de acolhimento de crianças e adolescentes

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A maioria dos municípios do Acre não possuem serviço de acolhimento de crianças e adolescentes. Nos municípios onde há esse serviço, o acolhimento é institucional ou familiar. A informação está sugerida no mapa produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado na última quinta-feira (21).

A nota técnica “Filhos cuidados pelo Estado: o que nos informa o relatório do Ipea sobre o reordenamento dos serviços de acolhimento de crianças e adolescentes” não traz detalhes por Estado ou município mas apresenta uma mostra da situação no País.

A análise da trajetória desses serviços em outro relatório mostra que a implementação das ações de reordenamento permitiu alcançar significativa cobertura da oferta.

Em 2018, 2.010 municípios (36,1%) contavam com algum serviço de acolhimento de crianças e adolescentes, os quais cobriam 80,3% da população brasileira. Os perfis de oferta encontrados foram os mais variados. A maior parte dos municípios (1.488) prestava apenas o serviço de acolhimento institucional (SAI). Alguns (167 municípios) prestavam apenas o serviço de acolhimento familiar (SAF).

Outros 132 municípios não possuíam oferta própria, mas estavam vinculados a alguma oferta realizada em caráter regional (que atende a um conjunto de municípios contíguos). Embora menos frequente, foi possível ainda encontrar municípios com mais de um tipo de serviço ofertado.

Na média nacional, o Ipea observa uma recente trajetória de crescimento do total de meninas entre os acolhidos (50,3%), sendo que, em 2018, elas superaram o total de meninos (49,6%) nos serviços de acolhimento para crianças e adolescentes.

Isso ocorreu sobretudo pela maior ampliação relativa de adolescentes do sexo feminino, que, desde 2016, já são maioria para a faixa etária de 12 a 15 anos. Sugere-se estar em curso uma inflexão nas estatísticas dessa população que, em anos anteriores, trazia a presença majoritária de adolescentes do sexo masculino. Embora os dados disponíveis não permitam entender as razões para o aumento relativo das meninas acolhidas, cabe atentar para a eventual necessidade de adequação dos serviços para atendimento de um público majoritariamente feminino.

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