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Janot diz que foi armado para matar Gilmar e se suicidar no STF

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O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot disse que chegou a ir armado a uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de matar o ministro Gilmar Mendes. A declaração foi dada em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, publicada na versão eletrônica na noite de hoje.

“Não ia ser ameaça, não. Ia ser assassinato mesmo. Ia matar ele [Gilmar Mendes] e depois me suicidar”, afirmou Janot, que deixou a Procuradoria há dois anos.

O ex-PGR disse que o caso ocorreu em maio de 2017, quando ele –na época, chefe do Ministério Público Federal– solicitou que o ministro do STF fosse impedido de analisar um habeas corpus de Eike Batista, sob a justificativa de que a mulher do ministro, Guiomar Mendes, era sócia de um escritório de advocacia que representava o empresário em diversos processos.

Segundo Janot, logo após o pedido de suspeição, Gilmar teria espalhado uma história de que a filha do então PGR teria prestado serviços advocatícios à OAS, empreiteira envolvida em casos da Operação Lava Jato. “Isso me tirou do sério”, disse na entrevista.

“Foi logo depois que eu apresentei a sessão (…) de suspeição dele no caso do Eike. Aí ele inventou uma história que a minha filha advogava na parte penal de uma empresa da Lava Jato. Minha filha nunca advogou na área penal… e aí eu saí do sério”, afirmou o ex-procurador-geral.
Ao jornal, Janot disse que foi armado a uma sessão do STF e que, na ocasião, encontrou Gilmar Mendes nos corredores. Segundo ele, foi “a mão de Deus” que o impediu de atacar o ministro.

“Ele estava sozinho, mas foi a mão de Deus. Foi a mão de Deus”, repetiu. “Cheguei a entrar no Supremo [com a intenção de matá-lo]. Ele estava na sala, na entrada de sessão. Eu olhei, e aí uma ‘mão’ mesmo”, completou.

Procurado pelo Estadão, Gilmar Mendes não havia se pronunciado sobre as declarações de Rodrigo Janot.

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Mesa da Câmara decide realizar eleição no dia 1º de fevereiro

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A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu nesta segunda-feira (18), em uma reunião no Congresso, que a eleição para a escolha do novo presidente da Casa será em 1º de fevereiro.

A data é um dia antes do que pretendia o atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

A Mesa também definiu que a eleição será presencial. Devido à pandemia de Covid-19, a maioria das reuniões da Câmara vem sendo realizadas virtualmente ou semi-presencialmente.

O regimento interno da Câmara não define uma data para a eleição da Mesa Diretora no terceiro ano do mandato, como é o caso do pleito deste ano. Diz somente que tem de acontecer até 2 de fevereiro, data em que os trabalhos legislativos têm de ser retomados após o recesso parlamentar.

A data de 1º de fevereiro era defendida pelos aliados do deputado Arthur Lira (PP-AL), um dos candidatos na disputa, para coincidir com a eleição no Senado, que deve ser no primeiro dia do mês que vem.

A decisão sobre a data reflete a composição da Mesa da Câmara. Quatro dos sete membros são de partidos que estão no mesmo bloco de Lira.

O candidato apoiado por Maia para o comando da Casa é Baleia Rossi (MDB-SP).

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Bolsonaro: “a vacina é do Brasil, não é de nenhum governador’

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Em sua primeira manifestação pública após a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de aprovar o uso emergencial de duas vacinas (CoronaVac e de Oxford) contra a Covid-19 no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o imunizante “é do Brasil, não é de nenhum governador não.”

O recado do presidente é direcionado ao governador de São Paulo, João Dória, que deu início à vacinação no estado no domingo (17), minutos depois da aprovação do uso emergencial pela Anvisa, antes do previsto pelo Ministério da Saúde e da distribuição das doses para outros estados.

As cerca de seis milhões de doses disponíveis no Brasil para o início da vacinação contra a Covid-19 são da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac. O Instituto Butantan, controlado pelo governo paulista, fechou parceria com a Sinovac e vai produzir a CoronaVac no Brasil.

Antes da aprovação pela Anvisa, Bolsonaro questionou diversas vezes a eficácia da CoronaVac devido à sua origem chinesa. Em outubro, o presidente chegou a suspender um acordo entre o Ministério da Saúde e o Butantan para a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac. Ele também havia dito que não compraria vacina da China.

Nesta segunda, em conversa com apoiadores, o presidente afirmou que “não tem que discurtir mais” sobre a vacina já que o uso emergencial foi aprovado pela Anvisa. E disse que o governo federal vai comprar mais doses se elas estiverem disponíveis no mercado.

“Pessoal, uma notícia. Apesar da vacina, apesar não, né. A Anvisa aprovou. Não tem que discutir mais. Agora, havendo disponibilidade no mercado, a gente vai comprar e vai atrás de contratos que fizemos também que era para ter chegado a vacina aqui”, disse Bolsonaro a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, em Brasília.

“Então, tá liberada a aplicação no Brasil. E a vacina é do Brasil, não é de nenhum governador não”, completou ele.

Ainda no domingo, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, já havia criticado Doria e dito que a aplicação da primeira dose pelo governo de São Paulo foi “em desacordo com a lei” por acontecer antes do previsto pelo Plano Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde. Dória respondeu dizendo que o ministro da Saúde “deveria estar grato à Anvisa e a São Paulo” pela vacina.

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Mourão diz que Anvisa fez ‘excelente trabalho’ e prevê 70% dos brasileiros vacinados em 2021

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O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira (18) que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) “fez um excelente trabalho” na análise do pedido e aprovação do uso emergencial das vacinas CoronaVac e de Oxford, contra a Covid-19.

Logo após a aprovação do uso emergencial pela Anvisa, na tarde de domingo (17), o governo de São Paulo começou a vacinação de profissionais da saúde. A CoronaVac foi desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, que fechou parceria com o Instituto Butantan, ligado ao governo paulista, para a produção das doses no Brasil.

Também no domingo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou que doses da CoronaVac começariam a ser distribuídas na manhã desta segunda e, a vacinação, seria iniciada na quarta. Entretanto, após pressão de governadores, Pazuello antecipou o início da vacinação para esta segunda.

“A Anvisa fez excelente o trabalho dela. Tem aí duas vacinas aprovadas, tem vacina contratada para até o final do ano vacinar 70% da população brasileira, e, consequentemente, a gente chegaria numa situação, ao fim desse ano, com liberdade de manobra em relação a essa pandemia”, afirmou o vice-presidente.

Medidas de prevenção

Mourão declarou ainda que, apesar do início da vacinação, a população precisa manter as medidas de prevenção contra o novo coronavírus, como lavar as mãos, não realizar aglomerações e utilizar máscaras.

“Faço minha as palavras do Almirante Barra Torres (diretor-presidente da Anvisa) ontem, quando ele disse que não é porque a pessoa tomou uma vacina hoje que amanhã pode estar na rua sem as medidas de proteção. O próprio ministro Pazuello falou isso na semana passada. Leva um tempo para que a vacina faça seus efeitos”, declarou Mourão.

O vice afirmou também que o país precisará se dedicar à recuperação da economia assim que consiga neutralizar a pandemia por meio da imunização.

“De modo que a gente consiga retornar a uma situação melhor de emprego para nosso povo e o país entre em um ciclo de crescimento. É isso que a gente está esperando”, disse Mourão.

Mourão também declarou que os envolvidos na vacinação agora devem seguir as regras estabelecidas e a ordem dos diferentes grupos sem furar a fila. O vice-presidente já teve Covid-19 e já afirmou que irá tomar a vacina quando chegar sua fez.

Vacinação em São Paulo

O vice-presidente foi questionado sobre a troca de acusações entre o governador de São Paulo, João Doria, e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no domingo.

Em entrevista, Pazuello afirmou que a aplicação da primeira dose pelo governo de São Paulo foi “em desacordo com a lei” por acontecer antes do previsto pelo Plano Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde.

Dória respondeu dizendo que o ministro da Saúde “deveria estar grato à Anvisa e a São Paulo” pela vacina.

“Eu não vou entrar nesse detalhe. Isso aí tudo é politicagem. Eu não entro na politicagem. O meu caso aqui, você sabe que eu lido com as coisas de forma objetiva. Isso aí eu deixo de lado”, afirmou o vice presidente.

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Mais de mil diplomas foram registrados pela Ufac em 2020

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O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) da Universidade Federal divulgou relatório com a quantidade de diplomas e certificados emitidos, registrados e revalidados no ano de 2020.

Segundo o relatório, de 1 de janeiro a 31 de dezembro de 2020 foram efetuados 1.016 registros, sendo 660 na modalidade graduação, 60 de especialização, 103 de mestrado, 12 de doutorado, dois avulsos, 28 de segunda via e 151 de instituições não universitárias (faculdades). Durante todo o ano não houve registro de revalidações.

Os números foram publicados nesta sexta-feira, 15, e mostram que, mesmo com a pandemia da covid-19, a universidade manteve atendimentos durante o período.

O serviço foi registrado pela Coordenadoria de Diplomas e Certificados, do Nurca. O setor não fechou durante a pandemia. O atendimento foi realizado via on-line e presencial com hora marcada, seguindo protocolos sanitários e recomendações dos órgãos de saúde.

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