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Após troca na direção, RBTrans volta com o portal de transparência do transporte

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O portal de transparência do transporte público de Rio Branco voltou a funcionar. O anúncio foi feito pela prefeitura nesta quinta-feira, dia 9. Com objetivo de manter a população informada sobre o transporte, também cumpre decisão judicial constante na lei Nº 34 de 14 de dezembro de 2017, que prevê a publicidade das informações dos estudos técnicos tarifário.

O assessor de tecnologia da RBTrans, Rêmulo Mamed, explicou que portal foi apresentado como um projeto piloto em 2017, mas por problemas técnicos precisou ser retirado do ar, em março deste ano. O problema foi contornado e a prefeitura conseguiu voltar com o portal de transparência do órgão.

A nova superintendente da RBTrans, Sawana Carvalho, afirmou que o portal seguirá “dando publicidade sobre os estudos técnicos que orientam a definição dos valores das tarifas do transporte público, até porque esse é um pedido que a prefeita Socorro Neri nos fez, de trabalhar sempre com respeito, zelo e transparência na administração pública”, destacou.

No portal se encontram informações como dados da tarifa vigente, passageiros transportados, cartão de bilhetagem, serviço de atendimento de transporte aos usuários portadores de deficiência severa (SAUD), terminais de integração, pontos de ônibus, bicicletários, locais de recarga, linhas e percursos dos ônibus, além de formulários de táxi, mototáxi e frete.

Serão incluídas no portal as ordens de serviços que são responsáveis por determinar quantidade e horário de circulação dos ônibus, quadros das viagens e também o plano de operação de transporte público – Covid-19. O portal pode ser acessado no endereço: http://transportes.riobranco.ac.gov.br/.

Fonte: PMRB

Cotidiano

Bittar e Duarte criticam operação do Mapa na fazenda do pecuarista Jorge Moura

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O senador Márcio Bittar e o deputado estadual Roberto Duarte, ambos do MDB, usaram as redes sociais nesta terça-feira, 15, para comentar o episódio envolvendo funcionários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf/AC) na fazenda Campo Esperança, no município de Capixaba, de propriedade do pecuarista Jorge Moura, que resultou em desentendimento entre o produtor e os servidores.

Nas redes, Bittar afirmou que ficou indignado com a ação e ressaltou o papel do agronegócio em meio à pandemia da covid-19.

“O produtor não pode ser tratado como bandido. O Agronegócio está salvando o país: os homens e mulheres que produzem nunca ficaram em casa, não pararam de trabalhar, mesmo com a pandemia. Não podemos deixar que as famílias de trabalhadores sejam tratadas como criminosas, penalizadas por leis que travam a economia acreana há décadas! Contem com a minha gratidão e o meu apoio sempre!”, afirmou.

Já Roberto Duarte afirmou que a ação causou um constrangimento desnecessário a Jorge Moura e aos seus colaboradores. “No local, chegaram tropas do exército, que mais parecia uma operação de guerra, causando intimidação desnecessária para seus familiares e trabalhadores que lá estavam. Receber informações como esta no dia em que comemoramos o aniversário do nosso estado é desanimador, pois queremos um Acre conduzido por Governo que apoie e defenda quem produz e gera emprego e renda. Mais respeito, por favor!”, escreveu.

De acordo com as informações apuradas pelo ac24horas, o trabalho dos órgãos federal e estadual se referia a uma fiscalização, aparentemente de rotina, do uso de agrotóxicos e destinação das embalagens, que é de responsabilidade do Ministério e do órgão de defesa estadual, além do controle da comercialização e do transporte de defensivos agrícolas.

O que causou a revolta do pecuarista e agricultor Jorge Moura foi a presença do Exército durante a fiscalização, situação que ele considerou desnecessária, desrespeitosa e como uma demonstração de intimidação. Em um vídeo gravado no ato da chegada das equipes à fazenda, Moura confronta um funcionário do Mapa pela presença dos militares.

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Cotidiano

Nicolau Júnior participa de solenidade da troca de bandeiras nos 59 anos do Acre

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O estado do Acre completa 59 anos de emancipação política nesta terça-feira (15). A data é celebrada pelo governo do estado com uma troca de bandeiras no mastro que fica no Calçadão da Gameleira, localizado no Segundo Distrito de Rio Branco.

O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Nicolau Júnior (Progressistas), participou da cerimônia ao lado do governador Gladson Cameli e de outras autoridades.

No início da solenidade o governador soltou balões verdes e amarelos em memória às vítimas da Covid-19 deste ano e também como homenagem aos sobreviventes da pandemia.

Em seu pronunciamento, o presidente da Aleac homenageou o povo acreano. O parlamentar destacou ainda as dificuldades enfrentadas pela população neste momento de pandemia.

“Estamos aqui para prestar reverência a esta data alusiva ao aniversário do nosso estado querido e, nesta data especial, eu não poderia deixar de saudar o povo acreano pelas lutas travadas até aqui. Foram muitas batalhas e vitórias memoráveis. Eu, como filho do Juruá e presidente do Poder Legislativo do Acre, tenho muito orgulho de ser acreano e de tudo que construímos até aqui”, enfatizou.

O progressista frisou ainda a união dos Poderes e o esforço do governador Gladson Cameli no combate à Covid-19. “Esses dois últimos anos serviram para nos mostrar o quanto a união faz a diferença. E é dessa forma que pretendemos seguir. Unidos. Gostaria de agradecer ao nosso governador, ele se mantém forte diante dos obstáculos, enfrentando os problemas de frente e isso tem feito toda a diferença. Eu sigo na Aleac para ajudar no que for preciso para garantir o bem-estar do nosso povo e o desenvolvimento do Estado. Dias melhores virão. Eu creio”, disse.

Em sua fala, o governador Gladson Cameli enfatizou que o Acre tem uma das mais belas histórias entre os entes da Federação. “O dia de hoje é uma das datas mais celebradas pelo povo do Acre. São muitas conquistas e grandes batalhas. Uma das mais belas histórias de garra, brasilidade e determinação que o país tem. Agradeço a Deus por ser governador neste momento. Agradeço a Deus por esse momento que ele e o povo do Acre me concederam. Ser governador do Acre é uma honra”, disse.

Ao falar sobre a pandemia de Covid-19, o governador se solidarizou com as vítimas da pandemia. “Há um ano nós inauguramos o primeiro hospital de campanha. Não imaginávamos que o caminho a seguir seria longo, me passa um filme na cabeça. Mas, graças à união de todos, conseguimos dar a mão para quem precisava. Conseguimos, nesta pandemia, unir as pessoas e isso não tem preço. Eu sigo com esperança, tenho fé que não haverá uma terceira onda do vírus”, disse.

O Acre foi elevado à categoria de Estado em 1962, quando o então presidente do Brasil, João Goulart, assinou em Brasília (DF) a lei que elevou o território federal do Acre a estado. A lei foi criada pelo deputado federal José Guiomard dos Santos.
A bandeira do Acre foi feita durante o período da Revolução Acreana, durante o governo de Luís Galvez Rodriguez de Arias, de 1899 a 1900.

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Cotidiano

Foragido da justiça acusado de agredir e estuprar a própria esposa é preso em Feijó

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A Policia Civil de Feijó capturou na tarde desta terça-feira, 15, um homem de 36 anos, suspeito de estuprar e ameaçar a companheira no km 48 da BR-364, Seringal Santa Cruz, entre as cidades de Feijó e Manoel Urbano, interior do Acre.

A denúncia foi feita pela própria vítima à Polícia Civil que representou e pediu a prisão do suspeito, que estava foragido da justiça pelo crime de porte de arma de fogo e álcool zero.

De acordo com delegado Railson Ferreira, o individuo deverá ser ouvido pela polícia na próxima quarta-feira (16) e ser encaminhado para o presídio de Tarauacá posteriormente.

A vítima foi abusada e ameaçada pelo marido ainda na sexta-feira (11). De acordo com a autoridade policial a mulher revelou que sempre sofreu agressões, ameaças e insultos do marido, mas decidiu denunciá-lo após a pratica de abuso sexual contra ela. Ele já era foragido do sistema prisional.

A vitima, sua própria esposa, relatou que sofria várias agressões e depois do estupro, saiu da zona rural e veio denunciar o autor.

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Cotidiano

Violência psicológica e financeira são as mais comuns contra idosos em Rio Branco

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Segundo o Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, no Acre, em 2020, foram recebidas 246 denúncias de violência contra a pessoa idosa, totalizando 973 violações de direitos.

De janeiro a junho deste ano já são 71 denúncias, sendo identificados 291 direitos violados. 81,69% das denúncias recebidas eram relacionadas ao sexo feminino, sendo que em 47,89% das denúncias o suspeito de agressão era do sexo masculino.

As violências contra a pessoa idosa podem ser visíveis ou invisíveis. As visíveis são as mortes e lesões. As invisíveis são aquelas que ocorrem sem machucar o corpo, mas provocam sofrimento, falta de esperança, depressão e medo. A violência contra a pessoa idosa pode assumir várias formas e ocorrer em diferentes situações.

Um estudo feito com 290 idosos, acompanhados na atenção primária à saúde de Rio Branco, no período 2016-2017, a violência psicológica foi mais prevalente na amostra (30,6%), seguida da violência financeira (25%) e física (17,2%). As variáveis de segurança de bairro, renda familiar, síndrome de fragilidade, depressão, câncer, acidente vascular cerebral, raça ou cor e excesso de bebida alcoólica foram os fatores associados à prevalência de violência geral.

“Evidenciou-se uma alta prevalência de violência geral nos idosos estudados, com percentual de 52,6% e os fatores associados foram, majoritariamente, relacionados a uma saúde fragilizada. Defende-se que estratégias de promoção do envelhecimento saudável possam também auxiliar no enfrentamento da violência contra a população idosa”, diz Polyana Bezerra, autora da pesquisa, docente da Universidade Federal do Acre, em entrevista à Agência de Notícias do Acre.

Os abusos físicos constituem a forma de violência mais perceptível aos olhos dos familiares, nem sempre o agressor irá cometer agressões que sejam tão perceptíveis como situações de espancamento que promovam lesões ou traumas que possam chamar a atenção das pessoas. Em algumas situações, os abusos são realizados na forma de beliscões, empurrões, tapas ou agressões que não evoluem com sinais físicos.

A violência psicológica é quando os atos praticados são agressões verbais, tratamento com menosprezo ou qualquer ação que traga sofrimento emocional como humilhação, afastamento do convívio familiar ou restrição à liberdade de expressão.

Para enfrentar essa dura realidade, o Acre aderiu ao Junho Violeta, campanha de combate à violência contra a pessoa idosa.

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