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Diretor do Depasa retorna ao Acre otimista a com possibilidade de investimentos no Acre

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Foram três dias de peregrinação pelos principais ministérios do governo federal, em Brasília,  em busca de socorro para o setor de saneamento no Acre.

Acompanhado do Senador Márcio Bittar (MDB), o presidente do Depasa, Tião Fonseca, retorna ao Acre animado com o que ouviu dos ministros do governo Bolsonaro.

Em audiência com o Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, Fonseca recebeu a garantia de que os recursos que estão no ministério estão prontos para serem liberados.

Um outro ponto positivo, foi a orientação de Marinho de como caminhar dentro do governo, por meio do Ministério da Economia, para conseguir os R$ 84 milhões de reais do projeto emergencial apresentado pelo Depasa para socorrer o setor de saneamento e abastecimento de água em todo o estado. “Fiquei muito feliz. Além de priorizar os nossos pleitos, nos deu a dica de como encaminhar essa proposta com o ministro Paulo Guedes da economia para que o Acre consiga esse recurso que é um socorro importante para o Depasa”, disse Tião Fonseca.

Outro setor que fez parte da agenda do diretor do Depasa em Brasília foi a Fundação Nacional de Saúde. Na Funasa, o governo pleiteia R$ 514 milhões  para implantação da rede de esgoto em todo o interior do estado.

“Esses foram os nossos encaminhamentos aqui em Brasília. Não podemos esquecer que tivemos uma pauta importante também no Ministério do Meio Ambiente quanto ao projeto de revitalização do Igarapé São Francisco. Podemos dizer que com o apoio do senador Bittar tivemos êxito em todas as agendas na capital federal”, avalia Tião Fonseca.

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Brasil chega à marca de 500 mil mortes pela Covid-19

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Meio milhão de vidas. Esse é o saldo de vítimas que a Covid-19 já deixou em 459 dias desde que chegou ao Brasil, em março de 2020.

A média geral é de mais de 1 mil mortos por dia, mas o ritmo variou e subiu bastante desde o começo de 2021. No pior momento, em abril, chegamos a registrar média móvel semanal acima de 3 mil mortos diários; nos últimos dias, voltamos a ver essa média bater a marca de 2 mil vidas por dia, o que preocupa diante da lenta evolução nos números de vacinados.

No início da tarde deste sábado (19), o total de mortos chegou a 500.022, e o de casos confirmados, a 17.822.659, segundo dados levantados pelo consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia no Brasil. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Os números levam em conta novos dados divulgados por Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins. Os demais estados não atualizaram as informações sobre casos e mortes até as 14h deste sábado (19).

A marca dos primeiros 100 mil óbitos no Brasil foi atingida quase 5 meses – 149 dias – após a primeira pessoa morrer pela doença no país. Dos 100 mil para os 200 mil, passaram-se outros 5 meses – 152 dias. Já para chegar aos 300 mil, foram necessários somente 76 dias, período que caiu quase pela metade quando chegamos a 400 mil em mais 36 dias.

Agora, de 400 mil a 500 mil mortes o salto se deu em 51 dias, evidenciando que a queda no ritmo de mortes não foi tão significativa assim passado o pior momento.

A média móvel de novas mortes está em alta e, na sexta-feira (18), bateu a marca de 2 mil pelo terceiro dia seguido. A tendência de novos casos também está em alta e, na sexta, o país registrou o recorde de diagnósticos positivos registrados em um único dia desde o início da pandemia: 98.135. (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Em números totais, o Brasil segue como o segundo país com mais mortes por coronavírus registradas, atrás apenas dos Estados Unidos — que esta semana superou a marca de 600 mil vítimas. A Índia aparece em terceiro, com mais de 380 mil óbitos.

Situação de alerta

Alguns fatores geram alerta para a perspectiva da doença no país.

A taxa de transmissão (Rt) do coronavírus no Brasil, medida pelo Imperial College de Londres, subiu esta semana e está em 1,07. Isso significa que cada 100 pessoas com o vírus no país infectam outras 107.

O ritmo de vacinação segue baixo; foram poucos os dias em que o país registrou mais de 1 milhão de vacinados em 24 horas, meta declarada pelo governo ainda em março. Agora, a Fiocruz já calculou que seria necessário vacinar em média cerca de 1,7 milhão de pessoas por dia para atingir toda a população até o fim do ano.

Apesar de termos apenas cerca de 11% da população vacinada com as duas doses das vacinas, o presidente Jair Bolsonaro declara intenção de desobrigar o uso de máscaras para quem já se vacinou ou pegou a doença no passado, o que é duramente criticado por especialistas diante da situação atual.

Também segue caótica a situação no sistema de saúde brasileiro. O último boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado na quinta-feira (17), mostra que a ocupação dos leitos de UTI está em situação “crítica” em 18 estados e no Distrito Federal. Apenas dois estados aparecem com alerta “baixo”. Seis estados estão com alerta “médio”.

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Candidato ao Miss Gay Acre pede ajuda para custear trajes

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O candidato ao Miss Gay Acre 2021, Fellicio Lima, 21 anos, usou as redes sociais nesta sexta-feira, 18, para pedir ajuda em dinheiro para custear a conclusão do pagamento dos trajes, que foram encomendadas fora do Estado. A previsão para a realização do concurso é para o dia 2 de julho.

O representante escolhido do Acre deverá viajar para a cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, para disputa do título nacional.

Na publicação, Fellicio Lima ressaltou o sonho em participar do concurso, mas cita entraves como a falta de recursos. Ele pediu apoio de empresários, marcas, amigos e admiradores do movimento LGBTQI+.

“Quem convive comigo sabe o quanto isso é importante pra mim, mas estou sem o que fazer e a única solução seria desistir de mais um sonho no qual talvez nunca mais terei oportunidade. Infelizmente, se eu não conseguir poder ou conseguir ajuda para custear minha ida até a final, a escolha será a desistência. Peço por favor que aqueles que puderem se quiserem ajudar com qualquer quantia ficarei imensamente grato. Então, por favor, se você quer ajudar em meu sonho de participar do concurso, me ajude. Não deixe que um sonho de um jovem se destrua”, revelou.

A ajuda pode ser feita via pix: 03497565202 ou se você estiver interessado pode entrar em contato com o próprio via Instagram: https://www.instagram.com/fellicio_lima/

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Edvaldo diz que FPA acabou em 2018 e que novo projeto passará a se chamar Bloco Democrático

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Em entrevista na noite desta quinta-feira, 17, ao Boa Conversa, exibido pelo ac24horas, o deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) falou acerca da construção da unidade de esquerda para as eleições de 2022.

Ele lembrou ainda que a antiga Frente Popular do Acre (FPA) foi encerrada nas eleições de 2018, mas que os erros cometidos pela FPA deveriam servir de reflexão.

LEIA MAIS: Edvaldo elogia atuação de Gladson, mas diz que falta foco na gestão

“Foram 20 anos de uma aliança vitoriosa que construiu grandes programas e resultados, mas que sofreu uma grande derrota em 2018, portanto, encerrando aquele ciclo de gestão administrativa e de rearranjo político”, afirmou.

“O primeiro deles é sempre se apoiar no bom legado porque existe um grande legado administrativo e de eficiência, mas existe um legado de erros políticos e também de bandeiras administrativas. Essas coisas tem que ficar anotadas em um bloco pra gente lembrar que não precisamos repetir”, acrescentou.

Em relação às articulações para 2022, Edvaldo afirmou que todos os partidos de esquerda vem conversando num espírito de igualdade, sem impor nada aos demais.

“Jorge, Sanderson, Jenilson, eu e todos outros estamos num espírito fraterno de construção e concordamos com a necessidade da gente se apresentar para construir esse novo bloco, que chamamos ‘Bloco Democrático Popular’, que pode ganhar outro nome e eu faço isso apenas como referência desse campo que foi desalojado nas últimas eleições”, encerrou.

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Gladson pretende devolver valor gasto com segunda pintura da caixa d’água da Seis de Agosto

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Após a polêmica sobre a pintura da caixa d’água, localizada no bairro Seis de Agosto, em Rio Branco, que virou alvo de críticas pelo erro histórico na mensagem que dizia que o local havia sido palco de luta armada durante a Revolução Acreana, o governador Gladson Cameli (Progressistas) revelou ao ac24horas que deverá solicitar um parecer jurídico para devolver os recursos utilizados na segunda pintura, na qual, foi revertida a cor prata.

“Eu quero devolver o dinheiro gasto com essa segunda pintura aos cofres públicos, mas, antes vou ver juridicamente. Isso está me incomodando”, revelou Cameli.

O procurador-geral do Estado, João Paulo Setti, sugeriu ao governador que um meio jurídico a ser feito é a emissão de Documento de Arrecadação Estadual (DAE) para a emissão do pagamento. Nesse documento é possível recolher diversos tipos de tributos, como o ICMS, IPVA e taxa de incêndio, por exemplo.

De acordo com informações divulgadas pelo ac24horas no início desta semana, a contratação do serviço de pintura ocorreu em cima de uma ata que saiu pelo valor R$ 82.601,00 pelo serviço.

Porém, devido ser pintada de azul e o governo sofrer críticas, primeiro, sob a acusação de que a pintura representa um dano grave ao patrimônio cultural da cidade e depois por ter cometido uma fake news histórica ao escrever na caixa que o local havia sido palco de luta armada durante a Revolução Acreana, o governador Gladson Cameli se arrependeu publicamente da mudança e decidiu mandar pintar de novo a caixa, dessa vez na cor prata. Somadas as duas pinturas, o governo pode ter desembolsado R$ 160 mil.

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