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Garis são assaltados em serviço e fazem apelo aos criminosos

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As facções não dão trégua e mais um roubo foi registrado na capital. O alvo desta vez foi três garis que prestam serviço para empresa Limpebras, que tiveram seus bens roubados na manhã desta terça-feira (2) enquanto removiam os lixos dos moradores no bairro Amapá, no Segundo Distrito de Rio Branco.

De acordo com as vítimas, dois homens não identificados se aproximaram em uma motocicleta, e o garupa, em posse de uma pistola 380, anunciou o assalto. O criminoso roubou as carteiras e os celulares das vítimas. Após a ação, a dupla fugiu do local.

Segundo uma das vítimas, os bandidos só não levaram a caminhonete porque estava cheia de lixo.

A Polícia Militar foi acionada até o local, colheram as características dos autores do crime e em seguida fizeram patrulhamento na região em busca de prendê-los, mas ninguém foi encontrado.

Os três garis foram encaminhados à Delegacia de Flagrantes (Defla) onde registraram o Boletim de Ocorrência.

Em um apelo, os Garis pedem que os faccionários respeitem seu trabalho e que devolvam seus documentos, pois, com a pandemia, está muito difícil de tirar a segunda via.

“Infelizmente fomos vítimas dos assaltantes, estávamos trabalhando, e de repente dois homens numa moto chegaram e levaram nossos documentos e celulares, assim fica complicado pra gente trabalhar. Estamos aqui pedindo apenas nossos documentos, ninguém quer saber dos celulares”, concluiu o trabalhador.

Assista ao vídeo:

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Basa abre inscrições para editais de patrocínios 

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O Banco da Amazônia abre nesta segunda-feira, dia 01, as inscrições para o Edital de Seleção Pública de Patrocínio para o ano de 2023, em sua 14ª edição. Serão mais de R$ 3 milhões disponibilizados para incentivar projetos nas áreas social, ambiental, cultural, esportiva, feiras, exposição e eventos.

Na edição de 2022, foram inscritos 607 projetos, sendo que 93 foram classificados, de acordo com os critérios estabelecidos no edital e na avaliação feita pela equipe de técnicos da Coordenadoria de Patrocínio.

As inscrições para o novo edital são gratuitas e devem ser encaminhadas, exclusivamente, para o e-mail: [email protected] Poderão se inscrever pessoas físicas e jurídicas com endereço fixo na área de atuação do Banco da Amazônia em todos os estados da Amazônia Legal.

Para o Edital de Pautas serão contemplados os projetos das seguintes modalidades: desenho, pintura, fotografia, grafite, técnicas mistas, esculturas, instalação, objeto, videoinstalação e novas tecnologias. Por meio deste edital, será destinado o valor de R$ 25.000,00 para cada projeto selecionado. As inscrições podem ser realizadas exclusivamente pelo e-mail, [email protected]

“A seleção dos projetos inscritos levará em conta a relevância conceitual e temática, inovação, impacto social, viabilidade técnica e estarem aderente ao posicionamento mercadológico e estratégico do banco”, informa” o secretário executivo do Basa, Alcir Bringel Erse.

Os editais estarão disponíveis a partir de 01 de agosto no sítio https://www.bancoamazonia.com.br/index.php/o-banco/patrocinio até o dia 16.09.2022. Serão aceitas as inscrições realizadas por via eletrônica, até às 23h59 do dia 16.09.2022.

Os projetos que forem selecionados no certame, terão seus nomes divulgados no sítio do banco até o dia 30.11.2022.

Serviço da Assessoria de Imprensa:

Inscrições abertas para os Editais Público de Patrocínio 2023 do Banco da Amazônia Período de inscrições: de 01/08/2022 a 16/09/2022.

Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: [email protected]

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Valor de produção da pecuária é o dobro da agricultura no Acre

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Com valor estimado em junho de R$ 1,57 bilhão, a pecuária representa 64% do valor da produção rural do Acre. A agricultura, com R$929 milhões, tem participação de 36%.

Ou seja: a soma de todos os produtos agrícolas -banana, milho, soja, café, arroz, mandioca e outros -é menor que o da pecuária sozinha.

Para efeito de comparação, no Mato Grosso a pecuária representa 15% do Valor Bruto de Produção. Os produtos agrícola, liderados pela soja, milho e algodão, somam 85%. Em Alagoas, o VBP da agricultura equivale a 82% do total.

Ainda como comparação, em São Paulo as lavouras são 73% do VBP.

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária, e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal.

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Dez partidos se unem para declarar apoio à reeleição de Gladson

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Uma reunião, neste final de semana, com a presença do governador Gladson Cameli e lideranças de dez partidos fechou questão sobre o apoio à sua reeleição. No entanto, ainda é possível que outros partidos venham compor a sua base eleitoral até o prazo limite das convenções partidárias no próximo dia 5 de agosto.

Progressistas, PSDB, Podemos, PDT, Solidariedade, Cidadania, Democracia Cristã, Brasil 35, Patriotas e PMN já decidiram que marcharão com Cameli. Outra deliberação foi sobre a escolha do nome que comporá como candidato a vice-governador na chapa.

O escolhido é o deputado federal Alan Rick (UB). Mas, como já foi amplamente divulgado pela imprensa, existem problemas internos no União Brasil que podem inviabilizar a escolha de Alan. Gladson espera que essa questão tenha um desfecho favorável nos próximos dias.

Mas, caso as dificuldades políticas internas do União Brasil não sejam superadas e, portanto, o nome de Alan seja inviabilizado a coligação tomou uma decisão. Com o apoio de todos os partidos, Gladson Cameli terá a liberdade de escolher entre os partidos que compõe sua coligação o seu companheiro de chapa.

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Lula diz que reforma tributária é “muito complexa”

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou na quinta-feira (28) as discussões sobre a reforma tributária como “complexas” e propôs que mudanças aconteçam pontualmente para que se crie um modelo que satisfaça “a todas as pessoas”.

A fala foi feita durante um evento com presidenciáveis organizado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), em Brasília. Lula estava acompanhado do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), vice em sua chapa nas eleições deste ano.

“Eu não sei se a gente tem que continuar falando em reforma tributária, que é uma coisa muito complexa. Quem sabe a gente pega os pontos cruciais e, ponto por ponto, a gente consiga fazer com que aconteça no Brasil um modelo de tributação que a gente possa satisfazer a todas as pessoas”, afirmou.

Segundo ele, é preciso abandonar pretextos para “não fazer as coisas” e fazer com que o projeto “atenda aos interesses da nação”.

Lula lembrou que, em 2007, durante seu governo, apresentou ao Congresso uma proposta de política tributária construída com todos os presidentes de federações de indústrias, lideranças dos partidos políticos e centrais sindicais, além dos 27 governadores.

“Quando eu levei a proposta de política tributária para o Congresso Nacional eu achei que ia ser votada como aquelas votações de prestações de contas no sindicato: quem é a favor fica como está, quem é contra levante a mão. Ou seja, a verdade é que, quando se escolheu o redator, que foi o [deputado] Sandro Mabel [então no PR-GO], a política tributária não andou e até hoje não aconteceu nada”, disse.

O ex-presidente afirmou estar aberto ao diálogo por gostar de conversar e ressaltou o papel de Alckmin nas negociações. “Eu acho que vocês terão, pela primeira vez, duas pessoas na Presidência”, disse.

O petista também voltou a defender o papel do Estado como indutor do crescimento econômico no país.

“Quando houve a queda do Lehman Brothers [em 2008], quem interveio para que a gente consertasse foi o governo americano. Se ele não colocasse trilhões e trilhões de dólares, não teria resolvido a quebra do sistema financeiro. Quando houve a crise da pandemia de Covid, quem é que resolveu o problema? O Estado. Porque se o Estado não entra, não tem solução, e o dinheiro que não existia, apareceu”, disse.

Lula defendeu que o governo faça “o dinheiro aparecer” para que o país tenha infraestrutura e dê um “salto de qualidade”.

“O dinheiro existe. Eu posso dizer para vocês que o dinheiro existe, o tesouro tem dinheiro. Acontece que o burocrata tesoureiro (…) tem o hábito de sentar em cima do dinheiro e dizer que não tem dinheiro para nada. Ele adora dizer que tem dinheiro em caixa e, para mim, dinheiro em caixa é bom transformado em obra, rodovia, ferrovia, portos, aeroportos, empregos. É esse que é o caixa bom, e é isso que nós vamos fazer neste país”, afirmou.

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