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O drama das famílias acreanas que tiveram complicações com seus filhos após aplicação da vacina contra o HPV

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O drama das famílias acreanas que tiveram complicações com seus filhos após aplicação da vacina contra o HPV, apesar de o Ministério da Saúde recomendar e garantir a eficácia da vacina para jovens contra o vírus, no Acre alguns pais reclamam que seus filhos passaram mal após serem vacinados. É um drama que o vídeomaker, Kennedy Santos, mostra agora após visitas as residências de alguns jovens que tiveram uma reação desconhecida pela vacina. Para garantir a eficácia da vacina, o médico Drauzio Varella faz campanha na internet pela vacinação em massa contra o vírus do HPV.

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Acre 01

Abertura de novas UTIs não supre demanda e Acre tem apenas 5 leitos para Covid-19

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Apesar de todo o esforço do governador Gladson Cameli (Progressistas) em garantir a abertura de novos leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) no Acre, a situação ainda é preocupante. Do dia 01 de janeiro até esta quarta-feira, 24, Cameli reforçou o quantitativo de leitos de UTI, com 46 novos leitos, reforçando os 60 já disponíveis, totalizando 106 leitos de UTI.

No entanto, o boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) de hoje, mostra que a situação é caótica. Dos 106 leitos, apenas cinco estão disponíveis em todo o Acre. Destes 5, dois são do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia no Acre (Into), dois no Pronto Socorro de Rio Branco (Huerb) e apenas um no Hospital de Campanha do Juruá.

Dos 50 leitos de UTI destinados à Covid-19 no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia no Acre (Into), unidade referência para atendimentos, 48 estão ocupados. No Into, outro dado alarmante é em relação aos leitos clínicos, dos 100 disponíveis, 96 estão ocupados.

No Pronto Socorro, dos 30 leitos de UTIs, 28 estão ocupados e ainda tem dois internados em leitos clínicos.

Já na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 26 leitos de UTI existentes, 25 estão ocupados, registrando 96,2% de ocupação. Os leitos clínicos somam 104 e 77 estão ocupados, registrando 74,9% de ocupação.

Segundo dados do boletim da Secretaria Estadual de Saúde, a soma dos pacientes internados em leitos de clínicas no Hospital de Campanha do Juruá, Into e o Pronto Socorro, são de 165 pacientes internados, para apenas cinco leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

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Extra Total

Após sobrevoo em áreas alagadas, Acre deve receber mais de R$ 16 milhões até sexta (26)

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Foto: Diego Gurgel/Secom

O presidente Jair Bolsonaro sobrevoou nesta quarta-feira, 24, as regiões afetadas pelas enchentes no Acre, em especial o município de Sena Madureira, e anunciou o envio de recursos para socorrer a população nas localidades mais atingidas.

Desde a última semana, o Acre tem sofrido com as cheias dos rios e alagamentos, o que agravou os cenários das epidemias de dengue e Covid-19 já existentes. Mais de 130 mil pessoas foram afetadas até agora.

Nesta semana o governo federal reconheceu o estado de calamidade pública em dez cidades do estado e disponibilizou R$ 450 milhões para o Ministério do Desenvolvimento Regional apoiar estados e municípios no enfrentamento aos desastres naturais que vêm ocorrendo no país. Os recursos são utilizados para ações de socorro, assistência às vítimas e restabelecimento de serviços essenciais.

Para o Acre, de acordo com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, os recursos serão transferidos até a próxima sexta-feira, dia 26, e distribuídos da seguinte forma: governo estadual, R$ 1,4 milhão; Cruzeiro do Sul, R$ 4,7 milhões; Santa Rosa do Purus, R$ 590 mil; Sena Madureira, R$ 2,9 milhões; Feijó, R$ 793 mil; Tarauacá, R$ 2,1 milhões; Mâncio Lima, R$ 965 mil; Rodrigues Alves, R$ 550 mil; e Rio Branco, R$ 3,2 milhões.

“São recursos emergenciais. O nosso coordenador Nacional de Defesa Civil [Alexandre Lucas], está aqui desde quinta [18] ajudando os municípios a fazerem seus planos de contingência e logo em seguida, disponibilizará recursos para a reconstrução de infraestruturas que, por ventura, tiverem sido danificadas”, disse Marinho.

Segundo o ministro, os recursos serão destinados a esses municípios que já tiveram o plano de ação aprovado, mas isso não significa que outros planos não possam ser apresentados.

Além disso, o governo federal vai liberar o saque de recursos do FGTS para as famílias das dez cidades que tiveram a situação de calamidade reconhecida: Rio Branco, Sena Madureira, Santa Rosa do Purus, Feijó, Tarauacá, Jordão, Cruzeiro do Sul, Porto Walter, Mâncio Lima e Rodrigues Alves.

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, também anunciou que o banco fará uma pausa na cobrança do pagamento de diversas linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas impactadas pelas enchentes nesses municípios. No próximo dia 18 de março, o presidente Bolsonaro retorna ao Acre para a inauguração de uma ponte sobre o Rio Abunã.

Com informações da Agência Brasil

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Destaque 2

Quebra de protocolos e correria: o que Bolsonaro e Cameli têm em comum em agendas institucionais?

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“Bem humorados”, Bolsonaro e Cameli tornaram mais leve agenda marcada pela tragédia dos rios, Covid-19, dengue e crise humanitária

A visita do presidente Jair Bolsonaro no Acre nesta quarta-feira, 24, foi marcada por duas quebras de protocolos. Isso sem falar que foi o próprio presidente quem conduziu o cerimonial da coletiva de imprensa. E não poderia ser diferente.

Bolsonaro é conhecido internacionalmente por quebrar protocolos. A expectativa era saber como ele e o governador Gladson Cameli – que adora deixar roteiros de lado – iriam se comportar durante a agenda em Rio Branco e no município de Sena Madureira.

Logo na chegada, ao desembarcar no aeroporto internacional Plácido de Castro, Bolsonaro, ao lado de Cameli, furou o esquema de segurança, se dirigiu até o saguão principal e foi cumprimentar militantes, secretários de estado, curiosos, assessores, taxistas e servidores da Infraero.

Em Sena Madureira, embora a equipe de segurança tivesse preparado a visita em solo do presidente e sua comitiva, a decisão de pousar, segundo a reportagem apurou, foi tomada por Bolsonaro dentro do helicóptero.

Sair em carro aberto, ir de encontro a uma multidão não estava nos planos do cerimonial. Correria, improviso, nada evitou o contato de Jair Bolsonaro direto com o povo, mostrando que fazer segurança presidencial é algo delicado.

Sem máscara, ele abraçou crianças, fez selfie, acenou, falou em voz alta. As imagens logo viralizaram pelo país e até através dos meios de comunicação internacionais.

E tinha que ser assim. Afinal, a configuração encarnada por Bolsonaro é inédita. O que não há é algo excepcional nele. Filho de classe média baixa, nem mesmo os projetos defendidos para chegar à presidência do país eram excepcionais. Por que ele teria que ser diferente?

Os gritos de “mito” ouvidos por cidadãos alagados nas arquibancadas do estádio Marreirão, em Sena Madureira, foram a parte mais reveladora da visita do presidente ao Acre, quase três anos depois de sua primeira aparição pública no estado como candidato a presidente.

É como se o tempo não tivesse engolido aquele cidadão que não tem medo de dizer o que pensa. O Acre conviveu com o cidadão que enfrenta o politicamente correto.

Resguardadas as devidas proporções, o comportamento de Bolsonaro é bem parecido com o do governador Gladson Cameli, o chefe de executivo que se senta nas escadarias do Palácio Rio Branco e chupa picolé, que come “quentinhas” com trabalhadores da construção civil.

Lado a lado, o presidente e o governador, tornaram mais leve a agenda institucional no Acre, marcada pelas tragédias dos rios, a crise humanitária, as mortes por covid-19 e os milhares de infectados por dengue.

As novas doses de vacinas, os recursos anunciados para ajudar as famílias atingidas pelas cheias soam como um alívio para quem vem enfrentando tantos desafios.

Embora a liberdade de expressão seja um direito constitucional, parece que não tinha espaço mesmo para o presidente responder nada no campo pessoal. Bolsonaro encerrou a agenda sendo ele mesmo: “a coletiva acabou!”.

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Cotidiano

Visita de Bolsonaro ao Acre foi acompanhada por correspondentes internacionais

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Foto: Diego Gurgel/Secom

A visita do presidente Jair Bolsonaro no Acre manifestou interesse na imprensa nacional e internacional. Pelo menos 18 países receberam as informações sobre a agenda institucional nas cidades de Rio Branco e Sena Madureira.

O número de desabrigados no Acre, cerca de 110 mil, chamou atenção da imprensa internacional, assim como as estratégias de vacinação traçadas pelo governo federal para atender as cidades, onde foi decretada calamidade pública.

A Rádio Tupi, do Rio de Janeiro, fez flashes da presença do presidente em Sena Madureira, uma das cidades mais atingidas pelas cheias. A Rádio Nacional também acompanhou a transmissão ao vivo feita pelo Sistema Público de Comunicação.

A entrevista coletiva concedida pelo presidente Jair Bolsonaro, o governado Gladson Cameli e os ministros de estados, foi acompanhada por correspondentes internacionais, entre eles, jornalistas do Reino Unido.

A agenda do presidente foi marcada por quebras de protocolo. Em Sena Madureira, Bolsonaro determinou o pouso das aeronaves e fez questão de conhecer regiões alagadas percorrendo de carro os trechos mais críticos. Ele foi ovacionado pela população que acompanhou a caravana presidencial em uma verdadeira carreata.

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