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Acre tem mais 2 casos de coronavírus e total chega a 72

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O Ministério da Saúde atualizou o número de casos de coronavírus em todo o país.

Segundo os números do governo federal, confirmados pela Secretaria Estadual de Saúde, no Acre existem dois novos casos nas últimas 24 horas e agora o total confirmado é de 72 diagnósticos positivos, sendo 2 óbitos.

De acordo com a Sesacre, os dois novos casos são de um servidor público de 49 anos, que teve contato com pessoa suspeita de contágio para coronavírus, e de um açougueiro de 47 anos que acredita ter pego no trabalho de uma pessoa que também está em situação de suspeita de contaminação. Ambos são moradores de Rio Branco.

Até o momento são 867 casos notificados, sendo que desses, 721 foram descartados. Outros 74 seguem aguardando o resultado de exame do laboratório Mérieux.

O boletim aponta ainda que 41 já foram curadas do coronavírus no Acre.

No Brasil, os casos confirmados já chegam a 20.727 casos, com 1.124 mortes.

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Destaque 2

Quebra de protocolos e correria: o que Bolsonaro e Cameli têm em comum em agendas institucionais?

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“Bem humorados”, Bolsonaro e Cameli tornaram mais leve agenda marcada pela tragédia dos rios, Covid-19, dengue e crise humanitária

A visita do presidente Jair Bolsonaro no Acre nesta quarta-feira, 24, foi marcada por duas quebras de protocolos. Isso sem falar que foi o próprio presidente quem conduziu o cerimonial da coletiva de imprensa. E não poderia ser diferente.

Bolsonaro é conhecido internacionalmente por quebrar protocolos. A expectativa era saber como ele e o governador Gladson Cameli – que adora deixar roteiros de lado – iriam se comportar durante a agenda em Rio Branco e no município de Sena Madureira.

Logo na chegada, ao desembarcar no aeroporto internacional Plácido de Castro, Bolsonaro, ao lado de Cameli, furou o esquema de segurança, se dirigiu até o saguão principal e foi cumprimentar militantes, secretários de estado, curiosos, assessores, taxistas e servidores da Infraero.

Em Sena Madureira, embora a equipe de segurança tivesse preparado a visita em solo do presidente e sua comitiva, a decisão de pousar, segundo a reportagem apurou, foi tomada por Bolsonaro dentro do helicóptero.

Sair em carro aberto, ir de encontro a uma multidão não estava nos planos do cerimonial. Correria, improviso, nada evitou o contato de Jair Bolsonaro direto com o povo, mostrando que fazer segurança presidencial é algo delicado.

Sem máscara, ele abraçou crianças, fez selfie, acenou, falou em voz alta. As imagens logo viralizaram pelo país e até através dos meios de comunicação internacionais.

E tinha que ser assim. Afinal, a configuração encarnada por Bolsonaro é inédita. O que não há é algo excepcional nele. Filho de classe média baixa, nem mesmo os projetos defendidos para chegar à presidência do país eram excepcionais. Por que ele teria que ser diferente?

Os gritos de “mito” ouvidos por cidadãos alagados nas arquibancadas do estádio Marreirão, em Sena Madureira, foram a parte mais reveladora da visita do presidente ao Acre, quase três anos depois de sua primeira aparição pública no estado como candidato a presidente.

É como se o tempo não tivesse engolido aquele cidadão que não tem medo de dizer o que pensa. O Acre conviveu com o cidadão que enfrenta o politicamente correto.

Resguardadas as devidas proporções, o comportamento de Bolsonaro é bem parecido com o do governador Gladson Cameli, o chefe de executivo que se senta nas escadarias do Palácio Rio Branco e chupa picolé, que come “quentinhas” com trabalhadores da construção civil.

Lado a lado, o presidente e o governador, tornaram mais leve a agenda institucional no Acre, marcada pelas tragédias dos rios, a crise humanitária, as mortes por covid-19 e os milhares de infectados por dengue.

As novas doses de vacinas, os recursos anunciados para ajudar as famílias atingidas pelas cheias soam como um alívio para quem vem enfrentando tantos desafios.

Embora a liberdade de expressão seja um direito constitucional, parece que não tinha espaço mesmo para o presidente responder nada no campo pessoal. Bolsonaro encerrou a agenda sendo ele mesmo: “a coletiva acabou!”.

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Destaque 2

Alagados querem ajuda de Bolsonaro e empresários o apoio financeiro à classe comercial

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O presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) visita o Acre nesta quarta-feira, 24, devido à avalanche de crises em que o estado se encontra num momento onde o mundo todo sofre com uma pandemia. Por aqui, além da contaminação desenfreada de Covid-19, o transbordamento de rios e igarapés, conflitos migratórios e surto de dengue favorecem um cenário caótico nos municípios acreanos.

Dez cidades foram duramente afetadas pela cheia dos rios Acre, Juruá, Purus, Envira, Tarauacá e Iaco. Mais de 110 mil pessoas alagadas. O desejo dos acreanos afetados pela dengue e alagação é o mesmo: melhor cuidado com o saneamento básico nas cidades e ajuda para mudar de regiões com risco de alagamento.

Luciana Barreto reside no bairro Hélio Melo, um dos locais mais atingidos com a cheia do Igarapé São Francisco e Dias Martins na região do Primeiro Distrito da capital acreana. Ela teve de mudar de casa por conta da água e está morando de aluguel. “A gente gostaria que ele [presidente] e o estado olhassem para as pessoas que perderam tudo de dentro de casa e as ajudassem. É uma situação péssima”, lamenta a mulher que mora com dois filhos e trabalha atualmente como babá.

Ela ressalta que a falta de saneamento básico e a iluminação precária são os maiores problemas da região. “A gente até se reuniu aqui com os moradores na segunda-feira (22) para tratar dos problemas daqui. Vamos cobrar o saneamento, a iluminação, que é péssima, a infraestrutura das ruas, porque tem rua que não passa nem carro”, destaca, afirmando que no inverno as crianças têm dificuldade de irem para escola devido a grande quantidade de lama nas ruas.

Os moradores do bairro reclamam ainda que o acúmulo de entulho no entorno do igarapé piorou a enchente deste ano. “Sempre tem alagação, há mais de 10 anos é assim. Mas esse ano, por conta da falta de limpeza por aqui, foi bem pior”, explica Barreto.

A dona de Casa Maria da Cruz, de 43 anos, é uma das pessoas atingidas que perderam quase tudo na alagação. Ela mora no bairro Seis de Agosto há 25 anos, mas poucas vezes viu ela e sua família com as casas completamente inundadas pelo Rio Acre como nos últimos dias.

“A gente perdeu muita coisa e muito alimento por conta da alagação e da falta de energia elétrica, que teve de ser cortada com a enchente. Perdemos tudo que tínhamos comprado para comer, colchão, fogão, geladeira. Meu filho, que mora aqui próximo, perdeu tudo que tinha na casa”, lamenta Maria.

A mulher relata que a região sempre é afetada com a cheia do manancial, mas que este ano a situação foi um pouco mais crítica. Ela teve de sair de casa e ir para a casa da filha por conta da alagação. “A água ainda tá na rua e no quintal. Meu desejo era ir para outro “canto”, que nos ajudassem a tirar a gente daqui. Eu gostaria de sair”, diz, alegando ser doente e sempre ter a necessidade de estar se deslocando a unidade de saúde.

“Não trabalho, vivo do Bolsa Família. Já tentamos vender a casa e não conseguimos. Na época que as pessoas foram para a Cidade do Povo eu não quis, mas agora mudei de ideia por causa da alagação”, garante. Com ela, moram mais de 10 pessoas. “Poucas pessoas se importam com a gente”, diz Maria.

O representante da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) no Acre, Lucas Profeta, também relatou que a categoria tem solicitações ao governo federal com a vinda do presidente. “A prorrogação do Simples Nacional, prorrogação do FGTS e INSS, renovação da MP 936, com suspensão ou redução dos contratos de trabalho”. Profeta também aponta que a renovação da prorrogação do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte é uma necessidade.

“No âmbito estadual, deixar o comércio abrir as portas com as restrições sanitárias, no mínimo 30%, pois é mais seguro a população estar em nossos restaurantes com as regras sanitárias do que na gameleira aglomerando”, destaca o representante da Abrasel.

O governo do Acre decretou estado de calamidade pública em dez cidades afetadas por enchentes no início desta semana. Foram incluídas no decreto as cidades: Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Feijó, Jordão, Mâncio Lima, Porto Walter, Rodrigues Alves, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira e Tarauacá.

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Cotidiano

Rio Acre ultrapassa cota de transbordamento e Rio Branco tem a primeira enchente do ano

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O nível do Rio Acre ultrapassou a cota de transbordamento durante a madrugada desta quarta-feira, 10. O rio acima de 14 metros significa que oficialmente a capital acreana enfrenta a primeira enchente do ano. Na medição realizada às 6 horas da manhã, o nível era de 14,03.

Por ficarem em regiões mais baixas e próximas ao manancial, os primeiros bairros atingidos durante uma enchente na capital acreana são, principalmente, Ayrton Senna, Triângulo, Baixada da Habitasa, Base e 6 de Agosto.

Nas últimas 24 horas, choveu 18,4 milímetros e amanheceu chovendo nesta quarta, o que deve influenciar em mais subida do nível do Rio Acre.

De acordo com a Defesa Civil Municipal, apesar de já ter ultrapassado a cota de transbordamento, ainda há um pequeno “fôlego” de alguns centímetros para que as primeiras famílias sejam atingidas e precisem sair de suas casas.

“Já estamos desde as primeiras horas da manhã de hoje percorrendo os bairros mais baixos da capital. Ainda temos alguns centímetros para que as primeiras casas sejam atingidas, que ocorre quando o nível chega em 14,10 metros mais ou menos”, afirma Major Falcão, coordenador da Defesa Civil em Rio Branco.

A prefeitura já construiu 50 abrigos no Parque de Exposições e também confirma que tem escolas prontas para receber pessoas desabrigadas pela enchente.

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Destaque 2

Criminosos assaltam fazenda na estrada de Boca do Acre e família está desaparecida

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Um trio de criminosos invadiu na tarde deste sábado, 06, uma fazenda no KM 88, da Estrada de Boca do Acre. Segundo informações repassadas ao ac24horas, a ação dos criminosos começou por volta das 18:45 horas.

Os bandidos levaram um Corolla, cor azul, de placa QLW-0887 e mais uma moto Suzuki, além de diversos objetos de valor.

Segundo informações, Moises [Dono da Fazenda], Maria Aparecida [Esposa] e o neto Lucas Barbosa, 23 anos, estão desaparecidos.

O último informe que a família teve foi às 19 horas, momento em que Dona Aparecida enviou uma mensagem para a família dentro de casa e avisou que os criminosos estavam levando tudo. Até o momento, não se tem notícias sobre o paradeiro da família.

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