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Quase 500 candidatos refazem provas em Cruzeiro do Sul

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Neste domingo (15), 446 candidatos do Concurso Público da prefeitura de Cruzeiro do Sul, que concorrem cargo de Gestor Público, refazem prova. Não houve atraso e segundo o secretário de Planejamento da prefeitura, nenhum problema com relação às provas.

No dia do Concurso, 1° de dezembro, os candidatos ao cargo de Gestor Público, que é de nível superior, fizeram provas de Português, História e geografia de nível médio.

Dos 446 candidatos que refazem as provas, 47 são de Rio Branco, 01 de Roraima e 02 de Rondônia. Para esses, que moram fora de Cruzeiro do Sul, o Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação IBFC, bancou as despesas de transporte e estadia.

Valter Oliveira que refez a prova acredita que “desta vez tudo dará certo. Tudo estava adequado ao cargo de nível superior “.

A Partir das 15 horas o gabarito preliminar já estará disponível no site do IBFC. O resultado final deverá ser divulgado dia 20 de dezembro e segundo Manoel Orleilson, as contratações serão feitas a partir do final de janeiro “para as substituições dos provisórios”.

Na rede

Cruzeiro do Sul pedirá autorização para vacinar público de 12 a 17 anos contra covid-19 ao MS

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O secretário municipal de saúde de Cruzeiro do Sul, Agnaldo Silva, anunciou neste sábado, 24, ao ac24horas que entrará com um pedido no Ministério da Saúde e no Governo do Acre para iniciar a vacinação contra a covid-19 para jovens de 12 a 17 no município. Na sexta-feira, 23, em mutirão de 5 horas na AABB, o município aplicou 4.503 mil doses contra a covid-19 no público de 18 anos ou mais.

Segundo o gestor, o município ainda tem em estoque mais de 15 mil doses de vacina da Pfizer para ampliar a imunização para os adolescentes. “A Pfizer é a única vacina autorizada para esse público de 12 a 17 anos, temos pouco mais de 15 mil doses dela. Assim que recebemos autorização do Programa de Imunização do governo do Estado e do Ministério da Saúde, vamos começar a vacinar os adolescentes de Cruzeiro do Sul”, destacou. 

Com as 4.503 aplicadas na sexta, Cruzeiro do Sul alcança as 50 mil doses aplicadas. O município saiu na frente da vacinação sem comorbidades, para o público de 18 anos. 

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Na rede

Mâncio Lima vacina público de 18 anos ou mais contra covid-19

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A Prefeitura de Mâncio Lima continua neste sábado, 24, a vacinação contra covid-19 do público de 18 anos ou mais.  O início da vacinação desse público ocorreu na sexta-feira, 23, após o recebimento de 2,5 mil doses da Pfizer. 

O  mutirão é realizado nas unidades de saúde Sofia Barreto, no Bairro São Francisco, e na Unidade Básica de Saúde – UBS  Dr. Cerqueira , localizada no Bairro Guarani e na UBS Quintino Rio Branco Lebre, no Centro.  A imunização também é feita na  Comunidade  do Pentecostes, zona rural do município. 

Segundo a secretária de saúde de Mâncio Lima,  Joice Gonçalves,  é possível atender, nos dois dias, aproximadamente 600 pessoas. “Na cidade, a vacina usada é a Pfizer, que requer a aplicação em salas refrigeradas”, destacou. 

O prefeito Issac Lima diz que esta é uma das fases mais importantes da vacinação. ” Os jovens transitam muito, portanto a vacinação deles é de fundamental importância para proteger as famílias. Estamos prontos para seguir avançando na vacinação contra a covid-19″, ressaltou o gestor.

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Na rede

Para Zequinha, Rocha foi preciptado ao criar embate com Gladson: “engoli muito sapo com Ilderlei”

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Na entrevista da noite desta sexta-feira, 23, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima (Progressistas) comentou a briga do governador Gladson Cameli (Progressistas) e do vice-governador Major Rocha (PSL) que já ganhou contornos judiciais, inclusive, com liminar no Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) pedindo revogação exonerações feitas por Cameli no gabinete da vice-governadoria.

Ao comentar a situação dos dois, Zequinha, que já foi vereador, vice-prefeito e agora  prefeito de Cruzeiro do Sul, lembrou dos tempos em que foi vice de Ilderlei Cordeiro (Progressistas), que teve a chapa cassada em 2020.

“Eu fui vice-prefeito por três anos e meio e eu nunca briguei com Ilderlei. Eu sempre respeitei os espaços dele, eu sabia até onde podia ir. Eu engoli muito sapo, mas preferi me calar e é preciso respeitar o gestor. Todo mundo faz cobranças para o prefeito e não para vice-prefeito. Então, a gente precisa respeitar e é tanto que eu e o Ilderlei não brigamos, se a gente tivesse brigado talvez eu nem seria prefeito hoje”, afirmou.

Em seguida, Zequinha afirmou que o vice-governador foi precipitado ao decidir ir pelo confronto contra Cameli. Para Zequinha, Rocha poderia ser candidato majoritário em 22 ao Senado ou até mesmo ao governo caso não tivesse tido as brigas entre os dois.

“Eu acho que ele [Rocha] foi precipitado. Faltou um pouco mais de cautela. Os espaços políticos sempre vem, mas nem sempre no tempo que a gente quer e faltou aguardar o tempo da política. O Rocha contribuiu muito na eleição de 2018, e é tanto que teve a irmã mais votada, e eu acho que se ele tivesse segurado mais um pouco, ele talvez poderia ser candidato majoritário do grupo, inclusive, o do Senado unificado. Só que cada um toma a sua decisão, mas eu não faria”, salientou.

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Cotidiano

Prefeito de Cruzeiro do Sul acredita que Bolsonaro foi negligente ao negar ciência na pandemia

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No Boa Conversa, exibido pelo ac24horas, na noite desta sexta-feira, 23, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima (Progressistas) avaliou do seu ponto de vista a condução da pandemia da Covid-19 pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Na entrevista, Zequinha Lima afirmou que a sua gestão ao longo desses sete meses decidiu seguir uma diretriz ouvindo autoridades de saúde e a ciência.

“Eu sou a favor da ciência. Nós fizemos esse trabalho em Cruzeiro do Sul baseado na ciência, e por isso envolvemos a Universidade Federal do Acre em todo o processo da vacinação, inclusive, com seus profissionais de saúde voluntariamente ajudando nesse processo de imunização”, afirmou.

Para Zequinha, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cometeu equívocos ao longo da pandemia ao negar a ciência e as recomendações das autoridades de saúde.

“Ao longo da pandemia, negou-se a ciência e quando você nega há uma tendência que a gente vá errar e de cometer equívocos e faltou isso ao governo de assumir mais essa responsabilidade de ouvir mais a ciência. A gente nunca tinha vivido isso e só sabia de pandemias através de livros de história e nós ainda estamos aprendendo. É natural que a gente possa ouvir os cientistas e só temos conseguido a diminuição de casos por conta do avanço da vacinação e o Governo Federal foi negligente em relação a isso. No momento, em que houve essa consciência de que avançar na vacinação iremos vencer essa guerra contra o vírus resultou numa diminuição de casos”, destacou.

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