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Juruá sai do nível vermelho para laranja e Rio Branco e Alto Acre continuam em emergência

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Durante coletiva virtual na manhã desta segunda-feira, 6, a Secretaria de Estado de Saúde (SESACRE) e o Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, divulgaram a classificação de nível de riscos definidos pelo Pacto Acre Sem Covid. Na análise dos técnicos da saúde, a região do Vale do Juruá migrou do nível de emergência (vermelho) para a fase de alerta (laranja). Já a região de Rio Branco (Baixo Acre) e a região do Alto Acre continuam no nível vermelho, em emergência. Os dados apresentados são referentes ao período de 21 de junho a 4 de julho. As medidas foram publicadas em edição especial do Diário Oficial do Estado, na sexta-feira, 3.

De acordo com a coordenadora do Pacto Acre Sem Covid, Karolina Sabino, a análise considerou três indicadores baseados no decreto: nível de contaminação, responsabilidade social e capacidade do sistema de saúde. “No Alto Acre vem ocorrendo uma redução das notificações de síndrome gripal, mas em alguns índices contrapõem com aumento na internação de pacientes. O que pesa mais é a taxa de ocupação com leitos de UTI e leitos clínicos, pois, tem peso máximo e impactam na leitura final”, frisou. A coordenadora enfatizou que não descarta que na análise dos próximos 14 dias, é possível que Rio Branco e Alto Acre também migrem para o nível laranja.

Já no baixo Acre, que engloba Rio Branco e cidades adjacentes, o nível continuou em emergência, considerando a taxa de ocupação de UTI e leitos clínicos que teve um crescimento de óbitos na região de 129% e aumento de novos casos. Já internações tiveram uma leve uma redução, segundo a coordenadora.

Na região do Juruá, a reclassificação de bandeira leva em conta a queda em todos os indicadores, mas, Karolina ressaltou que isso não significa que todos os municípios da região necessariamente são obrigados a seguirem o cronograma laranja. “Cada prefeito é responsável se flexibiliza ou se trata com mais rigorosidade”, salientou a coordenadora.

O representante da Vigilância Sanitária, Marcos Malveira, afirmou no Juruá houve uma redução de 42% de síndrome gripal e ressaltou a importância dos municípios alimentarem os dados diariamente e orientarem as pessoas, casos tenham síndrome similar. Já no Alto Acre, a redução foi de 23%.

A gestora de Saúde, Ana Cristina, enfatizou que os leitos tiveram peso na análise da reclassificação e destacou que 37 leitos de enfermarias estão disponíveis na UPA do Segundo Distrito, Pronto-Socorro e INTO e que leitos de UTI também estão disponíveis. Ela salientou que no Juruá existem 2 leitos de UTI livres. “Existe uma redução de vacâncias dos leitos embora tenha óbitos. Temos percebido a melhora de pacientes”, frisou.

Como Juruá agora é nível laranja, de acordo com o decreto, os prefeitos podem flexibilizar com a abertura de Lojas de Móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, comunicação, informática, áudio, vídeo e colchoarias com capacidade de atendimento de até 30%.

Lojas de materiais de construção, empresas e obras do ramo da construção civil e demais estabelecimentos de sua cadeia de produção, distribuição e comercialização (olaria/cerâmicas, serraria, marcenarias marmoraria, etc) poderão voltar a funcionar com capacidade de atendimento de até 30%.

Veja o decreto CLICANDO AQUI.

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TSE abre inquérito para apurar denúncias de fraudes na urna

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O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, nesta terça-feira (2), a proposta do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão, de converter em inquérito administrativo o procedimento aberto para que autoridades públicas do país pudessem apresentar provas que comprovassem ocorrências de fraudes no sistema eletrônico votação nas Eleições de 2018, em particular nas urnas eletrônicas. A proposição foi aprovada por unanimidade.

Com a medida, o corregedor-geral ampliou o objeto de apuração dos fatos que possam configurar abuso de poder econômico e político, uso indevido dos meios de comunicação social, corrupção, fraude, condutas vedadas a gentes públicos e propaganda extemporânea (antecipada), em relação aos ataques contra o sistema eletrônico de votação e à legitimidade das Eleições Gerais de 2022.

Segundo a Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral, o inquérito abrangerá ampla “dilação probatória”, promovendo medidas cautelares para a colheita de provas, com depoimentos de pessoas e autoridades, juntada de documentos, realização de perícias e outras providências que se fizerem necessária para o adequado esclarecimento dos fatos,

O ministro Luis Felipe Salomão determinou que o inquérito administrativo tramite em caráter sigiloso, ressalvando-se os elementos de prova que, já documentados, digam respeito ao direito de defesa.

Entre as justificativas para a conversão do procedimento em inquérito administrativo, o ministro assinalou que cumpre ao corregedor-geral velar pela fiel execução das leis, tomar providências cabíveis para sanar e evitar abusos e irregularidades e, ainda, requisitar a qualquer autoridade civil ou militar a colaboração necessária ao bom desempenho de sua missão.

Também mencionou como motivação os relatos e declarações, sem comprovação, de fraudes no sistema eletrônico de votação, com potenciais ataques à democracia e à legitimidade das eleições.

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Destaque 6

TSE pede ao STF que Bolsonaro seja investigado por disseminação de fake news contra urnas

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira (2), por unanimidade, a abertura de um inquérito administrativo sobre ataques à legitimidade das eleições.

O inquérito irá investigar crimes de corrupção, fraude, condutas vedadas, propaganda extemporânea, abuso de poder político e econômico na realização desses ataques.

O plenário do TSE também aprovou, com votação unânime, um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado no inquérito que apura a disseminação de fake news.

O pedido de apuração é baseado nos constantes ataques, sem provas, feitos pelo presidente da República às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral do país.

Bolsonaro passou os últimos dois anos e meio afirmando que houve fraudes nas eleições de 2018. Nunca apresentou provas. Na semana passada, chegou a convocar uma transmissão ao vivo para apresentar o que seriam as supostas provas, mas na ocasião admitiu não ter provas e disseminou fake news.

As medidas foram aprovadas na sessão que marcou a retomada dos trabalhos do Tribunal Superior Eleitoral após o recesso de julho. Presidente da Corte, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que ameaçar a realização de eleições é uma “conduta antidemocrática”.

Ao apresentar seu apoio à proposta de inquérito administrativo, o ministro Alexandre de Moraes ressaltou que “com a democracia não se brinca, não se joga”.

O G1 pediu posicionamento da Secretaria de Comunicação do governo federal e da Advocacia-Geral da União e aguarda retorno.

Ataques e reações

Nas últimas semanas, Bolsonaro passou a atacar também o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, e a afirmar que, sem o voto impresso, pode não haver eleições em 2022.

O voto impresso já foi julgado inconstitucional pelo STF, e a tese de Bolsonaro de que pode não haver eleição no ano que vem já foi rechaçada pelos chefes dos demais poderes.

Mais cedo, nesta segunda, o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, fez um discurso no qual afirmou que a independência entre os poderes não significa impunidade para atos contra as instituições.

“Harmonia e independência entre os poderes não implicam impunidade de atos que exorbitem o necessário respeito às instituições”, disse o presidente do STF.

Ele afirmou ainda que a população não aceita que crises sejam resolvidas de formas contrárias ao que determina a Constituição.

“O povo brasileiro jamais aceitaria que qualquer crise, por mais severa, fosse solucionada mediante mecanismos fora da Constituição”, completou.

Inquérito das fake news

O inquérito das fake news foi aberto em março de 2019, por decisão do então presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para investigar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal. O ministro Alexandre de Moraes é o relator da investigação.

Análise

Ouça o episódio do podcast O Assunto sobre “A ofensiva pela impressão do voto”:

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Urnas ganham mais um padrão de segurança para as eleições

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Nas Eleições 2022, os eleitores contarão com novas urnas eletrônicas protegidas pela tecnologia de hardware com os mesmos requisitos da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

São mais de 200 mil urnas do modelo UE 2020 que já sairão da fábrica protegidas por esse novo equipamento certificado. As novas urnas vão renovar parte do parque tecnológico da Justiça Eleitoral, que atualmente é de 470 mil unidades em todo o país.

Urnas fabricadas em 2006, 2008 e parte das 2009, cuja vida útil está esgotada, serão substituídas pelos novos modelos. Continuamente atualizada e modernizada, a cadeia de segurança da urna eletrônica – sistema que garante que as urnas executem somente softwares desenvolvidos e assinados digitalmente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – foi introduzida em 2009, utilizando uma infraestrutura de certificados própria da Justiça Eleitoral.

Agora essa estrutura será reforçada por uma certificação que avalia a aderência do perímetro criptográfico da urna eletrônica em relação aos requisitos mínimos definidos pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), que é responsável por manter a Autoridade Certificadora Raiz da ICP-Brasil.

O perímetro criptográfico das novas urnas, que será certificado ICP-Brasil, contará com um dos mais avançados algoritmos de curvas elípticas já implementado, o E-521. O TSE pretende ainda futuramente adequar sua Autoridade Certificadora das Urnas Eletrônicas também aos padrões ICP-Brasil, para ser subordinada à cadeia v7 (E-521).

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Gladson deve enviar PL para aproveitar cadastros de reserva da PM no Corpo de Bombeiros

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Em meio a um final de semana cheio de polêmicas em torno do chamamento do restante dos aprovados do cadastro de reserva da Polícia Militar, o governador Gladson Cameli (Progressistas) declarou ao ac24horas nesta segunda-feira, 2, que deverá enviar, nos próximos dias, um projeto de lei para a Assembleia Legislativa pedindo o aproveitamento do cadastro de reserva da PM para remanejamento ao Corpo de Bombeiros.

De acordo com o chefe do executivo acreano, o projeto deve contemplar o restante do cadastro de reserva que não foram convocados pelo governo, algo em torno de 175 aprovados no certame. “Vou enviar um projeto para convocar os 175 aprovados do cadastro de reserva da PM para serem aproveitados no Corpo de Bombeiros”, ressaltou.

Cameli explicou que a lei ampara o projeto, haja vista que, o estatuto da Polícia Militar é o mesmo do Corpo de Bombeiros. “O Corpo de Bombeiros está com defasagem, por isso vamos fazer esse remanejamento. Independente do que vai ou não vai, estou dando por encerrado esse assunto. Quero garantir uma coisa, ano que vem a gente vai fazer concurso e isso pode ter certeza”, explicou.

O concurso da Polícia Militar do Acre (PMAC) foi lançado em março de 2017, com 250 vagas para o cargo de soldado combatente no nível médio e técnico.

A convocação dos aprovados, de forma imediata, foi uma das promessas de governo durante a campanha eleitoral do governador em 2018.

A validade do concurso da PM era de seis meses, a contar da divulgação do resultado final do certame, que ocorreu em junho de 2018. Porém, o prazo foi prorrogado por mais dois anos no mesmo mês, menos de dez dias depois.

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