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Em menos de uma semana, Acre tem aumento de 417 casos e mais 12 mortes por Covid-19

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O número de contaminação pelo novo coronavírus no Acre tem aumentado drasticamente, conforme balanço diário da secretaria estadual de Saúde (Sesacre). Com isso, as vítimas fatais pela doença provocadas pelo vírus também tem sido mais constantes no estado. Nessa quarta-feira, 6, foi confirmada a 31ª morte por complicações da Covid-19.

Os dados apontam que em seis dias, o Acre registrou 12 mortes em decorrência de complicações da doença. No último dia 1º de maio, o Acre tinha a confirmação da 19ª morte provocada pelo vírus, um idoso de 83 anos que faleceu no pronto-socorro de Rio Branco e que fazia parte do grupo de risco por ter doença respiratória. Nesse primeiro de maio, o Acre contabilizava 487 casos da doença.

De lá para cá, os números só subiram. Mais 12 óbitos foram confirmados e houve mais 417 casos de contaminação, conforme adiantou o governador Gladson Cameli ao ac24horas na manhã de hoje. O último óbito confirmado oficialmente foi do policial militar F. O. L., de 62 anos, que se tornou a 31ª morte por coronavírus no Acre.

O governo local estudar a decretação do lockdown caso o estado alcance os mil casos de coronavírus ainda esta semana. A medida impõe um confinamento obrigatório e bloqueio de todas as atividades, e ainda uso da força policial em situações mais severas. O estado prevê uma situação de grave ameaça no sistema público de saúde com o aumento repentino de casos de Covid-19.

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Acre 01

“Nós estamos a postos para atender nossa população”, diz Bocalom sobre a vacina

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, ficou muito feliz pelo fato da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter autorizado neste domingo,17, por unanimidade, o uso emergencial das vacinas Coronavac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19, e pelo governador do Estado, Gladson Cameli, ter sido chamado para receber as doses que vêm para o Acre.

“Que bom que nossa população já poderá contar com essa vacina. Nós da prefeitura estamos a postos para ajudar no que for necessário. A secretaria municipal de Saúde e nossos profissionais estão prontos para iniciar a vacinação, dos grupos de pessoas selecionados pelo Ministério da Saúde. Já orientei ao secretário Frank Lima que tome todas as providências, e siga todos os protocolos para que nossa população receba um atendimento especial e que todo trabalho tenha êxito”, concluiu o prefeito.

Autorização

A Diretoria Colegiada da Anvisa (Dicol) aprovou neste domingo a autorização temporária de uso emergencial da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e da vacina Covishield, produzida pela farmacêutica Serum Institute of India, em parceria com a AstraZeneca/Universidade de Oxford/Fiocruz.

As decisões serão publicadas e comunicadas às duas instituições ainda hoje. Com relação à CoronaVac, em especial, a autorização foi condicionada ainda à assinatura de um Termo de Compromisso e sua respectiva publicação no Diário Oficial da União (D.O.U.).

Tanto a Fiocruz quanto o Instituto Butantan devem dar continuidade aos estudos e à geração de dados para permitir o registro sanitário na Anvisa. Da mesma forma, ambos precisam manter o monitoramento da segurança das vacinas, fundamental para garantir que os benefícios continuem a superar os riscos para as pessoas que recebem vacinas contra Covid-19. A Anvisa, como órgão regulador federal, pode revisar e ajustar as condições para o uso emergencial frente a resultados que sejam considerados relevantes, inclusive dados e informações provenientes de autoridades reguladoras internacionais.

FONTE: ASCOM PMRB

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Acre 01

Anvisa autoriza uso emergencial das vacinas Coronovac e de Oxford contra a Covid-19

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou neste domingo (17), por unanimidade, o uso emergencial das vacinas Coronavac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19. A reunião que discutiu o tema durou cerca de 5 horas.

Os diretores acompanharam o voto de Meiruze Freitas, relatora dos pedidos. No caso da Coronavac, a diretora condicionou a aprovação à assinatura de termo de compromisso e publicação em “Diário Oficial”.

Segundo a Anvisa, somente o termo de compromisso assinado pelo Instituto Butantan precisa ser publicado no “Diário Oficial da União”, o que pode acontecer ainda neste domingo (17) em edição extra. De acordo com a agência, o termo já está pronto e será enviado ao instituto para ser assinado e publicado assim que assinado.

O termo de compromisso prevendo o envio, até o dia 28 de fevereiro, dos resultados sobre a imunogenicidade da CoronaVac foi uma das exigências da relatora do processo para o uso emergencial. A imunogenicidade é a capacidade que uma vacina tem de estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos.

Ao proclamar o resultado, o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, afirmou:

“A imunidade com a vacinação leva algum tempo para se estabelecer. Portanto, mesmo vacinado, use máscara, mantenha o distanciamento social e higienize suas mãos. Essas vacinas estão certificadas pela Anvisa, foram analisadas por nós brasileiros por um tempo, o melhor e menor tempo possível. Confie na Anvisa, confie nas vacinas que a Anvisa certificar e quando ela estiver ao seu alcance vá e se vacine.”

Durante a reunião, a relatora Meiruze Freitas declarou:

“Quanto à vacina Coronavac, desenvolvida pelo instituto Butantan, voto pela aprovação temporária do seu uso emergencial condicionada a termo de compromisso e subsequente publicação de seu extrato no DOU. Quanto à vacina solicitada pela Fiocruz, voto pela aprovação temporária de seu uso emergencial referente a 2 milhões de doses”, votou a relatora.

“Guiada pela ciência e pelos dados, a equipe concluiu que os benefícios conhecidos e potenciais dessas vacinas superam seus riscos. Os servidores vêm trabalhando com dedicação integral e senso de urgência”, acrescentou Meiruze Freitas.

Segundo Leonardo Filho, estatístico da Anvisa, a eficácia da Coronavac é de 50,4%, em percentual arredondado. Segundo o gerente de Medicamentos, Gustavo Mendes, a eficácia da vacina de Oxford é de 70,42%.

Durante apresentação dos dados, Gustavo Mendes informou ainda que a área técnica da Anvisa recomendou a aprovação do uso emergencial das duas vacinas, “condicionada ao monitoramento das incertezas e reavaliação periódica”. Mendes também ressaltou que há aumento no número de casos e ausência de alternativas terapêuticas.

O pedido sobre a Coronavac foi apresentado em 8 de janeiro pelo Instituto Butantan e é referente a 6 milhões de doses importadas, produzidas pela farmacêutica chinesa Sinovac. O Butantan também desenvolve a vacina no Brasil.

O pedido sobre a vacina de Oxford foi apresentado em 8 de janeiro pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e é referente a 2 milhões de doses importadas do laboratório Serum, da Índia, que produz a a vacina desenvolvida pela universidade do Reino Unido e pelo laboratório AstraZeneca. A Fiocruz também desenvolve a vacina no Brasil.

O voto da relatora

Durante o voto, a relatora destacou que o Brasil responde por 10% das mortes registradas no mundo por Covid-19 e lembrou que não há alternativa terapêutica para combater a doença (veia o vídeo abaixo).

“Até o momento não contamos com alternativa terapêutica aprovada para prevenir ou tratar a doença causada pelo novo coronavírus. Assim, compete a cada um de nós, instituições públicas e privadas, sociedade civil e organizada, cidadão, cada um na sua esfera de atuação tomarmos todas as medidas ao nosso alcance para no menor tempo possível diminuir o impacto sobre a vida do nosso país”.

Meiruze Freitas afirmou ainda que os benefícios das duas vacinas superam eventuais riscos.

“Ressalvadas algumas incertezas ainda existentes pelo estágio de desenvolvimento das vacinas em apreço, os benéficos conhecidos e potenciais das duas candidatas superam os riscos potenciais trazido em cada uma delas. Entretanto, ambas atendem aos critérios de qualidade e segurança para uso emergencial. Faço uma ressalva quanto a Coronavac, que requer dados complementares quanto à imunogenicidade”, declarou.

Em seu voto, a relatora condicionou o uso emergencial da CoronaVac a um termo de compromisso do Instituto Butantan de enviar até o dia 28 de fevereiro os resultados sobre a imunogenicidade, que é a capacidade que uma vacina tem de estimular o sistema imunológico e produzir anticorpos.

A questão da imunogenicidade foi uma das ressalvas levantadas pela área técnica, que afirmou que não foi possível avaliar a quantidade de anticorpos produzidos após a vacina e a duração da imunização.

Comportamento social

No início da reunião deste domingo, o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, fez um breve discurso no qual afirmou que, mesmo com o desenvolvimento de vacinas, a vitória sobre o coronavírus passa pela mudança do “comportamento social”.

“O momento é de conscientização, união e trabalho. O inimigo é um só. A nossa chance, a nossa melhor chance nesta guerra passa, obrigatoriamente, pela mudança de comportamento social, sem a qual, mesmo com vacinas, a vitória não será alcançada”, declarou.

Desde o início da pandemia, a Organização Mundial de Saúde (OMS), autoridades sanitárias e especialistas recomendam como formas de evitar a disseminação ainda maior do coronavírus o uso de máscara; a higienização das mãos; o distanciamento social; e evitar aglomerações, por exemplo.

No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro critica o uso de máscara e participa de aglomerações, contrariando as orientações médicas.

Análise da Coronavac

O gerente-geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa, Gustavo Lima Santos, afirmou durante a apresentação que, apesar das incertezas e dados ainda não apresentados pelo Instituto Butantan, a gerência de medicamentos recomenda a aprovação o uso emergencial da CoronaVac.

“Tendo em vista o cenário de pandemia, tendo em vista o aumento de número de casos e tendo em vista a ausência de alternativas terapêuticas. A situação que estamos vivendo é uma situação de muita preocupação e muita tensão por conta dos insumos necessários, a gerência-geral recomenda a aprovação do uso emergencial”, afirmou. Santos destacou que a recomendação é para a aprovação seja condicionada ao monitoramento e acompanhamento das incertezas e reavaliação periódica.

Durante a reunião, Santos destacou uma série de dados que ainda não foram apresentados para a Anvisa e outros que ainda precisam de mais análises.

Entre os dados que não foram apresentados, destacou, está a análise quantitativa da imunogenicidade, que é a capacidade que uma vacina tem de estimular o sistema imunológico e produzir anticorpos.

Segundo o gerente de medicamentos, os dados só mostram se houve a produção de anticorpos ou se não houve, mas não detalha a quantidade de anticorpos. “O único apresentado foi de qualitativa, se sim ou se não, e isso não foi considerado adequado para a nossa avaliação de imunogenicidade”, disse.

Santos também destacou que os dados apresentados não foram suficientes para permitir uma conclusão sobre o efeito em formas moderadas e graves da doença, já que o número de casos foi muito baixo.

Análise da vacina de Oxford

A Gerência-Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa também recomendou a aprovação do uso emergencial da vacina de Oxford.

Gustavo Lima Santos fez as mesmas ponderações que apresentou ao recomendar a aprovação da Coronavac, destacando o cenário atual da pandemia da Covid-19, o aumento do número de casos e a ausência de alternativas terapêuticas.

Santos também destacou que é preciso monitorar as incertezas citadas durante a apresentação, entre elas o fato de que o uso emergencial foi pedido para a vacina produzida pelo Instituto Serum, que tem uma origem diferente da vacina do laboratório da AstraZeneca.

“O banco de semente de vírus mestre do Instituto Serum é diferente da AstraZeneca, o que significa que os produtos gerados por esses dois fabricantes têm origem direta diferente, e isso pode constituir produtos diferentes”, afirmou.

Ele destacou, no entanto, que a empresa alega que as vacinas são comparáveis, mas a Anvisa ainda tem incerteza quanto a isso.

Outras dúvidas apresentadas durante a a apresentação referem-se à eficácia da vacina na população com mais de 65 anos e nas formas graves da doença. “Os dados são insuficientes, o que a gente pode afirmar é que existe uma tendência favorável contra as formas graves”, disse.

Análise dos pedidos

Conforme a Anvisa, os diretores analisam os pareceres elaborados por três áreas técnicas, que somam 50 pessoas.

Os pareceres são divididos entre as equipes que atuam em:

Registro de medicamentos;

Certificação de boas práticas de fabricação;

Farmacovigilância de medicamentos (monitoramento do produto no mercado).

De acordo com a Anvisa, após a votação da diretoria colegiada, a decisão passa a valer a partir da publicação do resultado e da notificação da entidade que apresentou o pedido. Durante a análise, os diretores vão avaliar os seguintes itens:

Qualidade;

Boas práticas de fabricação;

Estratégias de monitoramento e controle;

Resultados provisórios de ensaios clínicos.

Ainda de acordo com a agência, quem entrou com o pedido precisa comprovar que a fabricação e a estabilidade do produto garantem a qualidade da vacina.

Se aprovado, o imunizante com uso emergencial liberado não pode ser comercializado, somente distribuído no sistema público de saúde. A liberação pode ser revogada pela Anvisa a qualquer momento.

Disputas políticas

As vacinas também envolvem uma disputa política entre o governador de São Paulo, João Doria, e o presidente Jair Bolsonaro. Em outubro, o presidente chegou a dizer que o governo federal não compraria a Coronavac.

No começo de janeiro, porém, o Ministério da Saúde informou assinou um contrato com o Instituto Butantan para adquirir todas as 100 milhões de doses que o órgão produzir.

Um avião brasileiro estava previsto para decolar na sexta-feira (15) para a Índia, mas o voo foi adiado por “problemas logísticos internacionais”. O adiamento ocorreu depois que o governo indiano dizer que não poderia dar uma data para a exportação de vacinas produzidas no país.

Depois do adiamento do voo, que buscaria as duas milhões de doses, o Ministério da Saúde pediu que o Instituto Butantan entregasse todas as 6 milhões de doses da Coronavac disponíveis.

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Acre 01

Aleac conclui encontros que definiram novo planejamento estratégico para 2021

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A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) encerrou nesta quinta-feira, 14, as reuniões que definiram a elaboração do Planejamento Estratégico 2021. Participaram diretores e representantes de vários setores da instituição. O intuito foi alinhar as ações legislativas e melhorar o funcionamento da instituição.

Os encontros serviram para analisar a situação da instituição. Por meio de um estudo, agora haverá direcionamento entre os gestores para utilização dos recursos e o potencial das pessoas para melhorar o funcionamento da Assembleia. Nos três primeiros dias do evento, a Aleac alterou o seu propósito que passou a ser “Fortalecer a democracia, representando a sociedade acreana, na criação e fiscalização de leis, em favor do bem comum”.

Também alterou sua visão, que passou a ser “Uma Assembleia Legislativa eficiente, moderna e transparente, comprometida com os anseios do povo”, além de definir os valores que foram consolidados em ética, transparência, representatividade, comprometimento, excelência e inovação.

A palestrante e economista Danuza Lemos, fez uma explanação sobre a metodologia utilizada. Frisou ainda que com a participação dos servidores é possível a concretização de um trabalho mais fidedigno com a realidade da Casa.

“Durante toda a semana, tivemos aqui reunida as principais referências da gestão da casa. Então, começamos o planejamento fazendo um alinhamento de propósitos das pessoas que estão aqui, com os propósitos da instituição. Ouvindo os servidores, identificamos os pontos fortes e pontos fracos e a partir disso, fazendo uma modelagem do que pode ser uma gestão mais eficiente, construímos um plano de ação mais consistente, com metas e objetivos estratégicos importantes, com o intuito de resgatar e fortalecer ainda mais a credibilidade do Poder Legislativo junto à sociedade”, disse.

Para o presidente Nicolau Júnior da Aleac, Nicolau Júnior (Progressistas), o planejamento estratégico é uma peça fundamental para o aprimoramento da Casa, uma vez que constitui uma ferramenta de gestão importante.

“Ele permite o melhor desempenho de todas as áreas. Através dele, alinhamos os setores e garantimos êxito nas ações parlamentares. Garantimos ainda a valorização das pessoas, a interdependência dos setores e transparência na nossa atuação. Queremos um modelo de gestão que gere resultados na prestação de serviços e que a sociedade perceba o valor agregado pela instituição”, enfatizou o parlamentar.

O encontro foi realizado através da Secretaria Executiva e da Mesa Diretora, seguindo todas as orientações de prevenção ao coronavírus, com limitação do número de pessoas presentes e o uso de máscaras.

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Acre 01

Plano do governo é mapear 80% dos criadouros do mosquito da dengue no Acre, diz Sesacre

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O Governo do Acre estabeleceu um plano que prevê mapear e monitorar pelo menos 80% dos criadouros do aedes Aegipty, o transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Entre os possíveis criadouros que serão mapeados estão terrenos baldios, imóveis fechados, tanques, caixa d’agua e depósito de lixo inadequado, por meio de visitas periódicas em áreas de concentração populacional.

Além disso, os trabalhos visam mobilizar ações de educação em saúde junto as comunidade nos bairros de maior infestação predial, elaborar agenda de ações com as instituições governamentais e não governamentais para o trabalho de prevenção e ações de orientações à população.

Em 2020, mais de 5,4 mil casos de dengue, do total de 13.464 notificações, foram confirmados no Estado do Acre.

Os municípios que registraram maior número de casos foram Cruzeiro do Sul, com 6.241 casos notificados, e Rio Branco, com 2.288, correspondendo a 63% dos casos no estado.

Ainda em 2020, foram notificados 192 casos suspeitos de febre de chikungunya no Acre, sendo que 33 foram confirmados. Destes, 20 casos foram registrados em Rio Branco. Em relação ao zika vírus, 12 casos foram confirmados, sendo 10 em Rio Branco e 2 em Cruzeiro do Sul.

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