Menu

“Quem morre em Feijó tem a vida complicada”, denuncia deputado

Receba notícias do Acre gratuitamente no WhatsApp do ac24horas.​

A população de Feijó está proibida de enterrar seus mortos sem que o defunto faça uma viagem até Cruzeiro do Sul. Segundo portaria da Secretaria de Saúde, os médicos da cidade não podem fazer o laudo cadavérico para detectar a “causa mortis” mesmo que seja de morte matada à tiros ou arma branca. A denúncia foi feita pelo líder do PCdoB, Edvaldo Magalhães e apoiado por Jenilson Leite (PSB).

Para Jenilson, se a pessoa morrer em Feijó ela terá “A vida”, ou seja, a morte complicada. “O IML de Cruzeiro do Sul tem que vir a Feijó, levar o morto para lá e depois do laudo voltar para poder sepultado”, disse. Ele responsabilizar a secretaria de Saúde, já que o governo pode habilitar um médico da cidade porque a lei permite e as mortes não tão desconhecidas assim.

Anúncio

Segundo o autor da denúncia, Edvaldo Magalhães, quem morre em Feijó não pode nem ser sepultado pela família que sofre com a demora para enterrar seu ente querido. “A secretária de Saúde tem uma grande capacidade de criar problemas”, salientou.

Siga o ac24horas no Google Notícias e seja o primeiro a saber tudo que acontece no Acre

Seguir no Google

Veja também

Newsletter

Fique por dentro do que acontece no Acre

Receba em primeira mão as notícias mais importantes do estado direto no seu e-mail. Política, economia, segurança e tudo que impacta a vida dos acreanos.