Conecte-se agora

Alto Acre supera 1.000 casos de Covid-19 e atinge 22 mortes

Publicado

em

A regional do Alto Acre segue acompanhando o ritmo estadual da curva de contágios do novo coronavírus e já ultrapassou a marca dos 1.000 casos de covid-19, com 22 mortes registradas por complicações decorrentes da doença, segundo os dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) nesta quinta-feira (2).

A média da incidência nos quatro municípios da regional, 1.630,0 por grupo de 100 mil habitantes, chega a ser maior do que a estadual, que é de 1.592,9 casos por 100 mil/hab. O índice de letalidade é de 2,32% enquanto a do estado é de 2,7%.

O município com o maior número de casos é Brasiléia, com 422, mas a maior incidência está em Assis Brasil, com 2.642,6 por grupo de 100 mil habitantes, a mais elevada do estado. Em números absolutos, Xapuri é o segundo com mais casos na região, 250, e Epitaciolândia o último, com 180 diagnósticos positivos.

Nos quatro municípios da regional, 419 pessoas já tiveram alta médica e 60 exames ainda aguardam resultado de análise pelo laboratório Lacen. Os números do boletim estadual divergem, no entanto, dos dados divulgados pelos municípios, que lançam novos números em suas estatísticas antes do processamento pela Vigilância em Saúde Estadual.

Em todo o estado do Acre, de acordo com a última atualização do Boletim Sesacre, foram registrados, no último período de 24 horas, 333 novos casos positivos da doença, o que faz com o que o total nos 22 municípios tenham atingido o número de 14.048 pessoas infectadas, com 378 óbitos.

Anúncios

Destaque 6

Arrecadação do Acre em 2021 cresce R$ 30 milhões em comparação a janeiro de 2020

Publicado

em

Em janeiro de 2021, a arrecadação dos tributos estaduais levando em conta todos os impostos e taxas cresceu quase R$ 30 milhões em relação ao mesmo mês do ano passado.

O aumento se deu, principalmente, pela alta na arrecadação do ICMS, que alcançou R$ 150,13 milhões em janeiro de 2021 contra R$ 120,70 milhões no primeiro mês de 2020.

Apesar de uma pequena queda na arrecadação do IPVA (6,4%), foi uma boa recuperação. O aumento na arrecadação estadual beneficiou diretamente os municípios, através das transferências constitucionais que aumentaram em mais de R$ 7,10 milhões em relação a janeiro de 2020.

Os dados foram disponibilizados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e foram trabalhados pela equipe técnica do Observatório do Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre.

Continuar lendo

Destaque 6

Bandeira da conta de luz continua amarela no mês de março

Publicado

em

A bandeira tarifária permanece amarela em março, com custo de R$ 1,343 para cada 100kWh consumidos. Ou seja: a conta de luz permanece em níveis altos para o consumidor acreano. Em fevereiro, houve registros significativos de chuvas nas principais bacias do Sistema Interligado Nacional (SIN).

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) março ainda é um mês típico do período mais chuvoso nessas regiões. Todavia, os principais reservatórios de hidrelétricas do SIN ainda apresentam estoques reduzidos para essa época do ano, em função do volume de chuvas muito abaixo do padrão histórico registrado entre setembro e janeiro.

Essa realidade sinaliza patamar desfavorável de produção pelas hidrelétricas, pressionando os custos relacionados ao risco hidrológico (GSF).

A conciliação de baixa produção hidrelétrica com o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) levou à caracterização do patamar amarelo para o acionamento das Bandeiras. O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Continuar lendo

Destaque 6

Acre tem 425 mil hipocloritos para municípios alagados

Publicado

em

O Acre recebe do Ministério da Saúde (MS) 425 mil frascos do desinfetante hipoclorito de sódio a 2,5%, que serão distribuídos para os 22 municípios do estado, com prioridade para aqueles atingidos pelas inundações.

Como parte do programa de investigação de surtos hídricos, a distribuição do composto é uma medida preventiva do Programa de Saúde de Combate à Cólera, bem como da área de Monitorização das Doenças Diarreicas Agudas.

O uso do hipoclorito de sódio em pó ou em sua forma diluída, a água sanitária, é bastante eficiente na desinfecção de águas para consumo humano.

Continuar lendo

Destaque 6

OMS diz que Brasil vive ‘tragédia’ com nova onda da Covid-19

Publicado

em

O diretor-executivo de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan, chamou a pandemia no Brasil de tragédia e lamentou que o país enfrente uma nova onda de casos e mortes pela Covid-19.

“Infelizmente, é uma tragédia que o Brasil esteja enfrentando isso de novo e é difícil. Esta deve ser a quarta onda que o país volta a enfrentar” – Mike Ryan, diretor de emergências da OMS.

Ryan ressaltou qualidades do sistema público de saúde brasileiro e elogiou a ação dos estados para tentar conter a alta transmissão do coronavírus, mas afirmou que é urgente o país controlar a transmissão em nível comunitário. “Não houve um ponto do país que não tenha sido afetado de forma grave pela pandemia”, disse.

“O Brasil é muito capaz e tem muitas instituições científicas e de saúde pública fantásticas. Acho que o país sabe o que fazer e muitos estados estão tentando aplicar as melhores medidas. Não é simples. Não é fácil”, disse.

Lição: pandemia não acabou

A alta nos casos e mortes brasileiras, segundo Ryan, serve de lição para o mundo e comprova que a pandemia não acabou. “Não acabou para ninguém e qualquer relaxamento é perigoso”, afirmou.

A fala do diretor-executivo da OMS ocorreu no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro, em visita ao Ceará nesta sexta, criticou estados que estão adotando medidas mais rígidas para restringir a circulação de pessoas diante do avanço da Covid-19.

“Esses que fecham tudo e destroem empregos estão na contramão daquilo que seu povo quer. Não me critiquem, vão para o meio do povo mesmo depois das eleições”, afirmou Bolsonaro à uma aglomeração que se formou por causa da sua presença na cidade de Tinguá (CE).

Recorde de mortes

Na quinta-feira (25), o Brasil registrou um novo recorde de mortes pela Covid-19: foram 1.582 mortes pela Covid-19 registradas na quinta-feira (25), segundo o consórcio de veículos. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.150. É o segundo recorde seguido registrado nessa média.

7 capitais têm leitos de UTI do SUS com mais de 90% de ocupação; ‘pior cenário já observado’, diz Fiocruz
O recorde anterior de número de mortes em 24 horas foi registrado em 29 de julho do ano passado, quando chegou a 1.554.

Acelerar vacinação

Ainda nesta sexta, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanon, alertou que é necessário aumentar a produção de vacinas contra Covid-19 e acelerar sua distribuição.

“Agora é a hora de usar todas as ferramentas para aumentar a produção [das vacinas contra Covid-19], incluindo licenciamento e transferência de tecnologia e, quando necessário, isenções de propriedade intelectual”, pediu Tedros.

“Também é importante lembrar que, embora as vacinas sejam uma ferramenta muito poderosa, elas não são a única ferramenta. Ainda precisamos acelerar a distribuição de diagnósticos rápidos, oxigênio e dexametasona”, complementou o dirigente.

Tedros lembrou que o Covax, aliança internacional dirigida pela OMS, entregou o seu primeiro lote na quarta-feira (29). O país escolhido para receber as primeiras vacinas foi Gana.

Brasil deve receber 10,6 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 pela Covax no primeiro semestre
“Fizemos bons progressos, mas eles são frágeis. Precisamos acelerar o fornecimento e distribuição de vacinas contra a Covid-19, e não podemos fazer isso se alguns países continuarem a abordar fabricantes que estão produzindo vacinas com os quais o Covax está contando”, disse.

No começo da semana, Tedros afirmou que o Covax enfrenta dificuldades em adquirir vacinas por causa dos contratos que países ricos estão fazendo com os fabricantes.

O Covax, uma coalizão de mais de 150 países criada para impulsionar o desenvolvimento e a distribuição das vacinas contra a Covid-19, já tem acordo com o Instituto Serum para compra de 1,1 bilhão de doses das vacinas Oxford/AstraZeneca e Novavax.

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Recomendados da Web

Mais lidas