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Acreano George Pinheiro é reeleito presidente da CACB; saiba mais

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O presidente da CACB, George Pinheiro, foi reconduzido à Presidência da entidade pelo Conselho Deliberativo. Eleito por aclamação, em pleito de chapa única, o acreano continuará à frente da Confederação para a gestão 2019-2021. A Comissão Eleitoral se reuniu para a homologação da chapa na manhã desta terça-feira (06), na sede da CACB, em Brasília.

O diretor-secretário da CACB, Jarbas Meurer, fez a leitura da ata de eleição e deu palavra à Comissão Eleitoral, composta pelos presidentes da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), Jonny Zulauf, e da Federação das Associações Comerciais, Industriais e Agropecuárias do Estado de Goiás (Facieg), Ubiratan da Silva Lopes, que elogiaram o trabalho dos últimos três anos e desejaram que a próxima gestão leve a CACB ainda mais longe.

Em uma breve fala, George Pinheiro citou a reestruturação financeira pela qual a CACB está passando e disse ter a certeza de que em 2019 a entidade terá uma estrutura mais moderna e preparada para todos os projetos nos quais a Confederação está trabalhando.

“Também fizemos um trabalho político muito significativo e hoje temos uma representatividade de destaque. Estamos presentes em diversos eventos políticos, além de integrar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) do governo federal, o chamado Conselhão. Espero continuar com este trabalho de união e companheirismo com todas as entidades que formam o sistema CACB, assim como fizemos até aqui”, declarou Pinheiro.

Ainda este ano, algumas Federações do Sistema CACB também devem realizar eleições para presidente. São elas as entidades do Rio Grande do Sul, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia.

Visita

Pouco antes da reunião para homologação da eleição, o governador do Estado de Rondônia, Daniel Pereira, esteve na CACB, acompanhado do presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Rondônia (Facer), Gerçon Zanato, para parabenizar George Pinheiro e conhecer a sede da Confederação. Daniel, que deixa o governo em 31 de dezembro, foi indicado para assumir a Superintendência do Sebrae/RO, com o apoio da Facer.

Fonte: CACB

Acre

Em Xapuri, católicos retomam romaria a alma milagrosa

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Há mais de 100 anos, o dia 24 de junho é marcado em Xapuri por uma das maiores manifestações religiosas do município. No dia de São João Batista, a comunidade católica local também celebra uma alma milagrosa conhecida como São João do Guarani, cuja fama é conhecida até mesmo em outros estados da federação.

João do Guarani foi, segundo relatos orais, um seringueiro que morreu sozinho no meio da floresta no começo do século 20, possivelmente vítima de malária. Encontrado e sepultado por vizinhos, algum tempo depois teria passado a atender pedidos feitos por moradores da região, ganhando fama de milagreiro.

Anualmente, é realizada uma romaria que leva centenas de pessoas à localidade distante cerca de 40 quilômetros de Xapuri. Geralmente é realizada uma grande festa na comunidade, com o apoio da prefeitura e da igreja católica, cuja programação reúne atividades religiosas, esportivas e culturais.

No ano passado, a pandemia impediu que o evento fosse realizado, talvez pela primeira vez desde a sua origem, o que não impediu que muitas pessoas se dirigissem à localidade, mas o momento vivido em razão do novo coronavírus fez com que, pela primeira vez em tantos anos, a grande festa não acontecesse como de costume.

A origem do culto ao “santo seringueiro” de Xapuri não é clara, mas acredita-se que as manifestações relacionadas a João do Guarani começaram a ocorrer por volta do ano de 1906, depois que um homem se perdeu nas matas daquela região ao desviar de uma cruz, seu objeto de medo, que havia avistado no varadouro.

Para encontrar o caminho de volta o homem teria recorrido a uma “promessa” e, assim, encontrado a saída, avistando novamente a cruz e atribuindo o fato à alma de João. A partir daí a tradição ganhou força com os anos e o seringueiro se tornou uma das mais conhecidas almas milagrosas do Acre.

Outro relato interessante é o de que João não residiria na colocação Guarani, como muitos pensam, mas sim em uma outra localidade, no seringal Recife, na região do Rio Iaco. O Guarani seria passagem para Xapuri e o seringueiro, que seria pernambucano, teria morrido ali, onde foi levantada a capela em sua homenagem.

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Cotidiano

OAB/AC reúne advocacia criminal contra violações de prerrogativas e melhores condições de trabalho

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Cerca de 80 advogados criminalistas atenderam ao chamado da Diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Acre (OAB/AC) e compareceram à reunião com a classe na quarta-feira, 24, na sede da entidade e por meio de videoconferência para a advocacia do interior do estado. Abuso de autoridade, violação de prerrogativas e a péssima estrutura das unidades penitenciárias e delegacias foram algumas pautas levantadas pela classe.

Segundo os participantes, a seara criminal é marginalizada por uma parcela do Poder Público e da sociedade, que vê os profissionais como “defensores de bandidos”. Este estereótipo afeta diretamente as condições de trabalho e, por consequência, a dignidade dos operadores de Direito. O advogado Mauro Albano explica que a reunião surgiu a partir de um grupo de WhatsApp criado pela Seccional com os criminalistas, e foi essencial para unir a classe.

“Essa reunião foi para pontuar alguns problemas que estamos tendo, e algumas soluções que serão encaminhadas pela Presidência da OAB. Teremos a criação de um grupo de estudos para algumas atividades junto às varas, bem como outras ações que a Ordem possa ingressar”.

Os principais pontos levantados estão relacionados a problemas estruturais nas unidades penitenciárias e policiais, além do desrespeito às prerrogativas profissionais básicas, a exemplo da entrevista pessoal e reservada com os clientes e acesso aos autos de inquéritos. Entre os encaminhamentos também foi fixado a criação de uma campanha de valorização dos advogados criminalistas.

Segundo a vice-presidente Marina Belandi – que também é criminalista -, o encontro foi relevante para “debater assuntos importantes para o dia a dia da advocacia e do Sistema Prisional”. Ela ressalta o empenho da Ordem para solucionar problemas antigos que afetam o trabalho dos advogados. Já a presidente da Comissão de Direitos Humanos, Lúcia Ribeiro, lembra que a garantia do exercício profissional é o que garante a dignidade dos advogados.

“Todas as situações que foram colocadas aqui, que impedem o direito ao exercício da ampla defesa e do contraditório, estão violando o direito do reeducando e as prerrogativas do profissional. Os encaminhamentos que foram tirados dessa reunião, desde a união da classe ao respeito com os advogados criminalistas, a própria OAB Acre dará andamento para ter os direitos humanos de todos respeitado”, finaliza Ribeiro.

O encontro também contou com a participação da presidente da Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas da Seccional, Viviane Santos, e do presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Acre (CAAAC), Thiago Poersch.

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Destaque 6

Por que dólar caiu agora abaixo de R$ 5 no Brasil?

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A cotação do dólar oscila neste mês de junho abaixo dos R$ 5 – uma marca que não era atingida há praticamente um ano. A moeda americana fechou cotada a R$ 4,96 na quarta-feira (23/6), valor próximo do que havia sido registrado em junho de 2020.

E, nesta quinta-feira (24/6), a divisa dos EUA abriu o pregão em queda.

Apesar disso, o real ainda segue muito desvalorizado, por exemplo, em relação à sua posição ante o dólar em outubro de 2018, quando o presidente Jair Bolsonaro foi eleito, e a moeda americana valia menos de R$ 3,70. Ou até mesmo em 2 de janeiro de 2020, antes de a pandemia de coronavírus atingir o Brasil, quando o dólar valia R$ 4,01.

Ao longo da pandemia, o dólar chegou a bater patamares bastante altos por duas vezes – acima dos R$ 5,80: no auge da primeira onda de coronavírus, em maio de 2020, e mais recentemente em março.

A alta da moeda americana frente ao real beneficia exportadores brasileiros, mas também causa prejuízos à economia. A taxa de câmbio é apontada como um dos fatores que farão o Brasil ultrapassar a meta de inflação do Banco Central (BC) neste ano.

Com o dólar mais caro, insumos importados ficam também mais caros para o consumidor brasileiro, provocando um aumento no custo de vida.

Mas o que está por trás da recente valorização do real — que se fortaleceu frente ao dólar cerca de 15% em apenas três meses?

1) Dólar enfraquecido por mudança nos juros americanos

No curto prazo, em especial nesta semana, o dólar se enfraqueceu levemente não só diante do real, mas também em comparação com diversas outras moedas.

A principal preocupação do mercado é a taxa de juros americanas — estabelecida pelo banco central americano (o Federal Reserve) — e que costuma tomar decisões baseadas no comportamento da economia dos EUA.

A economia mundial vive tempos de mudança nas políticas monetárias — com os países aos poucos deixando para trás a crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus e apostando na recuperação e reaquecimento.

Ao longo do ano passado, a prioridade dos bancos centrais e governos era criar estímulos para a economia e manter taxas de juros em patamares baixos. Com o custo de se tomar empréstimos menores (os juros), empreendedores nesses países teriam estímulos para investir mais em suas empresas, e consumidores, incentivos para gastar mais, aquecendo a economia.

Mas esse aumento na atividade econômica – que começa a ser observado em alguns países onde a pandemia se enfraqueceu – traz um risco para todo o sistema: o do aumento da inflação, ou seja, que a maior demanda por bens e serviços provoque um aumento generalizado de preços.

Inflação demais pode ser um problema para a economia, pois a alta dos preços reduz o padrão de vida dos consumidores, se não houver um aumento salarial em linha com a inflação.

Para manter a inflação sob controle, autoridades monetárias encarecem o custo dos empréstimos através do aumento da taxas de juros. Muitos acreditam que os EUA vão em breve elevar suas taxas de juros, diante da recuperação da economia americana.

Mas nesta semana o diretor do Federal Reserve, Jerome Powell, disse em um depoimento no Congresso americano que não pretende aumentar as taxas de juros “de forma preventiva, porque tememos o possível início de inflação”. Muitos ficaram frustrados e entendem agora que os juros americanos vão demorar mais tempo para subir.

Enquanto havia a expectativa de que juros subiriam mais rapidamente nos EUA, havia uma grande demanda por dólares americanos – o que fazia a moeda se fortalecer. Investidores compravam dólares na expectativa de receber juros maiores no futuro por seus investimentos em dólares.

Mas agora, diante dessa declaração do Federal Reserve, caiu a demanda por dólares americanos. Investidores acreditam que é melhor esperar para migrar para os EUA mais tarde – quando os juros de fato subirem.

Com isso, há temporariamente menos demanda por dólares e a moeda americana se desvaloriza.

2) Real valorizado – a ata do Copom

O Brasil já vinha aumentando a sua taxa básica de juros desde março deste ano. A taxa Selic (o juro básico) subiu de 2% para 4,5%. Na terça-feira, dia que o real fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez no ano, o Copom (órgão responsável pela decisão sobre os juros) havia divulgado sua ata detalhando os motivos da mais recente alta da taxa.

Investidores viram ali uma sinalização de que os juros poderão subir de forma ainda mais acelerada nos próximos meses. Nas últimas três reuniões, o Copom subiu os juros em 0,75 ponto porcentual a cada reunião. A ata sugere que esse ritmo pode ser acelerado para 1 ponto a partir de agosto.

O motivo para essa alta dos juros é tentar conter a inflação brasileira, que vem se acelerando fortemente e deve fechar acima da meta estipulada pelo Banco Central.

Nos últimos 12 meses até maio, a inflação brasileira já é maior que 8%. Uma das preocupações atuais das autoridades monetárias é o aumento de preços de energia, diante da seca que vive o país, que pode provocar ainda mais inflação – pressionando ainda mais os juros para cima.

Juros maiores prejudicam o consumo e o empreendimento no Brasil, mas podem ter um efeito no curto prazo de valorização da moeda nacional. A alta dos juros brasileiros serve para atrair capital estrangeiro e aumentar a demanda por reais – com investidores em busca de retornos maiores para seu capital.

Nesta semana, as duas notícias que afetam expectativas sobre juros – de aumento mais lento nos EUA e subida mais acelerada no Brasil – colaboraram para o real se valorizar diante do dólar.

E o futuro?

O dólar deve se manter nesse patamar? Voltará a ficar abaixo de R$ 4 como antes da pandemia? Ou ele está “barato” atualmente – com perspectiva de piora nos próximos meses?

Acertar previsões sobre a taxa de câmbio é notoriamente um dos exercícios mais difíceis a serem feitos por economistas, investidores, políticos e empresários. Há variáveis demais que determinam o valor de uma moeda em relação a outra – como taxas de inflação, desemprego e juros, e expectativas sobre crescimento econômico, entre milhares de outros fatores em diversos países ao mesmo tempo.

No Brasil, o Banco Central divulga toda semana o Boletim Focus – uma pesquisa com as previsões feitas por alguns dos principais agentes econômicos do mercado brasileiro.

No primeiro boletim deste ano, em 8 de janeiro, o Focus previa que o dólar terminará 2021 cotado a R$ 5. Dois meses depois, quando o real chegou a sua maior cotação neste ano (R$ 5,87), o Focus já mostrava uma previsão de que o dólar encerrará o ano cotado a R$ 5,30 — uma alta de 6% em relação à previsão anterior.

Com a queda recente da cotação da moeda, as previsões voltaram a apontar para baixo. O mais recente Boletim Focus estima que o dólar vai terminar 2021 cotado a R$ 5,10. Na semana anterior, os mesmos analistas previam R$ 5,18.

Um relatório da corretora XP do dia 17 de junho, sobre riscos que persistem na economia brasileira, sinaliza que a queda atual do dólar poderia ser apenas de curto prazo – a consultoria projeta que a moeda termine o ano acima da cotação atual.

“Para o médio prazo os riscos fiscais estruturais – dívida elevada, juros altos, orçamento engessado – perduram. O país caminha para um ciclo eleitoral que pode ser volátil. E existe a possibilidade de mudanças na orientação da política monetária em países desenvolvidos”, diz o relatório assinado por seis economistas da XP.

“Desta forma, somos cautelosos em projetar a taxa de câmbio muito abaixo dos patamares atuais. Projetamos R$ 5,10 para o final deste ano e do próximo. Não descartamos, no entanto, que no curto prazo a taxa de câmbio possa vir abaixo deste patamar.”

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Extra Total

Sem repasses do governo, Casa Souza Araújo tem energia cortada em Rio Branco

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A casa de acolhida Souza Araújo, localizada na BR-364, em Rio Branco, teve a energia elétrica suspensa na manhã desta quinta-feira, 24. A informação foi confirmada pelo padre Jairo Coelho, administrador do local.

“Para ciência da imprensa: acabaram de cortar a luz do Sousa Araújo. Obrigado ao governo do Estado”, declarou. Devendo mais de R$ 11 mil de energia, o religioso informou que o débito corresponde a três meses de contas atrasadas. “Ainda não sabemos como vamos restabelecer o fornecimento de luz”, explicou.

A Casa, que está com dívidas com fornecedores, empréstimos feitos para pagar os funcionários e ainda sem uma resposta de renovação do convênio com o governo do estado, atende ex-hansenianos. Existe a possibilidade da casa fechar suas portas. Pelo menos 20 idosos internos vivem no local.

Esta não é a primeira vez que o local enfrenta dificuldades para se manter após vencer o contrato com a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre). Em 2019, a Casa ficou por 8 meses sem receber os repasses e, neste ano, já são quase seis meses. O total de débitos do Casa ultrapassa R$ 1 milhão.

Desde o início da semana o governo do Acre vem sendo procurado pela reportagem para explicar a situação do convênio, mas até o fechamento desta matéria, não obteve resposta. O espaço segue aberto.

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Bombando

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