Conecte-se agora

Governo envia equipamentos de proteção e material médico para cidades do Juruá

Publicado

em

Além de Feijó e Tarauacá, às cinco cidades do Vale do Juruá: Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo, receberam nesta quarta, 29, mais uma remessa de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e material médico hospitalar enviados pelo governo do Estado.

Uma parte veio em caminhões pela BR-364 e outra, na aeronave Harpia II do governo. É de aeronave que os itens são enviados para as duas cidades de difícil acesso, como Porto Walter e Marechal Thaumaturgo.

A coordenadora de saúde da regional do Juruá, Muana Araújo, diz que o envio desse tipo de material para hospitais e demais unidades de saúde das cidades da região era feito uma vez por mês. Agora depois da pandemia de  coronavírus, é realizado a cada 15 dias. “Para isso contamos com apoio da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas – CIOPAER com as aeronaves para a ação quinzenal”.

Anúncios

Cidades

Saúde de Tarauacá anuncia médico em dois turnos no Corcovado a partir de hoje (25)

Publicado

em

A Secretaria de Saúde de Tarauacá diz que uma de suas unidades básicas começa a atender em dois turnos a partir desta segunda-feira (25).

“Estive na quinta-feira, dia 21, juntamente com nossa equipe da Semsa, dando posse ao novo coordenador do posto do Corcovado. Na oportunidade fizemos a entrega de materiais permanentes como TV, impressora e cafeteira, e como melhor notícia, informamos que a partir de segunda terá um médico atendendo pela manhã e a tarde”, disse o secretário de Saúde de Tarauacá, Aderlândio França.

Continuar lendo

Cidades

Aritmética Bisonha da vacinação

Publicado

em

As ações do Governador Gladson Cameli durante a pandemia lhe renderam elevada aprovação dos acreanos, medida em pesquisas de opinião.

O momento atual das agruras dessa pandemia, no entanto, é a busca frenética das pessoas pela vacina tornada literalmente uma questão de vida ou de morte. E ela colocou novos desafios aos governantes frente às expectativas de sobrevivência da população.

Não se pode dizer que a vinda das doses da vacina Coronavac para o Acre tenha sido um brilhante êxito para além das ações publicitárias. Refiro-me aos seus quantitativos. Eles foram lesivos aos interesses de muitos acreanos.

Não é necessário usar-se algoritmos sofisticados ou cálculo diferencial para demonstrar isso. Basta se recorrer à antiga e elementar aritmética: divida- se seis milhões de doses de vacinas do Butantan por duzentos e dez milhões de brasileiros; multiplique-se o quociente dessa divisão por 910 mil acreanos e se obterá um produto de 26 mil doses. Como cada pessoa para ser imunizada terá de tomar duas doses da Coronavac, no espaço de um mês, as 26 mil vacinas dariam para imunizar 13 mil acreanos; sem margem de segurança em torno de 10%, é óbvio.

A programação da primeira fase da Secretaria Estadual de Saúde do Acre propõe a imunização preferencial de 19.402 pessoas, sendo 12.815 indígenas vivendo em aldeias, 66%; 6.343 trabalhadores da saúde, 32,7%; e 244 idosos em casas de repouso, 1,3%.

Não há dúvidas de que os três grupos são, de fato, prioritários. Não se afigura razoável contestar esta escolha. Mas há uma anomalia nesta distribuição, uma incongruência. Os indígenas são geridos e são responsabilidade exclusiva do Governo Federal. Este ente federativo é o único a legislar sobre a questão indígena e é, inclusive, o proprietário único de suas terras.

É injusto e inaceitável passivamente que o Governo Federal com o avassalador poderio que possui faça cortesia com o chapéu alheio, como se diz no popular, e atire sobre os ombros dos acreanos comuns os ônus de sua responsabilidade e tenha para isso a cumplicidade de lesa povo do Governo do Estado do Acre.

Esta distribuição das preferências praticadas no Acre negou aos acreanos simples mais de 6000 pessoas imunizadas. Os trabalhadores da saúde que lidam diuturnamente com a Covid 19 nas UTIs, nas enfermarias, nos consultórios, em todos os ângulos da linha de frente do combate, são a prioridade das prioridades na tenebrosa calamidade desta pandemia trágica.

E eles, desventuradamente, foram relegados, foram menoscabados, nem chegando a uma terça parte dos imunizados necessários, vitais; nem sequer chegaram a 33% dos escolhidos. Estranha estratégia essa que desarma ou mal arma os sapadores e os infantes que enfrentam com risco de morte minuto a minuto o pavor desta guerra terrificante.

As expectativas da população e dos agentes sociais com a performance da vacinação no Acre foram tomadas de glacial desapontamento, ante sala do desalento. A taça de fel impôs-se num brinde à amargura.

A falta de transparência das autoridades gestoras beirou à arrogância tanto na capital quanto nos municípios. É possível que não tenham sido bem debatidas com a comunidade as 25 doses de vacina enviadas ao Bujari, 32 à Capixaba e 203 à Sena Madureira, a terceira maior população municipal do Acre, por exemplo.

Sei que serei acusado de ser inimigo dos indígenas.

Não, não o sou!

Acho que o Estado Brasileiro lhes deve muito mais de que a preferência em vaciná-los. Apenas estou dizendo que esta conta não é nossa não é dos acreanos; é do Governo Federal do Brasil, é da poderosa União.

De resto, em minha mestiçagem familiar prevalece o sangue pré colombiano. Meu próprio nome é inspiração do meu tio João “ Caboquim “ sugerido por meu pai, Adalberto “ Caboquim “.

Esperei que algum intelectual de imprensa, algum parlamentar, algum professor de matemática, algum sábio das redes sociais, algum prefeito, enfim, que alguma criatura qualquer suscitasse essa questão. Não foi possível; apenas conheci uma postagem do pesquisador Francimar Façanha nas redes sociais abordando a temática.

Estou tocando em assunto tão árido, estou colocando meu pescoço na forca por dois motivos essenciais:

  1. a) porque a oferta de vacinas no Brasil e no Acre será feita aos poucos, devagar, fatiada de várias vezes, paulatina, frugal e sofridamente e sugiro ao Governo do Acre que recupere junto ao Governo Federal as 13 mil vacinas que ele nos esbulhou e, por conseguinte, deve aos acreanos. Afinal de contas, uma vacina, uma vida;
  2. b) porque posso contrair Covid 19 e morrer, da mesma forma que morreu meu querido irmão Adalberto Correia.

Não quero morrer entalado e sem ar, sem ter manifestado meu desapreço e deserdar a quem quer que seja do direito e do poder de negociar em proselitismo e de forma inconfessável a minha dose de vacina.

*João Correia Sobrinho é professor universitário – UFAC

 

 

 

 

Continuar lendo

Cidades

Tentativa de assalto em Cobija deixa um bandido morto

Publicado

em

Uma tentativa de assalto na cidade de Cobija nesta sexta-feira, 22, acabou em uma morte por parte dos bandidos, um foragido e um preso. Um vídeo do sistema de segurança do estabelecimento localizado no Bairro Mapajo mostra a ação dos criminosos.

Segundo foi apurado pelo Jornal O Alto Acre, um dos envolvidos foi identificado como Derik Johann Azad Lima, 18 anos, que estaria na companhia de um primo, Bernabé Soares, 20 anos, e mais outro comparsa, apenas identificado como ‘Nêgo Fuga’ que está foragido.

Ao entrarem no estabelecimento e renderem o proprietário, foram surpreendidos pelo policial que estava a paisana que sacou a arma e começaram a troca de tiros. O policial foi ferido na região do abdômen e foi socorrido por terceiros, sendo levado para o hospital da cidade, onde passou por cirurgia. Não foi divulgado o estado de saúde do agente.

Ao saírem correndo e tentarem entrar no carro, o policial que foi atrás, teria disparado no tórax de Bernabé.. Este foi puxado para dentro do veículo e foi deixado na casa de parentes enquanto os outros dois fugiram.

Bernabé não resistiu ao ferimento e morreu no hospital de Cobija. Derik fugiu para o lado brasileiro em Brasiléia com o veículo modelo Suzuki, placas NUA 7165 com os bancos traseiros sujos de sangue.

Ao ser acionado pelo lado boliviano, o comando do 5º Batalhão da PM conseguiu localizar o veículo no centro de Brasiléia, e Derik foi detido e levado para a delegacia, onde ficou à disposição das autoridades brasileiras.

Continuar lendo

Cidades

Jenilson ressalta importância do retorno da radioterapia no Acre

Publicado

em

O deputado estadual Jenilson Leite realizou uma visita na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) do Hospital do Câncer de Rio Branco, para verificar o funcionamento do acelerador linear. O parlamentar realizou várias reivindicações para que a Sesacre colocasse em funcionamento esta importante ferramenta no tratamento do câncer.

Jenilson que também é médico infectologista, destinou R$ 20 mil de suas emendas impositivas, para o reparo na refrigeração da sala do acelerador linear.

No hospital, Jenilson conversou com a direção do órgão, tendo como pauta o funcionamento do aparelho. “Eu queria parabenizar todos vocês da gestão do UNACON pelo esforço feito para a radioterapia voltar a ativa, o funcionamento do aparelho é um ganho para o povo acreano. Porque alguns pacientes estavam fazendo o tratamento em Porto velho, sendo que muitos desistem pela distância e condições de locomoção e estadia. Por isso parabenizo a gestão por esta conquista”, disse o deputado.

O médico ressaltou que em diferentes momentos esteve no Unacon e na tribuna da ALEAC cobrando o funcionamento do aparelho. ” Destinei recursos para refrigeração, controle de umidade. Destaco ainda o esforço do secretário de saúde e outros parlamentares que também ajudaram. É um ganho para toda a população. Fiz várias cobranças e agora venho parabenizar a gestão”, disse Leite.

Segundo a gerente administrativa da Unacon, Nilce Vilaça, a máquina está pronta para o funcionamento, contudo, eles aguardam apenas os monitores individuais de radiação, com previsão de chegada para os próximos dias, para que possam iniciar os atendimentos. “Assim que chegar os radiadores individuais vamos poder iniciar todos os tratamentos”, garante.

Com a ajuda do deputado, segundo Nilce, foi possível fazer o reparo da climatização da sala. “Em uma das visitas que o Dr. Jenilson fez , ele prometeu que ia ajudar, e nos ajudou com essa emenda. Isso é muito gratificante porque foi uma forma de acelerar o processo”.

O acelerador estava parado desde 2016. Isso fazia com que os pacientes do Acre fossem transferidos para outros estados. Mas com o funcionamento, trinta e cinco pacientes da lista de espera de regulação para o tratamento de câncer, farão na Unacon, pois o aparelho pode tratar até oitenta pessoas por dia, segundo a direção.

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Recomendados da Web

Mais lidas