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Mortes violentas caíram 36% no Acre em 2019, aponta monitor

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No Acre, a taxa de mortes violentas caiu 36% em 2019, segundo a atualização desta quinta-feira (13) do Monitor da Violência, plataforma do G1 que acompanha a criminalidade no Brasil em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O dado contrasta com o banho de sangue de sangue deste início de 2020, com série de execuções que levou o Governo do Estado a anunciar uma nova política de cultura de paz.

O ano de 2019 registrou 312 mortes violentas no Acre. O pior mês foi setembro, quando houve aumento na média de casos por 100 mil habitantes. Depois, os indicadores voltaram a cair e subiram novamente em dezembro.

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o trabalho conjunto das forças de segurança federais, estaduais e municipais contribuiu para a redução nos índices de criminalidade nos últimos anos.

Apesar da redução da média nacional em 2019, nove estados do país reverteram a tendência de queda e apresentaram alta nos números de crimes violentos no último trimestre do ano. Santa Catarina, por exemplo, teve um aumento de 23,8% dos assassinatos em comparação com o último trimestre de 2018.

O Monitor da Violência mostra os Estados que tiveram alta: Rondônia, Bahia, Sergipe, Espírito Santo, Amazonas, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Estão contabilizadas no número as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. A queda no consolidado do ano reforça uma tendência que tem sido mostrada pelo G1 desde o balanço de 2018.

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Acre

Alysson Bestene representa o Acre em aquisição da Sputnik V

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O secretário de saúde Alysson Bestene é quem representa o Acre no encontro de 18 governadores que planejam compras conjuntas de vacinas contra a covid-19, sem intermédio do Ministério da Saúde. O evento é liderado pelo governador do Espírito Santo, Renato Casagrande e acontece em Brasília durante esta terça-feira (2).

Os governadores visitarão a sede da empresa União Química, que representa no Brasil a vacina russa Sputnik V. A ideia, segundo a reportagem apurou, não é de formalização de um consórcio, mas, a compra proporcional a população de cada estado.

Ainda de acordo os governadores, haverá uma distribuição equitativa de doses e cada estado pagará sua cota fazendo um contrato com o laboratório

O Palácio Rio Branco negou que a adesão ao movimento pelo Acre seja reação contrária ao governo federal que, semana passada, acusou governadores de “fechar os estados”.

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou os estados, os municípios e o DF a importar e distribuir vacinas contra a covid-19, registradas por pelo menos uma autoridade sanitária estrangeira, caso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não observe o prazo de 72 horas para a expedição da autorização.

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Acre

Idosos e cuidadores do Lar Vicentinos fazem novos exames

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Durante reunião do Comitê de Eventos Adversos da Vacina de Covid-19 do Acre, o grupo comentou os casos de contaminação por Covid-19 em 25 pessoas do Lar Vicentinos, em Rio Branco, entre idosos e cuidadores. O Estado diz já ter feito avaliação dessas notificações e descartam que a contaminação tenha se dado pela vacina, uma vez que o vírus utilizado no imunizante é inativado.

O Estado inclusive atesta que a vacina não tem capacidade de provocar a doença. “Avaliamos os casos notificados suspeitos de Covid-19. O que podemos levantar é que existe a necessidade de realizar novos exames confirmatórios. O período em que eles manifestaram a suspeita foi pequeno para relacionar com a vacinação”, garante o Comitê.

O médico Osvaldo Leal diz que há acompanhamento nesses casos, assim como o que ocorrem em outras vacinas aplicadas normalmente no calendário. “A vacina no organismo sadio leva em média de 10 a 14 dias para reagir. O que observamos é que o período dessas notificações foi de 8 dias. Não havia tempo de a vacina fazer o efeito”, explicam.

O grupo ressalta a importância d a população continuar usando máscara, evitar aglomeração e fazer higiene correta das mãos, uma vez que a vacina é apenas uma das formas de prevenção e a mais necessária.

“Temos 25 pessoas, entre idosos e cuidadores no abrigo que estão sendo testadas novamente para confirmar se é Covid-19. Haverá também novas testagens em outras pessoas”, relata o Comitê.

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Acre

Novo líder do governo, Pedro Longo quer “Refis do IPVA” no Acre

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O novo líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre, deputado Pedro Longo (PV), lamentou com pesar a morte de mais de 1.000 acreanos pela Covid-19 durante a sessão virtual desta terça-feira, 2.

Longo aproveitou ainda e fez a defesa do trabalho do governador Gladson Cameli e criticou a postura do governo federal que não tem ajudado na aquisição do imunizante pelos Estados.

Além da convocação do cadastro de reserva, que ele considera “mais uma palavra cumprida do governador”, Longo destacou a criação da CNH Social como elemento de retomada da economia no Acre após a pandemia.

Ele pediu que fosse estudado a possibilidade de “Refis do IPVA” porque muitos motoristas têm dívidas acumuladas e precisam negociá-las. “Peço providências para parcelamento e campanha de regularização dos débitos dos veículos como forma de retomada econômica”, observou.

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Acre

Lene diz que Gladson pegou Covid-19 por aglomeração com Bolsonaro

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A vereadora Lene Petecão (PSD) usou seu tempo na sessão on-line desta terça-feira (2), para desejar melhoras ao governador Gladson Cameli (Progressistas), que testou positivo para a Covid-19, mas ponderou que a provável causa de Cameli testar positivo teria sido em decorrência das aglomerações feitas com o presidente Jair Bolsonaro, na semana passada em visita ao Acre.

A vereadora aproveitou para pedir mais responsabilidade social de toda população acreana em meio ao crescimento de novos casos da Covid-19.

“A consequência da Covid-19 do governador, do qual desejo melhoras e uma rápida recuperação, foi resultado de uma aglomeração com o presidente, que acredita que não há contágio e que as pessoas não se contaminam com aperto de mão e sem o uso das máscaras. Acho que a gente tem que ter cuidados necessários”, afirmou.

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