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Projeto ‘Refazendo Trilhas’ insere adolescentes na prestação de serviços à comunidade

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Ao menos oito adolescentes amparados pela Divisão de Atendimento Socioeducativo (Diase) irão participar da segunda edição do projeto ‘Refazendo Trilhas’, que auxilia jovens na prestação de serviços à comunidade. A ação é fiscalizada pelo Ministério Público e executada pela secretaria de Empreendedorismo e Turismo do Acre.

Esta semana, a secretária Eliane Sinhasique se reuniu com a promotora de Justiça Vanessa de Macedo Muniz, da Promotoria de Justiça Especializada em Execuções de Medidas Socioeducativas, para tratar da iniciativa, que também conta com apoio de diversos parceiros.

“Estendemos a adesão do projeto para outros órgãos públicos. A secretária que teve a sensatez de aderir ao projeto e receber na secretaria dois adolescentes para prestarem serviços à instituição”, disse Vanessa.

Sinhasique destacou que o governo tem buscado promover a inclusão social e fará o possível para ver os adolescentes com suas vidas refeitas, fazendo parte da sociedade e conquistando seu espaço no mercado de trabalho.

“Somos a primeira instituição governamental a abraçar o projeto ‘Refazendo Trilhas’ em parceria com o Ministério Público. Dois adolescentes serão recebidos na Secretaria de Empreendedorismo e Turismo para prestarem serviços e serão muito bem recebidos. Defendemos a inclusão social e contribuímos de fato”.

Com informações da Agência de Notícias do Acre

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Campanha “Brasil Sem Fome” enviará 8 mil sacolões ao Acre

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Lançada no último dia 18 de fevereiro, a campanha “Brasil Sem Fome” vai doar, no começo da próxima semana, 8 mil cestas básicas ao estado do Acre, montante que representa 80 toneladas de mantimentos.

A iniciativa é da Ong Ação da Cidadania, fundada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, conhecido como Betinho, com o intuito de combater a fome e a desigualdade socioeconômica no país e ajudar os mais de 32 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza naquele ano.

Desde sua criação, a ONG deu início a uma série de iniciativas, sendo o Natal Sem Fome a mais célebre delas. Após dez anos sem ser realizada, a campanha voltou em 2017 e, em 2020, ganhou força total para ajudar os agora dezenas de milhões de brasileiros que vivem abaixo da linha da pobreza, segundo dados do Cadastro Único do Governo Federal.

Desde o ano passado a ONG vem fazendo ações ininterruptas com o mesmo objetivo. As cestas entregues minimizam uma situação pontual – como a carência alimentar imediata – e ajudam a garantir condições mínimas de quem passa fome.

“Pesquisas recentes dão conta que 63 milhões de brasileiros estão vivendo abaixo da linha da pobreza – o que é inadmissível, após um ano onde a pandemia do coronavírus afetou a vida de milhares de pessoas, e que, dia após dia vem afetando ainda mais aumentando ainda mais estes números, por isso precisamos ajudar”, diz Daniel Souza, presidente do conselho da ONG e filho de Betinho.

A Ação da Cidadania entende que essas doações vão ajudar a suprir a necessidade do momento, mas considera que é necessário que o governo pense a longo prazo e desenvolva políticas públicas mais eficientes para que isso não volte a acontecer.

O Brasil Sem Fome é uma campanha ininterrupta, que criou desta vez um site exclusivo (https://www.brasilsemfome.org.br/) para o recolhimento das doações e sem pontos fixos de coleta, por conta da pandemia.

A campanha conta com o apoio da Rede Brasil do Pacto Global, programa da ONU que promove os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) entre as empresas, e dentro da parceria irá mobilizar o setor empresarial para contribuir com a causa.

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Destaque 7

Administrador de grupo de WhatsApp do CV no Acre é condenado 8 anos de prisão

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A Vara de Delitos e Organizações Criminosas de Rio Branco julgou procedente o pedido do Ministério Público que denunciou a colaboração de Leudimar Aráujo da Silva (25 anos), vulgo Fortaleza, em benefício da facção criminosa Comando Vermelho no Acre. Ele deve cumprir oito anos e dois meses de reclusão, em regime inicial fechado.

De acordo com o inquérito policial, a identificação do crime ocorreu em celulares periciados que foram apreendidos durante busca e apreensão na residência do investigado.

Ele constava como administrador de todos os grupos de WhatsApp da organização criminosa. Na maioria dos grupos, não haviam mensagens, porque os membros tomaram o cuidado de apagá-las minutos após o envio. Contudo, o réu confessou ser integrante, negando ser uma liderança ou conselheiro da facção.

Embora o faccionado não possua antecedentes criminais, o titular da unidade judiciária salientou o papel do acusado na promoção e no funcionamento das atividades ilícitas, uma vez que administrava grupos de tesouraria, “esclarecimento total”, “sintonia do bairro”, entre tantos outros que por meio de mensagens e áudios propagavam a eficiência de atos ilícitos.
“O fato do acusado ter escolhido aderir a um movimento criminoso significa que ele tem compromisso com as normas estatutárias deste. As organizações criminosas são responsáveis pela prática de roubos, tráfico de drogas, homicídios, corrupção de menores e entre tantos outros delitos, sob pena de severa punição”, assinalou o magistrado.

Com efeito, o juiz destacou que as organizações criminosas têm atuado dentro e fora dos presídios, planejando rebeliões e massacres, responsáveis pela morte de centenas de pessoas. “Muitas delas são realizadas com extrema crueldade, reflexo não só de personalidades agressivas, mas também como meio de intimidação coletiva de todas as pessoas, sobretudo as de bem, que se veem impotente e amedrontadas diante de tal cenário”, concluiu.

Na sentença foi decretado o perdimento dos dois celulares relacionados, por serem produto de crime. Estes serão incluídos em uma edição de leilão judicial. A polícia também apreendeu R$ 3.431,00 e ficou demostrado nos autos que os valores seriam utilizados para a concretização de delitos, desta forma, o valor também não será devolvido e sim destinado ao Estado do Acre para ser empregado no sistema de segurança pública.

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Governo garante combate à lagarta que é o principal pesadelo dos produtores de mandioca no Acre

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Fotos: Lourival Marques

A lagarta mandarová, apesar de pequena, tem o poder de tirar o sono dos agricultores que trabalham com o plantio de mandioca graças ao seu poder de destruição. O pequeno bicho que parece inofensivo é capaz de destruir um roçado em pouco tempo. A presença da lagarta pode representar um grande prejuízo aos produtores rurais e a safra de mandioca acreana se não for corretamente combatida.

A maior incidência é na região do Juruá, onde a produção de farinha é uma das principais atividades econômicas rurais, mas chega também em outras regiões. Um exemplo é a região de Capixaba, onde técnicos da Secretaria de Produção e Agronegócio (SEPA) estiveram nesta terça-feira, 23, após o órgão ser comunicado da presença da lagarta em cultivos no Projeto de Assentamento Nova Promissão.

A SEPA enviou engenheiros agrônomos até o local para fazer o diagnóstico e receitar as medidas sanitárias de combate a praga, que vão desde o uso de um inseticida natural, extraído da própria lagarta que depois de capturada é triturada e usada na lavoura, até o uso de produto químico quando as lagartas já estão maiores e o inseticida natural não faz mais efeito.

Como parte da ação de combate à praga, começa nesta quinta-feira, 25, um curso para 10 produtores rurais sobre a prevenção, combate e controle dessa lagarta que dizima os plantios de mandioca.

“Recomendamos aos produtores rurais de todo o Estado que sempre que se depararem com esta ou outras pragas que assolam suas produções agropecuárias, procurem os escritórios do sistema SEPA (Emater, Idaf, Cageacre e Sepa) do seu município o mais breve possível”, destaca Edivan Maciel, gestor da SEPA.

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

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A Prover Promoção de Vendas Ltda detentora da marca avancard, por respeito ao público e a todos os seus clientes esclarece:

O avancard é um cartão de Adiantamento Salarial, que se constitui em um produto criado para socorrer todos os seus usuários públicos ou privados em suas necessidades prementes, evitando que os mesmos recorram à agiotas ou outros dispositivos de financiamento, que possuem taxas mensais acima de 19% ao ano.

São duas as possibilidades de uso do cartão avancard de adiantamento salarial. A primeira é utilizar para compras em todos os estabelecimentos credenciados. Nesta modalidade, o usuário paga exatamente o mesmo valor que utilizou nas suas compras sem acréscimo de juros. A segunda, é a possibilidade de utilizar a margem do adiantamento salarial para realizar um financiamento. Nessa modalidade, o usuário consegue alavancar um valor maior, pagando em até 60 parcelas com o acréscimo de juros, bem inferiores aos juros praticados pelos cartões de créditos normais e ou nos cartões consignados. A operação do avancard não se beneficia de recursos públicos sendo na sua essência totalmente privada. Nela quem tem o condão de solicitar o cartão é o usuário, que com base nos seus recursos salariais, contrata com o avancard a possibilidade de usá-lo. Pode o servidor solicitar o cartão e não desbloqueá-lo, pode desbloqueá-lo e não usar, pode se desejar usar pelo tempo que for útil e quando não mais desejar cancelar  a qualquer momento sem nenhum ônus.

Na operação do cartão de antecipação salarial, o Governo, seja ele Municipal, Estadual ou Federal apenas regulamenta o seu funcionamento, na condição de órgão coator, não sendo responsável por eventuais inadimplementos e tão pouco estimula ou orienta, para qualquer um dos servidores ou colaboradores  a solicitar o cartão de antecipação salarial, sendo, portanto, uma decisão individual de cada servidor ou colaborador que utilizando o seu livre arbítrio, solicita ou não o cartão avancard.

Hoje atuamos em mais de 15 convênios entre Estados, Municípios, Câmara Municipal de Vereadores e Tribunal de Contas, fato que por si só, consagra o avancard como instrumento de apoio, legítimo, legal e aprovado.

avancard
PROVER PROMOÇÃO DE VENDAS LTDA

 

 

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