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OAB sobre operação da PF que mira advogados: “que não se trate de criminalização da advocacia”

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Após a Polícia Federal deflagrar a Operação Citricultor nesta terça-feira, 30, em Rio Branco e em Rodrigues Alves, a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Acre (OAB/AC) emitiu uma nota tratando do envolvimento de dois membros da Ordem na investigação que apura o desvio de verbas do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral) do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

O presidente da OAB/AC, Erick Venâncio, garantiu que “desde que foi acionada pela autoridade policial prestou acompanhamento aos profissionais, conforme estabelece a Lei n. 8906/94”. Os dois advogados alvos da operação, Frankcinato da Silva Batista e Robson Aguiar de Souza, são dois dos 16 alvos da Operação que aponta para prática de crimes eleitorais, entre eles associação criminosa, apropriação indébita, desvio de recursos eleitorais, fraude na prestação de contas (caixa dois eleitoral) e lavagem de dinheiro, além de coação no curso do processo.

Presidente da OAB/AC, Erick Venâncio – Foto: Reprodução

Venâncio afirma que aguarda o desenrolar das investigações e espera “que sejam efetivamente garantidas a ampla defesa e o contraditório, bem como que não se trate este de mais um caso de criminalização da advocacia em razão do regular exercício da atividade advocatícia”, declarou em nota.

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