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PL da Cloroquina de Petecão segue parado no Senado

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Motivo de grande cautela entre as instituições, o uso da cloroquina no combate ao Covid-19 é atual bandeira do senador Sergio Petecão. Conforme apurou o Metrópoles, Ele foi o primeiro a propor formalmente que se possa ministrar o medicamento para tratar pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Na sua justificativa, o senador defende que as substâncias são “promissoras” e que, por terem sido desenvolvidas “há mais de meio século”, têm “perfil de segurança bem conhecido”. “Além de estarem disponíveis informações sobre contraindicações, toxicidade e reações adversas.

Mas a matéria não andou. Está na mesma condição do dia 14 de abril, data em que foi protocolado no Senado.

Destaque 6

ICMS: redução na gasolina pode chegar a R$ 1,15 por litro

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Com valor médio de R$ 7,29 no país, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), economistas ouvidos pela CNN calculam a quanto poderia chegar a redução nos preços da gasolina, caso vire lei o teto para a cobrança de ICMS nos combustíveis.

O ex-secretário estadual de Fazenda do Rio, Luiz Claudio Carvalho, e o diretor do Instituto Combustível Legal, Carlo Faccio, apontaram que a queda no Rio de Janeiro e em São Paulo, por exemplo, poderia chegar, respectivamente, a R$ 1,15 e R$ 0,48 por litro. Nestes estados, a média da gasolina é R$ 7,80 e R$ 6,90, respectivamente.

Hoje, quem mora no Rio paga 34% de ICMS sobre a gasolina; já quem vive em São Paulo, 25%. O projeto que limita a alíquota do imposto foi aprovado pela Câmara dos Deputados e será examinado pelo Senado.

Pela proposta, a estimativa é que o teto seja o ICMS modal, uma espécie de alíquota padrão para bens e serviços. Em alguns estados, como RJ e SP, o ICMS modal é de 18%, logo, o novo teto para combustíveis seria 18%.

Por isso, explica o economista Luiz Claudio Carvalho, não é correto taxar que o limite estabelecido para todos os estados será de 17%.

Apesar da alíquota proposta pelo projeto ser menor, o ex-secretário avaliou que não há, porém, qualquer garantia de que a eventual redução tributária venha a ser integralmente repassada ao consumidor pelos distribuidores e postos de combustíveis. De acordo com ele, um desconto proporcional a uma diminuição de impostos não costuma ocorrer no Brasil.

Carvalho frisou que o congelamento, em novembro, do ICMS dos combustíveis – decisão tomada pelos estados – já diminuiu a arrecadação com o imposto, o que se reflete no PMPF (Preço médio ponderado ao consumidor final) que, no caso do Rio de Janeiro, está em R$ 6,785 – nas bombas do estado, o preço médio é de R$ 7,80.

Segundo o ex-secretário, o congelamento voluntário do imposto faz com que o Rio de Janeiro receba, hoje, menos R$ 0,34 em ICMS por litro de gasolina.

O economista e especialista em contas públicas Murilo Viana também concorda que, embora seja possível calcular de quanto seria a redução, não é possível afirmar qual seria, exatamente, o valor do litro da gasolina vendido aos consumidores pelos postos de combustíveis.

“Hoje, o preço de referência de combustível está congelado desde novembro. Esse preço de novembro está totalmente defasado em relação ao preço de hoje. Se levar em frente essa aplicação das alíquotas, existe probabilidade de os estados liberarem o preço de referência.

Ou seja, diminuir a alíquota. Se os estados liberaram isso, vai aumentar a base que incidirá sobre os 17% ou 18%, o que vai diminuir a arrecadação. Sendo assim, não dá para ter certeza de que haverá essa redução no valor dos combustíveis”, explicou.

Segundo ele, apesar de ser possível afirmar que os preços da gasolina cairão com a lei do teto para cobrança do ICMS, ele não acredita que o valor terá redução drástica. Viana diz que o “fator ICMS” não é o que está fazendo o preço dos combustíveis subir, mas sim a “variação do câmbio, o preço internacional do petróleo e mais a política do preço de paridade de importação (PPI)”.

As estimativas passadas pelo ex-secretário estadual de Fazenda do Rio são as mesmas apontadas pelo Instituto Combustível Legal. Segundo o levantamento do órgão, R$ 1,15 a menos na gasolina no Rio de Janeiro seria a maior redução no país. Depois aparecem os estados de Minas Gerais (- R$ 0,94 no preço da gasolina), Piauí (- R$ 0,91), Rio Grande do Sul (- R$ 0,86) e Goiás (- R$ 0,85).

Impactos no diesel

Em contrapartida, o instituto calcula que haveria aumento no valor do diesel. No Rio de Janeiro, o reajuste poderá ser de R$ 0,25, em São Paulo, de R$ 0,18. O aumento no RJ seria o maior do país.

Também aparecem com destaque os estados do Rio Grande do Sul, com aumento de R$ 0,24, Santa Catarina (R$ 0,23) e Paraná (R$ 0,25). Por outro lado, considerando o teto do ICMS, haveria redução no preço do diesel nos estados de Alagoas (- R$ 0,05), Amapá (- R$ 0,05), Bahia (- R$ 0,05), Ceará (- R$ 0,05), Maranhão (- R$ 0,07), Paraíba (- R$ 0,05), Piauí (- R$ 0,05), Rio Grande do Norte (- R$ 0,05) e Sergipe (- R$ 0,10).

Essa diferença ocorre porque o ICMS do diesel tem menor incidência, com média nacional de 13,8% sobre o valor deste combustível. Já a média nacional do ICMS da gasolina é de 28,1%, ou seja, maior do que a alíquota modal do ICMS – que pode variar entre 17% e 18% de teto.

Segundo o diretor do Instituto Combustível Brasil, Carlo Faccio, os estados da região Sul e Sudeste já adotam alíquotas menores que os 17%. “Neste caso, estes estados não sofrerão reduções “, explicou.

Faccio calcula que somente o impacto do diesel com o projeto aprovado na Câmara seria de mais de R$ 6,7 bilhões em prejuízos para os estados.

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Pesquisa Datafolha: Lula tem 48%; Bolsonaro, 27%; Ciro, 7%

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (26) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 48% das intenções de voto na corrida pelo Palácio do Planalto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 27%. As eleições estão marcadas para outubro.

A seguir aparece o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 7%. O deputado federal André Janones (Avante) e a senadora Simone Tebet (MDB) têm 2%.

Os pré-candidatos Pablo Marçal (Pros) e Vera Lúcia (PSTU) ficam com 1%. Os demais não pontuaram.

A parcela dos que dizem que votarão em branco ou nulo representa 7% dos entrevistados. Os indecisos somam 4%.

De acordo com o Datafolha, Lula venceria no primeiro turno com 54% dos votos válidos. Bolsonaro ficaria com 30%.

A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

Foram ouvidas 2.556 pessoas face a face entre quarta-feira (25) e esta quinta (26). A pesquisa, encomendada e divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo, foi registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-05166/2022. O nível de confiança da pesquisa é 95%.

O Datafolha também testou outro cenário de primeiro turno — com a inclusão do ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB), que desistiu da pré-candidatura nesta semana — e três cenários de segundo turno. Confira abaixo.

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para presidente

Cenário I

Lula (PT) – 48%
Bolsonaro (PL) – 27%
Ciro Gomes (PDT) – 7%
André Janones (Avante) – 2%
Simone Tebet (MDB) – 2%
Pablo Marçal (Pros) – 1%
Vera Lúcia (PSTU) – 1%
Felipe d’Avila (Novo) – 0
Sofia Manzano (PCB) – 0
Leonardo Péricles (UP) – 0
José Maria Eymael (DC) – 0
Luciano Bivar (União Brasil) – 0
General Santos Cruz (Podemos) – 0

Branco/Nulo – 7%
Não sabe/Não respondeu – 4%

Cenário II
Lula (PT) – 48%
Bolsonaro (PL) – 26%
Ciro Gomes (PDT) – 7%
João Doria (PSDB) – 3%
André Janones (Avante) – 2%
Simone Tebet (MDB) – 2%
Pablo Marçal (Pros) – 1%
Vera Lúcia (PSTU) – 1%
Felipe d’Avila (Novo) – 0
Sofia Manzano (PCB) – 0
Leonardo Péricles (UP) – 0
José Maria Eymael (DC) – 0
Luciano Bivar (União Brasil) – 0
General Santos Cruz (Podemos) – 0

Branco/Nulo – 6%
Não sabe/Não respondeu – 3%
Segundo turno
Intenção de voto estimulada para presidente

Cenário I
Lula (PT) – 58%
Bolsonaro (PL) – 33%
Branco/Nulo – 8%
Não sabe/Não respondeu – 1%

Cenário II
Ciro Gomes (PDT) – 52%
Bolsonaro (PL) – 36%
Branco/Nulo – 10%
Não sabe/Não respondeu – 2%

Cenário III
Lula (PT) – 55%
Ciro Gomes (PDT) – 29%

Branco/Nulo – 15%
Não sabe/Não respondeu – 1%

 

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Câmara aprova salário mínimo de R$ 1.212, sem aumento real

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça, 24, a Medida Provisória (MP) que fixou o salário mínimo de 2022 em R$ 1.212, sem aumento real, apenas com a correção pela inflação de 2021. O texto seguirá agora para o Senado, onde precisa ser aprovado até 1º de junho, caso contrário ele perderá a validade – MPs precisam ser aprovadas no Congresso em até seis meses após serem publicadas pelo governo.

O valor está de acordo com o Orçamento de 2022, aprovado no Congresso em 21 de dezembro de 2021 com base numa previsão de inflação de 10,18%, o exato valor concedido para o aumento. Durante a tramitação, foram apresentadas 11 propostas na Câmara para aumentar o valor, mas a relatora, a deputada Greyce Elias (Avante-MG), rejeitou todas, com a justificativa de que, no atual momento de grandes dificuldades econômicas para o país, é inviável aprovar as emendas, e recomendou o texto como o governo enviou ao Legislativo.

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Pesquisa CNN/Big Data: Lula tem 40%; Bolsonaro, 32%; e Ciro, 9%

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Pesquisa CNN/RealTime Big Data para as eleições presidenciais de 2022, divulgada em primeira mão pela CNN nesta quarta-feira (25), traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40% das intenções de voto no primeiro turno, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 32%; e por Ciro Gomes (PDT), com 9%.

Depois aparecem André Janones (Avante) e Simone Tebet (MDB), com 2%; e Luciano Bivar (União Brasil), com 1%.

Este é o cenário com mais pré-candidatos e sem o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB), que desistiu de disputar a Presidência na segunda-feira (23).

Não pontuaram os pré-candidatos Vera Lúcia (PSTU), Pablo Marçal (Pros), Sofia Manzano (PCB), Felipe d’Avila (Novo), Leonardo Péricles (UP) e José Maria Eymael (DC).

Os que dizem votar em branco ou nulo somam 9%. Os indecisos e os que não responderam correspondem a 5%.

Foram ouvidas por telefone 3 mil pessoas entre segunda-feira (23) e terça (24). A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa tem 95% de confiança. Ou seja, se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro desta margem.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07451/2022.

Também foram testados outros três cenários estimulados de primeiro turno – quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados ao eleitor.

Na pesquisa espontânea, quando o eleitor responde em quem vai votar sem que os nomes sejam apresentados, Bolsonaro aparece com 28%; Lula, com 26%; e Ciro, com 4%.

Confira abaixo os cenários – o principal é o terceiro.

Primeiro turno

Intenção de voto estimulada para presidente

Cenário I

Lula (PT) – 39%
Bolsonaro (PL) – 31%
Ciro Gomes (PDT) – 8%
João Doria (PSDB) – 4%
André Janones (Avante) – 2%
Simone Tebet (MDB) – 1%
Luciano Bivar (União Brasil) – 1%
Vera Lúcia (PSTU) – 0
Pablo Marçal (Pros) – 0
Sofia Manzano (PCB) – 0
Felipe d’Avila (Novo) – 0
Leonardo Péricles (UP) – 0
José Maria Eymael (DC) – 0
Branco/Nulo – 9%
Não sabe/Não respondeu – 5%

Cenário II

Lula (PT) – 39%
Bolsonaro (PL) – 31%
Ciro Gomes (PDT) – 8%
João Doria (PSDB) – 5%
André Janones (Avante) – 2%
Luciano Bivar (União Brasil) – 1%
Vera Lúcia (PSTU) – 0
Pablo Marçal (Pros) – 0
Sofia Manzano (PCB) – 0
Felipe d’Avila (Novo) – 0
Leonardo Péricles (UP) – 0
José Maria Eymael (DC) – 0
Branco/Nulo – 9%
Não sabe/Não respondeu – 5%

Cenário III

Lula (PT) – 40%
Bolsonaro (PL) – 32%
Ciro Gomes (PDT) – 9%
André Janones (Avante) – 2%
Simone Tebet (MDB) – 2%
Luciano Bivar (União Brasil) – 1%
Vera Lúcia (PSTU) – 0
Pablo Marçal (Pros) – 0
Sofia Manzano (PCB) – 0
Felipe d’Avila (Novo) – 0
Leonardo Péricles (UP) – 0
José Maria Eymael (DC) – 0
Branco/Nulo – 9%
Não sabe/Não respondeu – 5%

Cenário IV

Lula (PT) – 40%
Bolsonaro (PL) – 33%
Ciro Gomes (PDT) – 11%
André Janones (Avante) – 2%
Vera Lúcia (PSTU) – 0
Pablo Marçal (Pros) – 0
Sofia Manzano (PCB) – 0
Felipe d’Avila (Novo) – 0
Leonardo Péricles (UP) – 0
José Maria Eymael (DC) – 0
Branco/Nulo – 9%
Não sabe/Não respondeu – 5%

 

CNN BRASIL

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