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Municípios do Alto Acre desmobilizam barreira sanitária do Entroncamento

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A informação foi dada pelo prefeito de Xapuri, Ubiracy Vasconcelos, em vídeo divulgado na página da prefeitura em uma rede social. Segundo ele, tanto Xapuri quanto Epitaciolândia voltarão a ter suas barreiras sanitárias dentro do perímetro urbano de cada município.

De acordo com o subsecretário municipal de Saúde de Xapuri, Daniel Lima, o motivo da desativação da barreira sanitária do Entroncamento foi a impossibilidade de haver, lá, policiamento constante nas 24 horas de funcionamento do posto de controle.

– Com as barreiras de volta à entrada das cidades, temos mais garantia de resguardar os nossos profissionais. Aqui, a gente consegue ligar para o 190 e a polícia rapidamente chegar. Lá no Entroncamento estávamos tendo suporte apenas durante o dia, com a Polícia Rodoviária Federal – afirmou.

A implantação da barreira sanitária do Entroncamento foi uma iniciativa dos 4 municípios do Alto Acre – Xapuri, Epitaciolândia, Brasiléia e Assis Brasil – quando ainda não havia nenhum caso do novo coronavírus na regional.

Menos de um mês depois, a ideia de fazer o controle unificado de quem entra e sai no Alto Acre foi abandonada com os municípios da regional acumulando 16 casos positivos de Covid-19, a maioria (12) em Xapuri. Brasiléia e Assis Brasil registram, até agora 1 caso cada um e Epitaciolândia 2.

O município de Brasiléia foi o último da regional a confirmar o novo coronavírus. O anúncio foi feito no último sábado, 9, pela própria prefeita Fernanda Hassem. Ela pediu a união das pessoas em seu município e disse que não adianta serem criadas regras se a população não as cumpre.

– É preciso união de todos nós. Todos os dias recebemos denúncias de pessoas que estão descumprindo o decreto, de pessoas que estão frequentando os espaços públicos. Sabemos que mudança de hábitos é difícil, mas é necessário para que possamos voltar à nossa normalidade – disse.

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Cidades

Após prazo estabelecido pelo MP, hospital de Xapuri terá dois médicos por plantão

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Depois de o Conselho Regional de Medicina do Acre (CRM-AC) encaminhar um relatório ao Ministério Público do Estado (MP-AC) informando o órgão de uma série de irregularidades constatadas durante fiscalização no Hospital Epaminondas Jácome, no município de Xapuri, e a unidade receber um prazo para se regularizar, as primeiras providências foram tomadas.

A direção da unidade hospitalar informou que três médicos do hospital tiveram carga horária estendida de 30 para 40 semanais e que mais dois médicos foram contratados nesta segunda-feira, 18. Com isso, a unidade passou a ter 5 médicos contratados pela Sesacre, sendo que desses, 2 possuem 2 contratos de 30 horas semanais cada um, totalizando 7 contratos.

Com as medidas, o hospital terá, segundo a direção, uma nova e melhor condição de atendimento médico tanto para os pacientes internados quanto na demanda ambulatorial. Já a partir da próxima quarta-feira, 20 de janeiro, a escala de plantões contará com dois médicos atuando simultaneamente, situação que há muito tempo não ocorre no município.

“Estamos muito felizes com essa conquista. Fizemos a retificação de nossa escala, sendo que em quase todos os dias até o fim de janeiro teremos dois médicos por plantão em nossa unidade. Mas já no mês de fevereiro vamos contar permanentemente com dois médicos de plantão por dia, facilitando assim um melhor atendimento aos nossos usuários”, disse o gerente Josimar dos Santos.

Outra mudança positiva anunciada pela gerência do hospital de Xapuri foi a autorização, pela Sesacre, da mudança no padrão de escalas, que anteriormente tinha 2 enfermeiros e 2 técnicos por plantão, mas que agora terá três profissionais de cada área por plantão facilitando, segundo Josimar, uma melhor assistência aos internos do hospital Epaminondas Jácome.

A exigência do Ministério Público se deu após vistoria realizada pelo CRM-AC, em 12 de dezembro passado, durante cronograma especial de fiscalização na pandemia de Covid-19, por orientação do Conselho Federal de Medicina. Entre as irregularidades, o CRM constatou que o hospital contava apenas com quatro médicos no corpo clínico, atuando apenas um por plantão.

As deficiências constatadas pelo CRM-AC também vêm sendo apontadas pelo Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), que disse recentemente que, além da falta de médicos e de equipamentos, como um novo aparelho de raio-x, a estrutura física do hospital de Xapuri não atende mais a necessidade da população e pediu providências da Sesacre.

A carência de médicos no hospital foi a causa de uma ocorrência considerada grave no dia 29 de dezembro do ano passado. Uma criança de um ano de oito meses de idade deixou de ser atendida na unidade porque não havia profissionais de plantão. O problema ocorreu, segundo a direção, porque a médica que deveria estar de serviço naquele dia entrou de atestado médico na noite anterior.

Sem um substituto para a profissional afastada repentinamente, o hospital passou cerca de 12 horas sem médicos com todos os procedimentos, inclusive um parto, sendo realizados com a presença apenas da equipe de enfermagem. O problema foi resolvido após uma médica ser deslocada de outro município, já no período da tarde, para dar cobertura à unidade.

Naquela ocasião, a gerência do hospital informou que um novo médico acabara de ser contratado, mas isso não se confirmou. O que havia era apenas a expectativa de chamamento de um profissional, com contrato válido até março deste ano, mas a quantidade ainda era considerada insuficiente e o tempo de contrato inseguro, de acordo com o Sindmed.

Outra deficiência séria da unidade hospitalar de Xapuri é a falta de um aparelho eficiente de raio-x. O equipamento que está em uso atualmente é antigo e sempre apresenta defeitos. A máquina já passou por várias reformas, mas a manutenção deixou o instrumento com pouca resolução de imagem, dificultando o trabalho dos médicos.

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Cidades

Sem conter aglomerações, Xapuri registra mais 39 casos de Covid-19 nesta segunda

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Neste começo de ano, os números da Covid-19 em Xapuri se tornaram os piores desde o começo da pandemia. Na semana passada, o município teve uma média de 32 novos casos por dia, no período de 11 a 15 de janeiro.

Nesta segunda-feira, 18, foram confirmados mais 39 casos positivos em Xapuri, que agora acumula um total de 2.166 infecções registradas desde abril do ano passado. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).

De acordo com o Boletim Municipal, 426 pacientes seguem em isolamento domiciliar, sendo acompanhados e tratados pela equipe de monitoramento da Semusa. Mais 11 pacientes tiveram alta médica, 2 estão internados e 16 foram a óbito.

Xapuri ainda tem 35 exames em análise no Laboratório Central de Rio Branco (Lacen) e 100 pessoas seguem monitoradas. A área central da zona urbana é a região que acumula a maior quantidade de casos registrados no município.

Apesar da explosão de casos, a cidade continua registrando aglomerações, principalmente em bares que realizam eventos com som ao vivo. Medidas importantes como o uso de máscaras também não estão sendo seguidas à risca pela população.

Na última sexta-feira, 15, o secretário municipal de Saúde, Wagner Menezes, concedeu entrevista à emissora de rádio do governo no município, quando reforçou os pedidos de atenção aos moradores para com as normas sanitárias impostas.

No entanto, não foram anunciadas ou previstas medidas mais rígidas para conter o aumento da disseminação do vírus no município. Nesta segunda-feira, a assessoria da prefeitura informou que ocorrerá uma reunião nos próximos dias para tratar do assunto.

O agravamento da pandemia do novo coronavírus em Xapuri ocasionou a suspensão de grande parte da Festa de São Sebastião, padroeiro da cidade, um dos dois maiores eventos religiosos do Acre.

A programação do evento deste ano está restrita a poucas atividades, sendo excluída praticamente toda a parte comercial, como a presença dos tradicionais marreteiros, e a procissão do dia 20 de janeiro, que será substituída por uma carreata.

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Cidades

Fernanda Hassem despacha na Secretaria de Obras em “Gabinete Itinerante”

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A prefeita reeleita de Brasiléia, Fernanda Hassem, iniciou o seu segundo mandato com uma novidade: uma iniciativa batizada de “Gabinete Itinerante”, por meio da qual a gestora municipal vem fazendo a apresentação da nova equipe e mantendo contato direto com os servidores lotados nas diversas secretarias.

Depois de despachar na Secretaria Municipal de Saúde, na semana passada, nesta segunda-feira, 18, ela atendeu na Secretaria de Obras, onde participou de um café da manhã com os funcionários, junto com o secretário Francisco Lima e o representante da pasta na zona rural, o ex-prefeito José Alvanir.

Acompanhada do vice-prefeito, Carlinhos do Pelado, dos secretários de Finanças, Tadeu Hassem, e de Comunicação, Cristiane Araújo, além de outros membros da gestão, Fernanda Hassem pediu empenho da equipe da Secretaria de Obras e disse estar otimista com o segundo mandato.

“Vamos fazer um planejamento onde todos possam sugerir ações para que possamos alcançar nossos objetivos e tenhamos mais investimentos, tanto na cidade quanto na zona rural, e para isso precisamos de uma equipe alinhada”, disse a prefeita, que anunciou o seu secretariado apenas no último dia 14.

Fernanda Hassem ainda afirmou que uma das metas de seu segundo mandato é estar mais próxima dos servidores municipais em todas as secretarias com o objetivo de ouvir mais. Com o fim de que o resultado dos próximos quatro anos seja um trabalho de mais excelência em favor do município.

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Cidades

Prefeito não gostou de saber que o Banco do Brasil pode fechar agências em Feijó

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O prefeito de Feijó, Kiefer Cavalcante, enviou carta ao senador Sérgio Petecão pedindo a intervenção do Congresso Nacional na decisão do Banco do Brasil em deixar o município sem nenhuma agência do BB.

Ele repudiou o anúncio de fechamento de unidades e postos de atendimento nos municípios. Segundo o prefeito, além de causar estranheza e incitar o pânico nos comerciantes e correntistas da instituição bancária no município, é no mínimo irresponsável, e criticou o plano de reestruturação do banco, que afeta especialmente o interior dos estados.

“Nossos munícipes e comerciantes não estão desamparados, mobilizarei todas as forças possíveis para resolver a situação posta pelo anúncio do Banco do Brasil”, disse Kiefer.

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