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Fies: renovação do financiamento começa hoje (29) e segue até novembro

Estudantes devem observar calendário de aditamento

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Nesta segunda-feira (29), começa o período de renovação de contratos do novo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Também conhecida como aditamento do Fies, a etapa segue até 30 de novembro e deve ser realizada por meio do site da Caixa Econômica Federal (www.sifesweb.caixa.gov.br).

No primeiro semestre de 2018, aproximadamente 50 mil estudantes devem fazer o aditamento do Novo Fies. O procedimento é válido apenas para contratos firmados este ano. Entre as alterações existentes no processo estão o fim do prazo de carência para quitação do contrato, a existência de seguro em caso de morte do estudante e o boleto mensal como forma de pagamento. Para os estudantes que precisam alterar termos do contrato, será necessário ir à agência da Caixa para realizar as alterações.

O novo financiamento é segmentado em modalidades que variam de acordo com a renda familiar do estudante. Se o rendimento familiar per capita mensal for de até três salários mínimos, o estudante se encaixa na modalidade Fies: juros zero, financiamento mínimo de 50% e limite máximo de R$ 42 mil por semestre.

No caso da modalidade P-Fies, estão enquadrados alunos com renda familiar per capita entre três e cinco salários mínimos. Os bancos privados ou fundos constitucionais e de desenvolvimento são os agentes financeiros operadores de crédito, os quais definem as condições de financiamento.

Financiamento

Em 2017, foram celebrados 170.905 novos contratos de financiamento estudantil, o menor número dos últimos seis anos. Em 2012, foram celebrados 351.331 novos contratos em contraste com os 144.947 firmados em 2011. Em relação às 225 mil vagas disponibilizadas em 2017, 20% não foram preenchidas. O percentual, no entanto, é menor em relação a 2016, quando 40% do total de vagas disponibilizadas não foram ocupadas.

Bolsas de estudo

Para estudantes que ainda não iniciaram a graduação e, consequentemente, não farão a renovação do Fies, existem alternativas para começar a faculdade em 2019por meio de bolsas de estudo de programas educacionais.

No site do Educa Mais Brasilexistem bolsas com desconto de até 70% que incidem direto na mensalidade. Com os pagamentos em dia, o contratante não precisa acumular dívidas ao término do curso. Para conhecer as oportunidades, é preciso acessar a página do programa, editar os filtros de curso e localidade, iniciar as buscas e contratar a bolsa de estudo desejada.

 

Ascom Educa Mais Brasil

Cotidiano

Queiroga critica vacinação antecipada e diz que limitou público adolescente por cautela

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O ministro Marcelo Queiroga disse nesta quinta-feira (16) que a decisão de restringir a vacinação de adolescentes apenas aos grupos prioritários (deficiência permanente, comorbidades e privados de liberdade) tem relação com a falta de evidências científicas consolidadas sobre o benefício da imunização para este grupo.

“O Ministério da Saúde pode rever a posição desde que haja evidência científica sólida. Por enquanto, por questão de cautela, temos eventos adversos a serem investigados, temos adolescentes que tomaram vacinas que não estavam recomendadas, temos que acompanhar”, disse o ministro.

Queiroga citou que mais de 3,5 milhões de adolescentes já foram vacinados no Brasil de forma “intempestiva”, ou seja, sem a autorização do Plano Nacional de Imunizações, que previa a aplicação apenas entre os prioritários desta faixa etária (12 a 17 anos) a partir de 15 de setembro.

Segundo Queiroga, 1,5 mil adolescentes apresentaram eventos adversos, o que representa 0.042% do total.

“Não é um número grande, mas temos que ficar atentos” – Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

A maioria dos eventos adversos, 93%, ocorreu no público que tomou vacinas sem autorização para uso em adolescentes. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou, em junho, a aplicação da Pfizer a partir dos 12 anos sem restrições.

Segunda dose vetada e argumentos

Queiroga esclareceu que os adolescentes sem comorbidades que já tomaram a 1ª dose não devem tomar a segunda dose.

Como parte dos argumentos para o recuo na previsão de vacinar todos os adolescentes, Queiroga citou a decisão do Reino Unido de não vacinar todos a faixa etária entre 12 e 15 anos.

A recomendação britânica foi tomada com base em um efeito colateral raríssimo provocado pela vacina da Pfizer: uma inflamação no coração chamada de miocardite. O governo britânico diz que vai aguardar mais estudos.

Por outro lado, o próprio ministro Queiroga admitiu que já há indicações de que o risco de miocardite associado à Covid-19 é maior do que o associado à vacinação com os imunizantes que usam a tecnologia mRNA.

A Anvisa disse em julho que acompanhava os relatos de miocardite, sobretudo nos mais jovens após a segunda dose, mas esclareceu que mantinha a recomendação da imunização com a vacina da Pfizer. Na mesma época, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que os casos eram raros e que os benefícios superavam os riscos.

Eventos adversos

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, disse que cerca de 93% dos 1,5 mil eventos adversos são considerados erros de imunização: adolescentes que foram vacinados com outros imunizantes que ainda não foram autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Um quantitativo muito grande de pessoas foi imunizado com vacinas que não tem indicação”, disse Medeiros.
São Paulo e Rio de Janeiro foram os estados que mais aplicaram doses em adolescentes: mais de 1,3 milhão e 384 mil doses, respectivamente, de acordo com o Ministério da Saúde.

O governo federal diz que os estados aplicaram doses de outras vacinas além da Pfizer: AstraZeneca, CoronaVac e Janssen.

Secretários defendem vacinação

Um dia antes da decisão do ministério, na quarta-feira, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), que participa das decisões sobre os rumos do Plano Nacional de Imunizações, afirmou que a “vacinação de todos os adolescentes é segura e será necessária”.

Nesta quinta, o Conass e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) solicitaram posicionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a vacinação de adolescentes.

O pedido dos conselhos foi feito com base na nova orientação do Ministério da Saúde e também num “possível evento adverso grave relacionado à vacina Pfizer em adolescente do estado de São Paulo”. O ofício não explica que evento adverso é este.

Ministério x OMS

Ao anunciar o recuo, o ministério ressalta que os adolescentes sem comorbidades formariam o “último subgrupo elegível para vacinação e somente vigoraria a partir do dia 15 de setembro”.

Em uma das suas justificativas para deixar de prever o público amplo, a pasta argumentou na nota informativa que a “Organização Mundial de Saúde não recomenda a imunização de criança e adolescente, com ou sem comorbidades”.

Entretanto, a afirmação não corresponde ao posicionamento da entidade. A OMS afirma que “crianças e adolescentes são menos propensos a ter complicações por causa da doença”, mas na sequência não traz indicação contrária: diz apenas que a vacinação ampla deste público é “menos urgente” do que vacinar outros grupos, como pessoas mais velhas, com comorbidades e trabalhadores da saúde.

No Brasil, o imunizante da Pfizer é o único que tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser aplicado nesta faixa etária. Pelo mundo, outras vacinas já são aplicadas em menores de 18 anos.

Governo lista outros argumentos

Ainda em sua “nota informativa”, o Ministério da Saúde destacou que a “maioria dos adolescentes sem comorbidades” não sofrem de casos graves da doença, que há “somente um imunizante” avaliado em ensaios clínicos, e que “os benefícios da vacinação em adolescentes sem comorbidades ainda não estão claramente definidos”.

Por fim, o governo ressalta a “redução na média móvel de casos e óbitos (queda de 60% no número de casos e queda de mais de 58% no número de óbitos por covid-19 nos últimos 60 dias) com melhora do cenário epidemiológico”.

O ministério não explicou sobre se a decisão tem relação com a falta de imunizantes disponíveis para avançar com o ritmo da vacinação no Brasil.

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Acre

Polícia deflagra 1ª fase da “Operação Zaqueu” no Acre, MS e SP

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Ascom/Policia Civil do Acre

A Polícia Civil do Estado do Acre, por meio da Delegacia de Repressão as Ações Criminosas Organizadas (DRACO), com apoio do Departamento de Inteligência (DI), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), através do programa VIGIA, e das Policias Civis dos Estados de São Paulo e do Mato Grosso do Sul, deflagrou nas primeiras horas desta quinta-feira, 16, a “OPERAÇÃO ZAQUEU”, visando o cumprimento de 26 mandados de busca e apreensão e 27 de prisão.

A operação tem como principal objetivo desarticular o núcleo de uma organização criminosa, responsável pela arrecadação de valores pagos pelos integrantes da organização, a qual possui atuação em todo o território nacional.

Os líderes deste núcleo foram presos na capital paulistana, onde a Polícia Civil cumpriu 5 mandados de busca e apreensão e 4 de prisões. A ação na capital paulista contou com a atuação de investigadores da Polícia Civil do Acre. Outros três integrantes foram presos no Mato Grosso do Sul, na penitenciária de Campo Grande, de onde coordenavam a pratica do crime.

No estado do Acre, a Polícia cumpriu mandados nas cidades de Rio Branco, Senador Guiomard, Bujari, Sena Madureira, Manoel Urbano e Epitaciolândia. Dentre os presos no Estado do Acre está a pessoa que representava a organização no estado, bem como a pessoa responsável por gerir as armas de fogo da organização e outras lideranças de bairros.

Ao total, foram 23 pessoas presas ligadas a organização criminosa, destas, cinco delas foram flagranteadas pelo crime de porte ilegal de arma de fogo e trafico de drogas. Além das prisões efetuadas pela Policia Civil do Acre, também foi apreendido droga, arma, munição e vasto material para embalo do entorpecente, além de celulares e balanças de precisão.

Com esta ação a Polícia Civil do Acre tenta frear o avanço da organização, reduzir os crimes praticados por este grupo criminoso no Estado do Acre, bem como diminuir o seu poder econômico asfixiando as ações criminosas.

A investigação durou cerca de um ano e contou com a participação de mais de cem policiais. Todo material arrecadado será submetido a análise pericial para identificação de outros integrantes para que sejam responsabilizados pelos crimes.

Durante este período foi possível comprovar que as pessoas presas integravam e promoviam a organização, bem como identificar que parte do grupo se dedicava a pratica do tráfico de drogas. Parte do dinheiro, arrecadado com a traficância, era repassado aos líderes para subsidiar ações da organização criminosa.

O nome da operação, “ZAQUEU”, faz referência ao líder dos publicanos, pessoas que na antiguidade possuíam a função de arrecadar impostos, para posteriormente repassar ao imperador.

O Estado do Acre, o qual possui mais de 2.000 km de fronteira internacional com dois países produtores de drogas, é um oásis para as organizações criminosas, as quais buscam rotas de tráfico para adquirir grandes quantidades de entorpecente. A Polícia Civil, atenta a posição geográfica estratégica do estado para o tráfico de drogas, busca diuturnamente combater essas organizações, sem recuar, sem cair, e sem temer.

A implantação do programa federal VIGIA, desenvolvido pelo Ministério da Justiça, possibilitou as forças de segurança estaduais a atuarem de forma mais contundente nas fronteiras brasileiras.

Os resultados apresentados, tendo como exemplo esta operação, realizada simultaneamente em 3 estados (10 municípios), são frutos do investimento do governo federal no combate à criminalidade.

A Polícia Civil do Estado do Acre parabeniza e agradece o Ministro da Justiça, seus secretários, diretores, coordenadores e demais servidores do Ministério, em especial CGFRON e CGCCO, que de forma silenciosa possibilitam a atuação das forças de segurança estaduais em todo o território nacional, de Marechal Thaumaturgo, um dos municípios mais isolados do país, a São Paulo, onde estão instalados líderes de organizações criminosas.

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Destaque 6

Vulcão nas Ilhas Canárias tem nível de alerta elevado e pode causar tsunami na costa do Brasil

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O vulcão Cumbre Vieja, localizado na Ilha de La Palma, nas Canárias, comunidade autônoma da Espanha, teve seu nível de alerta elevado de verde para amarelo pelo Plano Especial de Proteção Civil e Atenção às Emergências de Risco Vulcânico das Ilhas Canárias (Pevolca). Isso aconteceu após um aumento rápido no número de terremotos e atividades sísmicas ter sido registrado nos últimos dias. Caso ocorra uma erupção, um tsunami pode atingir as costas brasileira e africana.

Segundo o governo das Canárias, o aumento significativo nos movimentos sísmicos em La Palma começaram no último sábado. O Metsul Meteorologia, na terça-feira passada foram mais de cem tremores. O comitê Pevolca frisou que a atividade magmática tem “o maior valor observado nos últimos 30 anos”.

Esse cenário foi o que fez com que o alerta passasse de verde para amarelo, quando a população segue com suas atividades normais, mas atentas para comunicados das autoridades.

— O amarelo é (um alerta) intermediário. As pessoas devem ficar de sobreaviso e atentas porque pode haver alguma consequência — disse o geólogo André Avelar, do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Monitoramento é fundamental, alerta especialista

Depois do nível de atenção amarelo, há o nível laranja, quando é decretado atenção máxima para fenômenos que precedem uma erupção. Já no vermelho é feita uma notificação de emergência de que uma erupção está acontecendo.

— O monitoramento é fundamental para que as pessoas que moram na costa seham avisadas e deixem suas casas imediatamente. Pode haver prejuízo material, mas o importante é preservar a vida — disse Avelar.

Segundo ele, quando há terremotos muito próximos a um oceano, a tendência é gerar ondas:

— As boias monitoram o acréscimos de altitude. Conforme for o acréscimo, é calculado o tamanho da onda.

Para Avelar, caso haja a erupção do Cumbre Vieja, a costa africana deve ser mais afetada que a do Brasil. O geólogo frisou, ainda, que a situação atual não significa que uma erupção vá, de fato, acontecer: caso os terremotos secundários cessem, a região ficaria estabilizada.

Fonte: Extra

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Cotidiano

Rosana Gomes assina convênio com governo para pavimentação e recuperação de ruas

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A prefeita de Senador Guiomard, Rosana Gomes (Progressistas), em solenidade na última terça-feira, 13, assinou um convênio com o governo do Acre que garantirá a pavimentação e recuperação de ruas no município. O convênio prevê 2500 metros de cobertura asfáltica para recapeamento e micro revestimento, além de 250 toneladas de asfalto.

Em seu discurso, a prefeita fez questão de agradecer ao governador Gladson Cameli pela parceria e salientou que o maior beneficiado será o povo tanto da zona rural como da zona urbana.

Rosana também destacou o serviço de limpeza e coleta dos entulhos com o apoio do governo. Por fim, a prefeita convidou para subir no dispositivo de honra o vice-prefeito Ney do Miltão e todos os vereadores de Senador Guiomard presentes no evento.

O convênio prevê 2500 metros de cobertura asfáltica para recapeamento e micro revestimento, além de 250 toneladas de asfalto.

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Bombando

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