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Com que cor de roupa a Socorro vai para a eleição? 

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A prefeita Socorro Neri está com um abacaxi no colo que tem de descascar no mês de janeiro, que já está batendo na porta para entrar: qual será a sua composição política para a eventual disputa da reeleição? Até aqui se esquivou em entrar neste debate – no que não lhe falece razão – tinha que se dedicar só à gestão da PMRB este ano, mas não pode mais alongar a sua decisão. Quanto mais retardar, maiores serão as especulações. Até porque não tem muitos caminhos a seguir. Ou se junta ao PT e seus puxadinhos, e como contrapeso leva o desgaste deste grupo para o seu palanque ou busca alianças alternativas. Nas alternativas está uma coligação do PSB com o PSD, e dependendo das conversas até com o MDB. O senador Sérgio Petecão (PSD) disse ao BLOG DO CRICA que conversou com o deputado federal Flaviano Melo (MDB) sobre o assunto e este se dispôs a abrir discussão. O presidente do diretório municipal, deputado Roberto Duarte (MDB), também já disse que admite conversar. Uma coligação com dois partidos importantes, sem o desgaste da derrota da última eleição, com lideranças de peso na capital e chapas para vereadores fortes é uma opção tentadora. Chegou a hora de ser perguntar: com a qual cor da roupa que vai a prefeita Socorro Neri á eleição de 2020? O guarda-roupa tem de ser aberto em janeiro. Depois disso a roupa mofa. 

ROMPIDOS DEFINITIVAMENTE

Os dois partidos já não se entendiam, depois dos ataques proferidos pelo vice-governador Major Rocha (PSDB) contra o prefeito Mazinho Serafim (MDB), as reações deste e dos deputados Antonia Sales (MDB) e Roberto Duarte (MDB), devolvendo os ataques, o rompimento entre MDB e PSDB passa ser não só em Sena Madureira, mas em todo Estado.

CAMINHOS DIFERENTES

Mesmo porque os caminhos são diferentes, tanto o MDB como o PSDB miram as eleições municipais, com reflexo maior para a disputa do Senado e do Governo, em 2022. O que tudo isso embute? Resposta simples: o desmoronamento da aliança que elegeu o atual governador.

O QUE ESTAMOS VENDO? 

Estamos vendo a aliança que elegeu o atual governador se desmoronar de forma prematura, antes de completar um ano de governo. E o próprio governador, que seria o primeiro a lutar para manter incólume o seu arco de aliados; chuta o balde, quando troca farpas com o senador Sérgio Petecão (PSD). Não é o caminho certo para quem tem aspirações em 2022.

ROMPANTES DE CENSURA

O espírito da censura, lamentavelmente, baixou no líder do governo, deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS), que poderia fechar o seu ano eleitoral com a chave de ouro; porque foi atuante, mas com seu rompante ditatorial,  ele vai fechar com um ato negativo. Uma CPI para apurar notícias falsas sobre o projeto do Instituto da Saúde? Desencarna deste encosto, Gerlen!

LAMENTÁVEL

E isso é mais lamentável, porque o Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) até aqui se mostrou um deputado do debate, bom tribuno, bom deputado, e troca isso por um ato emocional com arcabouço ditatorial. Vai controlar as redes sociais? Vai controlar a oposição? A mídia? Nunca!

ESTAMOS NUMA DEMOCRACIA

Ninguém mais do que o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) teve um mandato crítico contra as posturas dos governos do PT de perseguição, de rancor com os adversários, por isso é o político menos indicado para buscar meios não ortodoxos de procurar calar a oposição.

INSTITUTO DA SAÚDE

Vamos colocar os pingos neste projeto do Instituto da Saúde. Pode absorver, mas não resolve juridicamente a situação dos servidores do PRÓ-SAÚDE, os incluindo no quadro efetivo do governo e nem reverte a sentença do MTB que foi pelas suas demissões. Os servidores que forem para o órgão não perderão vantagens. Não significa obrigatoriamente na terceirização de todo o sistema de Saúde. O funcionário só adere ao Instituto se quiser. E se não for aprovado, o Estado terá que demitir. O Instituto não pode é ser vendido como a varinha de condão que vai resolver todos os problemas de má gerência da SESACRE. O resto é firula.

DEMOCRACIA É CONTRADITÓRIO

O que não se pode é querer demonizar os deputados de oposição e os chamados “independentes”, por terem outro entendimento, de que o projeto será maléfico para o servidor. A ALEAC é uma casa de debates, não é uma casa do amém e sim senhor ao governo.

EXPOSTO E SEM ÊXITO

Indo para outro contexto. Foi uma derrota do líder do governo, deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS), que queria a matéria sendo votada ontem e não retirada. E foi quem mais teve abalo na imagem por ser o único a se expor na tribuna no debate com os manifestantes.

NEM A BASE ESTAVA COESA

O presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), ao retirar o projeto da pauta de votações, evitou um desgaste do governo, porque muitos deputados da base estavam se recusando votar, ressabiados com o desgaste sofrido ao votarem na PEC da Previdência. Refugavam por se desgastarem com os servidores da Educação, na aprovação da PEC da Previdência, e agora com a categoria da Saúde. Gato escaldado tem medo de água fria. 

VOTOS CONTRÁRIOS

Pelo que se ouviu nos bastidores da ALEAC ontem, seis deputados da base do governo estavam propensos a não votar na matéria. Os deputados Neném Almeida e Luiz Gonzaga (PSDB) estavam neste grupo. Dedução: a unidade da base morreu na PEC da Previdência. 

VAMOS VER A GESTÃO

A senadora Mailza Gomes (PROGRESSISTAS) destinou 16 milhões de reais para a SESACRE, a serem aplicados em reformas de unidades de Saúde, compra de equipamentos para os hospitais e de VANS para atender os pacientes do TFD. Agora é cobrar da gestão da pasta

FALTOU O CONTRAPONTO

O fato de deputados da oposição terem vendido a aprovação do Instituto de Saúde com a falsa premissa de que a sua aprovação redundaria no fim dos concursos, prejudicaria os servidores, deveria ter sido combatida com o contraponto da base do governo, faltou a combatividade.

NÃO ENTRO NUNCA NO PESSOAL

Neste episódio, lamentável as falas como a de um sindicalista de que o governador estava com o capeta e tem como meta destruir os servidores, e com agressões pessoais. Posso discordar no campo das idéias, de decisões tomadas, mas não entro e condeno os ataques ao pessoal.

O MUNDO ESTAVA ACABANDO

Comentava ontem com colegas as falas dos deputados Jenilson Lopes (PSB) e Edvaldo Magalhães (PCdoB), sobre o projeto do Instituto de Saúde. Em transes messiânicos pregavam na tribuna da ALEAC, como se a aprovação redundasse no fim do mundo e dos funcionários públicos. Como conhecedor do que estava sendo votado, coloquei no balaio do cômico.

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

A MP da Regularização Fundiária do presidente Bolsonaro, defendida pelo deputado federal Alan Rick (DEM), será importante para o Acre, onde a falta de documentação da terra acarreta um prejuízo para o produtor de ter acesso ao crédito dos bancos para as suas atividades.

PESO DAS COSTAS

Ao fim da sessão, ao encontrar com um deputado da base do governo antes de entrar no elevador, este colocou a mão no meu ombro e comentou: “ao retirar este projeto o presidente Nicolau me tirou um peso das costas, não entraria em mais um desgaste”. E saiu lépido rindo.

OPOSIÇÃO PROPOSITIVA

O deputado Daniel Zen (PT) fez três colocações pragmáticas em meio aos debates de ontem na ALEAC, sobre a Saúde: pagar os médicos por produtividade, descentralizar as decisões da SESACRE (dando autonomia financeira a gestores das unidades para pequenas compras) e só terceirizar serviços médicos de alta complexidade. Espera-se que o governo ao menos analise.

CARA DA MÔNICA

Para o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), o projeto do Instituto de Saúde tem a “cara da Mônica”. Se referiu não à personagem dentuça da revista infantil “A Turma da Mônica”, mas á a figura da ex-secretária Mônica Feres, defensora da terceirização. “Este projeto veio da Secretaria de Saúde, mas não tem a cara do secretário Alysson Bestene”, disparou Magalhães.

ESPERANDO A CONJUNTURA

O vereador Rodrigo Forneck (PT) me disse ontem que permanece na base da prefeita Socorro Neri, que defende a sua aliança com o PT, mas ressaltou que, se o seu partido tiver candidatura própria à PMRB, neste caso entregará a função de líder da prefeita na Câmara.

QUANDO JANEIRO CHEGAR

A prefeita Socorro Neri só fala sobre sucessão quando janeiro chegar. Posição a ser respeitada.

PODE SER FATAL

A aprovação da PEC da Previdência era essencial, até para pagar os aposentados e pensionistas, Mas deixou um desgaste forte do governo na área da Educação. O Instituto da Saúde se aprovado também deixará um desgaste entre os servidores da Saúde. Desgastes em categorias numerosas do funcionalismo pode ser fatal a quem o governador apoiar à PMRB.

HOMEM DO CAMPO

A deputada federal Vanda Milani (SD) tem cumprido o seu discurso que voltaria seu mandato também para o homem do campo, destinou 2 milhões de reais para a adequação de ramais do município de Xapuri. O investimento vai beneficiar oito comunidades rurais, três escolas, uma unidade de Saúde, localizados em assentamentos e unidades de conservação.

FRASE DO DIA

“Se o adversário é uma formiga trate-o como um elefante”. Ditado turco.

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As mulheres do Senado

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QUE ME LEMBRE, no Acre, será a primeira vez que três mulheres estarão sendo candidatas a um mandato no Senado. Isso é muito bom, porque a um tempo não muito distante, era raro os partidos conseguirem ter mulheres disputando cargos majoritários, como o Senado.

Nem tanto por omissão, mas porque estes espaços eram territórios dominados pelos candidatos homens.  Quem primeiro quebrou este ciclo, se elegendo senadora pelo estado, foi a médica Laélia Alcântara (MDB).  Depois veio a ambientalista Marina Silva (PT). Então, quando se vê a senadora Mailza Gomes (PP), buscando mais um mandato; a deputada federal Vanda Milani (PROS), com a candidatura posta para a única vaga do Senado, e a professora Márcia Bittar (sem partido), entrando no jogo na busca de ser senadora, é para dar um viva às mulheres.

A lembrar que, o eleitorado acreano é majoritariamente feminino. O mais importante de tudo é que, são três mulheres com a qualificação. Com isso, ganha a política e o eleitorado, com mais opção de voto. 

APOIO CERTO

NÃO ARRISCO dizer se a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, deixará o PT. Mas arrisco que, para deputado federal não apoiará ninguém do PT, nada mais natural que venha apoiar a Federal, o namorado Israel Milani.

SALDO MÓRBIDO DA “GRIPEZINHA”

O BRASIL já beira as 500 mil mortes pela Covid-19. É o trágico saldo mórbido da “gripezinha,” cantada pelo presidente Bolsonaro. E, há que aplauda o negacionismo.

COLOCAÇÃO LÚCIDA

O DEPUTADO Edvaldo Magalhães (PCdoB) é um político centrado. Considera que o governador Gladson não se encontrou ainda no foco da gestão, mas que acertou ao ficar ao lado da ciência no combate à pandemia, fugindo do negacionismo do Bolsonaro. Magalhães não é radical.

MEU PIRÃO PRIMEIRO

A SECRETÁRIA de Educação, Socorro Neri, conseguiu a  demissão dos antigos ocupantes de cargos de confiança na pasta, e substituiu por nomes da sua gestão na PMRB.

MAIS PRESTIGIADA

A SOCORRO NERI está entre os secretários estaduais com maior prestígio junto ao governador Gladson Cameli.

SEM OPÇÃO DO EQUILÍBRIO

A RECENTE pesquisa do instituto Paraná mostrou Lula e Bolsonaro empatados tecnicamente. E não será outro o cenário da próxima eleição, que terá como protagonistas, os radicais membros das seitas bolsonarista e lulista.

BATEU COM A COLUNA

NA PRIMEIRA reunião dos partidos de esquerda, acontecida esta semana na capital, o PT pôs na mesa do debate, o nome do Jorge Viana de opção ao Senado. Bate com que o BLOG publicou, que não disputará o governo.

VAI FICAR NISSO

O PRINCIPAL apelo que o ex-senador Jorge Viana (PT) tem recebido nas suas andanças e reuniões, é que dispute o governo. Vai ficar nisso, o seu foco mesmo é o Senado.

GRANDE TORCIDA

O EX-SENADOR JORGE VIANA é cauteloso nas declarações, mas não é preciso entender muito de política, para vislumbrar que ele torce para que se confirme as cinco candidaturas postas até aqui ao Senado, dividindo os votos no grupo palaciano, para correr por fora.

OLHAR OTIMISTA

PARA quem acompanha as eleições no Acre há bastante tempo, basta dar uma olhada na chapa do PSL para a Câmara Federal, para ver que não será fácil eleger um deputado. Não há nomes de forte densidade eleitoral.

ELEIÇÃO É ELEIÇÃO

PODE SER que os nomes da chapa do PSL venham a surpreender e obter votação expressiva, e elejam um deputado federal, política nem sempre segue a lógica.

AO PÉ DA LETRA

A CANDIDATA ao Senado, Márcia Bittar, tem seguido ao pé da letra o mantra de que, para cargo majoritário tem que se viabilizar, aglutinar, por isso caiu em campo para buscar aliados. Márcia, terá como certo o PTB-PSL-MDB-REPUBLICANOS, no seu palanque no próximo ano.

PASSAR CHUVA

SEM DISCUTIR a qualificação profissional do Coronel Ulysses Araújo, mas a sua nomeação para Diretor na Secretaria de Segurança, não vai acrescentar nada, pelo pouco tempo que vai ficar. Como candidato a deputado federal, terá de deixar o cargo em abril do próximo ano.

NÃO GOSTOU NEM UM POUCO

POLÍTICO próximo ao governador Gladson Cameli contou que, ele não gostou nem um pouco de não ver ninguém do seu grupo no desenho do comando regional do PP.

FORA O DESENHO

ESPERAVA ver alguém do seu grupo pelo menos na vice-presidência, e acabou vendo o fortalecimento do prefeito Bocalon, que abiscoitou a vice-presidência, e apoiará o senador Sérgio Petecão (PSD), na eleição a governador.

GRUPO FORTALECIDO

O GRUPO que mais se fortaleceu dentro do PP, foi o da senadora Mailza Gomes (PP), que foi guindada novamente à presidência, e com carta branca para 2022.

NOME PALATÁVEL

O QUE SE OBSERVA dentro do PSD, é que o nome do professor Minoru Kinpara é altamente palatável, sem restrições, para ser candidato ao Senado pelo partido.

ASSUNTO PARA 202

MAS, este é um assunto que o senador Sérgio Petecão (PSD) deixou para bater o martelo dentro do seu grupo, nas discussões de 2022. Até lá, o PSD não toca no assunto vice e senador, na chapa do Petecão para governador.

JUSTIÇA DERRUBARIA

O VETO parcial do governador Gladson ao projeto aprovado na ALEAC, para contratar médicos formados no exterior, tem sentido jurídico. Por diversas vezes a justiça federal derrubou contratações de médicos sem CRM.

SERÁ JUDICIALIZADO

O BLOG tem a informação de que, mesmo que o governador Gladson sancione o projeto na parte central, que autoriza a contratação de médicos formados no exterior com passagem em programas do governo federal, ainda assim o CRM vai para a justiça contestar.

DEPENDE DELA

PERGUNTEI ontem a um Cardeal expressivo do MDB, se o partido encamparia a opção da deputada federal Jéssica Sales (MDB), de vice na chapa do governador Gladson Cameli. Resposta pragmática. “Depende dela, se quiser, o partido estará fechado com ela”, pontuou ao BLOG.

PANOS PARA MANGAS

A QUESTÃO da escolha do vice e do candidato a senador   dará muito pano para as mangas ao Gladson, até resolver. Não haverá solução que não passe por nenhum dos postulantes às duas indicações, de não sair magoado.

DISPUTA SEM FAVORITO

A DISPUTA entre o Gladson Cameli e o Sérgio Petecão, para o governo, não tem amplo favorito. Estar no poder, não é decisivo numa candidatura majoritária. O Gladson era oposição e derrotou o Marcus Alexandre, o candidato do governo do PT. A Socorro Neri, apoiada pelo governo, e no cargo de prefeita, não conseguiu novo mandato. Eleição majoritária costuma se decidir na empatia dos candidatos com o povão. E, com um dado: o Gladson e o Petecão, se mexem bem no contato corpo a corpo.

CONTINUA TUCANA

A DEPUTADA FEDERAL Mara Rocha (PSDB) continua filiada ao partido, e nada impede de mais na frente se recompor com a direção nacional, e continuar na sigla. Em política, o impossível de hoje, é o possível amanhã.

DESFALQUE NA LEGENDA

A DEPUTADA Meire Serafim (MDB) causará uma lacuna na legenda do MDB, a se confirmar a saída do partido. Foi a mais votada parlamentar na última eleição à ALEAC.

ANCORADO EM PAU QUE DÁ SOMBRA

O PREFEITO Mazinho Serafim, que deve deixar o MDB e ser candidato a deputado federal pelo PSD, terá o apoio certo de dois prefeitos: Tanízio de Sá (Manuel Urbano), e Tamir de Sá (Santa Rosa). E pode ter ao seu lado, o prefeito Olavinho, de Acrelândia.

FRASE MARCANTE

“O dinheiro só se torna útil quando você se livra dele.” (Evelyn Waugh).

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Pequenos partidos querem deputados fora

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UM FATO político que está mexendo com os deputados estaduais, é a decisão dos partidos pelos quais foram eleitos, de pedir para que deixem suas siglas, porque não terão legenda para disputar a reeleição. É que, como forma de atrair candidatos para formar uma chapa completa para a ALEAC, já que estão vetadas as coligações proporcionais, não querem ninguém de mandato em suas chapas. 

O REPUBLICANOS já avisou ao deputado André da Farmácia (REPUBLICANOS), que não terá vaga no partido para buscar a reeleição e que, deve sair. O mesmo aconteceu com o PTB, que deu o mesmo tipo de aviso para o deputado Marcos Cavalcante (PTB). 

O deputado Pedro Longo (PV), se antecipou e estuda convites para se candidatar por outros partidos. O deputado Wendy Lima (PSL) deve se abrigar no PP. O PSD do senador Sérgio Petecão é outro que fechou a porta para a entrada de deputados na sua chapa para a ALEAC. 

O quadro que se vislumbra é de que os deputados que estão sendo intimados a deixar os seus partidos, se juntem todos numa mesma chapa, para procurar se salvar. O PP e o PDT são os partidos mais visados.

PONTOS A CONSIDERAR

NINGUÉM é imune, nem pode ser, seja grande ou micro o produtor, a sofrer uma fiscalização pelo MAPA e IDAF. A lei é igual para todos. O que pode ser contestado é o aparato com o Exército nas ações realizadas. E, somente.

NOME NO JOGO

DAVID HALL, pelo CIDADANIA, será mais um candidato a governador, na eleição do próximo ano. Vai se somar às candidaturas do Gladson, Petecão, e do Jenilson Leite.

O RESTO É COM O ELEITOR

O PSL conseguiu montar uma chapa com doze nomes para deputado federal. Quase todos passaram pelas urnas sem sucesso. Cada eleição é uma eleição. Mas, o PSL conseguiu um feito pelo qual os partidos grandes lutam para montar a sua chapa para Federal. O resto é com o eleitor.

SERIA JOGAR FOLHA

O GOVERNADOR Gladson está conseguindo fazer bem a travessia da pandemia. Pelo menos, não foi omisso nas ações de combate ao Covid. Querer imitar o Bolsonaro, abolindo o uso de máscaras, será toldar este trabalho.

PROCURAR OUTRO TERREIRO

O DEPUTADO Marcos Cavalcante (PTB) foi convidado pela direção do PTB a procurar outra sigla para disputar a reeleição. O PTB não vai aceitar nenhum parlamentar na sua chapa que vai disputar vagas na ALEAC.

LADO NA POLÍTICA

O LEITOR tem o direito de gostar ou não do trabalho político do ex-senador Jorge Viana (PT) e do senador Márcio Bittar (MDB). Mas ambos têm algo em comum e positivo na política: ter lado e defender suas convicções.

GRANDE INTERROGAÇÃO

O Gladson dá como certo ter os prefeitos Isaac Lima (PT), Fernanda Hassem (PT) e Jerry (PT), no seu palanque, na eleição do próximo ano. O deputado Leo de Brito (PT) nega a debandada, e diz ser balela. Aguardar 2022.

CALADO POR RESPOSTA

ATÉ O MOMENTO, os prefeitos petistas acima citados, não se pronunciaram a respeito da especulação.

BEM ANCORADO

O SECRETÁRIO do Meio Ambiente, Israel Milani, vai para a disputa de deputado federal ancorado numa chapa com apoio de vários prefeitos, e da candidatura da mãe ao Senado, deputada federal Vanda Milani (PROS). Não deve entrar para fazer número, mas para disputar com chance.

ALIANÇA AMPLA

PTB-REPUBLICANOS-PROS-PSL-MDB-SOLIDARIEDADE e PP, devem compor a aliança que vai apoiar o governador Gladson na sua campanha de reeleição, no próximo ano.

CENÁRIO PROVÁVEL

A OPOSIÇÃO não vai pôr nas reuniões que vão se seguir este ano, no debate sobre a eleição de 2022, os nomes para governador, vice e senador. Mas, não deve fugir do provável cenário: Jenilson Leite (PSB) governador, e Jorge Viana (PT) para o Senado. Não vejo outra luz no túnel.

HENRIQUE AFONSO

É, o nome mais falado para disputar a eleição de 2022 para deputado federal, pelo grupo que elegeu o prefeito Zequinha a prefeito de Cruzeiro do Sul.

NICHOS DIFERENTES

A PRINCIPAL disputa para deputado federal no Juruá vai se dar entre o nome a ser apoiado pelo deputado Nicolau Junior (PP) e prefeito Zequinha (PP), e o grupo do ex-prefeito Vagner Sales, com a deputada federal Jéssica Sales (MDB). Ambos possuem nichos eleitorais distintos.

NÃO É INGÊNUO

O Gladson pode até acenar para ter o apoio do prefeito Tião Bocalom à sua reeleição. Mas, não é ingênuo: sabe que o Bocalom vai em 2022 de Sérgio Petecão (PSD).

BARRA PESADA

TENHO ouvido de vários dirigentes políticos que está sendo uma barra montar chapas próprias completas para a Câmara Federal e ALEAC. Principalmente, achar mulheres candidatas para fechar a cota fixada em lei.

GANHOU A POPULAÇÃO

POSITIVA, a luta do vereador Emerson Jarude (MDB), para que a prefeitura ampliasse o volume de vacinação, que estava a passos lentos. E, a secretária municipal de Saúde, ao acatar a proposta, fugiu do sectarismo do debate inócuo, montando um mutirão de imunização, para sábado e domingo. Ganhou o povo e a saúde pública.

PODE PEDIR VOTOS

TENHO ACOMPANHADO o trabalho do deputado federal Alan Rick (DEM), é pelo que se tem lido de suas ações, faz o segundo mandato tão ativo quanto o primeiro. O que o credencia a pedir votos, para a reeleição ou Senado.

CAMINHO TRAÇADO

O PREFEITO DE SENA MADUREIRA, Mazinho Serafim, deve mesmo deixar o MDB para ser candidato a deputado federal pelo PSD. O mesmo deve acontecer com a sua mulher, deputada Meire Serafim (MDB), indo para o PSD.

ELEIÇÃO DOS EXTREMOS

EXTREMA esquerda com o Lula (PT), e extrema direita com o Bolsonaro. Não há ainda nenhum sinal que, um nome alternativo ao presidente, quebrará a polarização.

BESTENE CALADO

O SILÊNCIO do deputado José Bestene (PP), um nome influente dentro do PP, sobre a eleição do próximo ano, faz sentido. Experiente, sabe que a decisão de fato sobre as composições majoritárias, só acontecerá em 2022.

MUITO ATUANTES

NESTES primeiros seis meses de mandato pode-se destacar como tendo boa atuação na Câmara Municipal de Rio Branco, os vereadores Emerson Jarude (MDB), Michele Melo (PDT), Arnaldo Barros (PODEMOS), Adailton Cruz (PSB) e Fábio Araújo (PDT). Todos eles, ativos.

CANDIDATURA SOLO

PELO QUE TENHO ACOMPANHADO, só por um ponto fora da curva, o grupo da oposição, principalmente, o PT, não deve abrir mão da candidatura do Jorge Viana (PT) a senador, para apoiar Sanderson Moura (PSOL). Pelo visto, o preparado Sanderson, terá de sair em carreira solo.

QUANDO MARÇO CHEGAR

QUANDO março de 2022 chegar, que é o mês para as desincompatibilizações de cargos de confiança, se terá uma noção de quem fica ou deixa o governo para ser candidato. O quadro só ficará claro completamente, quando abrir a janela eleitoral para troca de partidos.

FRASE MARCANTE

“O início de um hábito é como um fio invisível, mas a cada vez que o repetimos, o ato reforça o fio”. (Sweet Marden).

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A teia de aranha do Senado

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O GOVERNADOR GLADSON CAMELI se move numa teia de aranha para a escolha de quem será o candidato ao Senado, que vai compor a sua chapa para a reeleição, no próximo ano. Tem que se esgueirar com muita habilidade e prudência para não ser enredado nesta teia.

 A recondução da senadora Mailza Gomes (PP) para a presidência do PP; com carta branca da direção nacional, e com um complemento inesperado, o do nome do prefeito Tião Bocalom (PP) de seu vice, é a mesma composição que brecou na eleição municipal, o governador Gladson de levar o partido para apoiar a candidatura da ex-prefeita Socorro Neri a mais um mandato na PMRB. Traduzindo para o popular: sem o comando partidário, fica difícil, do Gladson levar o PP para apoiar uma outra candidatura a senador, que não seja a da senadora Mailza. Só que, a coisa não é tão simples assim na formatação de uma chapa majoritária. 

Nesta teia tem a candidatura da professora Márcia Bittar (sem partido), ancorada no apoio do MDB, PTB, PSL, e REPUBLICANOS, e como suporte o apoio do ex-marido e senador Márcio Bittar (MDB), que tem carreado fartos recursos extras ao estado. Há ainda as candidaturas de dois aliados fiéis no parlamento federal, que são o deputado federal Alan Rick (DEM) e a deputada federal Vanda Milani (PROS).

 A equação para sair desta teia não é de fácil solução para o governador Gladson Cameli, e por um motivo forte: quatro candidatos aliados para uma única vaga de Senado. Solução? É assunto para Sherlock Holmes.

JV PARA O SENADO

CONVERSEI ontem com um cardeal petista sobre a discussão da participação da sigla na chapa majoritária. Disse ser consenso no PT ter o Jorge Viana ao Senado.

FORA DE COGITAÇÃO

CONSIDEROU que o assunto pode até ser discutido no âmbito dos partidos da esquerda, mas não vê como o Jorge Viana abrir mão para a candidatura do advogado Sanderson Moura a senador.

NOME SIMPÁTICO

DENTRO da composição dos partidos de esquerda, há uma simpatia grande, pela candidatura do deputado Jenilson Leite (PP) para disputar o governo em 2022.

NÃO PASSA PELA VONTADE

NÃO PASSA pela boa vontade ou má vontade do governador Gladson Cameli atender as pautas dos grevistas da Saúde e da Educação. Qualquer ato vai passar pelo teto da Lei de Responsabilidade Fiscal.

OUTRO COMPONENTE

HÁ ainda um outro componente neste cenário. O governo não pode praticar nenhum ato que possa configurar não pagar a folha em dias. Complicada a situação do governo.

EXTREMAMENTE JUSTAS

QUANTO o que reivindicam os profissionais da Saúde e os professores estaduais, são pautas extremamente justas. Não estão fazendo greve por política, mas por direitos.

SEM MELINDRES

VOLTO a insistir que não será nenhuma diminuição de valor a secretaria municipal de Saúde, pedir o engajamento de quadros do estado, que ceda profissionais para ajudar a acelerar a vacinação na capital.

GANHA A POPULAÇÃO

QUEM GANHARIA com a medida seria a população, que seria mais rapidamente vacinada, e assim, se evitaria que mais óbitos possam vir a acontecer pela não imunização.

VEM MESMO COM A JÉSSICA

UMA BOA FONTE DO MDB disse ontem ao BLOG que, caso a deputada federal Jéssica Sales (MDB) apresente o seu nome como opção para vice na chapa do governador Gladson, o partido vai sim referendar a sua indicação.

NENHUMA DÚVIDA

NÃO TENHO nenhuma dúvida de que o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, estará no palanque do senador Sérgio Petecão (PSD), independente, de qualquer cenário.

NADA MAIS NATURAL

E, NADA será mais natural caso isso venha a acontecer, afinal, o senador Sérgio Petecão (PSD) foi o cabo-eleitoral número um da campanha de Tião Bocalom para a PMRB.

PAUTAS DO BOLSONARO

NA CAMPANHA, o Bolsonaro prometeu acabar com os aumentos abusivos dos combustíveis e gás de cozinha. Os preços dos combustíveis dispararam, e novo aumento no preço da botija de gás foi anunciado ontem. Aguentem!

OTIMISMO POLÍTICO

O SENADOR Márcio Bittar (MDB) esbanja otimismo quando fala na eleição do próximo ano ao governo. “O Gladson vai se reeleger governador no primeiro turno”.

DESGRAÇA PARA O ACRE

MÁRCIO BITTAR foi duro ontem no programa “Boa Conversa,” no ac 24 horas, com os governos petistas, que na sua visão levaram o estado ao caos econômico e população para a miséria. Além de impedir o desenvolvimento, fomentaram o atraso, atacou.

LEVA QUEM SE VIABILIZAR

SOBRE quem será o candidato a senador na chapa do governador Gladson, Márcio Bittar acentuou que, será o nome que se “viabilizar” nas pesquisas, e o que mais somar apoios.

ESCOLHIDA PELO BOLSONARO

DURANTE a entrevista, Bittar enfatizou ainda ser a Márcia Bittar, não só a sua candidata ao Senado, mas do presidente Bolsonaro, por quem foi convidada a se candidatar. Será candidata pelo partido do Bolsonaro.

ADEUS AO MDB?

CHAMOU atenção nas suas declarações uma fala em que pode ter sido um sinal claro de que, os seus dias de filiado ao MDB podem estar contados. “Se o Bolsonaro me convidar para ingressar no seu partido, não terei como recusar”, pontuou Márcio Bittar (MDB). Adeus prévio ao MDB?

MOSCA AZUL

UM AMIGO político que acompanhou a FPA desde a sua fundação, comentou ontem numa conversa com o BLOG, não ter dúvida de que o deputado Jenilson Leite (PSB) quer disputar o governo. “Foi picado pela mosca azul”, brincou.

FRASE MARCANTE

“Aquilo que desesperadamente procuramos pode ser aquilo que já possuímos”. (Harvey Cox).

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Nem tudo são flores na esquerda

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A ENTREVISTA muito lúcida do advogado Sanderson Moura foto – ao ac24horas mostrou que, a unidade da esquerda para disputar a eleição do próximo ano vai depender da posição do PT. É que, há uma predisposição petista de ter o ex-senador Jorge Viana como candidato ao Senado. O que choca com o PSOL, que não abre mão da candidatura do advogado a senador. A tese defendida por Sanderson na entrevista foi a de que, a esquerda não pode chegar na eleição de 2022 com o velho discurso da hegemonia do PT, sem apresentar novas caras. Deixou claro nas entrelinhas da sua fala que a chapa ideal para ele seria Jorge Viana (PT) para o governo, o qual considera ter sido um excelente gestor quando ocupou o Palácio Rio Branco, e ele para o Senado. Ainda há um componente nesta equação, o deputado Jenilson Leite (PSB), que analisa vir a disputar o governo. Por tudo isso pode se dizer que, nem tudo são flores para a esquerda chegar na disputa eleitoral do próximo ano de forma unida. Carta na mesa.

EXTREMAMENTE QUALIFICADO

DEIXANDO o problema dos partidos de esquerda de lado, não se pode negar ter o Sanderson Moura feito na entrevista uma leitura política muito pertinente, sem mostrar sectarismo. É um quadro extremamente qualificado posto no jogo para a disputa do Senado. TEM QUE TER PROJETO

O DEPUTADO Edvaldo Magalhães (PCdoB) disse recentemente com muita propriedade, que a esquerda tem de mostrar um projeto de governo. Está certo, não pode chegar em 2022 e dizer que vão para a eleição só porque não gostam do Gladson. Seria pregar o óbvio.

MANDATO PRESENTE

NESTES pouco mais de cinco meses de mandato, o vereador Arnaldo Barros (PODEMOS) tem se mostrado sempre presente a todas as manifestações populares.

DIREITA SEGMENTADA

A MOTOCIATA com milhares de motos em São Paulo, mostrou que o presidente Bolsonaro conseguiu trazer para a política a extrema direita, que vivia escondida no país. E, que pode até perder a eleição, mas é parada dura.

ÚNICO ADVERSÁRIO

AS PESQUISAS estão mostrando que, o presidente Bolsonaro terá no ex-presidente Lula o adversário mais ferrenho na disputa da reeleição. Lula continua forte.

VAI CONTINUAR

AINDA QUE o Bolsonaro venha a perder a eleição, o mantra do bolsonarismo deve sobreviver, como o peronismo na Argentina e o chavismo na Venezuela.

FAZER UMA PARCERIA

NÃO CUSTA nada para a prefeitura e o governo unirem esforços para acelerar a vacinação das faixas etárias na capital. Não se trata de competição, mas de salvar vidas.

NENHUM DÉMERITO

NÃO SE TRATARIA de nenhum demérito a secretaria municipal de Saúde pedir ao governo que reforce as equipes que estão atuando na vacinação na capital.

EXEMPLO NA GESTÃO

A REATIVAÇÃO do projeto da BONAL, com a sua fábrica de beneficiamento de palmito de pupunha, há 15 anos parada, foi um ponto para o governo. É exemplo de gestão do secretário de Industria, Ciência e Tecnologia (SEICT), Anderson Lima, que foi quem tocou o projeto.

DIFÍCIL DE ENTENDER

COM A VISIBILIDADE e a boa votação que teve na recente disputa da prefeitura de Rio Branco, a prefeita Socorro Neri, por certo disputaria com chance um mandato de deputada. Este cavalo pode não passar mais selado.

LEGISLAÇÃO ELEITORAL

VAI haver mudança na legislação eleitoral? O “Distritão” será aprovado? Ficará tudo como está? De acordo como ficar, é que as forças políticas se acomodarão.

QUANDO OUTUBRO CHEGAR

O CONGRESSO tem até outubro para mudar ou não as atuais regras eleitorais, que hoje proíbem as coligações proporcionais. O “Distritão” favorece quem tem mandato e base política sólida. Seriam eleitos os mais votados.

NÃO CHEGARIA AONDE CHEGOU

O GOVERNADOR Cameli tem repetido nas entrevistas, que os seus adversários não o subestimem. Para quem foi deputado federal, senador, e agora governador, em eleições emendadas, de fato, não é para subestimar.

JANELA PARTIDÁRIA

COM A ABERTURA da janela partidária no início do próximo ano, é que vai se ter noção de como ficarão as composições de troca de partidos entre os deputados. Até lá, só ilação.

SEM ALTERNATIVA

OS DEPUTADOS estaduais eleitos por partidos pequenos já fizeram as contas e vão ter que procurar partidos grandes para se abrigarem, e disputarem a reeleição.

CHAPAS PRONTAS

O SENADOR Petecão (PSD) comemora ter praticamente montadas as suas chapas de deputado estadual e deputado federal. Para estadual, o PSD não aceitou ninguém com mandato, o que tornou fácil as adesões.

OLHO NO PDT

O DEPUTADO PEDRO LONGO (PV), uma boa surpresa na condução da liderança do governo na ALEAC, não deve se filiar ao PP, como noticiado, ele está de olho no PDT.

PESADÊLO DOS PARTIDOS

O PESADÊLO dos partidos nesta pré-campanha é conseguir mulheres qualificadas como candidatas a deputada, que não entrem nas chapas só para preencher a cota estabelecidas em lei. Poucas aceitam.

 

FRASE MARCANTE

“As idéias devem ser recebidas como hóspedes, cordialmente, mas com a condição de não tiranizarem o dono da casa”. (Alberto Moravia)

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