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Mais de 200 pedidos de prisão tramitam nas instâncias do Poder Judiciário do Acre

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A morosidade processual no Poder Judiciário é um dos gargalos apontados durante coletiva da cúpula da Segurança Pública no Acre na análise da explosão da violência nos primeiros dias do ano. Os dados foram apresentados pela assessoria da Polícia Civil, mais de 200 pedidos de prisão tramitam sem respostas nas instâncias do Tribunal de Justiça do Estado do Acre.

Segundo o secretário de segurança em exercício, Coronel Ricardo Brandão, o vice-governador Major Rocha se reuniu com desembargadores que formam a Câmara Criminal pedindo maior agilidade nos julgamentos dos pedidos de prisão que envolvem pessoas ligadas ao tráfico de drogas, organizações criminosas, homicidas e assaltantes.

“Houve o compromisso dos desembargadores em apoiar o sistema integrado de segurança pública para garantir celeridade na emissão desses mandados de prisão, de buscas, para que possamos de fato fazer o nosso trabalho”, garantiu Brandão.

Além dos pedidos de prisão e buscas demandados, de acordo o secretário em exercício, existem os mandados em aberto. Uma força tarefa foi criada com a organização de dois grupos que vão intensificar buscas na captura de fugitivos e no cumprimento de mandados em aberto. A ordem é fechar o cerco.

Existem pedidos de prisão em primeira instância. No segundo grau onde são julgados os recursos, a Câmara Criminal é composta de três Desembargadores: Élcio Mendes (Presidente), Samoel Evangelista e Pedro Ranzi.

A reportagem não conseguiu falar com o desembargador Élcio Mendes. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça queixas relativas à morosidade processual em todo o Brasil representaram a maioria (67%) das demandas registradas sobre processos já julgados ou em fase de execução.

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Acre 01

Em seis dias, Acre recebe terceiro lote de vacina contra Covid-19, sendo o 2º da CoronaVac

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Durante esse período, o Estado recebeu no total mais de 50 mil doses do imunizante viral [Coronavac e Astrazeneca/Oxford].

Desembarcou nesta segunda-feira, 25, no Aeroporto Internacional de Rio Branco, o segundo lote da CoronaVac, vacina produzida pelo Instituto Butantan de São Paulo em parceria com o laboratório chinês Sinovac. No lote de hoje, são 4.800 doses que serão usadas exclusivamente em profissionais que estão atuando na linha de frente do combate à covid-19.

A vacina foi distribuída pelo Ministério da Saúde (MS). No domingo, 24, o Estado recebeu pouco mais de 5 mil doses da farmacêutica AstraZeneca/Universidade Oxford, produzida pelo laboratório Serium.

Na última terça-feira, 17, o Acre recebeu o primeiro lote de 41 mil doses da CoronaVac. Oficialmente, esse é o terceiro lote do imunizante que chega ao Acre. No total já foram dois lotes da CoronaVac e uma da Astrazeneca/Oxford.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), os imunizantes deste lote da CoronaVac serão despachados proporcionalmente para todos os 22 municípios. As doses serão, exclusivamente, para trabalhadores da saúde que atuam na linha de frente da pandemia.

O governador Gladson Cameli encontra-se em Brasília nesta segunda e deverá cumprir agenda em São Paulo nesta terça-feira, 26, com o governador de São Paulo, João Doria. O chefe do executivo acreano busca junto ao governo paulista a compra de cerca de 1 milhão de doses da CoronaVac.

Assista ao vídeo:

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Destaque 2

Nova mutação do coronavírus encontrada em Manaus já está em Cruzeiro do Sul, alerta médica

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Prefeitura de Cruzeiro do Sul anuncia medidas para reduzir casos de Covid-19 na cidade

A nova cepa do coronavírus que circula em Manaus (Amazonas), segundo profissionais da saúde, já está em Cruzeiro do Sul. A informação foi da por uma médica que atua no Juruá e, para ela, esta seria a causa do contágio maior entre os jovens e aumento da gravidade dos casos e internações que vem ocorrendo no Hospital de Campanha da cidade. A afirmação é da infectologista Rita de Cassia Lima, que atua na saúde do Estado e do município.

Segundo a infectologista, a variante do vírus está levando pessoas jovens sem comorbidades direto para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Na minha opinião, essa variante está causando todo esse aumento de gravidade dos casos, por isso a população precisa se cuidar e usar máscaras”, explica ela, lembrando que o Hospital do Juruá está com problema de falta de médicos e com baixa produção de oxigênio.

Barreiras sanitárias e desinfecção de espaços públicos

No período de 4 a 20 de janeiro foram confirmados 661 novos casos de Covid-19 no município. Esse aumento de casos motivou uma reunião realizada na manhã desta segunda feira, 25, na sede da Associação Comercial do Alto Juruá, entre o prefeito Zequinha Lima, secretário de Saúde, Agnaldo Lima, presidente da de Associação Comercial Luiz Cunha, representantes das forças de segurança e médicos.

Zequinha Lima anunciou que serão montados 4 barreiras sanitárias na cidade, com orientações e distribuição de máscaras e também a desinfeção de prédios públicos.

Na reunião, que contou com participação virtual do promotor de Justiça Ocimar Júnior, o prefeito esclareceu que ainda não vê a necessidade de decretar lockdown neste momento, mas destacou que a cidade está em alerta máximo, devido à ocupação dos leitos no Hospital de Campanha.

“Os números assustam e é por isso que estamos traçando medidas para evitar o avanço da Covid em nossa cidade. Dos 18 leitos de UTIs, 13 estão ocupados. Na enfermaria estão internados 42 pacientes, das 60 vagas. O hospital tem dificuldades para encontrar profissionais aptos, mesmo que tivesse mais leitos. Por isso, estamos pedindo ajuda dos empresários para não precisarmos tomar medidas mais radicais. Estamos pedindo a todos os cidadãos que usem máscaras, façam o distanciamento e usem álcool em gel. Também é importante que os comerciantes façam o controle da entrada e saída de pessoas nos seus estabelecimentos para que adotem as recomendações da saúde”, alertou o prefeito.

Zequinha Lima afirmou ainda que o município apoia o toque de recolher, decretado pelo Governo do Estado, que passa a valer a partir desta segunda-feira.

O presidente da Associação Comercial, Luiz Cunha, afirmou que a categoria está empenhada em cooperar na contenção da pandemia.

“Da parte da classe empresarial, estamos dispostos a colaborar. Estamos colocando as empresas à disposição, porque sabemos que o comércio é um espaço de grande circulação de pessoas e é necessária essa comunicação com os clientes para nos unirmos no combate à pandemia”, garantiu Cunha.

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Destaque 3

Para evitar privilégios, MPAC fiscaliza vacinação da Covid-19 em grupos prioritários no Acre

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) está acompanhando o Plano de Vacinação da Covid-19 no estado a fim de evitar que pessoas que não pertençam aos grupos prioritários sejam vacinados antes de idosos abrigados pelo Estado, indígenas e profissionais da saúde. Uma reunião na última sexta-feira, com a procuradora-geral de Justiça Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, tratou sobre a expedição de uma nova Recomendação para que gestores e secretários estaduais e municipais obedeçam o plano de vacinação nacional e local, com relação a observância dos critérios de prioridade.

O objetivo, segundo o órgão, é evitar privilégios na vacinação. “O Ministério Público está acompanhando e fiscalizando a execução do cronograma de vacinação contra a Covid-19 no estado do Acre e não vamos admitir privilégios e nem “fura-filas”. Conclamei toda a classe de membros do MP acreano e me coloquei à disposição para dar todo o apoio às regionais e colocar o Ministério Público a serviço da população e, assim, cumprir com o seu dever constitucional”, disse a PGJ.

A população também pode ajudar com denúncias, entrando em contato com o MPAC. A aplicação da vacina em qualquer pessoa que não se enquadre nos critérios estabelecidos, nesse momento, é irregular e deve ser denunciada aos órgãos de fiscalização e controle.

Fonte: Ascom/MPAC

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Acre 01

Clientes recebem senhas da Caixa Econômica devido à fila imensa no Centro de Rio Branco

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Na manhã desta segunda-feira, 25, o videomaker do ac24horas, Whidkennedy Melo, registrou uma movimentação intensa na agência da Caixa Econômica Federal, situada na região central de Rio Branco.

A fila reúne dezenas de pessoas, desde jovens a idosos, que chegavam à esquina da Rui Barbosa e da Marechal Deodoro [Senadinho]. A extensa fila é apenas para usar os caixas de atendimento.

A quantidade de pessoas era tanta que uma servidora da Caixa teve que distribuir senhas para o atendimento na agência.

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